PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

Tens a face de um ser celestial
Desenhada das mãos do pai celeste
Pra enfeitar este mundo, tu vieste
bem na forma de um ser angelical

Tens o cheiro do orvalho matinal
Quando junta com as gotas do sereno
Desenhada num molde lindo e pleno
Parecendo um enfeite de natal

Doce anjo que enrosca o meu pensar
Tão sensível que chego a imaginar
Pois amar-te de mais, também condiz

Mas não sei se mereço isso que vejo
Ou talvez permaneça neste ensejo
De amar-te e fazer-te então feliz.

Henrique Brandão, Serra Talhada-PE, (1988)

1 pensou em “ANJO DO SERTÃO – Henrique Brandão

  1. Valeu, Pedro, por publicar essa bela poesia, de Henrique. Henrique, que por acaso, é meu primo, e filho do mesmo distrito que eu: Tauapiranga!

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