Em edição extra do Diário Oficial da União, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nomeou o deputado federal Enio Verri (PT-PR) como diretor-geral da Itaipu Binacional.
Enio Verri (PT) e outros 14 réus, entre eles o falecido ex-prefeito de Maringá José Cláudio Pereira Neto (PT), foram condenados por improbidade administrativa pelo juiz da 4ª Vara Cível de Maringá, Alberto Marques dos Santos. A decisão foi divulgada em janeiro de 2013.
Ao ler sobre acadêmicos e fardões, em notas contidas numa crônica de Ariano Suassuna, lembrei-me de um fato singular.
Ao receber uma ata para revisar, membro de uma confraria de letrados assinalou a necessidade apenas de completar com um simples circunflexo, a palavra “Antônio”, que várias vezes ali estava citada.
E lhe respondeu:
– Diante de tamanha magnitude redacional contida em ata tão bem escrita, quem sou eu – reles escriba – para me dirigir ao insigne mestre do Direito, membro-mor de nossa Academia, alertando-o que o “sistema corretor do computador” está lembrando que: “Antônio tem circunflexo”. Deus me defenda!…
O presidente da não referida Academia, considerado excelente dominador do vernáculo pátrio, ao receber o que lhe pareceu um “insulto ortográfico” contido na ata em revisão, que assinalava a necessidade de acrescentar um circunflexo nos nomes de Antônio, ali várias vezes citado, devolveu esta lapada:
– Qual dos Antonios? Dos que conheço, Antônio Pacheco Feitosa tem circunflexo, mas Antonio Porfírio da Silva não tem. São nomes próprios e o acento depende do tabelião que lavrou as notas do Registro Civil de cada um deles.
Agora lascou-me!… pensou o revisor, devolvendo o petardo:
– Terei que indagar junto aos “proprietários” dos nomes. Porém, tenho a certeza de que Antônio, com ou sem circunflexo, é Antônio, tanto aqui quanto na Baixa da Égua.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o assessor para assuntos internacionais da Presidência e chanceler de fato, Celso Amorim (PT), se prestam ao serviço de retaliar diplomatas, servidores públicos de carreira, que apenas cumpriram seus deveres durante o governo Bolsonaro.
Após “expurgar” um grupo de embaixadores considerados “bolsonaristas”, lulistas preparam um caminhão de indicações de diplomatas “alinhados” à ideologia.
Diplomatas com décadas na carreira do Itamaraty têm sido perseguidos por aceitar trabalhar em posições do governo passado.
O Itamaraty, que tem interferência direta de Amorim, nova eminência parda dos assuntos internacionais, prioriza a retirada de diplomatas.
Existem 16 embaixadas brasileiras sem representantes, mundo afora.
A ideia é esvaziar mais postos antes da onda de nomeações petistas.
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Nada de novo.
Nada de surpreendente.
Isso é cagado e cuspido a cara da administração do Ladrão Descondenado.
Um administração na qual só os interesses da quadrilha partidária importam.