PEDRO MALTA - REPENTES, MOTES E GLOSAS

UMA HOMENAGEM DE ORLANDO TEJO A PINTO DE MONTEIRO E LOURO DO PAJEÚ

Dois ícones da cantoria nordestina de improviso: Lourival Batista, o Louro do Pajeú (1915-1992) e Severino Pinto, o Pinto de Monteiro (1895-1990)

* * *

PINTO E LOURO – Orlando Tejo

Grande saudade hoje sinto
Das cantorias-tesouro
Do gigante que foi Pinto,
Do uirapuru que foi Louro.

Era uma graça, um estouro
Ouvir em qualquer recinto
Os trocadilhos de Louro
Os desconcertos de Pinto.

Tal qual no Bar do Faminto,
Do Pátio do Matadouro,
Quando Louro aceitou Pinto
E Pinto abençoou Louro.

Mas no Bar Rosa de Ouro
Houve um encontro distinto
Pinto elogiando Louro,
Louro chaleirando Pinto.

Jamais ficará extinto
O meu prazer de ouvir Louro
Querendo derrubar Pinto,
Pinto brigando com Louro.

No Bar Casaca-de-Couro
Vi o maior labirinto:
Pinto depenando Louro
E Louro esganando Pinto.

No Mercado, em Rio Tinto,
Um momento imorredouro
com as emboscadas de Pinto
E as escapadas de Louro.

No Beco do Bebedouro
Um desafio ao instinto:
Pinto superava Louro,
Louro desmontava Pinto.

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COMENTÁRIO DO LEITOR

CUBA E TAIWAN

Comentário sobre a postagem CUBANOS LIDERAM PEDIDOS DE ASILO NO BRASIL

Deco:

Cuba e Taiwan começaram a década de 70 com economias semelhantes, PIBs parecidos, mas hoje, quanta diferença!

Até me faz lembrar da propaganda do Shampoo Colorama lançado em 1976:

“Ei, ei, você se lembra da minha voz? Continua a mesma, mas os meus cabelos… quanta diferença!”

A disparidade atual entre as duas economias é gigantesca.

Embora na década de 1970 ambos os países fossem majoritariamente agrícolas e tivessem PIBs similares, a guinada de Taiwan rumo à tecnologia de semicondutores e ao livre mercado a transformou em uma das maiores potências econômicas do mundo.

O PIB de Taiwan alcançou $ 920 bilhões de dólares (com projeções do Fundo Monetário Internacional superando os $ 976 bilhões).

Já Cuba, a medição econômica da ilha enfrenta muitas distorções de câmbio, mas dados consolidados da CEPAL apontam para um PIB nominal ao redor de $ 12 bilhões a $ 107 bilhões de dólares, dependendo dos critérios e da severa inflação interna enfrentada pelo país.

Sendo que o PIB per capita reflete essa mesma distância de forma evidente: enquanto o de Taiwan está próximo dos $ 40.000 dólares, a renda por habitante em Cuba figura entre as mais baixas das Américas.

Resumo da ópera: Quando governos, instituições ou indivíduos culpam exclusivamente fatores externos pelos seus problemas, eles criam uma narrativa de vitimização que impede qualquer chance de reforma real.

O problema dessa estratégia é que, embora ela funcione temporariamente para desviar a atenção e manter o controle retórico, ela não resolve a crise concreta. O tempo passa, a realidade cobra o preço e o abismo entre quem assume os erros e se corrige e quem terceiriza a culpa só aumenta.

Assumir a responsabilidade por um fracasso exige maturidade, autocrítica e, acima de tudo, a disposição dolorosa de encarar as próprias falhas.

A riqueza de Taiwan demonstra que a pobreza de Cuba é resultado do socialismo, e de nada adianta culpar o tido bloqueio americano.

JOSÉ PAULO CAVALCANTI - PENSO, LOGO INSISTO

JANJA x DONA RUTH

Numa controversa entrevista para o portal UOL (em 13/07/2026), no programa Frente a Frente, dona Rosângela (Janja) Lula da Silva declarou que o Brasil “nunca teve uma primeira-dama que trabalhasse efetivamente”. O que só agora se dá, comigo, talvez estivesse pensando. Fosse pouco, sobre dona Ruth Cardoso, disse ter ela recebido tratamento diferenciado da mídia “por ter mestrado e doutorado”; por fim reclamando sofrer “preconceito de classe”, dado não ter maiores estudos.

Em respeito à sua relevante função, e para ficar dentro dos limites da boa educação, deixo de fazer maiores comentários sobre o estilo exótico de nossa atual primeira-dama, seus gostos extravagantes, os inadequados pronunciamentos fora da hora ou gastos excessivos nas opulentas viagens que faz, paremos por aí. Sem nenhuma relação com sua modesta escolaridade. E longe de qualquer preconceito, claro. Mas me sinto obrigado a contestar essa opinião que deu.

Sobre dona Ruth cumpre, antes de tudo, reconhecer que era diferenciada e não por ter doutorado, sobretudo por conta de suas ações sociais. Listo, aqui, só algumas. Como a criação da Comunitas, para desenvolver programas sociais mais eficientes. Ou a Comunidade Solidária – que reunia governo, empresariado e ONGs, sobretudo no Combate à pobreza extrema.

Desenvolveu o programa Universidade Solidária, com o qual estudantes e professores participavam juntos no desenvolvimento de comunidades específicas. E levou a educação básica para milhões de jovens em cidades carentes do país – na linha de Paulo Freire (Política e Educação), “Não há mudança sem sonho, como não há sonho sem esperanças”.

Faltando lembrar o Bolsa-Escola, um programa de renda mínima buscando garantir educação e futuro às novas gerações, que depois se converteu no Bolsa-Família. Com certeza bem melhor que o atual, assistencialista e eleitoreiro. A ironia é que quando seu marido elogia o Bolsa-Família, dona Janja, e diferentemente da senhora, está na verdade elogiando é nossa dona Ruth, que criou o programa.

Aproveito e segue um pouco de história para dizer como nos conhecemos. Em fins de 1998, telefonou assessor, ela queria falar comigo e marcamos almoço no Hotel Glória (Rio). Explicou que deveria desenvolver projeto da UNESCO para fazer uma nova legislação de regulação do Terceiro Setor (ongs e afins); espraiando em seguida, o resultado, para a América Latina. Perguntou o que achava do tema.

‒ Nada (respondi), nunca pensei nisso.

‒ “Mas se não tem ideias, doutor, qual o motivo de estamos aqui perdendo tempo?”

‒ Talvez, dona Ruth, porque saiba redigir uma lei assim. Como fazíamos no Ministério da Justiça.

– “Por favor explique”.

– Pegávamos 10 países. Estados Unidos, Canadá e Austrália por serem fisicamente grandes, como o Brasil; também os 6 mais importantes da Europa (Alemanha, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Portugal); e, por fim, um da Escandinávia, qualquer, as legislações são muito parecidas.

Continuando,

– Depois, púnhamos as 10 leis na frente. O art. 1º era igual, em todas, então copiávamos. Sem inventar nada. Art. 2º, idem. Art. 3º, era diferente. Em vez de copiar, tentávamos entender a razão dessas diferenças. Após o que redigíamos artigo novo, com base em nossas características. E assim por diante, até o último artigo. No fim, o projeto básico da lei estava pronto, faltando só complementos que considerássemos importantes para os fins desejados.

Aparte para dizer que, curiosamente, não pude usar o sistema ao redigir o Decreto 3.551/2000, para o governo Fernando Henrique Cardoso, que criou o Programa Nacional do Patrimônio Oral e Imaterial brasileiro. Atendendo recomendação da UNESCO, de 1985. Por não haver ainda, em nenhum país, uma normativa assim. Esses outros copiaram, depois, reproduzindo o nosso. E até recebi medalha da UNESCO, por isso. Voltando à conversa, ela

‒ “É tão fácil assim?”

‒ Creio que é.

Pensou um pouco. Então, virou-se para um assessor em mesa próxima,

– “Augusto (de Franco), por que perdi tempo ouvindo tantos especialistas?”

E concluiu,

– “O senhor coordena esse projeto para nós?”

Assim se deu, por quase dois anos, qualquer dia conto isso com mais detalhes. Contratamos consultorias pelo mundo, editamos alguns livros importantes, dei curso em Harvard; e fizemos diversas normativas, entre elas o Decreto 3.100/1999 que criou as OSCIPs.

Para encerrar, segue historinha divertida de uma das vezes quando foi passar tempos em nossa praia. Elogiou chapéu de palha usado por dona Lectícia, então lhe disse

– É seu, dona Ruth. Cuidado só que vão dizer estar, a senhora, fazendo caridade com chapéu alheio.

Pelo exposto, pois, devemos todos confirmar ter sido uma pessoa muito especial. Que sempre colocou o interesse coletivo acima dos partidários ou pessoais. Que pensava, antes de dar qualquer entrevista. E com cuidado, no falar, para não ofender ninguém. Com mil perdões à nossa atual primeira-dama, e em vez de críticas, merece é ser louvada. ‒ Viva dona Ruth!!!

DEU NO X

VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO

O FIASCO

Nestes tempos de decepção e indignação, em face da roubalheira generalizada que se espalhou, descaradamente, pelo Brasil, o brasileiro também foi baqueado com o resultado da Copa do Mundo, quando a seleção tinha tudo para conquistar o “HEXA”, e terminou sendo vítima, ao que parece, de um jogo de cartas marcadas. Os árbitros tornaram-se eventuais surdos e cegos, só enxergando e ouvindo o que era do interesse “deles”.

Pobre povo brasileiro, que, merecidamente, sonhava com o título de HEXACAMPEÃO MUNDIAL DE FUTEBOL para o Brasil e terminou prejudicado pela política corrupta que se alastrou pelo País, atingindo até o Campeonato Brasileiro de Futebol.

Os árbitros se fizeram de cegos e surdos, “esquecendo” de marcar inúmeras faltas e impedimentos, praticados contra a nossa Seleção.

Saudade do tempo em que a Seleção Brasileira vestia a sua camisa verde e amarela com o coração. Tempos idos e vividos. Hoje, predomina a corrupção até no futebol, e parece até que a Copa do Mundo tornou-se um simples jogo de cartas marcadas.

Os leitores e torcedores, amantes do Futebol, nestes tempos intranquilos em que, no Brasil, se ergue uma “estátua à corrupção”, necessitam de razão para sorrir, sem fazerem papel de palhaços.

Ao começar a Copa do Mundo/26, o Futebol era olhado como o melhor remédio para tristeza. Até que se percebeu que os jogos tinham cartas marcadas. A Copa do Mundo foi um fiasco, e a decepção do brasileiro foi imensa.

A tristeza do povo verde e amarelo, com o fiasco da Seleção brasileira foi imensa, vencendo a ala do cordão encarnado, do País do Carnaval.

O torcedor precisa ter razões para sorrir, nos dias de hoje, mesmo que o nosso País esteja prestes a ser abocanhado por um faminto monstro devorador do dinheiro público, que vimos “emergir da lagoa”. Para o monstro devorador, o Céu é o limite da ladroagem.

O Futebol tem o condão da catarse circense, com que os velhos sábios de Roma lambuzavam o pão triste das massas. Não podendo xingar o patrão que o rouba, o operário xinga os juízes das partidas e procura insultá-los, como se fosse o bandeirinha mais próximo, o responsável procurador da prepotência, do arbítrio e dos outros sinais do mundo injusto que o oprime.” Evocando Milton Pedrosa (1911 – 1996), em “O RISO – NÃO O PRANTO – É LIVRE”

Futebol é guerra, é jogo, é arte, é uma graça, mora?

É uma e outra. É uma coisa de cada vez e tudo isso ao mesmo tempo. De onde o suor e o sangue, a alegria e as lágrimas. O choro e o riso.

O craque dribla? – ganha aplausos. O juiz claudica? – Recebe vaias. O dirigente impera indiferente? – Herda o desprezo…o esquecimento.

Mas o futebol é, sobretudo, vida. A emoção do momento inédito, sempre criado e recriado para as imensas plateias. Cada um deles, inesperado. Dramático, curioso, violento, umas vezes. Divertido, alegre, hilariante, muitas outras. Ontem, hoje, amanhã.

Todos os dias, em qualquer parte, a qualquer hora, nos estádios-monumentos, nos campos de pelada. Onde quer que a bola role, e se desenrole uma partida. Aí estarão, de mãos dadas, lágrimas e risos.

O riso que vem de longe, que corre através dos tempos, desde as primeiras experiências do homem ante a pelota. Desde que este descobriu o jogo, a guerra, a garra, a arte, a graça, mora. Desde que descobriu o jeito de atuar com a bola nos pés.

Desses momentos, nasceram histórias hilárias, episódios, casos. Nascidos da realidade, nos campos de jogo, na relação bola-homem- e homem-bola-homem.

Seus autores são os craques ou os pernas-de-pau que, de bola nos pés, dançam o mais fascinante balé que as multidões veem e reveem.

E o procuram, como a um novo “pão-nosso de-cada dia”.

O leitor – como o torcedor – merece ter do que rir nos dias de hoje.”

Atualmente, a corrupção é vista abraçada aos ministros togados e às velhas raposas socialistas. Para afastar a tristeza, Futebol é o melhor remédio.

O torcedor precisa de razões para sorrir nos dias de hoje, mesmo quando o nosso País está prestes a ser abocanhado por um faminto monstro devorador do dinheiro público, onde o céu é o limite.

Pelé surgiu para os olhos do mundo na Copa de 1958, disputada na Suécia, quando o Brasil foi Campeão. O que pouca gente sabe é que aquele então adolescente de 17 anos, ficou de fora dos dois primeiros jogos (3X0 na Áustria e 0X0 na Inglaterra).

Na comemoração, surgiu a famosa marchinha “A taça do mundo é nossa, com o brasileiro, não há quem possa”.

Entretanto, das músicas comemorativas da Copa do Mundo, considero a mais bonita e significativa, até hoje, o “Frevo do Bi”. da Copa de 1962- autoria de Silvério Pessoa e gravada por Jackson do Pandeiro.

“Vocês vão ver como é,/ Didi, Garrincha e Pelé/ Dando seu baile de bola…,,,, “

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO JORNAL

MINISTRO ESPERA QUE O BRASIL ACREDITE EM UM “PRESIDENTE FISCALMENTE RESPONSÁVEL”

Editorial Gazeta do Povo

lula dario durigan contas públicas

O presidente Lula e o ministro da Fazenda, Dario Durigan

Em 2022, a lorota do “Lula democrata” foi a estratégia usada para vender o petista na busca pelo terceiro mandato presidencial – que ele fosse amigo e protetor de ditadores mundo afora, que fosse hostil à imprensa livre, ou que seu partido tivesse fraudado a democracia brasileira com dois megaesquemas de corrupção era mero detalhe. Quatro anos depois, com uma nova eleição à frente e as contas públicas em estado crítico, já começou a operação para vender um “Lula fiscalmente responsável” – sim, ele mesmo, o pai da Nova Matriz Econômica (ao lado de seu então ministro Guido Mantega) e o atual gastador-mor da República, estaria preocupado com o (próprio) descontrole fiscal!

Conversando com representantes de três grandes instituições financeiras, na semana passada, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse estar tentando convencer Lula a endurecer as regras do arcabouço fiscal em um eventual quarto mandato. Segundo as informações de bastidores, estariam na mesa ideias como reduzir o limite anual de crescimento real da despesa pública (ou seja, acima da inflação) de 2,5 para 1,5 ponto porcentual ao ano, e novos gatilhos para reduzir a elevação de despesas obrigatórias. Durigan ainda tem dito que recebeu de Lula o encargo de ser o interlocutor com os agentes econômicos, para desfazer algumas trapalhadas recentes do coordenador do programa de governo petista, o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli.

Todo ceticismo, aqui, é justificável. Primeiro, porque não há como saber se Durigan e outras fontes próximas a Lula que têm falado com a imprensa estão de fato tentando convencer o presidente, ou se na verdade tudo não passa de uma estratégia eleitoral: a de convencer o resto do país de que Lula poderia ser convencido de algo – ainda mais desse algo, o gasto público. Afinal, se em 2022 houve economistas renomados que apoiaram o candidato do PT acreditando que ele faria um terceiro mandato fiscalmente responsável, apesar de todas as indicações em contrário, por que não tentar mais uma vez?

Segundo, porque seria de fato extraordinária a história contada por esses interlocutores palacianos, de um Lula preocupado com a explosão da dívida pública durante o seu mandato, e ciente de que é preciso fazer algo para conter esse aumento. É o mesmo Lula que passou quatro anos defendendo gasto público desenfreado, e que ainda hoje segue lançando bondade atrás de bondade, em um pacote eleitoreiro cujo efeito fiscal está na casa das centenas de bilhões de reais. Epifanias e conversões súbitas acontecem, mas, se fosse esse o caso, a gastança já teria sido interrompida para não agravar ainda mais a “herança maldita” que Lula pretende receber de si mesmo, caso vença em outubro.

E, por último mas não menos importante, porque as tais propostas citadas por Durigan não teriam o poder de frear a acelerada expansão da dívida pública. Se elas fossem aprovadas, o arcabouço continuaria mantendo uma de suas principais deficiências, a previsão de aumento real nas despesas independentemente do desempenho da economia. Além disso, os últimos três anos e meio foram repletos de demonstrações de que o arcabouço fiscal é mera peça de ficção, tantas as despesas retiradas do cálculo formal para efeitos de cumprimento da meta fiscal – em 2025, por exemplo, o resultado primário oficial foi déficit de 0,1% do PIB, com meta cumprida; considerados os itens excluídos da meta, no entanto, o rombo subia para 0,48% do PIB, fora da margem de tolerância do arcabouço. Como resultado dessa contabilidade criativa, nenhum agente financeiro sério ainda leva em conta os números do governo sobre déficit primário, preferindo fazer a conta considerando também os gastos excluídos da conta oficial.

Acredita nisso tudo quem quiser, obviamente. Mas ninguém pode culpar os que duvidam, já que a gastança esteve na essência desse terceiro mandato de Lula, e alguém que já havia passado oito anos no Planalto deveria estar bem ciente da relação de causa e efeito entre gasto desordenado, deterioração das contas públicas e explosão da dívida desde o momento em que subiu a rampa do Planalto, em janeiro de 2023. Uma guinada (nem tão radical assim, diga-se de passagem) a essa altura do campeonato, quando a realidade aponta para uma lamentável manutenção de curso caso Lula permaneça no poder, é improvável; e, se vier, difícil saber quanto tempo durará – que o diga Joaquim Levy, recrutado por Dilma Rousseff para botar ordem em um caos parecido, e que não chegou a completar um ano no cargo.

PENINHA - DICA MUSICAL

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