Na manhã de 20 de janeiro de 2002 o corpo do prefeito de Santo André (SP) Celso Daniel foi encontrado com 8 tiros, em uma estrada.
Suspeita-se até hoje que foi morto por correligionários em “queima de arquivo”.
“Suspeita-se” que o crime foi praticado por correligionários, diz a notícia.
Suspeita-se.
Que eufemismo…
A revista Veja publicou uma matéria sobre o assunto, em julho de 2022.
Clique aqui para ler.

O cadáver do Celso Daniel ainda está insepulto por obra e graça do então Governador de SP Geraldo Alckmin, que determinou que uma delegada contra parente do Covardão fosse designada para ser a chefe das investigações.
O resultado do inquérito saiu em tempo recorde indicando que foi um crime comum.
Se o caso fosse realmente apurado conforme a realidade, o PT acabaria já em 2002 e os mandantes (Dirceu, o Chefe e G. Carvalho) estariam na cadeia até hoje.
Nove pessoas relacionadas ao caso morreram de forma suspeita. Alckmin virou VP do Mandante.
Tudo coincidência…..
Sobre o assunto, recomendo a leitura do livro de Silvio Navarro, onde se detalha – com base em excelente pesquisa – tudo sobre esse crime.
Infelizmente, ninguém foi verdadeiramente punido, assim como no caso do prefeito de Campinas Toninho do PT.
inté!