COMENTÁRIO DO LEITOR

DEU NO X

RLIPPI CARTOONS

DEU NO JORNAL

O FIM DO ESTADO DE DIREITO NOS EUA E NO OCIDENTE

Leandro Ruschel

Um dos mais importantes pilares da Civilização Ocidental é a igualdade perante a Justiça. Ao longo do tempo, leis e procedimentos foram implementados para garantir que qualquer pessoa deveria ter os mesmos direitos e deveres numa sociedade livre.

Algum cínico poderia apontar que tal igualdade jamais foi alcançada, pois pessoas com mais recursos têm os melhores advogados, por exemplo. Porém, podemos argumentar que o sistema de Justiça ocidental, mesmo não sendo perfeito, oferece o maior nível de igualdade e proteção individual em relação a todos os outros existentes, ou que existiram, na história humana.

Talvez o país que melhor represente esse ideal seja os EUA, ou representava. Teremos hoje um momento histórico: é a primeira vez na história que um presidente ou ex-presidente é indiciado criminalmente. Poderia ser uma prova do princípio da igualdade perante a lei, mas infelizmente não é nada disso: Trump foi indiciado com base numa denúncia patética, levada a cabo por um procurador de extrema-esquerda, bancado por George Soros, e aceita por um júri formado por eleitores democratas (Biden teve 82% dos votos em NY).

O caso envolve o pagamento feito por um advogado de Trump a uma ex-atriz pornô, ainda em 2016, para que ela mantivesse silêncio sobre um suposto caso que o bilionário teria com ela. Trump nega e disse ter sido chantageado.

Não há lei que proíba um pagamento do gênero. A alegação é que o dinheiro foi lançado indevidamente, como honorário advocatício, e não como custo de campanha. A agência que cuida das eleições não encontrou crime, quando avaliou o caso em 2018.

E mesmo se fosse o caso de ter ocorrido lançamento indevido, a lei de NY não prevê prisão para o ilícito, apenas multa. Para gerar a possibilidade de prisão, tal lançamento indevido deve ocorrer em conjunto a outro crime. O procurador, neste caso, apontou que além do lançamento indevido, havia um crime eleitoral…

É preciso lembrar que Alvin Bragg, o procurador ativista, adotou uma postura de não processar “pequenos delitos”, desde que foi eleito para o posto, deixando até mesmo de indiciar ladrões em série, por considerar que perseguir esse tipo de criminoso é expressão do “racismo”.

Ou seja, estamos observando, em tempo real, o desmoronamento do sistema de Justiça americano, instrumentalizado pela esquerda para perseguir seus oponentes políticos.

Há pelo menos uma década atrás, a maioria da esquerda americana defendia valores como liberdade de expressão e devido processo legal. Depois que Donald Trump foi eleito, tudo mudou. A liberdade de expressão passou a ser questionada, assim como o próprio processo democrático, que poderia levar à eleição de “racistas” e “fascistas”.

Se adotou então a postura fascista para combater o alegado fascismo: censura e instrumentalização da Justiça, e de outras instituições, como a imprensa, para perseguir os opositores, considerados a priori como criminosos.

Todo movimento totalitário na história alegou fins nobres para cometer crimes, e hoje a esquerda autoritária segue o mesmo caminho. Claro que não há objetivo nobre algum, apenas o velho desejo de concentrar poder e escravizar o povo. Os únicos que acreditam nos fins nobres no assalto aos pilares da civilização são os idiotas úteis, que formam a base do movimento.

Tipos como Soros investem na destruição dos EUA porque sabem que a República Americana é o último obstáculo ao projeto globalista. Fenômenos eleitorais como Trump e Bolsonaro devem ser destruídos, mesmo que isso signifique o fim do Estado de Direito e da própria Democracia.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

BOAVENTURA BONFIM- FORTALEZA-CE

Caro Editor Berto,

Vale a pena assistir a este vídeo e ouvir o Senador Rogério Marinho, um dos mais inteligentes e mais bem preparados parlamentares do Brasil, falando de cátedra sobre a história da taxa básica de juros da economia brasileira-Selic (sigla de Sistema Especial de Liquidação e de Custódia).

Veja o vídeo clicando aqui.

DEU NO JORNAL

A JUSTIÇARIA BANÂNICA

Há 5 anos, o então juiz da Lava Jato Sergio Moro determinava a prisão de Lula, condenado em duas instâncias no caso do triplex e enrolado na operação da PF.

A prisão se cumpriu dois dias depois, em 7 de abril.

* * *

Com o passar do tempo, esta ordem de prisão virou piada.

Os comparsas togadas do criminoso petralha anularam tudo.

Hoje, com a contagem luleira dos votos, feita pelo PTSE, o ladrão está de novo na presidência.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Xolina de tabaca arrombada, por conta das supremas e superiores sacanagens banânicas

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO JORNAL

ALEXANDRE GARCIA

GOVERNO NÃO VAI CONSEGUIR SUA LICENÇA PARA GASTAR ASSIM TÃO FACILMENTE

Projeto do arcabouço fiscal prevê aumento real do gasto público mesmo que arrecadação e PIB tenham queda.

Projeto do arcabouço fiscal prevê aumento real do gasto público mesmo que arrecadação e PIB tenham queda

O grande assunto de hoje é o arcabouço fiscal que o governo inventou para não ser acusado de estar furando teto. A lei do teto de gastos foi feita depois do impeachment da presidente Dilma, por causa das contas públicas. Para evitar excesso de gastos, contabilidade esquisita, fizeram uma lei moralizadora e muito boa, que dá equilíbrio fiscal para evitar que o governo gaste demais o nosso dinheiro, do nosso suor, dos nossos impostos. Muita gente que está me ouvindo pode achar que nunca pagou imposto diretamente. Diretamente não, mas em tudo que você compra você está pagando imposto embutido. Se não fosse pelo imposto, o produto ou serviço seria mais barato. Então você e todo mundo paga imposto, o pobre e o rico. Mas o pobre paga mais porque, como ele ganha menos, o imposto cobrado significa mais para ele.

Esse arcabouço fiscal é um truque para derrubar ou derrogar – é a palavra mais bonitinha, mais apropriada – uma lei que controla os gastos do governo. Como disse o ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore, é licença para gastar: se o Congresso aprovar a lei, o governo poderá gastar sem sofrer impeachment. E Pastore ainda disse que o arcabouço vai resultar em alta brutal da carga tributária. Pois no dia seguinte o próprio ministro da Fazenda confirmou que precisará de mais de R$ 150 bilhões.

Mas tem o Congresso pela frente: o governo ainda não mandou o texto para o Legislativo e, agora, Haddad reconhece que não está pronto, que ainda tem de simplificar, tornar mais claro o texto que só foi anunciado na quinta-feira porque era o dia da chegada de Bolsonaro e tinham de ocupar o noticiário. Anunciaram também para fazer um balão de ensaio, mas todo mundo está fazendo as contas e vendo que não fecha. A aprovação depende do Congresso, e o Congresso que saiu da eleição tem 70% de centro-direita, enquanto o governo é de esquerda. Essa centro-direita do Congresso sabe muito bem que, se votar com o governo, vai ganhar rótulo de “vendido” nas mídias sociais.

O governo sabe disso também; está sentindo o pessimismo em alta, o otimismo em queda, está vendo que os ministros estão meio assustados. Todo ministro está olhando para o seu próprio futuro, ano que vem tem a eleição municipal, então tudo isso está preocupando o presidente da República. Ele está vendo que as coisas não vão andar assim tão facilmente. Normalmente, aqui no Brasil, tudo começa a acontecer depois do carnaval, mas vai passar a Páscoa e não aconteceu nada ainda, a não ser algumas coisinhas como isso de revogar a Medalha Princesa Isabel, porque Lula acha que ela não merece. Era uma medalha que leva o nome da princesa para premiar quem se destaca na área dos direitos humanos. É uma injustiça histórica que o atual presidente está fazendo.

São esses os problemas que temos pela frente, que afetam o Brasil inteiro. O governo quer cobrar mais imposto porque quer gastar mais. Mas quem vai pagar mais imposto somos nós. E a Curva de Laffer mostra que, quando se cobra imposto demais, os que produzem, os que comerciam, os que empregam, os que prestam serviços ficam desanimados e produzem menos, e com isso cai a arrecadação – ou seja, não vai adiantar nada. O governo tem é de gastar menos consigo mesmo e gastar mais na prestação de bons serviços públicos, porque é para isso que existe governo.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA