GUILHERME FIUZA

Os tenistas Nikoloz Basilashivili, Novak Djokovic e Sebastian Korda | Fotos: Montagem Revista Oeste/Shutterstock

Enquanto a milícia do lobby vacinal tenta transformar o maior tenista do mundo num vilão desumano, queremos aqui perguntar sobre outro tenista bem menos conhecido e posicionado bem abaixo no ranking. Naturalmente, não vamos perguntar nada à milícia do lobby, nem à seita da seringa, porque gritaria e ataque histérico são só para quem gosta. Vamos perguntar às pessoas que não se demitiram da sua honestidade intelectual, ou seja, às pessoas comuns: o que aconteceu com Nikoloz Basilashivili?

O Aberto da Austrália, que agora também atende por Fechado da Austrália, virou um outdoor da hipocrisia mundial. Não tem nada mais importante acontecendo no planeta – pelo significado do que está se passando lá para o futuro da humanidade. Novak Djokovic, o tenista número um do mundo, foi barrado, detido e humilhado pelo governo australiano. Não passou e nem passará recibo dessa humilhação, porque é muito maior – como personalidade e como homem – do que qualquer desses tiranetes sanitários que de repente se espalharam por aí.

Numa alegação patética e mentirosa de defesa da vida – nunca se ouviram tantos picaretas preocupados com a vida humana -, o governo da Austrália usou o astro Djokovic como troféu da sua propaganda enganosa de combate à pandemia. Por não ter tomado a vacina experimental contra covid – vamos repetir para a milícia checadora não achar que foi sem querer: a vacina EXPERIMENTAL, cujos estudos sobre eficácia e segurança ainda NÃO ESTÃO concluídos -, o tenista foi segregado.

Djokovic apresentou teste negativo de covid, atestado de imunidade alta pós-covid e atestado de isenção vacinal, mas não adiantou. Como você já sabe, tiranete de pandemia não quer saúde, quer vacina. Não quer imunidade, quer cartãozinho de rebanho inoculado. O tenista Sebastian Korda não teve problema algum para entrar na Austrália com seu “esquema vacinal completo”. E, quando se descobriu que ele estava com covid, o mundo não caiu sobre sua cabeça. Tudo normal, nada de claques linchadoras atirando contra o inimigo da higiene geral. O problema era Djokovic, saudável, que não tinha o passaporte fascista.

As propensões fascistoides são assim mesmo – e sabemos disso olhando pelo retrovisor da história. Chega um momento em que aquilo que nasceu do medo (inevitável) e da busca por uma ética coletiva de enfrentamento ao perigo (fundamental) vira irracionalidade. E nessa irracionalidade há espaço para o desejo bruto de patrulhar, segregar e rebaixar o outro. A partir de um determinado ponto da escalada totalitária – e já passamos dele -, não faz muita diferença o patrulheiro cínico do crédulo. Ou parte da coletividade desperta e detém a escalada, ou a inocência acaba para todo mundo. E a liberdade também.

Transigir com um tratamento brutal a um atleta consagrado em nome de um falso bloqueio sanitário é o passaporte para a legalização da tirania. Nota à milícia checadora: o bloqueio sanitário é falso porque as vacinas em aplicação não impedem a infecção, nem a transmissão, e há múltiplas ocorrências de internação por covid de pacientes com o “esquema vacinal completo”, assim como de óbitos. Traduzindo: as certezas que vocês espalham por aí sobre eficácia e segurança não existem. Mas compreendemos que faz parte do referido esquema.

Aí voltamos à pergunta inicial (a milícia está dispensada, pode ir assediar mães em luto e cancelar geral): o que aconteceu com Nikoloz Basilashivili? O tenista da Geórgia estava em plena partida quando sentiu falta de ar, interrompeu o jogo e passou a ser atendido de emergência dentro da quadra, com grande dificuldade de respirar. Esperamos que ele esteja bem, mas gostaríamos de saber: o que houve com ele? Qual foi a causa do problema?

(Sobrou um miliciano aqui na sala que já está gritando que isso é assim mesmo, tenistas no Aberto da Austrália normalmente ficam sem ar. Dá licença, querido. Vamos falar sério aqui um pouquinho, depois você volta.)

Centenas de atletas colapsaram em 2021. A contagem de mortes súbitas e infartos passou dos 200 casos – e isso não é nenhuma lista clandestina. Os casos são visíveis justamente porque as competições são públicas, e os colapsos frequentemente aconteceram durante a disputa, diante das câmeras. Claro que a seita já gritou que está tudo normal. Mas como sabemos que não está, porque não estamos com amnésia crônica, precisamos da investigação séria desses casos.

Ninguém pode afirmar que a causa foi a vacina de covid. E qualquer um pode afirmar, com base na literatura científica já consolidada, que a vacina de covid tem potenciais impactos cardiovasculares e possível favorecimento de tromboses. E que o ano de 2021 foi o ano da chegada dessas vacinas.

A Justiça restituiu o visto de Djokovic para a disputa do torneio na Austrália após a reação indignada de todos os que não perderam o juízo, como Kelly Slater, o maior surfista da história. Ao repudiar a tentativa de linchamento moral contra Djokovic, Slater propôs que a Síndrome de Estocolmo seja rebatizada como Síndrome de Melbourne. Vamos saber o que se passou com Basilashivili? Ou vamos mergulhar na Síndrome de Melbourne?

3 pensou em “A SÍNDROME DE MELBOURNE

  1. Infelizmente a ditadura da ” esquecida ” Austrália voltou a carga e ´prendeu novamente o tenista .
    Sobre abandonos do torneio , 3 tenistas já foram embora pelos mesmos problemas relatados no texto , e lista de atletas como problemas de miocardite só aumenta .

    https://www.torcedores.com/noticias/2022/01/aubameyang-esta-com-lesao-cardiaca-apos-contrair-covid-19-informa-selecao-do-gabao

    A noticia diz que foi pós covid , só que o jogador estava disputando normalmente o campeonato inglês pelo Arsenal .

  2. Excelente texto Sr. Fiuza.
    Exposição nua e crua da realidade insana e hipócrita da neotirania mundial.

    Sob o pretexto de salvar vidas, com esse controle vacinal.
    Ocorre exatamenre o contrário.
    Os efeitos colaterais, do qual eles matem um sigilo absoluto.
    Diversas informações já veiculadas, dão conta que o resultado da inoculação redentora e salvadora em determinadas pessoas em um padrão temporal ainda não estabelecido, causa sérios problemas e culmina com esse mal súbito. Mais estranho é acontecer com pessoas saudáveis e atléticas.

    Quem será responsabilizado por todas essas consequências nefastas? Quantos sêres humanos não deveriam ter morrido e não precisariam morrer?

    Deus conforte à todos nesse mundo apocalíptico.

  3. A farmacêutica norte-americana Pfizer tirou do ar, ontem, um vídeo em que seu CEO, Albert Bourla, diz que duas doses da vacina produzida pela empresa contra o vírus chinês podem não fornecer proteção contra a infecção causada pela variante ômicron.
    No vídeo, o executivo afirmou:
    – Sabemos que as duas doses da vacina oferecem uma proteção muito limitada, se houver. As 3 doses, com o reforço, oferecem proteção razoável contra hospitalização e óbitos.
    CLIQUE AQUI para saber mais e examinar o texto integral das declarações impugnadas do CEO.
    https://www.poder360.com.br/coronavirus/pfizer-derruba-video-em-que-ceo-cita-eficacia-limitada-de-vacina/
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    O doutor Ricardo Zimerman desabafou:

    “A pandemia nos possibilitou a oportunidade única de saber quais dos seus parentes, amigos e vizinhos teria usado uma suástica se tivesse nascido há uns cem anos atrás”.
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    Vejam a palestra do Dr. Augusto Nasser:

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