CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Editor Berto,

O Jornal da Besta Fubana é esta FAMÍLIA maravilhosa de todos nós. Então, falemos de família.

Ensina J. K. Rowling: “A família é um salva-vidas no mar agitado da vida.”

Vamos acrescentar a FAMÍLIA na FÉ presente neste nosso espaço, neste nosso amado JBF, um jornal que chega aos lares de tantas famílias ao redor do mundo, deste vasto MUNDO? Não coloquemos limites em nossos sonhos. Coloquemos FÉ dentro de nossas FAMÍLIAS.

“Ter um lugar pra ir é Lar. Ter alguém para amar é Família. Ter os dois é Benção.”

Eu hoje vou falar um pouco sobre família.

AS NOSSAS FAMÍLIAS

A família sempre foi uma das instituições mais queridas pela Igreja. Em todos os tempos e lugares destacou -se a função da família, seu valor e também o cuidado que a Igreja sempre teve e tem com essa INSTITUIÇÃO.

PEÇAMOS AS LUZES DO ESPÍRITO SANTO, MINHAS IRMÃS, MEUS IRMÃOS, PARA HOJE MERGULHAMOS NAS PROFUNDEZAS DE NOSSA FAMÍLIA E GUIADOS PELAS MÃOS DE MARIA NOSSA MÃE, COLOCARMOS CADA UMA DELAS NO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS. QUE CURA, LIBERTA E CONVERTE A CADA UM QUE SE LANÇA NA FORNALHA ARDENTE DE SEU AMOR.

A família hoje está, como nunca esteve antes, sendo alvo de todo tipo de ataque. Contudo, “a alegria do amor que se vive nas famílias e também o júbilo da igreja” ( Papa Francisco, Amoris Laetitia,1).

O Novo Testamento nos mostra que a igreja se reunia nas casas; Jesus veio para o seio de uma família. “Por isso deixará o homem o pai e a mãe, se unirá a sua mulher e eles serão uma só carne “.

São João Paulo ll disse: “O nosso Deus no seu, mistério mais íntimo, não é solidão, mas uma família, dado que tem em si mesmo paternidade e filiação, e a essência da família, que é o Amor, na família divina e o Espírito Santo”. Hoje vemos esta essência, o AMOR ser esmagado pela mídia, vulgarizado de todas as formas imagináveis por uma sociedade corrompidas e corruptora, esquecida de Deus, que idolatra os bezerros de ouro que a mídia constrói, escrava de modismos, seguidora cegas de seus deuses “.

Na Bíblia, os filhos são “como brotos de Oliveira”. (Salmo 127 ).

Mas hoje muitas famílias optam por não ter filhos. Os motivos são os mais fúteis e geralmente baseados no dinheiro, bem-estar, beleza etc.

Casam-se já na perspectiva de se separarem se não der certo. Mas o empenho pelo sucesso da união é mínimo; “NÃO VALE A PENA TENTAR “…, “É MUITO DIFÍCIL”…, O GÊNIO DELE OU DELA NÃO COMBINA COM O MEU”..

E assim o sacramento é menosprezado, o amor banalizado, o individualismo exagerado o que deturpa e desfigura os laços familiares.

Devemos fazer uma autocrítica, ser mais humildes e realistas e reconhecer quando as famílias não têm mais o alicerce necessário para construir novas famílias, cristãs, dispostas a dar seu tempo aos futuros cristãos, pessoas com deveres e direitos.

Responsáveis por si e pelo próximo numa sociedade justa. Muito casais tem 30, 40 anos de casamento, progrediram social e financeiramente, mas não fizeram nenhum progresso no âmbito espiritual. Vivem numa ilha particular, são casais para a sociedade, mas humana e espiritualmente falando, são estranhos.

“O Deus de bondade, pai de todos vós que nos destes um modelo de vida na Sagrada Família de Nazaré, concedei-nos isso imitar em nossos lares as suas virtudes para que unidos pelos laços do amor, possamos chegar um dia, às alegrias eternas de vossa casa”.

21 pensou em “ANA LÚCIA JUSTINO – RESENDE-RJ

  1. Cara Ana, belas palavras sobre a família, que é o esteio de qualquer sociedade que se pretende justa.

    A família também é o primeiro núcleo para o mundo do conservador de direita. Derrubar este núcleo foi uma das coisas que o Alemão Karl Marx viu para acabar com a sociedade fundamentada nos preceitos judaico cristãos.

    Fique com Deus e bom domingo, minha cara Ana, de Resende.

    • Caríssimo João,
      Andemos com phé, pois a phé num custuma faiá…

      Um ótimo domingo para todos que encontram no lar o porto seguro, o castelo protetor e pessoas maravilhosas como VOCÊ para chamar de família.

      Forte abraço sanchiano para a família fubânica e para cada núcleo familiar que cada um de nós construiu.

  2. Que música linda, Berto.
    Parabéns à fubânica Ana Lúcia pelo gosto musical e pelas lindas palavras sobre a família.
    Amei…
    Queremos mais Ana Lúcia, mais músicas religiosas, mais textos sobre fé, mais família.

    • O senhor não gostou nem da divina música?
      Um texto tão família, tão gostoso. O que há de errado com o que está escrito?

      A fé nos aproxima do Criador… A fé nos faz melhores pessoas.

      • Alguém já voltou do além e disse que existe criador, anjos, céus e o cacete a quatro ? Nunca. Viemos das amebas. Deus atende pelo nome de Charles Darwin.

        • Hoje o carlos ensinou a Sancho que Sancho veio de uma ameba. O amebiano Sancho agora terá que aumentar suas consultas com o psiquiatra, pois tal comentário colocou em dúvida as certezas sanchianas de que Sancho era apenas um girino nadando em lagoa de Desengano, virou sapinho e o beijo da Gisele Bundchen havia me transformado em um príncipe.

        • E Darwin veio da onde?

          Em respeito ao post (coisa que você obviamente não teve), não vou te descer o malho aqui, mas noutro espaço qualquer você vai ouvir o que não gostaria de escutar.

          • Apenas corrigindo, Mr. Hell: “veio da onde ?” não existe. O certo seria:”veio de onde ?” . Respondendo: veio também das amebas e nos deu a teoria da evolução das espécies. Espero que o Sr. consiga um pouco desta evolução. Beijos.

  3. Só tem coisa boa no JBF: Sancho convida a todos para darem uma passada na espetacular coluna dominical ENXUGANDO GELO, do Jose Ramos, intitulada SAUDADE.

    Eis um trecho: “Saudade das nuvens que eram minhas. E daquelas que eu não tinha!”

  4. Só aqui nessa gazeta escrota,é que podemos ver o contraste entre as postagens da Ana Lúcia Justino, lá da matriz de Nossa Senhora da Conceição, em Resende, e a laive dos professores Maurício Assuero e De Leon, nas quinta feiras. Coisa de loco só !

      • Papa Berto,

        o sujeito já começa minúsculo no nome!

        O resto não poderia ser muito diferente (inclusive, deve ser rancoroso assim por alguma meretriz ter tirado um sarro dele por uma de suas pequenezas).

        • Com todo respeito, Sr. Hell, o nome não representa nada. Não fui eu quem escolheu. O tamanho da letra é outra mera convenção, como deus, anjos, arcanjos, santos, santas. Somos matérias. Tudo é carcomido pelo tempo e quando a energia acaba, é caixão e vela preta ! Nunca vi nem ouvi ninguém voltar do tal de céu ou inferno, ou de qualquer outro plano prá dizer se existe ou não, se é bom ou ruim. Tudo é papagaiada e besteira de comadres carolas e padres pedófilos, além, por óbvio, de pastores e apóstolos crápulas e safados.

  5. Vou dar uma “forcinha para o carlos: talvez ele tenha em mente a impossibilidade de reconhecer um falar divino: “Não há sinais no mundo” diz Sartre e o homem sempre está na mesma situação daquela doida que recebia telefonemas de Deus: “E o que lhe provava, afinal, que era Deus?” (O existencialismo é um humanismo). De modo semelhante fala Russell (Por que não sou cristão, S. Paulo, Exp. do Livro, 1972, p.172 e ss.)

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