ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

O Brasil, segundo dados distribuídos pelo Conselho Nacional de Justiça, caminha para ter em julgamento cerca de 100 MILHÕES de processos judiciais. Isso dá uma média de quase um processo judicial para cada dois habitantes. Basta haver dois brasileiros que isto já significa uma briga e um processo judicial.

A origem desta esbórnia se deve a múltiplas causas:

1. Legislação maluca – Temos milhões de leis, contra ou a favor de tudo o que você pensar e imaginar;

2. Justiça de graça – Qualquer imbecil vai à justiça e arrisca. Ganhando ou não, o custo vai para o tesouro;

3. Milhões de advogados, juízes, procuradores, auditores, etc. – Todos ávidos por uma mamatazinha;

4. Lentidão e ineficiência paquidérmica da justiça – Qualquer processo leva anos ou décadas.

O custo da lambança é incomensurável. Todas as despesas do Judiciário, em 2017, somaram R$ 90,8 Bilhões. Isto representou 1,4% do PIB nacional e 2,6% dos gastos públicos. Crescimento de 4,4% com relação a 2016 e um custo médio de R$ 437,47 para cada habitante. É mais que a Alemanha, que gasta aproximadamente 0,4% do seu PIB com o judiciário! Esta quantia daria para construir, a cada ano, um “Trem Bala” indo do Rio Grande do Sul até Belém, pela costa. Em vez disso, sustentamos multidões de nababos inúteis.

Isoladamente, o nosso judiciário já é um despautério! Se acrescentarmos a estas contas as miríades de “Procuradores do Ministério Público”, Auditores, Corregedores, Procuradores das diversas repartições em que se divide o aparato estatal, os “Tribunais de (FAZ) de Contas”, as Ouvidorias, Controladorias, as Defensorias, as Promotorias, e todas as IAS que se possa imaginar, todas devidamente entupidas de ávidos bacharéis regiamente remunerados e reclamando que estão na miséria, só podemos chegar a uma conclusão:

ESTAMOS LASCADOS PARA SUSTENTAR ESSA MULTIDÃO DE LOMBRIGAS VORAZES!

Do gasto total da justiça, aproximadamente 90% é representado pelos gastos com o funcionalismo. Foram 448.964 pessoas, sendo 18,168 magistrados (4%), 272.093 servidores (60,6%), 71.969 terceirizados, 67.708 estagiários (15,1%) e 19.026 conciliadores, juízes leigos e voluntários.

Se considerarmos nesta conta apenas os juízes e os servidores (290.261 servidores), e estimarmos BEM CONSERVADORAMENTE um custo anual de R$ 40.000,00 para cada um dos 158.703 terceirizados, estagiários e voluntários (o que já seria um total absurdo), teremos que as despesas totais com o funcionalismo fixo foram de R$ 81,72 Bilhões (90% de R$ 90,8 Bilhões) menos 158.703 X 40.000. Isso dá uma renda média anual, para cada um dos juízes e servidores, de quase R$ 300.000,00. Esta é exatamente a “miséria” que aquele procurador calhorda, lá de Minas Gerais, um tal de Leonardo Azeredo, estava se queixando que não dava para viver. Disse ele que estaria sendo submetido a um “Linchamento Moral” (sic) por reclamar. Ele não viu nada ainda! Precisa ver o tipo de linchamento que eu gostaria de fazer com ele e o restante da sua raça de parasitas.

Entre janeiro e dezembro de 2018, as varas de primeira instância da Justiça do Trabalho receberam 1.726.009 reclamações trabalhistas, contra 2.630.522 do mesmo período do ano anterior, o que representou uma queda de 25% no número de novas reclamações. Esta queda se deveu a uma mudança bem simples efetivada na legislação em fins de 2017: A partir deste momento, o trabalhador que perder a ação na justiça, ficará obrigado a pagar os honorários do advogado do empregador. Foi o bastante para minimizar as atitudes irresponsáveis de aventureiros que, por nunca serem penalizados em suas teses mentirosas, sentiam-se totalmente à vontade para “arriscar” e ver no que iria dar. Devia botar para pagar os custos do processo também. Cairia 90%.

Mesmo com este tremendo “freio de arrumação”, este sumidouro de recursos públicos conseguiu a proeza de custar muito mais caro que todas as causas que foram por eles julgadas. Sairia imensamente mais barato, e mais simples, colocar o governo para pagar TODA E QUALQUER RECLAMAÇÃO TRABALHISTA DO PAÍS, e mandar toda essa imensa multidão de parasitas ir plantar batatas lá na Amazônia. Também neste caso, além da queda vem o coice! Se forem somadas todas as despesas com a estrutura “Trabalhista” do governo (Ministério, fiscais, delegacias regionais, procuradores do trabalho, etc., etc., etc.), chegamos a valores de despesas que se aproximam do total gasto com… (PASMEM!!!) a EDUCAÇÃO ou a SAÚDE.

Dá para continuar com essa herança maldita de Getúlio Vargas, copiada dos nazistas e fascistas???

Mudaram o nome para Ministério do Trabalho E EMPREGO. Virou o Ministério do Desemprego.

Quando dirigimos nossa atenção para a famigerada Previdência Social, aí é quando atingimos os píncaros do mais absoluto caos. A roubalheira nesta seara foi (e ainda É!) de tal ordem, que fica difícil até encontrar algum paralelo na história mundial para dar como exemplo de comparação. Só para dar uma pequena ideia do nível de desumanidade dessa máquina de triturar gente, basta saber que são mais de 6 Milhões de idosos e incapazes brigando na Justiça Federal por anos e anos, apenas visando arrancar a fórceps do INSS uma pequena parte de toda a imensa fortuna que lhes foi extorquida mês a mês, sempre sob a justificativa de que o “Estado” seria o “Papaizão” que iria cuidar deles quando da velhice, e que o INSS, sabe lá Deus porque (ou o Diabo), se nega a cumprir com sua obrigação. É justamente desta montanha de dinheiro extorquida que saem as aposentadorias miliardárias dos parasitas que, supostamente, vão defender os direitos dos milhões de trabalhadores que vão sendo engabelados anos a fio pelo conto do vigário chamado INSS. Segundo o Correio Braziliense, relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que os gastos só com a instrução de processos judiciais do INSS, apenas em 2017, foram de R$ 4,6 bilhões — somando desembolsos com a Justiça Federal e servidores da autarquia.

Balofos lombrigões governamentais reunidos para decidir que não vão mais ficar empurrando com a barriga “ad infinitum” as decisões judiciais relativas ao pagamento de milhões de miseráveis sacaneados pelo INSS

A multidão de milhões de otários engabelados por decisões esdrúxulas do INSS, sempre negando a concessão dos benefícios devidos, chegou a um tamanho tal que passou a representar mais da metade de todas as ações na Justiça Federal. Por conta disso, as lideranças parasitárias, lideradas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Defensoria Pública da União (DPU) e pela Advocacia-Geral da União (AGU) (Mais alguns antros de parasitas miliardários) decidiu que não irá mais apelar para a 2ª Instância judicial nos casos em que o contribuinte do INSS saia vencedor, já que o STJ (outro antro de parasitas gordos) não tem a mínima condição de lidar com esses milhões de causas, a grande maioria das quais absoluta e monotonamente semelhantes.

A cada dia, mais de 7.000 otários se juntam a essa confraria dos desvalidos ajuizando ações contra o INSS.

O ato final da canalhice dessas gangues é quando o otário ganha na justiça, mas, como se diz no popular, NÃO LEVA! Este é o requinte maior da crueldade absoluta e cínica com que são tratados os cidadãos trabalhadores brasileiros: O valor dos atrasados, que este deveria ter recebido ao longo de anos e anos de contendas Kafkanianas junto à Justiça Federal, será calculado, MAS… E sempre há um mas, quando se trata dessa estrutura de governo canalha, o mesmo será direcionado para os famigerados PRECATÓRIOS.

De acordo com a FOLHA, em reportagem do dia 14 passado, a Comissão Mista de Orçamento da Câmara (mais um antro de gordas e vorazes lombrigas) é quem libera em 2019 a lista dos felizardos (?) que ganharam na justiça, em 2018, o direito de receber o dinheiro que já era e sempre foi seu, mas que o INSS insistiu em ficar emprenhando para ver se dava cria. Em agosto passado, o Conselho de Justiça Federal (mais um antro de gordas lombrigas) havia solicitado ao Ministério da Economia R$ 21 Bilhões para pagar atrasados dos segurados em 2020. Mesmo assim, os pagamentos serão liberados à medida que vá sendo disponibilizado o dinheiro pelo governo no próximo ano. Isto significa dizer o seguinte:

1. O infeliz passou anos e anos e anos recolhendo para o INSS. Na hora de receber o benefício, este é negado.

2. Sem ter a quem apelar, o miserável entra na justiça e aguarda anos e anos por uma decisão que só Deus sabe quando e se virá. Enquanto isso, vai vivendo da caridade alheia, apesar de ter uma fortuna confiscada.

3. Quando ganha a causa (Aleluia), recebe a triste notícia de que deverá ter o valor do benefício e dos atrasados calculados por um perito. Nessa brincadeira, mais um ano se passa.

4. Finalmente, informado sobre quanto vai receber, recebe a notícia que seu pagamento foi para precatórios.

5. Mais uns anos depois, finalmente recebe o pagamento e o benefício. Se ainda estiver vivo!

Pergunta: QUANTOS DIAS ALGUM DESSES MILHARES DE FILHOS DA PUTA FICOU SEM RECEBER O SEU GORDÍSSIMO SALÁRIO?

CANALHAS! CANALHAS! MIL VEZES CANALHAS!

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