DEU NO JORNAL

A juíza Amy Coney Barrett foi escolhida pelo presidente Donald Trump para substituir Ruth Bader Ginsburg na Suprema Corte dos Estados Unidos.

Juíza do 7ª Circuito de Corte de Apelações dos EUA e professora de Direito na Universidade de Notre Dame, Barrett, é uma ultraconservadora convicta.

Ela tem 48 anos e sete filhos.

* * *

Associação de pensamentos é uma coisa traiçoeira.

Quando eu vi a foto da nova ministra escolhida por Trump lá nos Zisteites, me lembrei logo da cara de Gilmar aqui em Banânia.

Vôte!!!

Me benzi na hora e tomei um copo d’água com açúcar.

Te dana, Satanás!!!

Aliás, em falando de Gilmar (Xô, Tinhoso!!!), vale a pena ressaltar o que disse a nova ministra americana quando tomou posse: 

Um juiz tem que aplicar a lei como foi escrita. Juiz não pode fazer política“.

Uma convicção diferente, muito diferente mesmo, das atitudes dos urubus togados que atualmente compõem a suprema vergonha banânica.

6 pensou em “A NOVA MINISTRA

  1. Amy é uma “Ultra conservadora convicta”? Por acaso ela veio da comunidade Amish dos EUA que recusam-se os benefícios da vida moderna?

    Não, ela só é católica praticante, pertencente a linha da renovação carismática, que surgiu nos EUA nos anos 60 do século passado e é reconhecida inclusive pelo “ultra progressista” Francisco

    Mais uma narrativa idiota da extrema imprensa

  2. Papa Berto.

    Agora fiquei emputiferado com o Bananão. Olha que zóios lindos, que sorriso gracioso dessa juíza. Aí quando olho para o nosso Supremo Tribunal de Favores (STF) e veja a irmã gêmea do Bento Carneiro, o vampiro brasileiro, aquele que veio do aquém e do além, dadonde que veve os morto, eu só tenho que chorar…. buá….buá…buá….

    • Tô apeixonadu pelos zóios lindjos da juiza Amy Coney Barrett. Vô ingorinha mesmo pros istadus zunidos cometê uns crimi pra modi ficá bem perto da toga da moça. Vô pidi prizão domiciliá na casa dela.

  3. Pela quantidade de filhos (sete). Demonstra, com certeza, ser uma conservadora nata. Gosta de família grande e unida.

    Com 48 anos. Deve ter casado cedo, próprio das famílias tradicionais. Isso não a impediu de galgar e conquistar todos caminhos para chegar onde mereça estar.

    Se não fosse pelo nome, poderia ser uma nordestina lutadora, trabalhadora e batalhadora.
    Daquelas, como nossas avós e mães, que colocavam suas crias debaixo de suas asas para protegê-las de quaisquer situações adversas.

    Sua frase, direta e justa, assim como tem que ser a aplicação da Lei. Oxalá, ecoe em nossas terras tupiniquins: “Um juiz tem que aplicar a lei como foi escrita. Juiz não pode fazer política”.
    Entenderam? Os togados aí de cima do Olimpo. Suas 11 excrescências.
    Data venia. Vade retro satanás.

  4. “Aplicar a lei como foi escrita”. Eis o grande problema em nossa suprema corte. Por aqui a lei, antes de ser aplicada, deve ser “interpretada”. Esta tem sido a principal atividade deste STF: interpretar, segundo seus próprios critérios e interesses (próprios e terceiros) a constituição.

    Assim, a porteira está aberta para qualquer absurdo. Cada ministro sempre encontra uma forma de torcer, retorcer e mudar a lei conforme seu bel prazer.

    Quem sabe com a aposentadoria do juiz de merda as coisas não mudam um pouco?

    Oremos.

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