CARLOS BRICKMANN – CHUMBO GORDO

As afirmações de Sérgio Moro não foram a bala de prata que iria liquidar o Governo Bolsonaro. A grotesca reunião do Ministério em que se tratou de tudo, menos de administração e de combate à pandemia, também não foi o tiro decisivo. Bolsonaro buscou apoio nas Forças Armadas, lançou ameaças, disse várias vezes que sua paciência estava finda. Bem, há mais de cem anos o Leão da Metro ruge nas telas, e até hoje nunca feriu ninguém.

Empate? Não: a grande ameaça ao Governo Bolsonaro vem sendo forjada aos poucos. O moinho da Justiça mói lentamente, mas o que mói vira farinha. Bala de prata para que? O maior risco que Bolsonaro corre é ser corroído pelas beiradas, por inquéritos sobre apoiadores, financiadores e movimentos ilegais na campanha eleitoral. O general Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Secretaria de Governo, um dos primeiros a sentir a direção dos ventos, advertiu indiretamente o Tribunal Superior Eleitoral a “não esticar a corda”. O problema é que há mais de uma corda: o inquérito das fake news ameaça o Gabinete do Ódio, área de propaganda onde se movem com facilidade dois dos filhos do presidente; o inquérito no Rio sobre as rachadinhas, pelas quais um parlamentar se apropria de parte dos salários de assessores, é um risco para Queiroz – lembra-se dele? – que já disse que seu chefe Flávio Bolsonaro de nada sabia, mas que o dinheiro ilegal pagava mais gente para auxiliá-lo. Talvez surja uma bala de prata, mas não é essencial.

Em nome do filho

Até agora, sabia-se que no fim do arco-íris dos inquéritos estavam os filhos 01, 02 e 03 do presidente da República – mas isso não era dito por ninguém. O silêncio terminou: o procurador Sérgio Pinel, do Ministério Público do Rio, citou “fortes indícios da prática do crime de lavagem de dinheiro” contra Flávio Bolsonaro. Segundo o jornal O Globo, desde 2003, quando assumiu seu primeiro mandato, Flávio comprou 19 imóveis.

O moinho mói

Há dois inquéritos em que o resultado das investigações é intercambiável: o do TSE, no qual corre o pedido de cassação da chapa Bolsonaro-Mourão, e o das fake news, do STF. Há quem conteste a legalidade do inquérito das fake news, por ter sido aberto no Supremo sem que alguém o acionasse. Mas, quando Sérgio Moro deixou escapar a gravação da conversa em que Dilma prometia a Lula que o “Bessias” lhe levaria a nomeação para o Ministério, evitando que os federais o incomodassem, estava na ilegalidade (a gravação foi feita fora do prazo permitido), tanto que pediu desculpas e foi advertido, mas Lula não virou ministro e o Governo Dilma acabou em impeachment. E quem julga a legalidade de um inquérito no Supremo? O próprio Supremo.

Virando farelo

A constatação de que Bolsonaro ocupou todo o espaço político, a ponto de fazer oposição a si mesmo, vale também para apoiadores e ministros. Sair disfarçado de Ku Klux Klan, grupo racista e criminoso dos EUA, jogar fogos de artifício no Supremo, desafiar um ministro do STF para uma briga de rua… nem se a oposição fosse competente desgastaria tanto o Governo. E aí vem o ministro Weintraub apoiar os desordeiros. Até Bolsonaro, sempre beligerante, disse que Weintraub se tornou um problema. Mas resolvê-lo é difícil. Os filhos do presidente e o escritor Olavo de Carvalho, a quem muito prezam, apoiam Weintraub. Há militares dentro do Governo que adorariam afastá-lo. Olavo ataca os militares, que não reagem publicamente. Curioso é que tanto os que querem manter Weintraub quanto os que querem afastá-lo não discutem seu desempenho na Educação (talvez porque não haja nada a discutir). Discute-se quem manda mais, quem são os favoritos de Bolsonaro.

Para as duas alas e para o ministro, Educação é apenas um detalhe.

Multa para poucos

Por decreto do governador Ibaneis Rocha, é proibido andar nas ruas de Brasília sem máscara facial. Bom, os vinte ou trinta ativistas comandados por Sara Winter montaram um acampamento em lugar proibido e ficaram lá por vários dias; quando desalojados, montaram tranquilamente as bases para o lançamento de fogos de artifício contra o edifício do Supremo. Nenhum jamais usou máscara, exceto quando se disfarçaram de Ku Klux Klan, com tochas e tudo, para manifestar-se contra o Supremo. O presidente Bolsonaro cansou de circular sem máscara pela cidade. Aliás, em um mês de vigência da obrigatoriedade da máscara, só três multas foram aplicadas. O terceiro dos multados foi Weintraub, quando se juntou a um grupo de manifestantes.

Por que só ele, e não os manifestantes também? Por que só ele, e não o presidente Bolsonaro, que deveria dar o exemplo? Parece perseguição. E é.

Sem fantasia

Cinco partidos (Cidadania, PSB, PDT, PV e Rede) apresentaram pedido de impeachment de Bolsonaro. Não é para valer. Rodrigo Maia vai deixá-lo em banho maria. Só anda se houver uma tremenda crise, além das atuais.

23 pensou em “A BALA DE PRATA E O LENTO MOINHO

  1. A BALA DE FESTIM E O RÁPIDO MOINHO QUE FUGIA DE SANCHO

    As afirmações de Sérgio Moro não foram a bala de prata. Não, não foram. Puro festim; apenas barulho e cheiro.

    Em nome do filho

    E do Espírito Santo. Amém. Sim, este fiel leitor de mister Brick, que agora retorna ao JBF, rezava por isso há muito tempo. Saudade de seu texto, gigante homem das letras! O acompanhava em outras praias, mas o sol e o mar nesta gazeta são muito mais interessantes.

    O moinho mói e dói

    Isso Cervantes, Quixote e Berto me ensinaram faz tempo.

    Virando farelo

    A constatação de que Bolsonaro ocupou todo o espaço político, a ponto de fazer oposição a si mesmo é a prova maior de que a quixotesca figura assusta moinhos de vento e cabeças de vento. Gosto dele.
    Para um Brasil que há muito (e bota muito nisso) não a tem, se é que um dia a teve, Educação é apenas um detalhe.

    Multa para poucos

    Parece perseguição. E é apenas mais um esquecimento. Daqui a pouco a multa chega ao Palácio. Pagarão com cartão corporativo, pois não!?.

    Sem fantasia

    Cinco partidos (Cidadania, PSB, PDT, PV e Rede) apresentaram pedido de impeachment de Bolsonaro. Para ninguém dizer que o Partido Besta Fubânica não está antenado com as coisas da política, sugiro que Berto apresente ao poderosíssimo Maia o nosso pedido, a ser elaborado a quatro mãos, por Goiano e Chupicleide.

    Inutilidade Pública – a partir de agora, nenhuma concessionária ou permissionária poderá cortar serviços de energia elétrica e de água nos finais de semana ou durante feriados nacionais, por canetada presidencial.

    E, por fim

    Vida longa ao Rei Carlos, o Brickmann, com dois N (que chique!!!).

    • Caro Sancho,

      O Rei Carlos, o Brickmann, com dois enes está de volta e com ele a análise isenta. Tão isenta que ele representa com galhardia a ala dos “isentões” da imprensa.

      Tão isento que representa bem aquele estilo tucano de fazer imprensa. FHC, Dória, Maia são os ícones desta linha de pensamento; de quem ele não fala uma única palavra..

      Narrativas tem aos montes: uma delas é a de que o Ministro Weintraub na educação não tem feito nada. Se é assim qual o motivo para tentarem tirá-lo desde seu primeiro dia no cargo?

      É caro Sancho, o Rei Carlos fazia falta nesta Gazeta Escrota para ser plural nas ideias.

      Agora a Isentolância tem de volta seu representante, o outro da turma que precisa voltar é o Nêumanne, com dois enes também.

      • Caríssimo João, és um dos que adotei como amigo de fé e irmão camarada nesta gazeta,
        Não esqueçamos que gosto e desgosto tem de tudo que é lado e para todos os gostos (gosto do señor Brick e dotal Nêumanne, com dois enes) . Mas (ja que não se entusiamou o amigo que a volta do Carlos (xará do filho do tal Jair, em quem votamos e votaremos novamente em 2022), deixo para seus olhos o que disse hoje o sujeito da faixa:
        Bolsonaro, nesta quarta-feira, direto e reto, sem meias palavras, bem a seu feitio: – Em 1970, eu já estava na luta armada e conheço tudo o que está acontecendo no Brasil. Você está falando respeitosamente comigo, sei disso. Mas tem gente que nasceu 40 anos depois do que eu vivi e quer dizer como devo governar o Brasil. Eu estou fazendo exatamente o que tem que ser feito. Eu não vou ser o primeiro a chutar o pau da barraca. Eles estão abusando. Isso está [a] olhos vistos. O ocorrido no dia de ontem, no dia de hoje, quebrando sigilo de parlamentares, não tem história nenhuma visto numa democracia por mais frágil que ela seja. Então, está chegando a hora de tudo ser colocado no devido lugar.

        • Confesso que meus neurônios, totalmente avariados pelo passar do tempo criam simpática confusão quando respondo seus textos, pois outro amigo do coração e desta gazeta escrota, o Joaquimfrancisco, sempre surge quando estou escrevendo para ti ou para ele e vice-versa. É phodda ter um coração plural, onde cabem tantos fubânicos maravilhosos. Creio que tal confusão, que faço e confesso, é fruto de meu grande amor por meu sogro, ainda vivo, na mocidade de seus 120 e tantos anos, perdi a conta. Aproveito o generoso espaço, onde Berto me gararantiu poder escrever 500 palavras por vez, para deixar um beijo no coração do sogrão: Tem amo Chiquito!!!!!!!
          Peço vênia para chamar a ambos (João Francisco e Joaquimfrancisco de Chiquito).

          Outro Chiquito que muito admiro e que virou santo, nos ensina:

          “O que temer? Nada.
          A quem temer? Ninguém.
          Por quê? Porque aqueles que se unem a Deus obtêm três grandes privilégios: onipotência sem poder; embriaguez, sem vinho; e vida sem morte.” Francisco de Assis

          • Francisco de Assis também nos deixou a Oração de São Francisco, da qual saiu o lema do Centrão: é dando que se recebe.

            • Outro Messias, desta feita apenas um reles mortal que carrega uma faixa, que muitos cobiçam, tem de atravessar a Samaria. Mais um que se verá obrigado a beber água no poço de Jacob?

        • Sancho, o Goiano já jurou que eu, João Francisco e o Joaquimfrancisco éramos a mesma pessoa. Por mais que eu dissesse não, sou de Ribeirão Preto e o Joaquim é do ABC, precisou vir o nosso Berto dizer que éramos emails diferentes. Temos estilos parecidos, porém eu acho que é só, pois ele, o Joaquim é mais inteligente (muita modéstia nesta frase).

      • Se um livro de sexo fala em 50 tons de cinza, a política e a vida de um país têm centenas de tons. Essa história de que ou é Lula ou Bolsonaro é ridícula; embora os extremos se toquem e se pareçam, há muitas tendências entre eles. Tucano, o Rodrigo Maia? Desculpe, ele é do DEM. Dória é do PSDB, como Fernando Henrique. Só que Fernando Henrique já está aposentado. Quando era presidente, achava que eu era oposicionista, como o Dória também acha, como os bolsonaristas acham, como os petistas achavam. Fizeram confusão: o que sou é jornalista. Sou oposição, portanto, a todos os governos. E, quanto ao Weintraub, não admito que falem mal dele. Ele não fez nada!

        • FHC aposentado? Conta outra. Está mais ativo nas tramas contra o governo que o Lula.

          Na Educação, em 30 anos de paulofreirismo conseguimos chegar aos últimos lugares na avaliação do PISA.

          Em 2021 teremos novo exame e só aí poderemos saber se Weintraub fez ou não alguma coisa pelo ensino. Se é que vão permitir que ele fique até lá.

          Antes disso, falar alguma coisa é como piada de tiozão do pavê. “não admito que falem mal dele, afinal ele não fez nada”.

          O Goiano é melhor e mais sutil nas piadas de tiozão.

          • Peraí João, muita hora nessa calma. Qualquer trabalho na área da educação não produz frutos em tão pouco tempo. Pouquíssima coisa mudou no ensino do Brasil. O ministro da Educação não faz milagres em um país onde a educação sempre esteve no fundo do poço. Não se esqueça que nossos estudantes (boa parte deles) só frequentam a escola pela merenda.
            Lembro velha frase do Mainardi, que arrepiou a esquerda, em que dizia que era melhor deixar a criança em casa vendo reprise do Scooby-Doo do que em nossas “maravilhosas” escolas.

            • Sancho, eu sei que resultados na educação demoram e foi isso que eu quis dizer ao Sr. Brickmann. No entanto foi o próprio Weintraub que pediu para que cobrassem dele o resultado de 2021 e vamos lá, sair do último lugar até que não é tão difícil né?

              • Com o nível de nossas escolas e alunos? Me lembra aquela piada…Quando Deus diz: “mas você viu o povinho que eu coloquei lá?”
                Estamos vivendo a era do culto à hingnorânssa e à esthupidesa.

      • Caro João Francisco,
        Esse Brickmann, que sempre li em outras praias, como diz o Sancho, sempre foi um tucano. Sempre acreditou que conseguia ficar enrustido. Ele tem um site, o Chumbo Gordo, onde escreve sua sócia, Marli Gonçalves. Essa sim, não esconde seu vies esquerdopata. Essa tritura Bolsonaro e seus eleitores. Essa, de tão agressiva, parece até petralha. Esse Brickmann tem também uma empresa de comunicações, Brickmann e Associados. no Chumbo Gordo, gordíssimo contra Bolsonaro. Tem até artigo de um tal Cacalo Kfouri, que pelo sobrenome, só pode ser parente de um dos mais agarrados jornalistas no saco do Lula, Juca Kfouri, que já foi demitido da TV e agora, creio eu, só lhe resta Foia. Brickmann tenta se fazer de melancia, para enganar os leitores, mas só engana trouxas.

        • Prezado Mauro,

          Como eu já disse para o nosso Sancho, O Rei Carlos, o Brickmann é da turma que se diz fora da polarização entre esquerda e direita, que diz representar outros 50 tons de vermelho (ops!) cinza na política.

          Deve conviver com jornalistas de fino trato e estirpe: Vera Magalhães (aquela que toma vinho caro na quarentena e posta para os pobres), Merval, Reinaldo Azevedo, M Leitão, Diogo Mainard, E. Cantanhede, Cris Lobo, R. Noblat, Camaroti, a Mônica Wadvogel (a outra Mônica, a Bérgamo é PT de carteirinha).

          São todos Jornalistas Isentos, que adoram trabalhar nos jornalões e na TV Globo e estão muito, mas muito tristes com o fim das verbas publicitárias que irrigavam estes órgãos de imprensa.

          Aqui CB será muito bem vindo e terá comentaristas que lhe cobrarão sua isenção.

          • João Francisco, nossa Besta pode ser uma gazeta escrota, mas exige inteligência. “Deve ser” é ótimo para quem come sanduíche de cloroquina. Sou bom amigo do Alexandre Garcia, João, e do Cláudio Humberto; e também do Ricardo Kotscho e do Fernando Morais. A Vera já é de outra geração, não a ocnheci pessoalmente. Nem o Merval, um pouco o Reinaldo Azevedo, razoavelmente bem o Noblat. Leio todos. Não fico me encastelando em gente que pensa exatamente como eu – se pensam como eu, que é que vou aprender? Ah, sim: o Grupo Folha foi avaliado em US$ 9,5 bilhões no IPO em Nova York. Dependem totalmente de verbas federais, tadinhos. }E me diga, é verdade que o mundo inteiro foi infectado pelo coronavírus só para atrapalhar o Bolsonaro?

            • Carlos, quem tem que responder se o mundo inteiro foi infectado pelo vírus chinês “só para atrapalhar o Bolsonaro” é o Dória, que confessou que em agosto de 2019 já tinha acordo para desenvolvimento da Vacina da doença que iria aparecer para o mundo em janeiro/2020.

              Garanto também que se sentir os sintomas da doença chinesa, minha 1ª providência junto a um médico será obter o coquetel HQC + AZT + Z, para não ter que internar.

              Quando eu disse em conviver com os jornalistas que listei, disse intelectualmente e acho que não vou ter que desenhar, né?

              Não questiono suas amizades e se a tem com A Garcia, deve ser um privilégio, que o Camaroti e a Morrone mostraram que era de fachada. Preserve isso.

        • Mauro, você está enganado (ou seja, declara-se trouxa). A única coisa que tenho de melancia é a barriga. No Chumbo Gordo publicamos o Cacalo, publicamos o Ives Gandra (a seu ver, é comunista também?) Publicamos o Everardo Maciel, o José Paulo Cavalcanti, o Mariz de Oliveira, a Marli Gonçalves -que é feminista e não joga no time de partido nenhum. Aprenda com o Millor, Moura: jornalismo é oposição, o resto é armazem de secos e molhados.

  2. “o outro da turma que precisa voltar é o Nêumanne, com dois enes também”, o que respondeu na lata ao supremo Marco Aurélio: “Não, não acredito (no STF)! Mudou que só a porra. Agora se derrama em elogios ao STF e seus ministros. Não diz – acho que por vergonha da esdrúxula contradição – que virou esquerdista, mas tem uma vontade…!

  3. Vida longa ao “Carlinhos” Brickmann de quem aprendi a gostar quando tinha uma coluna na saudosa Folha da Tarde, aqui em Sampa.
    Continua afiadíssimo, criticando sempre, mas sem perder a sutileza.

  4. Fiquei muito satisfeita com o retorno da coluna do excelente e experiente jornalista Carlos Brickmann.

    Também tenho saudades da Folha da Tarde, meu jornal favorito e foi lá que conheci o jornalista sempre atento, com criticas necessárias a qualquer governo que saia dos trilhos da boa governança.

    Jornalista não tem qualquer obrigação de elogiar esse ou aquele governo, essa tarefa é do cidadão quando está satisfeito.

    Jornalista também não produz notícias, ele divulga se houver duvidas ou até certezas quanto a veracidade, numa Democracia exitem órgãos aptos para fazer essa aferição e tomar as devidas providências.

    O excelente Jornalista Salomão Ésper que durante muitos anos participou do Jornal Gente na rádio Bandeirantes, dizia que pior do que não ler Jornal era ler sempre o mesmo. Da mesma forma achei muito salutar termos no JBF opiniões diversas para podermos tirar nossas conclusões.

    Forte abraço

    • Também concordo com o Mestre Altamir Pinheiro:

      A excelente coluna da Sonia Regina está nos fazendo falta! Não preciso dizer por quê!

  5. Há dias que eu venho percebendo que a nossa querida Sonia Regina tem uns pitacos precisos e salutares no tocante à política, legal!!!

    P.S.: – Eu agora vou lhe copiar, madame: sua coluna com aqueles apreciáveis e formidáveis vídeos está fazendo falta.

  6. Há muito não se via nesta gazeta, uma sessão de comentários tão civilizada e oportuna. Devo os parabéns a todos. Muitos (inclusive o Brickmann) escreveram o que eu gostaria de ter escrito.

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