ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

Eric John Ernest Hobsbawm foi um historiador marxista britânico considerado como um importante nome da intelectualidade do século XX. Ao longo de toda a sua vida, Hobsbawm foi membro do Partido Comunista Britânico. Dentre os inúmeros livros que escreveu, uma série se destacou por dividir a história da humanidade em grandes períodos cujo tema principal era por ele destacado. Dessa forma, surgiram as seguintes obras:

1. A Era das Revoluções – De 1789 a 1848
2. A Era do Capital – De 1848 a 1875
3. A Era dos Impérios – De 1875 a 1914
4. A Era da Extremos – De 1914 a 1991

Hoje, por conta da maré avassaladora de esquerdismo dominante no mundo, consequência direta do “trabalho” realizado por luminares como o próprio Hobsbawm, juntamente com uma pletora de outras cavalgaduras similares, todos adeptos dos ditames da besta-fera alemã que viveu em Londres às custas do mesmo capitalismo que condenava, vivenciamos uma era em que nos transformamos todos em vassalos de bandos de imbecis cuja sesquipedal imbecilidade ultrapassa qualquer limite de razoabilidade. Poderíamos, sem nenhum desdouro à sequência de obras acima, considerar a nossa como sendo a “Era da Imbecilidade”!

Os exemplos abundam! Em paralelo com o tsunami de jumentices e estrupícios preconizados pelo satânico parasita londrino, veio como subproduto a idolatria a completas e totais nulidades, todos alçados pelo bombardeio dos meios de comunicação esquerdistas à condição de oráculos dos Deuses. Divindades cujas platitudes, defecadas verbalmente e por escrito, são incluídas pelos acólitos na categoria das grandes revelações concedidas à humanidade, ombreando com os Vedas, o I-Shing e outros do mesmo jaez.

Com a continuidade dessa completa e total hegemonia das cavalgaduras, a humanidade está sendo rapidamente reduzida à condição de uma nova era das trevas, similar ao período da Idade Média.

Fomos todos, hoje, reduzidos à condição de uma sociedade de OUTORGADOS!

Só existimos se o aparato estatal nos concede o status de existente. A partir daí o aparato estatal se arvora o direito de definir toda a nossa vida, nos mínimos detalhes, mesmo sem possuir a mínima competência para tal: O que vamos comer, o que vamos ler, o que vamos receber de informação, que remédio nós poderemos tomar, qual o tipo de bebida que poderemos beber. Que tipo de droga poderemos usar. Qual o tipo de poupança que deveremos fazer. Aonde deveremos deixar as nossas reservas financeiras. Qual o destino que deverá ser dado à nossa suada poupança. Que tipo de plano médico deveremos ter. Qual o tipo de trabalho poderemos realizar. Qual o preço que poderemos cobrar por este trabalho. A partir de que idade eu poderei trabalhar. Que tipo de educação deveremos dar aos nossos filhos. Quando e como poderei viajar. E por aí vai…

A partir da montagem, e da imposição sobre nós, desta monstruosa estrutura de poder, os casos aberrantes do mais simples despotismo passaram a se multiplicar que nem gafanhotos, baratas e ratos no verão. Todos com um detalhe que os irmana: O poder só passa a ser atraente se for ABSOLUTAMENTE arbitrário e atrabiliário. Se o tiranete da ocasião puder dar vazão irrestrita a todos os tipos de imbecilidades, e de achaques contra a população indefesa, que lhes suja nos carcomidos e degenerados neurônios. Coisas do tipo:

• Sinais de trânsito para pedestres, funcionando madrugada afora para ninguém. Ai de quem decidir que aquilo é uma completa imbecilidade. As câmaras de TV estão lá exatamente para multar pesadamente os rebeldes mais recalcitrantes. Ajudam a deixar bem claro quem é que pode raciocinar no pedaço.

• Carteira de idoso. Você só é velho por concessão governamental. Se o elemento não se dispuser a peregrinar pelos meandros burocráticos, mendigando por um direito que lhe é seu por essência… Nada feito! Será inexoravelmente multado caso ouse utilizar algum dos benefícios concedidos por lei.

• Renovação de carteira de identidade. Afinal, você pode ter decidido mudar de sexo, coisa bastante comum nos dias de hoje. Não é?

• Renovação de carteira de motorista. Serve para ver se você não se esqueceu de como guiar um carro. Afinal, o Alzheimer está aí para isso mesmo… Mesmo que você só tenha 25 anos de idade.

• Definição da velocidade permitida. Qual o critério para definir? Por que tanta variação? Depende do que o imbecil comeu no almoço. Tem uma avenida em Teresina que tem 3 velocidades diferentes: Uma no chão, uma na placa dos postes, e outra em um controlador eletrônico. É mole ou quer mais???

A chegada do COVID XIX foi a realização dos sonhos mais delirantes desta imensa manada de cavalgaduras que nos infelicitam. Passou a justificar as mais incríveis estultices, tudo sempre visando “A proteção da Saúde da População”, é claro. Os píncaros da imbecilidade, em paralelo com o mais simples e puro canalhismo, passaram a ser presença constante no quotidiano da população.

• Permissão para trabalhar? Depende do bom humor do canalha que estiver de plantão. E para trabalhar aos domingos? Será que o vírus dá uma refrescada nos finais de semana?

• O que pode abrir? O que não pode abrir? Abrir a que hora? Será que o vírus tem preferência por algum horário? Será que ele só contamina em algum tipo de negócio especial, e não em outros?

• Mesas de bar? Só podem ter 3 pessoas. Mais do que isso? Multas e fechamento da empresa.

• Pode ir à praia? Não pode? Pode ir como? Se for, tem que usar uma burka?

O ápice da canalhice, juntamente com os píncaros mais inimagináveis da imbecilidade humana, foi atingido com a proibição da utilização da Hidroxicloroquina pela população.

– Está tossindo? Vá para a UPA. Chegando lá, recebe a orientação de ir para casa e aguardar.

Se piorar, o que inexoravelmente deverá acontecer, quando não estiver mais conseguindo respirar, venha de novo que nós lhe entubaremos e vamos ficar aguardando a sua morte. Contribua com as estatísticas macabras!

Esta orientação propiciará aos canalhas de plantão a se qualificarem para realizar despesas fraudulentas na casa dos Bilhões de reais para a aquisição de sistemas de respiração forçada e a construção de “Hospitais de campanha” absolutamente FAKE, sempre a um custo de bilhões de reais.

Tudo isso sem a necessidade de licitações, É CLARO!!!

LADRÕES ASSASSINOS!!!!! GENOCIDAS!!!!

GUILHOTINA JÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!!!!!!

11 pensou em “A ERA DA IMBECILIDADE!

  1. Moral da história (retirada do próprio texto adônico): Com a continuidade dessa completa e total hegemonia das cavalgaduras, a humanidade está sendo rapidamente reduzida à condição de uma nova era das trevas, similar ao período da Idade Média.

    Belo futuro se avizinha: Caberá a toda a massa humana transfeita em bovina, apenas procurar o lugar em que ficará de quatro para duas atividades: comer as gramíneas que os poderosos permitirem e, aproveitando a posição, tomar na bunda (sem vaselina, of course).

  2. Como já disse alguém (não consegui descobrir o nome)

    “A forma mais eficiente de escravidão é quando o escravo pensa que é livre.”

    Nada me entristece mais que ler pela internet nossos jovens declarando que gostam de ser governados, mandados, controlados.

    Um exemplo (e sei que o Adônis já foi professor): “O Ministério da Educação é indispensável. Se o governo não definir o que cai no vestibular, como os professores vão saber o que ensinar?”

  3. Seria bom pegar uma camisa e estampar a frase do Sr. Adônis “GUILHOTINA JÁ!”.

    Em seguida, vestir com a mesma uma turba de alguns milhões e nos reunirmos em Brasília para nos dirigirmos até a Praça dos Três Poderes para os V. Urubuscências e congressistas de merda terem uma conversa conosco.

  4. Adonis, o título do texto é bastante pertinente.

    Não é fácil mudar mais de trinta anos de doutrinação esquerdista dos jovens nas escolas e universidades. O estrago é enorme.

    “Professores” romantizam os “heróis” e as histórias de regimes totalitários do século XX.(por mais que se prove que os ditos “heróis” eram assassinos frios e sem escrúpulos) Pois incutem neles uma visão charmosa e romântica do esquerdismo.
    Mesmo sendo os professores ateus, ensinam que é o que Jesus pregava.

    Nem a queda da União Soviética, a abertura da China, o tombo da Venezuela foram suficiente para os jovens continuarem a levanta bandeiras tipo, maior controle governamental, prevalência do Estado sobre o mercado e outras medidas que causaram a ruína de países socialistas no último século.

    CAPACIDADE CRÍTICA, ABAIXO DA CRÍTICA

    Os posicionamentos do mestre Adonis, se coadunam com as de Tom Switzer, diretor executivo do Center for Independent Studies em Sidney (Austrália), uma das causas principais para a atração dos jovens pela esquerda é o desconhecimento.

    “Parte do problema é simplesmente ignorância. Apenas 26% dos millennials estão familiarizados com Vladimir Lenin e 34% com Joseph Stalin. Apenas 21% dos entrevistados disseram que sabiam quem era Mao. Não importa que esses homens tenham sido responsáveis pela morte de dezenas de milhões e pelo empobrecimento de centenas de milhões”, diz Switzer.
    “Eles deveriam pelo menos saber sobre a Venezuela, onde o regime socialista nas últimas duas décadas levou à repressão, uma economia em queda livre, doença generalizada e fome e emigração em massa”, completa.

    LUZ NO FIM DO TÚNEL
    Já o instituto Gallup, indica uma pesquisa que vai na contramão do Datafolha. Um percentual esmagador de Jovens empreendedores, não veem com bons olhos o estado se envolvendo no mercado. A alta taxa de jovens empreendedores, somado ao sucesso do agronegócio é uma prova disso.

    Pelas pesquisas do Gallup, se realmente este for o caminho tomado, restará fracassado o empreendimento de amolador de guilhotina.
    .
    Que assim seja.

Deixe uma resposta