A PALAVRA DO EDITOR

Para viver no mundo de hoje, completamente diferente de épocas passadas, foi necessário o aparecimento de diversas intervenções do homem. Nisso é impossível haver contestações. Foram a criatividade e as inovações que modificaram a vida na Terra. Trouxeram muitos benefícios para a humanidade. Tornaram a vida do homem mais cômoda. Mas satisfatória. Menos trabalhosa e sofrida. Tem pensamentos atestando que o poder da criação depende do dom, da iniciativa da invenção e da concepção. Mas, pensamentos contrários preferem dizer que o poder da criação vem da imaginação, do esforço e da vontade de achar um modo mais fácil de evoluir. Graças exatamente à maneira de pensar de modo diferente que a vida melhora a cada ano. A cada nova geração. Faz o jovem de hoje acreditar que a mente é fantástica. Pensar de modo diferente a cada etapa.

Para se deslocar ao trabalho ou frequentar diversões, a sociedade dependia de transporte, mais precisamente de ônibus e táxis. No entanto, para pegar, especialmente o táxi o sujeito tinha de ir para as avenidas mais movimentadas. Hoje, basta usar utilizar um aplicativo para ter carro na hora, descrevendo o nome do motorista, a placa do veículo do Uber e o preço da corrida. Não importa o local onde o passageiro se encontre. Nas economias mais evoluídas, basta usar um startup para a administração pública gerenciar com desenvoltura qualquer assunto relacionado à saúde. Tirar na hora qualquer dúvida sobre o uso de drogas, o excesso de antibióticos e se for o caso, descobrir em cima da bucha, os problemas de saneamento da cidade. O mal na política é a vaidade do agente público se achar o dunga. O tampa. Insubstituível. Achar ser mais inteligente do que o cidadão comum. Ter afinal poder eterno. A ponto de muitas vezes abusar do poder. Terrivelmente um dos piores problemas brasileiros. Pra gente desse tipo o difícil é reconhecer de que é com ideias humildade de ouvir que as inovações aparecem, via conjunto de pensamentos.

Quando nasce, a criança já pensa diferente dos pais. Demonstra mais habilidade no manejo nos equipamentos atuais, mais modernos, criação da era digital, bem mais simples de manejar. Mais que os adultos se enrolam fácil. A digitalização prova que o mundo mudou. O lançamento de robôs, que facilitam até cirurgias, a internet, a tv digital 3D, o Gameboy, o IPod, o Webcam, o GPS, o Bluetooth, a câmera digital, o Smartphone e os gadgets facilitam as tarefas domésticas. Dinamizam a vida, auxiliam nas obrigações diárias. Ajudam na praticidade. E pensar que a modernidade surgiu da ficção científica. Ontem, era difícil imaginar que através da divisão da matéria em moléculas, poderia se chegar ao átomo. No tempo da Segunda Guerra, o rádio para enviar informações pelo éter, surpreendia as pessoas. Tamanha era a novidade. Tudo bem que atualmente tudo é realizado na base da velocidade. Os transplantes na medicina, os novos meios de consulta e tratamento de doenças prolongam a vida do homem. Faz o cidadão começar e pensar em outras teorias que permitam vislumbrar a passagem da vida humana pela Terra, desde o começo, os meios de sobrevivência e a total destruição, talvez, amanhã. Aumenta a saudade, que a juventude de hoje não experimentou, do costume da gente acordar todo santo dia com o canto do galo para anunciar de que a escuridão da madrugada, marcava a despedida da noite para o clarear da alvorada. O amanhecer. Para reiniciar outro dia.

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Nas férias, o gostoso é botar o pé na estrada ou se puder fazer um cruzeiro e se mandar por aí navegando mundo afora, curtindo a natureza por terra ou por mar. Mas, como às vezes é impossível realizar o sonho de viajar por prazer e lazer para simplesmente relaxar, sobra outra alternativa de sair pelo mundo. Deslocar-se a trabalho para realizar negócios. De uma forma ou de outra, se o viajante passar mais de vinte e quatro horas longe de casa ou do trabalho, frequentando lugares diferentes, faz turismo. Turismo que pode estendido como forma de descanso, distração, religião, cultural, desportos e por questões de saúde, trabalho ou então para atender a pedidos de familiares. O importante é aproveitar o tempo livre, experimentando prazeres, sem desperdiçar oportunidades. Os romanos, no tempo do Império Romano, se deslocavam para assistir espetáculos teatrais fora do seu domicílio. Na Idade Média e Moderna, o cristianismo incentivou as peregrinações. Com a Idade Contemporânea, a Revolução Industrial revolucionou a tecnologia. Incorporou novas maneiras de deslocamento. O trem substituiu a tração animal e através de disponibilidade financeira, com a aparecimento da burguesia, surgiram as chances de cruzar os mares a navio para veranear nos famosos sanatórios para cuidar das doenças da época.

Sob todos os aspectos, o turismo é uma importante atividade. Por uma série de razões. Na medida em que os setores públicos e privados se interagem na elaboração de projetos, amplia as potencialidades locais, diversifica a oferta turística, fortalece a economia, altera o patamar social, gera emprego, distribui renda. No Brasil, desde que a sociedade descobriu o poder de aumentar o consumo, incrementar a produção de bens e serviços, o turismo ganhou força. Destacou-se no cenário nacional a ponto de ocupar a 13ª posição na economia turística mundial. As diversidades naturais, formadas pelas cidades históricas como Ouro Preto e Congonhas em Minas Gerais, Paraty, no Rio de Janeiro, além da própria capital fluminense que desponta como uma das maiores do mundo em entretenimento cultural e na gastronomia. Título que defende juntamente com a grandiosa São Paulo. O Nordeste também não fica atrás em reputação turística. As magnifica praias do Nordeste com águas cristalina, a diversidade cultural e as comidas típicas atraem e encantam. Jericoacoara, no Ceará, a praia de Ponta Negra, em Natal, Rio Grande do Norte, Tambaú, em João Pessoa, Paraíba, Porto de Galinhas, em Pernambuco, Pajuçara, em Maceió, Alagoas, Atalaia, em Aracaju, Sergipe, e a praia dos Coqueiros, em Trancoso, município da Bahia, são formidáveis. Verdadeiros paraísos terrestres.

O que prejudica o turismo brasileiro é o desentrosamento público com a realidade nacional em se mostrar incapacitado para resolver o planejamento de eventos, eliminar a desordem urbana, a degradação ambiental e de monumentos, o descuido com a infraestrutura, o marketing setorial, a hotelaria e com os parques temáticos, ainda em quantidade insuficiente no país. Os gestores faltam perceber a importância do turismo como atividade econômica, capaz de vencer as crises. Dobrar as incertezas. Quando bem dimensionado, então, o turismo engradece a economia. A Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), embora tenha sido infeliz na criação da nova marca para atrair o turista internacional, inocentemente colocou junto a bandeira do país e abaixo do nome BRAZIL, a frase “Visit And Love Us” que em inglês a expressão, Love Us, inspira o turismo sexual. Contudo, a Embratur num de seus relatórios, divulgou que, entre 1987 e 1995, o PIB turístico brasileiro cresceu 36%. Passou de R$ 38,7 bilhões para R$ 52,7 bilhões. Ótimo resultado, empurrado pelo turismo.

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O maior desejo da economia brasileira é reconquistar o investidor estrangeiro, depois que as incertezas políticas, econômicas e os desacertos passaram a impregnar o setor produtivo e o consumo que perderam fôlego. Enfraqueceram, atacados pelos vexames que dominaram o mercado interno. Aí, na ânsia de ver uma luz no fim da destruidora bagunça, enxergaram um fio de esperança nas reformas, a começar pela Reforma da Previdência, em debate. Mas, não são somente as reformas em planejamento que empurrarão o país para o patamar da recuperação econômica. Existem também outros fatores são superimportantes para dar o disparo tão aguardado. Um dos fatores relaciona-se com o desempenho de outros países efervescentes como China, Índia e a África do Sul.

Numa coisa, o Brasil pecou por incompetência. Passou apertado nos três primeiros meses do ano. Experimentando um trimestre de contração. Preocupado com as projeções de crescimento, avaliadas pelo Banco Central, o país desligou-se das vendas varejistas que caíram, pressionando a atividade econômica como um todo. Por sua vez, o segundo trimestre também começou mal. Em abril, por exemplo, a atividade econômica também andou pra trás. A esperança de novo ânimo, recai sobre os demais meses do trimestre, maio e junho, cujos dados ainda estão sendo apurados. Mas, tudo vai depender basicamente dos efeitos de mais alguns ajustes, além das reformas em andamento, a começar pela Reforma da Previdência.

Para seguir em frente e dar o disparo para o reaquecimento econômico, uns detalhes precisam ser contornados. Os juros são fundamentais na montagem da estrutura para a recuperação econômica. Por isso, os investidores estrangeiros, algumas poderosas multinacionais estão de olho na administração da taxa básica de juros. Projetada para findar o ano na casa de 5,5%, os capitalistas de fora duvidam se realmente a taxa de juros irá cair dos atuais 6,5%. Parece que na próxima reunião do Copom, a Selic caia para 6%.Pelos menos os mercados externos aguardam se o Brasil tem coragem de baixar a taxa de juros, cortar um pouco mais a Selic que ainda está acima do esperado, para satisfazer o gosto dos interesses econômicos internacionais. Além disso, o mercado externo cobra mais outros detalhes primordiais. Sem os incentivos fiscais dificilmente o país recupera a atividade econômica. Afinal, os incentivos fiscais também fazem parte da construção da viga que sustenta e anima todo esforço para trazer a economia para os patamares desejáveis.

Puxar a economia para o caminho do reaquecimento. Tirar o país da inatividade provocada pelas fracas condições financeiras que perduram desde 2014. Livrar-se, enfim da dependência das commodities que até o momento funcionam como o sustentáculo para manter a econômica em atividade. Na opinião de empresas de consultoria contratadas que estudam o desenrolar da atividade produtiva brasileira, caso o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) confirme reação positiva para o reaquecimento econômico, repetindo o feito obtido no primeiro trimestre de 2018, poderosas multinacionais do ramo automotivo, de distribuição de energia e da linha branca se balançam em investir maciçamente no Brasil. Oficializando novos projetos industriais.

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