CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Estupefaciente Papa Berto, salve!

Recebi uma interessante notícia sobre o desfecho de uma ação judicial e me calhou (!) compartilhá-la com V. Opulência Santíssima, vez que a solução foi musical (e curiosa).

Favor dar notícia ao comparsa Marcos Mairton, juiz federal, para providências semelhantes!

Um forte amplexo (respeitados os limites da heterossexualidade).

R. Olhe que eu já fui chamado de tudo aqui nesta gazeta escrota.

Desde cabra safado até fi-duma-égua, passando por abilolado e mequetrefe.

Mas de “estupefaciente”, esta foi a primeira vez.

Vôte!!!

Quanto ao nosso estimado colunista fubânico Marcos Mairton, competente e honrado Juiz Federal, pode ficar tranquilo que ele vai ler esta postagem.

Mairton acessa o JBF todos os dias.

E vamos a esta curiosíssima notícia que você nos mandou.

Esta transcrita logo a seguir:

* * *

Um litígio que se arrastou por cinco anos na Justiça de Goiânia/GO terminou de maneira surpreendente. A disputa envolvia as duplas sertanejas Henrique e Juliano e João Neto e Frederico.

Após acordo, firmado nesta quarta-feira, 28 o juiz de Direito Péricles Di Montezuma Castro Moura, titular da 26ª vara Cível de Goiânia/GO, fez um inusitado pedido: que as duplas cantassem juntas. Para simbolizar as pazes, eles cantaram os versos de “Não Tô Valendo Nada”, parceria entre eles de 2013.

A parceria entre as duplas foi rompida em 2014. O processo foi movido por João Neto e Frederico e o empresário Manoel Boaventura, contra Henrique e Juliano e o empresário Wander Oliveira.

Antes do litígio, havia uma sociedade entre os escritórios. Em uma entrevista em 2015, os autores do processo comentaram a disputa, esclarecendo que o problema foi com o empresário, e não com os cantores. Teria havido tentativa de conciliação anteriormente, mas sem sucesso.

Na audiência realizada nesta quarta-feira, as duplas finalmente chegaram a um acordo. O processo corre em segredo de Justiça.

Deixe uma resposta