DEU NO JORNAL

O ministro Luís Roberto Barroso finalmente admitiu que tiveram motivações políticas os ataques de hackers aos computadores do TSE no dia das eleições.

E pediu investigações da Polícia Federal.

Os ataques, segundo o ministro, foram repelidos durante o dia, mas no processo de apuração e tabulação verificaram-se atrasos que não tiveram explicações convincentes.

Ministros do próprio TSE e do STF, que segundo o Estadão não quiseram se identificar, criticaram a gestão da crise por parte de Barroso.

* * *

Nada a comentar.

Nada a declarar.

O fato é que ao ler esta notícia aí de cima, na qual aparece a sigla STF, eu me lembrei logo da nossa querida Carmem Miranda.

Num sei mesmo porque o nome da Pequena Notável, com a cabeça decorada por cachos de banana, me veio à lembrança.

Coisas do pensamento.

Alegremos e embelezemos nossa quarta-feira.

2 pensou em “BABÃO SE MANIFESTOU

  1. Vou repercutir aqui o que disse Alexandre Garcia ontem em sua coluna.

    Um ataque hacker ao sistema eleitoral brasileiro já é grave; um que cause uma paralização de mais de 4 horas nas apurações é gravíssimo; pois demonstra toda a fragilidade do sistema eleitoral, que é a base da democracia.

    Como não há como saber o que acontece lá dentro, uma vez que o Sistema de apuração não é passível de auditoria, qualquer especulação é possível e faz sentido.

    Nesta semana já deveriam estar reunidos todo os parlamentares no congresso para chamar o Ministro Barroso e explicar tintim por tintim todos os problemas que teve nesta eleição, a pior apuração desde que este malfadado método eletrônico foi inventado aqui em 1996 e que nenhum país copia.

    – Ahin, diria aquele pombo petista do tabuleiro do xadrez; mas 35 outros países e até mesmo estados dos EUA usam urnas eletrônicas, não é só o Brasil.

    Se isso fosse verdade estaríamos exportando a tecnologia. A verdade é que estes 35 países usam outra tecnologia e mais, como eles não têm um TSE (isso é só o BR), mais pessoas dos partidos verificam as etapas da votação.

    – Ahin, mas a impressora pode falhar na hora. Então e somente neste caso não se usaria a impressora. A urna com os votos impressos não é para fazer a contagem geral da eleição. É só para fazer checagem de algumas urnas (por amostragem)

  2. Como tribunal supremo… Aqui tem sempre essa coisa de superior. Que na verdade, nunca corresponde seu desígnio.
    Pelas figuras esdrúxulas e catatônicas que por lá habitam.

    Por ser mais uma jaboticaba, dessas plagas. Suas sumidades sofrem alta rotatividade (êpa! parece aqueles locais de fornicamento rápido) advindas daquele outro tribunal do olimpo onde 11 deuses, devidamente togados. Posseiros celestiais, celebram o poder sobre o bem e o mal.

    Portanto, vomitar ou excrementar. Para eles, não há diferença. Depende apenas de quais bocas a espurcícia irá sair.

    Pela infalibilidade e pela indefectibilidade. Resta -nos, apenas aceitar, acreditar e concordar com a canastrice do sinistro.

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