RODRIGO CONSTANTINO

Terroristas do MST e da Vila Campesina atacaram a sede da Aprosoja, depredando tudo e levando ao pânico o funcionário presente. Não é de hoje que os braços rurais do PT espalham caos e medo pelo país, destruindo a ciência que garante a produtividade do nosso agronegócio.

Por conta de nossas vantagens comparativas, como solo e clima, além da evolução tecnológica, o Brasil conseguiu se tornar o gigante do mundo na produção agropecuária, exportando bilhões de dólares em produtos que alimentam cerca de um bilhão de bocas no planeta, enquanto trazem divisas e geram empregos pelo país.

Mas a esquerda radical, obsoleta e reacionária, ainda imbuída de uma visão marxista tosca, insiste em demonizar tudo isso. Cospe na locomotiva do nosso progresso, deixando claro para todos como amam o atraso e a miséria. Nesse novo ataque, chegaram a pichar a frase “agro é morte”. Veganos? Nada disso. Basta ver como o MST trata os animais nas fazendas que “ocupa”, ou seja, invade de forma criminosa.

Agronegócio, evangélicos, armamentistas, a bancada BBB enfim: eis a nova força que se dá conta de que a esquerda é um vírus maligno que precisa ser extirpado da política numa democracia séria e avançada. Não há espaço para marxistas comunistas numa democracia, como não há para nazistas e fascistas. Com o crescimento desses setores temos a chance de finalmente endireitar o Brasil.

A esquerda radical sobrevive como um ranço do passado, com recursos públicos e remessas de bilionários que sustentam ONGs de vagabundos. Mas o povo mesmo já acordou faz tempo para o mal que grupos criminosos como o MST produzem. O Brasil que trabalha tem orgulho de seu agronegócio pujante, moderno. Ninguém deseja transformar nosso campo em favelas rurais bancadas pelo estado para sustentar parasitas oportunistas.

Fora, MST! Fora, PT! E não podemos esquecer dos braços petistas ainda espalhados pelo establishment. O jornalista Alexandre Garcia, aliás, tocou na ferida ao expor o duplo padrão do STF: “O ministro Alexandre de Moraes escreveu agora, na decisão que o mandou de volta para cadeia, que a prisão é imprescindível e necessária para ‘garantir a ordem pública’. Aí eu fico pensando: será que foi [Roberto] Jefferson que chefiou esse ataque à Aprosoja ontem de manhã?”

Para nossa “justiça”, os criminosos da esquerda podem tudo, enquanto se cria crime de opinião para prender gente de direita. Mas esse arbítrio de poder será eventualmente enfrentado, quero crer, por uma população que despertou e que exige respeito ao império das leis, lembrando que todos são iguais perante a Justiça. À medida que nosso agronegócio substitui a indústria como ramo mais destacado da economia, isso vai ter de se refletir em poder político também. E aí será o fim da extrema esquerda. Amém!

12 pensou em ““AGRO É MORTE”

  1. Que diferença faz ser de esquerda ou direita se a burrice é a mesma?
    Em 15/10/2021
    Meu bom Deus nos ajudou agora com chuva. Estávamos na iminência de um colapso. Não podíamos transmitir pânico para a sociedade. Dói a gente autorizar o ministro Bento, das Minas e Energia: “decreta bandeira vermelha”. Dói no coração, sabemos da dificuldade da energia elétrica. Vou pedir para ele, pedir não, determinar que ele volte a bandeira normal a partir do mês que vem.
    Eu falei hoje da bandeira vermelha, que após as chuvas abaixar ou tirar de lá. A imprensa bateu em mim o tempo todo. ‘Iterferência no Ministérios das Minas e Energia’ Seeu posso trocar ministro, por que eu não posso acabar com a bandeira vermelha?
    Em 24/01/2013
    A presidente Dilma Rousseff confirmou nesta quarta (23), em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, a redução na tarifa de energia elétrica divulgada mais cedo pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A presidente disse também que “fracassaram” as previsões daqueles que “são do contra” e, segundo ela, afirmaram que o governo não conseguiria baixar o custo da conta de luz.

    Todos sabem o que aconteceu e o que vai acontecer

  2. “Agronegócio, evangélicos, armamentistas, a bancada BBB enfim: eis a nova força que se dá conta de que a esquerda é um vírus maligno que precisa ser extirpado da política numa democracia séria e avançada”
    De que adianta trocar da direita para esquerda, esquerda para direita, se a burrice é a mesma e os erros se repetem. Bolsonaro e Dilma têm a mesma capacidade de tolices em sequência. Sempre apoiados e explorados pelo Centrão que sabe os caminhos para chegar no cofre.

    Os “torcedores” da direita e da esquerda ficam inflamados e esquecem que empobrecemos juntos. É só prestar atenção no que aconteceu com o Brasil na segunda década deste século e pode acontecer também na terceira.

    Enquanto a paixão cegar os “torcedores” vamos afundando, jogando um contra o outro.

  3. Esses movimentos não dizem que estão lutando por terra para os agricultores? Será que esses que ganharem terra a utilizarão para que? Só agricultura familiar? Não se juntarão à uma associação? E essa associação também será pichada e depredada? Cambada de babacas dirigida por uns fdp!

  4. Aqui no meu estado (Alagoas) um líder e coordenador do MST pegou e vendeu sua gleba de terra a que teve direito, e aí? Esses vagabundos são massas de manobras desses miseráveis esquerdistas!

  5. O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro, calculado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), cresceu novamente no último mês de 2020 (2,06%). Deste modo, o PIB do setor avançou 24,31% em 2020[1], frente a 2019, e alcançou participação de 26,6% no PIB brasileiro (participação que era de 20,5% em 2019). Em valores monetários, o PIB do País totalizou R$ 7,45 trilhões em 2020, e o PIB do agronegócio chegou a quase R$ 2 trilhões. (https://www.cnabrasil.org.br/boletins/pib-do-agronegocio-alcanca-participacao-de-26-6-no-pib-brasileiro-em-2020)

    Um gigante tropical agrícola acorda e demonstra ao mundo sua força. Entre suas estratégias nesta luta por espaço no mercado agrícola estão a pesquisa agrícola, a existência de grandes fazendas com aplicação interna de capitais e abertura de mercado, novas práticas de manejo, e, em especial, um povo empreendedor que começa a adotar e a demonstrar ao mundo um modelo de gestão de fazendas único no cenário global.

    Este modelo é baseado em fazendas altamente produtivas, sem grandes subsídios estatais – ao contrário do que ocorre em boa parte dos países europeus e nos EUA -, e é mais adaptado a funcionar em países pobres como os de continentes africano e asiático. O modelo se mostrou eficiente e, em pouco mais de 30 anos, o Brasil se tornou o maior produtor e exportador de grãos, fibras e carnes do mundo.(http://www.diadecampo.com.br/zpublisher/materias/Materia.asp?id=24407&secao=Colunas%20e%20Artigos).

  6. (…)O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro, calculado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), cresceu novamente no último mês de 2020 (2,06%). Deste modo, o PIB do setor avançou 24,31% em 2020[1], frente a 2019, e alcançou participação de 26,6% no PIB brasileiro (participação que era de 20,5% em 2019). Em valores monetários, o PIB do País totalizou R$ 7,45 trilhões em 2020, e o PIB do agronegócio chegou a quase R$ 2 trilhões. (…) – https://www.cnabrasil.org.br/boletins/pib-do-agronegocio-alcanca-participacao-de-26-6-no-pib-brasileiro-em-2020

    (…)Um gigante tropical agrícola acorda e demonstra ao mundo sua força. Entre suas estratégias nesta luta por espaço no mercado agrícola estão a pesquisa agrícola, a existência de grandes fazendas com aplicação interna de capitais e abertura de mercado, novas práticas de manejo, e, em especial, um povo empreendedor que começa a adotar e a demonstrar ao mundo um modelo de gestão de fazendas único no cenário global.
    Este modelo é baseado em fazendas altamente produtivas, sem grandes subsídios estatais – ao contrário do que ocorre em boa parte dos países europeus e nos EUA -, e é mais adaptado a funcionar em países pobres como os de continentes africano e asiático. O modelo se mostrou eficiente e, em pouco mais de 30 anos, o Brasil se tornou o maior produtor e exportador de grãos, fibras e carnes do mundo. (…) – http://www.diadecampo.com.br/zpublisher/materias/Materia.asp?id=24407&secao=Colunas%20e%20Artigos

    • Muito bom ver um comentário que traz informação. Não comentários apaixonados carregados de irracionalidade. O agronegócio é um exemplo do que pode ser feito pelo setor privado, apesar dos seguidos governos incompetentes que mais atrapalham do que ajudam. A combinação de juro baixo e commodities em alta, mais todo o trabalho, bem feito de pesquisa e desenvolvimento, faz o agronegócio brasileiro um exemplo para o mundo e que o atraso do país não seja ainda maior. Não acabou, ainda tem muita coisa para ser feita para melhorar a qualidade do produto nacional: armazenagem deficitária, logística inadequada ainda encarecem e empobrecem nosso produto. Investimentos nessas duas áreas é necessário. É aí que o Governo atrapalha não oferecendo estabilidade politica e segurança jurídica para investimentos com longo prazo de maturação.

  7. Para o nosso governo poder propiciar estabilidade política, terá que primeiro enforcar, fuzilar ou guilhotinar uma multidão de bandidos que, encastelados em posições governamentais, utilizam-se das facilidades propiciadas pelo cargo para fazer terrorismo “POR DENTRO” do governo.

    Este é o tipo mais vil de ser humano(?), aquele que cospe no prato em que come, que morde a mão que o alimenta, o que morde o bico do peito de quem o amamenta. Devem ser mandados urgentemente de volta ao inferno, a fim de que, após levarem um longo papo com o Satanás, sempre imersos em suas caldeiras de enxofre ardente, voltem à terra com uma personalidade um pouco menos canalha.

    Ou então, que fiquem por lá mesmo indefinidamente.

Deixe uma resposta