Leandro Ruschel

Mais manipulação e desinformação na coluna da Míriam Leitão (codinome “Amélia”, quando militava pelo PCdoB).
Ela apresenta um dado, no mínimo questionável, para apresentar o Brasil como um país fora da curva em termos de mortes por COVID, com o claro objetivo de responsabilizar o ex-presidente pelo fato.
“11% dos mortos do mundo com 2,7% da população”, diz a militante de redação.
Só há um problema: esses dados são distorcidos por conta das estatísticas chinesas e indianas. Os dois países representam 36% da população mundial.
A China é uma ditadura comunista e não há imprensa livre no país, com um regime notório por manipular estatísticas oficiais. Logo, não sabemos e nunca saberemos quantas pessoas morreram por lá.
Oficialmente, foram apenas 5.272 mortes, ou 4 por milhão de habitantes. NINGUÉM acredita nesse número.
A Índia é um país paupérrimo e há um consenso sobre apresentar um número de mortos oficiais muito abaixo da realidade.
É preciso comparar com países ocidentais com dados mais confiáveis.
EUA, por exemplo, com gastos de saúde muito maiores que o brasileiro, apresentou 3.470 mortes por milhão de habitantes. O Brasil ficou com 3.259. O Chile, considerado pelos “especialistas” que a militância de redação adora como modelo no enfrentamento à pandemia por sua agressividade na campanha de vacinação, apresenta mais mortes por milhão que o Brasil, alcançando o número de 3.350.
A militância de redação quer ver aprovado o PL da Censura para poder mentir, sem ser questionada nas redes sociais.
A manipulação dos números da COVID, para alimentar a mentira do “genocídio” brasileiro, é só mais um exemplo disso.
Na verdade, ninguém é maior responsável por mortes por COVID e outras doenças do que aqueles que saquearam o país em bilionários escândalos de corrupção; dinheiro que faz muita falta no Sistema de Saúde.
“Amélia” e outros militantes de redação fizeram campanha para essa turma e seguem passando pano para o desgoverno autoritário.
