ARISTEU BEZERRA - CULTURA POPULAR

Aristeu Bezerra

“A saudade que dói mais fundo e irremediavelmente é a saudade que temos de nós.”

“Confesso que até hoje só conheci dois sinônimos perfeitos: ‘nunca e sempre’.”

“O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente. E assim é com a vida, você mata os sonhos que finge não ver. “

“No fundo, não há bons nem maus. Há apenas os que sentem prazer em fazer o bem e os que sentem prazer em fazer o mal. Tudo é volúpia.”

“Dizes que a beleza não é nada? Imagina um hipopótamo com alma de anjo… Sim, ele poderá convencer os outros de sua angelitude – mas que trabalheira!”

“A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda.”

“Há 2 espécies de chato: os chatos propriamente ditos e os amigos, que são os nossos chatos prediletos .”

“Não tem porque interpretar um poema. O poema já é uma interpretação. “

“Só se deve beber por gosto: beber por desgosto é uma cretinice.”

“A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas.”

“Quero sempre poder ter um sorriso estampado em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre. E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.”

“O amor é isso. Não prende, não aperta, não sufoca. Porque quando vira nó, já deixou de ser laço. “

“A arte de viver é simplesmente a arte de conviver.. simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!”

“O tempo não para! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo.”

“Maravilhas nunca faltaram ao mundo; o que sempre falta é a capacidade de senti-las e admirá-las”

“Viver é acalentar sonhos e esperanças, fazendo da fé a nossa inspiração maior. É buscar nas pequenas coisas, um grande motivo de ser feliz!”

“Se eu acredito em Deus? Mas que valor poderia ter minha resposta, afirmativa ou não? O que importa é saber se Deus acredita em mim.”

“A indulgência é a maneira mais polida de desprezar alguém.”

“O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente…”

“Um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente… e não a gente a ele!”

Mário Quintana (1906 – 1994) nasceu na cidade de Alegrete, no Rio Grande do Sul. Ele foi poeta, tradutor e jornalista. É considerado um dos maiores poetas do século XX. Mestre da palavra, do humor e da síntese poética, em 1980 recebeu o Prêmio Machado de Assis da ABL e em 1981 foi agraciado com o prêmio Jabuti. Mário Quintana não se casou nem teve filhos. Viveu de 1968 até 1980 no Hotel Majestic, no centro histórico de Porto Alegre. Nesta cidade, veio a falecer no no dia 5 de maio de 1994.

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