Ministro de Lula vai à Venezuela e reúne-se com o ditador Maduro. O cofre do BNDES chega a tremer.
É pela democracia. pic.twitter.com/K63cQhaNxv
— Paulo Eduardo Martins (@PauloMartins10) March 9, 2023
Ministro de Lula vai à Venezuela e reúne-se com o ditador Maduro. O cofre do BNDES chega a tremer.
É pela democracia. pic.twitter.com/K63cQhaNxv
— Paulo Eduardo Martins (@PauloMartins10) March 9, 2023
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, não perde a chance de reiterar suas concepções atrasadas.
Agora fala em aumentar impostos sobre o faturamento das empresas em troca da desoneração da folha de pagamento daquelas que mais geram empregos.
Atrasado, ele não diferencia faturamento de lucro. O ministro nem sequer desconfia que as empresas de varejo, por exemplo, estão entre as que mais faturam, empregam muito, mas, com margens reduzidas, sucumbem. Fecham.
A pelegada que voltou ao poder ama empregos, pelo faturamento que presentam para sindicatos, mas odeiam os empregadores.
Ele também ignora o risco da saída do Uber do País: “Problema deles”.
Não sabe que o problema é de 1,5 milhão de motoristas de aplicativo.
Parece desolador para um País em desenvolvimento um Ministro do Trabalho de concepções anacrônicas, com a cabeça na era pré-internet.
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O correto nessa nota aí de cima seria “com a cabeça na era pré-histórica”.
Esse descerebrado é um dinossauro de grande porte.
Bom, o fato é que temos mais uma anta ministeriosa lulo-petrálhica.
Pelo nível de babaquice e de jumentalidade isquerdóide, esse tabacudo está no governo certo.
O Ladrão Descondenado não poderia ter escolhido uma cavalgadura melhor que esta para o Ministério do Trabalho.
Marinho relincha com muito talento.

Isso é o que se pode chamar de PP: Parelha da Porra!!!

MST invadiu fazendas da Suzano, no sul da Bahia, no fim de fevereiro
Sob a mediação do ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, vai haver uma negociação entre a Suzano, que teve suas áreas invadidas, e o MST. A notícia dessa reunião, que fala em “áreas ocupadas”, demonstra um jornalismo que tem o cuidado de mudar um pouco o significado das palavras. Na faculdade, aprendemos que o jornalismo tem de ser objetivo, claro e simples. Quando alguém invade uma propriedade alheia, isso é uma invasão, não é ocupar, como se tivessem pedido “com licença, posso ocupar?”. Aliás, a notícia diz que são três fazendas da Suzano Papel e Celulose, em três cidades do sul da Bahia. Nunca vi fazenda em cidade, e vocês? Já vi jardim botânico, parque, mas fazenda não. Fazenda fica na área rural de um município. Mas talvez o jornalista que escreveu isso não saiba a diferença.
Eu fico me perguntando: negociar o quê? Você está na sua casa, alguém invade a sua casa, e depois vem uma autoridade do governo e diz para vocês negociarem. Negociar o quê? O sujeito invadiu a sua propriedade. O direito de propriedade está na mesma linha do direito à vida no artigo 5.º da Constituição; é cláusula pétrea, tão sagrado quanto o direito à vida. Não dá para transigir com isso. E negociar é uma coisa perigosa, uma palavra perigosa, porque estamos vendo o caso de José Rainha Júnior, no Pontal do Paranapanema, em São Paulo, que está preso por extorsão. O que era isso? “Ou você paga ou a gente invade”, ou “você paga e a gente se retira” – isso é a extorsão. Por isso eu fico me perguntando que raios é isso de “negociação”.
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Ações do governo só servem para desestimular a iniciativa privada
É o tipo de situação que desestimula empresas como a Suzano. Vejo essas vinícolas lá de Bento Gonçalves, que estão sofrendo uma pressão estranha, que precisa ser esclarecida. Será que é para fechar também, para prejudicar a iniciativa privada que paga imposto, que dá emprego, que faz o país funcionar? Agora mesmo, em São José dos Campos (SP), a GM, que lá produz a S10 e a Blazer, vai parar por três semanas porque o mercado de veículos está caindo, está igual a 17 anos atrás.
Outro exemplo: no turismo, muitos municípios estavam recebendo americanos, principalmente, porque desde 2019 não se exige mais visto de americanos, canadenses, japoneses e australianos para eles poderem entrar no Brasil e gastar aqui seus dólares com empresas brasileiras, em hotéis brasileiros, restaurantes brasileiros, resorts brasileiros, agências de turismo brasileiras. Mas o governo, agora, acaba de voltar atrás e vai exigir o visto dessa gente de novo. É masoquismo isso?
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Caso dos colares é escândalo artificial
Falei nesta quarta-feira com o ex-secretário de Comunicação do governo Bolsonaro, Fabio Wajngarten, e ele me contou que foi ele quem deu a notícia do tal colar para a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, e que ela se surpreendeu, achou graça, dizendo que nunca pediu isso, nem recebeu e nem sabia disso. E estão fazendo um barulho danado. O presidente também não sabia, ficou sabendo no fim do governo, e mandou tudo para registrar no patrimônio da União, no patrimônio do Palácio do Planalto, da Presidência da República – o colar não, porque ele estava apreendido pela Receita Federal. Um absurdo, criam narrativas. Coisas claras, simples, acabam gerando campanhas político-ideológicas de militância.