ASSUNTOS INTIMAMENTE LIGADOS

Nas últimas semanas, um antigo fantasma voltou a assombrar famosas bancas advocatícias destinatárias dos 180 milhões de reais distribuídos sem nenhum tipo de controle pela Fecomércio do Rio de Janeiro: Orlando Diniz, ex-todo poderoso da entidade, preso em fevereiro de 2018 e solto quatro meses depois por Gilmar Mendes, retomou as conversas para um acordo de colaboração.

Um dos maiores beneficiários dos contratos da Fecomércio foi o escritório de Roberto Teixeira, compadre de Lula.

Foram 68 milhões de reais, supostamente para atuação em tribunais de Brasília.

Eduardo Martins, filho do ministro Humberto Martins, do STJ, recebeu outros 10 milhões.

A banca de Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral, levou 19 milhões.

Se conseguir espremer Orlando Diniz de modo que ele conte todos os seus segredos, a Lava Jato inaugurará outra página dourada em sua história.

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É impressionante: toda notícia que fala em safadezas milionárias, tem que trazer o nome de Lula.

Falou em milhões, aparece logo Lapa de Corrupto citado no texto.

Direta ou indiretamente.

É fatal.

Uma coisa leva automaticamente à outra.

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