ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

Ou A Revolução Brasileira

A Tomada do STF (em Francês: Le Prise de STF), também conhecida como a Queda do STF, foi um evento central da Revolução Brasileira, ocorrido em 14 de julho de 2020. Embora o STF, Órgão Superior do Judiciário, fosse utilizado como valhacouto de bandidos, e contivesse apenas Onze facínoras na ocasião, sua queda é tida como um dos símbolos daquela revolução, e tornou-se um ícone da República Federativa do Brasil. No Brasil, o quatorze juillet (14 de julho) tornou-se um feriado nacional, conhecido formalmente como Festa da Federação, conhecido também como Dia do STF em outros idiomas. O evento provocou uma onda de reações em todo o Brasil, assim como no resto do mundo, que se estendeu até a distante China.

Durante o governo de Jair Messias Bolsonaro, o Brasil passava por uma grande crise financeira, desencadeada pelo custo da intervenção do país na pandemia do COVID 19, e exacerbada por um sistema desigual de taxação. Em meses anteriores, a câmara dos Deputados e o Senado se reuniram para lidar com o problema, porém foram impedidos de agir por protocolos arcaicos, e pelo conservadorismo do empresariado e pelos meios de comunicação de massa, que consistia da ala esquerda – 20% da população do país na época, no máximo. Em junho, a ala majoritariamente conservadora da população, com seus representantes vindos da classe média, ou “bourgeoisie” (burguesia), se reorganizou na forma da Frente Ampla, uma entidade cujo propósito era a criação de uma nova constituição brasileira. O presidente, inicialmente, opôs-se a este movimento, porém acabou sendo obrigado a reconhecer a autoridade da multidão, que passou a ser chamada de Frente Ampla pela Moralização e pela Constituinte.

A invasão do STF e a consequente Declaração dos Princípios e Valores da Nação Brasileira formaram o terceiro evento desta fase inicial da revolução. A primeira havia sido a revolta do congresso, ao se recusar a ajudar o Presidente através do saneamento das contas públicas. A segunda havia sido a formação da Assembleia dos Governadores Comunistas, normalmente baseados nos estados do Norte e Nordeste, e a busca incessante deles por mais verbas e mais corrupção.

A classe média havia formado a Frente Ampla, ostentado os símbolos Verde e Amarelo, cores nacionais do Brasil, que logo se tornariam o símbolo da revolução, em lugar da cor vermelha dos comunistas.

O Brasil estava à beira da insurreição e, nas palavras de Adônis Oliveira, “intoxicado com liberdade e entusiasmo”, mostrando amplo apoio à Frente Ampla. A imprensa tradicional, toda ela corrompida através dos abundantes subsídios concedidos pelos governos comunistas anteriores, publicava apenas notícias que levassem o terror à população e denegrissem o governo constituído de Bolsonaro, visando sempre derrubá-lo e retornar à situação anterior de abundantes mamatas de verbas estatais. Os debates realizados na Assembleia, e o debate político acabou se espalhando para as praças públicas e salões do país, sempre através das redes sociais da internet.

A Esplanada dos Ministérios e seus jardins tornaram-se palco de uma reunião interminável; e a multidão ali reunida, enfurecida, decidiu arrombar as portas do STF para fazerem justiça com as próprias mãos. As tropas militares, ao serem acionadas, teriam se negado a disparar contra o povo. A Frente Ampla apelou à clemência do Presidente, e após tomarem o STF, acabaram por receber o perdão. As tropas, até então consideradas confiáveis pelos parasitas do “Ancien Regime”, agora passaram a tender pela causa popular.

O grande antro de bandidos do estado terminou sendo invadido porque um jornalista, Luizberto, até então desconhecido, liderou um Blog com milhões de acessos, sempre dizendo que as forças dos comunistas estavam prestes a desencadear uma repressão sangrenta sobre o povo do Brasil. Todos deviam socorrer-se das armas para defender-se. A multidão, num primeiro momento, dirigiu-se ao Alto Comando do Exército, onde concentravam um razoável arsenal. Ali, apropriou-se de vinte e oito mil mosquetes e de alguns canhões. Correu o boato de que a pólvora, porém se encontrava estocada num outro lugar, no STF. Marcharam então para lá. A massa revoltosa era composta de soldados desmobilizados, guardas, marceneiros, sapateiros, diaristas, escultores, operários, negociantes de vinhos, chapeleiros, alfaiates e outros artesãos, o povo do Brasil enfim. A fortaleza, por sua vez, defendia-se com 32 guardas suíços e 82 “inválidos” de guerra, possuindo 15 canhões, dos quais apenas três em funcionamento.

Durante o assédio, o Ministro Gilmar, líder do STF, ainda tentou negociar. Os guardas, no entanto, descontrolaram-se, disparando na multidão. Indignado, o povo reunido na praça em frente partiu para o assalto e dali para o massacre. O tiroteio durou aproximadamente quatro horas. O número de mortos foi incerto. Calculam que somaram 98 populares e apenas um defensor da Bastilha.

Gilmar, juntamente com seus dez asseclas, tiveram um fim trágico. Foram decapitados e suas cabeças espetadas na ponta de lanças desfilaram pelas ruas numa celebração macabra. Os processos espúrios, foram arrastados para fora sob o aplauso comovido da multidão postada nos arredores da fortaleza devassada, e queimados em uma grande pira. Posteriormente a massa incendiou e destruiu o STF, localizado na Esplanada dos Ministérios, um dos mais populares de Brasília.

O episódio, verdadeiramente espetacular, teve um efeito eletrizante. Não só no Brasil, mas onde a notícia chegou provocou um efeito imediato. Todos perceberam que alguma coisa espetacular havia ocorrido. Mesmo na longínqua Virgínia (nos Estados Unidos da América), atingida pelo eco de que o povo do Brasil assaltara um dos símbolos da roubalheira, fez com que o filósofo Olavo de Carvalho, exultante com o acontecimento, pela primeira vez na sua vida se atrasasse no seu passeio diário das 18 horas.

A queda do STF, no dia 14 de julho de 2020, ainda hoje é comemorada como o principal feriado do Brasil.

Clique aqui e leia A Tomada da Bastilha no Wikipédia

P.S. Só mudei os nomes, as datas e os locais, mas a situação seria exatamente a mesma, não fôssemos um povo composto majoritariamente por bundões e cabeças de bagre.

16 pensou em “A TOMADA DO STF

  1. “A TOMADA DO STF!”

    Adônis Oliveira,

    Em nenhum jornal do mundo o “editor” publicará um artigo feito este do mestre: corajoso! Só mesmo no JBF!

    O artigo está extraordinário; e o tema abardado, propicíssimo ao momento!

    Meus parabéns a mais esse petardo!

  2. Magistral! Agora mestre Adônis, procure refúgio imediatamente porque quando o Megamind ler, vai decretar prisão preventiva, inafiançável.

  3. Muito bom, caro Adônis, muito bom.

    Fique tranquilo que a revolução virá. talvez não com os mesmos acontecimentos, trauma e tempo citados na sua coluna, mas virá, porque o povo não é bundão, nem bobo .

    É majoritária a tendência de mudar a cooptação do país ao PCC chinês.

  4. Eu estava achando muito parecido com uma história beeeeemmmm conhecida. Fiquei esperando pelas aspas, mas resolvi ir até o fim. Kkkkkkkkkk

  5. Amigo,

    Fiz uma revolução muito maior do que essa que descreves.
    Plantei um pé de goiaba no canteiro central da avenida.
    Fico feliz de ver as pessoas colhendo as goiabas sem as quinquilharias inventadas pelos mesquinharia dos senhores de escravos atuais, a saber: etiqueta de preço, embalagem, pesagem e troca por dinheiro ou obrigações.
    Livre de todos esse apetrechos da treva as pessoas saciam um pouco da fome e experimentam um átimo da infinita generosidade da natureza que quando é conduzida por um ser humano que utiliza os recursos de maneira altruísta, gera beleza, harmonia e bondade.

    Mestre, existe uma Lei que não precisa de tribunais, promotores, juízes, advogados, polícia, carcereiros e prisões para ser cumprida: a inescapável Lei da Causalidade ou Carma.

    Não adianta tentar um evitar as inescapáveis consequências de milênios de escravidão, mediocridade, mesquinharia, embalagens, etiquetas de preços, mediação por dinheiro, deboche, vício, mentiras, propaganda, doutrinações dogmáticas, torturas, censura, arbitrariedades, mau-caratismo… ou seja, a história da humanidade até agora.
    Sofremos porque chegou o tempo da colheita. Ele vem periodicamente quando é preciso aliviar o peso do fardo das irresponsabilidades que foi colocado por todos e por cada um que levianamente confundiu poder e liberdade com irresponsabilidade.
    O ser coletivo humanidade (uma unidade do cosmos) chegou a um grau de evolução tecnológica no qual todas a patranhas do senhores de escravos não prosperam mais e repetir erros do passado atacando símbolos, ao invés de mudar as estruturas, nos trará de volta ao mesmo caos.
    Mesmas causas mesmos efeitos.

    Porém, se somos escravos das consequências somos senhores das causas.

    É sempre agora o momento de usarmos nosso poder pessoal para gerarmos causas que nos tragam benefícios no futuro.

    O que foi feito foi feito e sofremos os resultados.

    Cabe a nós agora fazermos algo diferente do que foi feito antes para obtermos coisas boas no futuro.

    Eu plantei uma goiabeira.
    Gostaria de plantar a paz, mas não depende de mim somente.

    A paz é a gente quem faz.

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      Vou mandar a sugestão para os onze urubus violentadores da Carta Magna.

      Não abriram mão de um puto de níquel para o pagador de tributos nessa pandemia, mas vai que cada um plantando uma goiabeira faça o Brasil se tornar a primeira potência do mundo, né?

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  6. Pois é, os tempos das decapitações são coisa do passado nas modernas sociedades democráticas!
    A nossa, a Brasileira, está tão democrática que a bandidagem faz o que quer!
    Nossa revolta com esse status quo é tão grande, que mesmo na nossa civilidade, não conseguimos evitar que em nossos sonhos aconteçam decapitações generalizadas de toda a bandidagem que nos inferniza…a bandidagem de toga e sem toga!!

  7. Li o texto com toda a atenção do mundo, pois pessoas com pouca inteligência custamam demorar a entender as coisas. Ao término fui ao espelho e olhei a bunda (murcha, por sinal). Que bom , não sou um dos bundões. Quanto à cabeça de bagre, ainda tenho dúvidas.
    Como faço com todos os seus textos, imprimi, plastifiquei e arquivei em minha pasta de x-9 para posterior entrega à gestapo tupiniquim, quando for necessário.

  8. Amanhece na sempre ensolarada “terra dos piagas”, terra de pajés. O pajé Adônis (que nome estranho para um índio), lava a cara feia e senta para tomar café com bolo de goma e manauê. Pensa o amigo de Sancho na explosiva crônica domingueira. Dá um sorriso e uma talagada na cajuína. Socam a porta. Adônis dá um pulo na cadeira. Ouve-se uma voz:
    – É a PF! Abra, señor Adônis!
    Assustado e resignado vai atender aos homens da lei.
    Abre e fala: Seu fela da puta, que susto que me deu!
    Era Sancho, abraçado com duas sirigaitas lindas, daquelas feitas para o amor. Cada uma delas trazia nas mãos uma garrada de Whisky.
    – Trouxe esses presentinhos procê hômi. Que texto foi aquele, cabra!?
    Abraçaram-se e entraram alegremente para começar a “festinha”.
    Dois minutos depois alguém esmurra a porta.

    • Porra, Sancho!

      Não deu nem tempo de tomar uma talagada e dar uma fungada no sovaco da menina e os Homi já bateram na porta!

  9. Não sei se ná queda da bastilha tinha um personagem central que no caso brasileiro talvez o Adonis tenha omitido. Trata-se do messie Goiano, que por aqui figurou como ferrenho defensor dos ataques ao Bolsonaro, apesar de sua linfiltracao no blog do líder Sr. Luiz Berto .

  10. gostaria muito de ver acontecer a queda de brasiilia e inclusive com o seu final que seria umavitoria e um trofeu dos brasiliros honestos e trabalhadores brasileiros que apos a vinda do virus chines e apos atos insanos do stf , que como maria antonieta se arvorouo direito de dize que se vivos ficassem nao teriam pao mas poderiam comer as gramas dos jardins do stf e do congresso , e me alegraria muito ja ao começar a dobrar o cabo da boa esperança verque realmente se faria justiça contra os estupradores da justiça e da constituiçao , seria realmente um catoze de julho , , que e o dia da independencia da frança para o brasil que seria o dia da volta da verdadeira justiça sem, estes espelhos de corruptos e criminosos que os indicaram e conduziram aos cargos nunca tiveram capacidade moral , idoineidade e muito menos honestidade e respeito juridico par os ocuparemm

  11. Sr. Adônis,

    como eu previa, um abalo sísmico em forma de texto.

    Mas tenho um porém: acho guilhotina algo muito lorde e indolor.

    O enforcamento seria mais apropriado, pois este método proporciona uma passagem para o Tártaro agonizante (fazendo jus a agonia que proporcionam a milhões de brasileiros) e com sujeira decorrente de atividades fisiológicas involuntárias (uma última refeição com laxante para as encomendas do satanás seria um toque de mestre). Sujeira esta correspondente as imoralidades por eles perpetradas contra a nação.

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