ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

Assisti recentemente um magnífico documentário sobre as belíssimas águias douradas. São animais de uma nobreza imensa, e que poderiam dar grandes lições à humanidade, muito especialmente nestes tempos atuais em que todas as certezas sólidas estão sendo desmanchando no ar. Para quem tiver interesse, e quiser acessar, basta clicar aqui.

O documentário é todo em inglês. O máximo que podem fazer, para ajudar o entendimento, é colocar legenda. Se, mesmo assim, não entenderem nada; bem feito! Esse é o preço de não falarem a Língua Franca mundial.

Dentre as inúmeras coisas que me chamaram a atenção neste filme, uma das mais marcantes foi a belíssima parceria existente entre os componentes de um casal, sempre visando a perpetuação da espécie através da criação de filhotes saudáveis e bem treinados em todos os aspectos necessários à sua sobrevivência.

A dedicação da mãe águia aos filhotes é uma coisa realmente pungente! Durante longos meses, tudo o que o casal caça é dividido em pedaços bem pequenos, pela abnegada mãe, e dado na boca, pedacinho por pedacinho, aos pequenos filhotes. Quanto ao macho, é uma luta incessante para trazer alimentos para a família, em constantes voos pelo seu território. Isso, quando não está se revezando com a mãe em suas tarefas domésticas, tal qual chocar os ovos e proteger os filhotes do frio, da chuva e dos predadores.

Ao assistir a este filme, deu-me uma saudade imensa da época em que a espécie humana ainda não havia, por força de uma ideologia abjeta, se transformado em uma caricatura grotesca e disfuncional daquilo que havia sido durante milênios: um agregado de famílias com pai, mãe e filhos.

Por conta de uma distopia pavorosa, transformamo-nos em uma massa disforme de aberrações sexuais dos mais diversos calibres e impensáveis tipos de morbidades da libido. Montes de seres anódinos, cujas aparências ambíguas e disformes, parecem indicar todas as aberrações sexuais que se possa imaginar. Vale tudo!

A humanidade transformou-se voluntariamente em um show de horrores, tal qual aquelas antigas feiras onde eram exibidas deformações pavorosas como uma mulher barbada, outra com duas cabeças, ou outra com três pernas. Nós, por conta de uma tropa de apólogos de uma caricatura de “diversidade” grotesca e bizarra, estamos nos transformando voluntariamente em um verdadeiro “Freak Horror Show”.

Outro aspecto interessante da marcha acelerada rumo ao pântano, que está sendo imprimida à humanidade pelas famigeradas “esquerdas”, é a distorção da linguagem! Nada mais significa o que costumava ser!

A linguagem humana se expressa através de fonemas. Nas línguas orientais, cujos ideogramas representam fonemas completos, a limitação na quantidade de fonemas possíveis é mais pungente ainda que nas línguas ocidentais. Estas, por usarem um alfabeto, podem obter uma quantidade maior de fonemas.

No caso dos fonemas orientais, a limitação fez com que utilizassem um mesmo fonema para quatro coisas completamente diferentes, a depender da entonação. Assim, o fonema MA, por exemplo, pode representar MÃE e VACA. Depende apenas da entonação. Por isso que estas são conhecidas como Línguas Tonais. Só para dar uma ideia, a quantidade de arranjos possíveis com duas letras, em um alfabeto de 30 letras, dá algo como 2,6 seguido de 8 zeros (30!/2!). Só que apenas uma quantidade pequena destas combinações de símbolos produz um fonema. Mesmo as línguas que utilizam alfabetos, estas também sofrem tremendas limitações dada a quantidade infinita de coisas a serem representadas, versus a quantidade limitada de fonemas possíveis a serem formados entre uma vogal e uma consoante. No caso, seriam apenas as 25 consoantes, combinadas com as 5 vogais. Isto dá apenas 125 possibilidades. Daí a diferente utilização dadas aos fonemas mais simples nas línguas do mundo.

O melhor exemplo disso é o “CU”.

Em japonês, o fonema “ku” significa cidade ou distrito. Assim, em todos os lugares onde você for, encontrará sempre o nome do local seguido do símbolo para o cu. O melhor exemplo que encontrei foi o do distrito central de Tóquio, conhecido na pronúncia local como “Shibiu”. Como é uma localização arrodeada pelo shibiu e pelo cu, creio que a tradução correta, para o português, deveria ser “Períneo”.

O mesmíssimo KU, em albanês, significa “Onde”. Já em francês, o cu foi elevado à condição de pescoço. Desta feita, para que a pronúncia seja feita de maneira correta, acrescentou-se mais uma letra, ficando então “Le Cou”.

Na China, a depender da entonação, o CU pode significar vinagre, ou cachorro, no dialeto cantonês. Será que é por isso que eles adoram comer um “Cachorro” lá por Canton? Na Romênia, o CU significa o “Com” do português. Por falar em português, creio que todos sabem muito bem o que significa um CU.

Tudo isso acima foi só para dar uma ideia sobre o quanto já é difícil administrar os parcos recursos da nossa pobre linguagem para tentar descrever um mundo infinitamente diversificado. Chega agora uma patota de canalhas e perverte até o que as palavras significam. Vejam alguns exemplos da deformação mental da corja:

DEMOCRACIA – Deixou de significar “O que o povo quer”, e passou a significar “Eles no poder”. Qualquer outra forma de governo… É GOLPE!

DIVERSIDADE – A mais completa e desbragada baitolagem. VALE TUDO! Homem com homem, mulher com mulher, a dois, a três, a quatro, a dez, com cachorro, cavalo, cobra, jumento… A imaginação é o limite. Os filhos que se lasquem, no meio dessa suruba! Se bobearem, serão enrabados também.

EDUCAÇÃO – A mais completa e desbragada doutrinação ideológica dos jovens. Todo o resto não interessa!

FASCISTA – Todos aqueles que sejam contra a ideia de entregar a eles um poder total, de vida e de morte.

PROGRESSISTA – Todos aqueles que sejam a favor da ideia de entregar-lhes poder total, de vida e de morte.

FEMINISMO – Ira violenta de todas as mulheres contra todo e qualquer coisa relacionada a “Homem”.

PRECONCEITO – Toda e qualquer questionamento a respeito das “Verdades” que querem nos empurrar goela abaixo, por força da repetição em altos brados.

HOMOFÓBICO – Toda e qualquer pessoa que considere o normal serem UM pai, UMA mãe e seus respectivos rebentos, e apenas estes, os formadores de uma família.

FAMÍLIA – Qualquer ajuntamento de pessoas copulando entre si, com amigos, com passantes, com vizinhos, com bichos de estimação, e até com parentes e mesmo com crianças.

HOMEM – Personagem anódino, emasculado por uma saturação ideológica a nível de lavagem cerebral, melífluo e aberto a “novas experiências”, sempre em busca de preencher o seu vazio interior.

CONSTITUIÇÃO, LEIS E DIREITOS – Todas as regras que contribuam para que eles exerçam o poder em sua mais completa plenitude. Fora disso… É GOLPE!

Os meus mais sinceros votos, para toda esta corja, é que VÃO TOMAR NO CENTRO DO OLHO DO

3 pensou em “ÁGUIAS DOURADAS!

  1. Caro Adônis, bela e magistral digressão sobre o cu em diversas línguas e culturas.

    Temos que salvar o nosso enquanto nos é permitido mantê-lo para as funções nobres a que ele foi destinado pela natureza.

    Nada contra quem o usa para o prazer. Eu prefiro ver o meu na função privada e não na pública.

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