RLIPPI CARTOONS

DEU NO X

DEU NO JORNAL

PÉROLA

Pérola do atrasadíssimo ministro Luiz Marinho (Trabalho), aquele que queira substituir a Uber pelos Correios, sobre o Banco Central do Brasil, premiado como o melhor do mundo:

“Está faltando estudar um pouco”.

* * *

Pra cagar um tolôte oral desse tamanho, o cara tá no gunverno certo.

Certíssimo.

O Ladrão Descondenada não poderia ter escolhdio um sujeito mais tabacudo do que este para o seu ministério.

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

GABRIEL FRAGOSO – RIO DE JANEIRO-RJ

Olá, tudo bem?

Tenho conversado com muitos editores e donos de sites, por isso pensei que seria interessante falar com você também.

Em todas essas conversas, percebo que uma das grandes dores desses editores é conciliar a geração de conteúdo com a monetização do site.

Quando isso não acontece, as consequências são:

– Desestímulo para continuar criando conteúdo;
– Falta de verba para investir no site e em novos redatores;
– Abandono do projeto.

Esse cenário pode ser revertido com apenas uma ferramenta, a The Moneytizer.

Fomos desenvolvidos para facilitar a vida dos donos de sites e assim conectá-los a mais de 50 players da publicidade mundial, democratizar o header bidding, aumentar o número de impressões com o nosso Smart Refresh e pagar os melhores CPMs.

Atualmente você utiliza qual plataforma de monetização?

Podemos bater um papo sobre isso?

Forte abraço,

R. Meu caro, desejo que você tenha muito sucesso na sua iniciativa e que ela se traduza em excelente retorno.

Presumo que tenha feito contato conosco devido à boa audiência que temos na internet, com uma grande quantidade de acessos.

Todavia, a expressão monetização do site“, usada na sua mensagem, aqui no JBF já é materializada na generosidade dos nossos leitores. Não utilizamos aquilo que você denomina de “plataforma de monetização“.

Aqui a gente vive e sobrevive única e exclusivamente das doações da comunidade fubânica.

São os nossos leitores que cobrem o pagamento dos serviços de hospedagem e assistência ténica prestados pela empresa Bartolomeu Silva, depositado infalivelmente no último dia de cada mês.

Repito: desejo que você tenha muito sucesso na sua iniciativa!

E, por oportuno, aproveito para agradecer aos fubânicos que nos últimos dias fizeram suas doações: Boaventura Bonfim, João de Senna, Violante Pimental, Luiz Leôncio, Marta Bianchi e Agenor Pedrosa.

Um grande abraços e um excelente mês de abril para todos nós!!!

DEU NO X

DEU NO JORNAL

O RECOMEÇO: PARA VENCER O CRIME

Roberto Motta

O recomeço: para vencer o crime

A crise de criminalidade do Brasil é produto da impunidade. A impunidade, por sua vez, tem duas raízes. A primeira é a incapacidade do sistema de justiça criminal de impedir os crimes e de identificar, prender e manter presos os criminosos depois que o crime foi cometido. A segunda raiz é uma legislação penal criada com base na ideologia do criminoso “vítima da sociedade” e nas ideias absurdas de pensadores radicais sem qualquer compromisso com a realidade.

A resposta para isso está em três frentes: reforma da legislação penal, retomada dos presídios e reestruturação da polícia. Essa estratégia funciona como um tripé: ou cuidamos das três pernas, ou a mudança não vai se sustentar.

A primeira tarefa é mudar a legislação penal. A segunda é aumentar a capacidade e melhorar as condições dos presídios, para que eles possam receber, em condições adequadas, a imensa quantidade de criminosos que hoje estão nas ruas. O número de “vagas” disponíveis no sistema prisional precisa ser dobrado ou triplicado. A terceira tarefa é a reestruturação da polícia, com foco na prevenção e na resolução de crimes, aumentando a eficiência e o poder de combate à criminalidade.

Embora o objetivo principal seja o combate ao crime violento, a reforma da legislação penal também vai tornar mais difícil a vida dos criminosos de colarinho branco, e até mesmo daqueles que cometem crimes usando um uniforme policial. Essa reforma deveria ser prioridade nacional. É preciso divulgar as ideias corretas e desmascarar os farsantes fantasiados de “especialistas de segurança” que ganham a vida – alguns deles, em dólar – disseminando lixo ideológico e justificando o crime como instrumento de “justiça social”.

É necessário enfrentar os interesses que faturam muito, de todas as formas, com a criminalidade sem fim. Esses interesses trabalham noite e dia para manter tudo como está – comprando a mídia, aparelhando e ideologizando o Judiciário e pressionando o Executivo e o Congresso com ações de lobby.

Combate ao crime se faz com o sistema de justiça criminal. Para tirar o país da crise de criminalidade não é necessário resolver todos os problemas do Brasil. Quem acha necessário melhorar a educação deve trabalhar para isso. Quem acha que a prática de esportes é fundamental deve engajar-se nessa causa, ajudar a construir quadras esportivas, ser voluntário em programas comunitários. Quem considera a saúde pública precária deve estudar como ela funciona, promover discussões sobre a questão, mobilizar seus representantes. Mas essas não são questões de segurança pública; cuidar delas não torna desnecessária a punição de criminosos. E o mais importante de tudo: não é preciso resolver essas questões para enfrentar – e vencer – a crise de criminalidade do Brasil.

Como mostro no meu livro A Construção da Maldade, há inúmeros países em que esses problemas são tão graves ou piores que no Brasil, nos quais os índices de crimes violentos são uma fração dos nossos.

A certeza e a severidade da punição para quem comete um crime formam a base do sistema de segurança de uma nação. Ao aceitarmos como verdade o discurso contra a punição de criminosos – punição que, às vezes, pode significar mantê-los na prisão por muito tempo ou até por toda a vida – não resolvemos nenhum de nossos problemas sociais e econômicos. Apenas garantimos que bandidos serão tratados de forma leviana, permitindo que cometam novos crimes e dando à sociedade mais um exemplo de que lei e moral são conceitos relativos.

Esse relativismo moral é defendido por oito em cada dez “especialistas de segurança” da grande mídia. Ele foi expresso de forma bizarra na declaração de uma “filósofa” carioca que afirmou ser “a favor do assalto”. Ele ecoa nas palavras de uma jornalista que, em um artigo publicado em um grande jornal – no qual descreve, de forma romântica e simpática aos bandidos, um crime do qual foi vítima – conclui dizendo “comemorei que o assalto deu certo”. Relativismo moral mata.

As correções a serem feitas são muitas. O Estado precisa policiar as ruas e impedir os criminosos de agir; deve investigar os crimes e identificar seus autores; encaminhar o processo para julgamento e julgar os réus com justiça, rapidez e eficiência; se culpados, condená-los a penas adequadas para que não representem mais uma ameaça à sociedade e para desestimular futuros criminosos; e se condenados, mantê-los presos por tempo suficiente, com o isolamento, disciplina e restrição de direitos que uma sentença de prisão impõe em qualquer democracia ocidental.

É preciso redesenhar a organização, reestruturar os processos e implantar tecnologia moderna no trabalho policial, com ênfase especial nas funções de registro de ocorrências, atendimento às vítimas e investigações criminais. É preciso discutir o ciclo completo de policiamento e substituir o modelo atual de inquérito policial por procedimentos modernos e sem burocracia – as polícias dos EUA podem ser um exemplo – para que investigações possam ser concluídas com rapidez e qualidade.

Os códigos Penal e de Processo Penal e a Lei de Execução Penal precisam ser revisados para acabar com os absurdos e alinhar a legislação com a realidade. Precisamos de sentenças duras, aplicadas com rapidez e consistência. A ideologia precisa ficar do lado de fora dos tribunais.

É óbvio que alguns criminosos não são recuperáveis, ou são autores de crimes tão abomináveis que devem ser punidos com prisão por toda a vida – a sociedade simplesmente não aceita mais conviver com indivíduos como esses. Isso nada tem de desumano; é apenas uma consequência direta do princípio da responsabilidade individual e do direito da comunidade de preservar sua segurança. Os políticos e os juristas precisam reconhecer essa realidade.

A legislação penal deve servir para proteger a sociedade e não para satisfazer “operadores do direito” e entidades de classe, alimentar estéreis debates acadêmicos, disseminar ideologias revolucionárias ou enriquecer advogados. Essas mudanças começam a ser implantadas por políticos corajosos e legisladores sensatos. O projeto de lei que acaba com as “saidinhas” de presos é um exemplo.

É preciso coragem para admitir que o modelo atual não funciona. É preciso que a voz dos cidadãos se levante e fale mais alto que a voz dos interesses escusos que impedem as mudanças. É preciso um esforço nacional, do mesmo tipo que acabou com a inflação, para acabar com o massacre de inocentes e com a ditadura do crime que nos espera na esquina, escurecendo nossas vidas e esmagando nossos sonhos. E a hora é agora.

DEU NO JORNAL

TORRANDO CADA VEZ MAIS

Como a ordem do Palácio do Planalto é torrar sem piedade o dinheiro dos impostos, os gastos com cartões corporativos no governo Lula (PT), que já bateram recorde em 2023, dispararam no início deste ano.

Já foram mais de R$ 170 milhões incluindo despesas com os cartões da defesa civil, utilizados supostamente para bancar ações relacionadas à infraestrutura, e os cartões de pagamento que ganharam fama nos primeiros governos do PT por custearem tapioca, motel etc.

Em 2023, o governo Lula bateu todos os recordes de gastos, em todos os tipos de cartão: R$ 430,6 milhões no total.

Só os gastos com cartões de pagamentos, que tomam conta de qualquer despesa, foram mais de R$ 90,7 milhões só no ano passado.

Exatos 1.931 cartões corporativos foram emitidos em nome de funcionários do governo. Gasto médio de R$ 88 mil só em 2024.

* * *

Êita peste!!!

É milhão que só a porra.

Chega fiquei tonto com estes números.

E tá só começando.

À medida que o tempo for passando, as cifras irão aumentando mais e mais.

Com a competente assessoria de Esbanjanja, o Ladrão Descodenado almeja bater todos os recordes de gastação do nosso suado dinheiro.

Faz o ‘L”!!!

RLIPPI CARTOONS

ALEXANDRE GARCIA

O BRASIL NÃO PRECISA DE MACRON

Emmanuel Macron ao lado de Lula (PT) em visita ao Brasil.

Sabem por que que o Macron não quer acordo com o Mercosul? A ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina, que é senadora agora, uma grande senadora, participou da assinatura do acordo lá em Bruxelas com a comunidade europeia em 2019, e ela deu um depoimento de que todos os representantes dos países europeus revisaram e atualizaram o acordo e ficou tudo pronto e ótimo.

O Macron disse que é péssimo e tem que começar do zero. Eu aprendi com o ministro Golderik, quando a pessoa diz que a situação está péssima, ela está dizendo que a situação está péssima para ela. Esse acordo, que ele quer fazer tudo de novo é de acordo com a vontade dele. Ele pode expressar isso, mas o Mercosul e o Brasil não estarão dispostos a discutir durante mais 10 anos.

Está cheio de porto no mundo para pegar os produtos do Mercosul e do Brasil, inclusive de países europeus. Estão abertos os caminhos para acordos bilaterais entre dois países ou multilaterais. O Chile fez isso à parte do Mercosul com a Ásia, por exemplo, México com Estados Unidos, e vocês viram o resultado lá no Chile, se tornou o primeiro país de primeiro mundo na América do sul.

E tem outra coisa, urânio. Havia uma mina de urânio na França. Só que acabou por conta das movimentações de meio ambiente. Fechou a mina no início desse milênio. Começaram a comprar urânio lá do Níger. Só que o Níger estava achando que a situação era muito desfavorável e favorável para França, e é uma insegurança muito grande para França não ter mais a matéria-prima que abastece a produção de 70% da eletricidade da França: Usinas nucleares.

Que na verdade são usinas a vapor. O nuclear é que esquenta a água, provocando o vapor que gira as turbinas e provoca os geradores, que provoca as turbinas e os geradores que fazem eletricidade. Urânio do Brasil, tem outra coisa também, aqui na Amazônia o produtor é obrigado a conservar 80% da área natural. Sabe quanto é na Europa? 4%.

Por isso que vocês veem fotos aéreas da Europa, tem aquelas paisagens bonitas de cartões de turismo. Mas a coisa não é bem assim.

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PT renova laços com Partidos Comunistas pelo mundo

Ainda falando do exterior. A presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann, informou pelas redes sociais que esteve na semana passada em Cuba assinando um acordo de cooperação e amizade.

Intercâmbio com o PCC – Partido Comunista Cubano, já é o segundo PCC com o qual o PT tem relações. O outro, é o Partido Comunista Chinês. Ela esteve com o deputado Lindbergh Farias (PT) visitando o chefe da ditadura Cubana, Miguel Díaz-Canel.

Ela lembrou que o Brasil participa do fornecimento emergencial de alimentos a Cuba no valor de US$ 56 milhões. Vale dizer, que mandamos para Cuba o equivalente R$ 280 milhões em alimentos.

* * *

Depois da eleição tudo é esclarecido

Lembram daquele ministro da Educação de Bolsonaro que foi preso? Milton Ribeiro? Pois é, agora o delegado que o prendeu está indiciado pela corregedoria da Polícia Federal (PF) por dados falsos, abuso de autoridade e prevaricação. Delegado Bruno Calandrini ficou preso por um dia, em junho de 2022.

A acusação era que ele (Milton Ribeiro) estava liberando ilegalmente verbas do Ministério da Educação para dois pastores, lembram? Pois é, como passa o tempo, primeiro, aconteceu tudo isso, agora que está aparecendo, já passou a eleição presidencial. Parece coisa de Marielle.