Lula já percebeu que o barco tá afundando e começou a jogar carne para os tubarões… pic.twitter.com/UnwjhN54Bz
— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) April 23, 2024
Lula já percebeu que o barco tá afundando e começou a jogar carne para os tubarões… pic.twitter.com/UnwjhN54Bz
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Hoje de manhã, dia 23 de abril, quando virei a página do meu calendário de mesa, estava lá escrito que era o Dia Mundial do Livro.
Um dia muito, muitíssimo especial.
Quem quiser celebrar esta data, eu tenho uma sugestão:
É só entrar na página da Editora Bagaço e comprar os meus livros!
Livros a preço de banana. Banana bem barata.
Você pode adquirir aqui mesmo pelo computador, com toda tranquilidade e segurança.
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Compre e ajude um pobre autor brasileiro.
Você será recompensado com muita saúde, felicidade, beleza, paz, tesão e prosperidade financeira.
Podes crer!!!
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Comentário sobre a postagem ANOS DE CHUMBO
Pablo Lopes:
Há uma frase atribuída, salvo engano, a Bernardo Bertolucci, a qual diz que o fascismo começou caçando tarados.
No atual fascismo Brasileiro nem os tarados eram reais.
Agora o consorcio PT-STF-Imprensa já se dispensou de justificar as arbitrariedades.
Em recente entrevista à CBN, o ministro Gilmar Mendes, ao defender a regulação das redes sociais, citou a necessidade de se respeitar os assuntos proibidos.
Infelizmente não ocorreu ao entrevistador lembrar o ministro que nas democracias não existem assuntos proibidos.
A tirania já esta normalizada.
Ainda bem que temos nossa querida Besta Fubana.
* * *
Leandro Ruschel
Barroso deixa claro que é um opositor da direita, a quem ele trata como promotora do ódio, desinformação, e destruição de reputação.
Ele acusa essa “direita extremista” de montar uma “articulação global”, e fala que a liberdade de expressão é importante, PORÉM, ela estaria alimentando o extremismo através das redes sociais, que lucrariam espalhando discursos extremistas que engajariam mais.
Ora, não seria o discurso do ministro uma teoria da conspiração e, ao mesmo tempo, um discurso de ódio contra um grupo que representa, PELO MENOS, metade do país?
Como o ministro da corte mais alta de um país pode assumir um lado do espectro político, ao ponto de reconhecer que ajudou a derrotar o “bolsonarismo” nas eleições?
Ninguém promove mais ódio e ideias antidemocráticas do que a esquerda. Esse mesmo ministro não ganhou notoriedade, quando ainda era advogado, defendendo um terrorista comunista italiano que recentemente confessou seus crimes, promovidos em nome dessa ideologia nefasta?
Desde sempre, os comunistas montaram uma operação coordenada em escala global que foi amplificada nos últimos anos. Na América Latina, Foro de São Paulo opera de forma coordenada para impor ditaduras no continente. Essa coordenação antidemocrática não recebe nenhuma crítica, ministro? A direita não tem nada próximo dessa coordenação.
Além disso, é público e notório que quase todas as redes sociais têm uma postura de repressão à direita, enquanto promovem toda a agenda extremista de esquerda. Há apenas uma rede que passou a ser mais tolerante com a direita depois da compra pelo Elon Musk. O X/Twitter é uma rede pequena perto do YouTube e do Instagram/Facebook/WhatsApp.
Na verdade, o ministro busca novamente justificar as arbitrariedades contra a direita pelo “risco à democracia”. Só que há um problema: não há como proteger a democracia instalando uma ditadura.
Isso sem nem mencionar a rede de ONGs financiados por bilionários globalistas, para promover toda a agenda nefasta de extrema-esquerda. Essa pode?
Editorial Gazeta do Povo

A antiga Odebrecht, atualmente Novonor, esteve envolvida em escândalos de corrupção no Brasil e outros países
Pelo enorme poder de tributar, gastar em suas atividades e determinar as ações das pessoas, empresas e de todas as instituições, o governo pode ser um fator de progresso ou de atraso. A responsabilidade do governo pela existência da pobreza e do atraso começa no momento em que a máquina estatal – União, estados e municípios – se mostra infectada com os vícios da ineficiência, desperdício e corrupção.
No Brasil, o caso da corrupção é especialmente dramático, pois engole grande parcela dos tributos arrecadados. Se a isso for juntada ineficiência administrativa e o desperdício nos gastos, a consequência é manter o país em alto grau de pobreza e de subdesenvolvimento.
Olhando pelas ferramentas da macroeconomia, pode-se dizer que um país se assemelha a uma imensa casa com dois compartimentos: um compartimento que produz bens e serviços (uma espécie de grande cozinha) e um compartimento que distribui e consome tudo o que é produzido. As pessoas que agem no compartimento produtivo por meio de seu trabalho são as mesmas que consomem os bens e serviços produzidos para atender às necessidades dos que habitam a casa, o país.
Dizendo de outra forma, a nação tem uma gigantesca máquina de produzir e outra grande máquina de consumir. A máquina de produzir funciona com três entidades: as pessoas, as empresas e o governo. As duas entidades que efetivamente produzem são as pessoas e as empresas. São elas que realizam bilhões de operações diárias, constroem uma montanha de produtos (bens materiais e serviços), fazem movimentos e trocas entre si. Nesse processo, entregam, em forma de dinheiro, parte de todas suas atividades para a terceira entidade, o governo, a fim de que este gaste o dinheiro para montar unidades coletivas (órgãos públicos) e contratar pessoas para produção de serviços públicos a serem prestados à população em geral.
Analisando o resultado desse sistema, que é representado por milhões de itens de bens materiais e serviços, e fazendo sua contabilidade por meio de uma medida única – os preços –, chega-se ao total do produto do país Produto Interno Bruto (PIB) que é igual à renda interna da nação. Na atual realidade brasileira, 34% do total do PIB é a parte entregue ao governo em forma de tributação efetivamente ingressada nos cofres públicos, e 66% é a renda disponível a ser gasta pelas pessoas por sua decisão individual de gastos. O bem-estar médio da população resulta da eficiência e capacidade produtiva da máquina privada (pessoas e empresas) e da capacidade administrativa dos gastos da máquina pública (o governo).
Como a parcela que corresponde ao governo, 34% da renda interna nacional, é bastante grande, a eficiência em termos de escolhas e lisura do governo interfere nos rumos por onde a nação caminha e no nível de bem-estar médio. Mas além de suas ações onerosas (aquelas que têm custo financeiro), o governo faz intervenção não onerosas (aquelas que não têm custo financeiro) para regulamentar atos e atividades da máquina privada – pessoas e empresas. As intervenções governamentais podem melhorar ou piorar os atos privados, estimular ou inibir as iniciativas e o empreendedorismo.
As ações onerosas do governo têm impacto direto sobre a atividade econômica (a exemplo dos investimentos estatais em infraestrutura), logo podem ser avaliados em termos de sua contribuição ao crescimento econômico e social. No caso das intervenções não onerosas (a exemplo de legislação ou atos de governo que favoreçam invasão de terras), elas têm impacto sobre a confiança e o espírito de iniciativa das pessoas, sobretudo de investidores. Recentemente, as declarações do governo de que pretende aumentar tributos sobre herança e criar impostos sobre os ricos levaram à fuga de capitais do país. Tais intervenções, mesmo meras declarações de pretensão, acabam por provocar retração nos investimentos e prejudicam o crescimento da produção nacional.
O setor privado também apresenta os mesmos vícios, porém em menor escala em função da lógica dos negócios privados, que deve satisfazer o consumidor, e porque o cidadão tem poder de decidir se compra ou não determinado produto de determinada empresa. No caso do governo, a entrega de parte da renda pessoal para o setor estatal é compulsória por imposição da lei, do que decorre uma espécie opressão econômica da qual a população não pode se libertar. Outro aspecto a registrar é que, quando o governo age e especialmente quando o faz com os vícios já mencionados, além das perdas econômicas, há consequências morais e pedagógicas: a sociedade tende a diminuir a ética pública por indução do mau comportamento do governo, das instituições estatais, dos políticos e dos burocratas.
Há fartos estudos elaborados pelo Banco Mundial e outros órgãos internacionais mostrando que a ineficiência, o desperdício e a corrupção estão na raiz do atraso da América Latina e da África, como também em outras regiões específicas. No caso da corrupção, há um elemento negativo que dificulta sua redução: a impunidade, a exemplo do que vem sendo escancarado com a anulação de condenações aplicadas a agentes públicos e empresas privadas por crimes de corrupção fartamente comprovados.
Em grande número de países, a corrupção em alta escala e a impunidade aos corruptos, tornou-se um dos principais, senão o principal, obstáculo ao crescimento econômico e à melhoria do bem-estar social – até porque a própria corrupção aumenta a ineficiência e o desperdício. No Brasil, onde um descondenado – não inocentado – por atos de corrupção retomou à Presidência, como se nada de ilegal ou imoral tivesse acontecido, e onde a maior operação contra a corrupção acabou defenestrada pelo próprio Judiciário, não é diferente. Enquanto a corrupção, a ineficiência e o desperdício forem tolerados dentro do Estado e dos governos, o país dificilmente conseguirá ultrapassar a barreira do subdesenvolvimento social e econômico.