GUSTAVO GAYER

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CLAUDIO AGUIAR – RIO DE JANEIRO – RJ

ANO NOVO?

Que de novo, efetivamente, acontecerá ao longo dos próximos 365 dias? Será válido admitir a existência de ano velho? De ano novo? De tempo, enfim?

Há quem diga que o tempo não existe. Logo, persiste a suspeita de que, em contrapartida, o ano não existe. Nem o novo nem o velho. Nem os meses. Nem as semanas. Nem os dias. Nem as noites. Nem as horas com seus minutos e seus segundos. Que lástima! Não existe nada, então?

Para não ir tão longe, atualmente a origem de todas as coisas, ou seja, do Universo, decorreu de uma inesperada explosão, fenômeno extraordinário chamado Big Bang.

Não vou indagar sobre quem, quando, onde e por que resolveram colocar no espaço sideral essa monumental matéria sob situação tão explosiva. Nem me interessa saber onde fica esse depósito que guardava (e ainda nos dias atuais?) tanta matéria bruta capaz de explodir?

Foi exatamente a partir do instante dessa explosão que o Universo começou a se expandir e não parou mais, afirmam os astrônomos. Esse crescimento desmedido, pelo visto, de repente, tornou-se algo eterno. Nesse lapso de tempo formaram-se quantidades infinitas de galáxias com suas estrelas, seus planetas e seus satélites.

Sobre esse ponto prometo não criar aqui nenhuma polêmica, porque não vou indagar sobre como, afinal, começou tudo isso que vemos ao nosso redor. Não se trata da percepção do que posso ver com os meus olhos limitados, mas pressentir a existência do próprio infinito, aquilo que abarca tudo, porém, esbarra na impossibilidade de compreendê-lo ou de acondicioná-lo dentro de minha imaginação.

Agora, surge a questão insolúvel: se não ocorreu o início do Universo, por que cogitar de seu fim?

A complexa teoria do Big Bang, que parecia irrefutável no meio científico, eis que, recentemente, foi posta em dúvida. Se, de fato, não prosperar a ideia de que o Universo, tal e qual conhecemos, começou com uma explosão, tudo, então, poderá voltar à estaca zero.

Essa possibilidade já começou a gerar controvérsias. Antes de morrer, o genial físico inglês Stephen Hawking, declarou que a alardeada “verdade” sobre a origem do Universo, de fato, talvez nunca tenha existido e, então, a partir de agora “poderá alterar tudo que entendemos sobre o tema”.

Ao formular essa nova e surpreendente teoria, Hawking, que, então, trabalhava com o professor Thomas Hertog, da Universidade KU Leuven, da Bélgica, prestou ampla entrevista ao Journal of High Energy Physics, na qual afirmou que o Universo, longe de ter nascido dessa explosão inexplicável, seria uma coisa bem mais simples e, pasmem!, que ele teria fim. O Universo seria, portanto, algo finito.

As conclusões dessa pesquisa, apoiadas no prestígio de Stephen Hawking, considerado gênio da física e da cosmologia, põem em dúvida a teoria do Big Bang. Caso suas pesquisas sejam confirmadas, será afastada para sempre a ideia de que aquele crescimento eterno ou permanente expansão do Universo está errado. A propósito, o físico inglês declarou: “Prevemos que o nosso universo, nas maiores escalas, é razoavelmente simples e globalmente finito. Portanto, não é uma estrutura fractal”.

Como geralmente acontece no mundo científico, os temas abordados numa perspectiva teórica carecem de confirmação mediante novas investigações. Apesar disso, insistiu Stephen Hawking na suposição de que o Universo é “uma categoria muito menor integrante de possíveis universos”. Quando essa nova teoria for confirmada, sem dúvida, surgirão profundas implicações na concepção do novo paradigma a ser definido para o chamado multiverso.

Deixemos, por fim, a abstrusa ideia de que o Universo, concebido nos dias atuais, em breve, será outra coisa. Assim, mesmo diante desse impasse, o ano correrá o risco de ser apenas uma contagem fictícia carimbada de Velho ou de Novo. Continuará a ser uma convenção aceita e medida pela tensionada mola mecânica ou pela energia acumulada numa bateria que aciona os pulsos dos ponteiros dos relógios. Prosseguirá sendo convenção também para quem envelhece ou conta os anos agasalhados sobre seus ombros. Em qualquer dos casos, a verdade é que envelheceremos não por causa dos ciclos dos ponteiros dos relógios, mas, sobretudo, porque nossos cabelos ficam brancos e, a exemplo dos sinos das igrejas e das catedrais, nos convocam à meditação.

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

OSNALDO PEREIRA DE ARAUJO – BRASÍLIA-DF

Sobre o artigo do Rodrigo Buenaventura De Léon a respeito do tiro no pé do Bradesco e publicado hoje no JBF, a desculpa do Banco é pura hipocrisia, para colocar na fogueira algum bode expiatório, visto que conforme pode-se ver no site da Bradesco Seguros, eles encampam a ideia de se evitar a carne.

O que não posso entender é como o Bradesco do Amador Aguiar, homem extremamente conservador, tornou-se em um antro de esquerdistas o que é diametralmente oposto ao que um banco representa: é um dos pilares centrais do capitalismo.

Os bancos podem movimentar até quinze (15) vezes a soma do capital realizado e reservas livres (lei 4595) ou seja: emprestam o que não têm.

Ou seja, se as pessoas perderem a credibilidade em um banco e retirarem seu dinheiro em massa, ele quebra (quem lembra do Bamerindus?).

Precisam de credibilidade para sobreviver.

É o que o Bradesco e Itaú NÃO estão fazendo.

A PALAVRA DO EDITOR

TÁ TUDO NOS CONFORMES

Segunda-feira, 3 de janeiro.

Começou 2022.

Chupicleide está relinchando de felicidade pois farreou até mijar nas calçolas durante os festejos da virada de ano.

Isto por conta das doações feitas pelo colunista Rodrigo de Léon e pelos leitores Manuel Barbosa, Rômulo Simões, Marta Maria, Osnaldo Araújo, Ricardo Lemos e Arthur Linaldo.

Gratíssimo a todos.

Vocês são a força que mantém esta gazeta escrota nos ares.

E vamos continuar botando pra torar neste ano que está começando.

Muita paz, saúde, esperança, felicidade, harmonia, alegria e um ano arretado pra toda a comunidade fubânica!!!

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RODRIGO BUENAVENTURA DE LÉON - LIVRE PENSADOR

CHURRASCO (DE!) VEGANO?!

O mundo está cheio de idiotas! Idiotas na acepção corrente da palavra; imbecis que se acham donos do mundo da liberdade dos outros. Creem-se salvadores do mundo e da humanidade, mas não passam de massa de manobra.

Não meus amigos, não estou afirmando que os idiotas são maioria. Eles são uma minoria que controla alguns pontos importantes do nosso cotidiano: mídia, propaganda, serviços públicos, universidades, parte da vida política e de nossos tribunais. São poucos, mas barulhentos.

Nós, a grande maioria da população brasileira e mundial, não tem tempo para bobagens ou idiotices pois, tem que trabalhar duro, de sol a sol fazendo terceira jornada, para sobreviver. Fugindo, diariamente, da sanha revolucionária daqueles que “só querem o bem dos outros”, desde que, é claro, os outros se submetam ao seu bem querer, às suas ideias e vontades.

Vejam, nos últimos tempos, o que tem virado a Universidade pública, a mídia e o marketing, a propaganda de negócios, propriamente dita. Virou, como dizem, “lacração”. Acham que vão mudar o mundo através da propaganda? Esta época já foi.

Um biscoito desses famosos aí resolveu inovar e recontar as histórias clássicas, para combater a masculinidade tóxica (sic), na história dos Três Porquinhos. Masculinidade tóxica que porra é essa? Na história dos Três Porquinhos, um conto infantil?

É claro que isso não deve ter dado nenhum consumidor a mais para o biscoito. Talvez alguma gorda maluca de cabelo roxo, que resolveu comprar o segundo pacote, para comemorar o combate a masculinidade tóxica (sic). Na realidade, ela é que deve estar muito precisada de uma masculinidade tóxica (mas vai compensar no chocolate e açúcar da bolachinha).

Uma propaganda dessas tem que sentido, não traz mais consumidores para o “biscoito” e, infelizmente, as pessoas que trabalham e consomem o produto nem ficam sabendo da bobagem e, também não deixam de consumi-lo.

Na maioria das vezes, as pessoas não estão nem aí para essa bobeira, têm mais o que fazer. Mas às vezes o tiro sai pela culatra.

Bancos e banqueiros são empresas/pessoas que vivem de comercializar dinheiro. É isso mesmo, o banco aluga o dinheiro daqueles que tem uma sobrinha, uma poupança para os dias que virão e, pagam uma renda/juros. Depois utilizam esse dinheiro para emprestar a outros, que precisam para a produção, para gerir negócios, para investir e, destes eles cobram uma renda/juros, superiores àqueles que pagam. A diferença é o lucro do banco e serve para cobrir inadimplências e despesas. Um puta negócio!

Por quê? Porque dinheiro é dinheiro e não tem bandeira, não tem cor, não tem ideologia. Se vocês veem um banqueiro agarrado a um governante, tenham certeza que o povo está sendo roubado.

O dinheiro não tem partido político e, é por isso que os bancos lucram com o governo A, B ou C. Mas, os lacradores acham que não precisa ser assim.

Lembram o caso do Banco Itaú, uma das herdeiras fizeram o filme sobre o impichamento daquela Anta. Pessoas que nunca trabalharam duro na vida e se dizem socialistas vivendo de rendas. Hipocrisia! Pergunte a diretora de cinema ou a sua mãe se elas concordam com a taxação de grandes fortunas ou com a taxação de lucros bancários. Não, é óbvio. E por que que elas apoiam partidos, como o PT, que pregam isto? Porque sabem que são apenas falácias, mentiras para enganar o povo.

Se fossem, verdadeiramente, socialistas e estivessem interessadas no bem do povo, já teriam doado grande parte da sua fortuna para… pasmem… o povo, os necessitados. Mas isso elas não cogitam. Hipócritas!

Bancos querem lucro e contratam marqueteiros, diretores de marketing, empresas de marketing “geniais”, na opinião da bolha em que habitam. Estes “gênios” da “zintelectualidade” humana, estão no cerne da nossa universidade, que hoje se constituí em um polo de hipocrisia e mediocridade dentro de uma bolha de dinheiro público.

As Universidades no mundo todo, principalmente na área de humanas, estão se constituindo em polo de reacionarismo cheio de dogmas contra a própria humanidade. E, não é de hoje, desde a época de Salamanca, as universidades são reacionárias.

Esses gênios do marketing, da lacração e da new left ou esquerda caviar, recém saídos da universidade, vivendo na bolha, onde vivem todos estes adeptos dos novos pensamentos de esquerda, resolvem fazer o quê? Cutucar o agronegócio. Aquele saco de pancadas que sustenta o Brasil há muito tempo, que é cada vez mais importante em nível mundial e, que continua apanhando dos dos idiotas brasileiros que deles dependem.

Só que o agronegócio sabe do seu poder e, tem se cansado de apanhar, por isso resolveu reagir. Uma reação poderosa, porque se constituem de contas com um peso razoável dentro de um banco. São contas de grandes empreendimentos, contas de empresas, de grandes frigoríficos, de grandes cadeias de alimentos, que ao trocar de banco levam junto centenas ou milhares de colaboradores, que ali tinham conta salários.

Gerando algo inadmissível para um banqueiro: prejuízo. E aí meus caros, corre para apagar o incêndio. E lá foi o Bradesco pedir desculpas, dizer que não é bem assim, que não queria dizer aquilo que disse, que foi um equívoco, que adora o agronegócio, que come churrasco todos os dias, etc..

Mas, já tinha se ido, o boi com a canga. Óbvio que o diretor de marketing, os profissionais que fizeram essa cagada, vão ser crucificados (profissionalmente) em praça pública. Mas dificilmente isto fará com que esta turma aprenda algo.

Com Santander e o tal do Queer Museu, foi a mesma merda, uma exposição pornográfica, que revoltou os correntistas e protestaram. Eu mesmo tinha uma conta no Santander, uma poupança residual fui lá e, tive o prazer de encerrar minha conta, não admito que um Banco com que faço negócios, por menores que sejam, patrocine uma putaria daquelas.

Pena que eu não tenho conta no Bradesco, porque se não ia lá encerrar. O brasileiro, trabalhador, economizando para um churrasquinho no fim de ano, com uma merecida cerveja e, vem três barangas, dizendo para adotar a segunda sem carne. Vão se f….!

As imbecis vão lá bater no agronegócio, dizendo que o arroto e o peido do boi poluem e prejudicam o clima. De onde? A produção brasileira é sustentável, tem balanço de carbono positivo, vide dados (científicos) da Embrapa. Mas nesta hora não importa a ciência, importa é a lacração. Quem quer aplausos, pode levar vaias.

E, pior, fui assistir ao vídeo. Parecia um filme de terror do céu, que coisa horrorosa. Botaram três mocréias (disseram que eram umas tais de influencers, seja que porra for isto), falando bosta. Aquilo ali parecia propaganda de Festa de Halloween ou um trailer de filme de terror, daqueles bem vagabundos. Se aquilo ali é um exemplo da aparência “saudável” de quem não come carne, que Deus me permita comer carne todos os dias até eu morrer. Putz Grila!

Tchê, eu não quero ter aquela aparência. A mais bonita era a cara da Frida Kahlo. Pelo amor de Deus!

Colocam três mocréias disléxicas falando bobagem e não queriam levar choque. O que que esse marqueteiro achou? Que a conquistar quantos clientes novos para o Banco? Bobagem, em geral, uma propaganda de um banco conquista 1% de clientes novos, se for muito bem-feita. Não afeta 99% dos clientes que tem a conta ali por diversos motivos e, não pela lacração social do banco. Mas quando eu desagrado grandes clientes, que têm poder de mobilização, acabou por levar choque. Em suma foi lindo!

Só para concluir essa história, me lembrei de quando era Diretor de um Campus da Universidade Federal. Apareceu meia dúzia de malucos querendo comida vegetariana no RU. Expliquei que servimos cerca de 1000 refeições diárias e que tínhamos a obrigação de proporcionar um cardápio balanceado dentro da média do hábito alimentar do brasileiro, ou seja: arroz, feijão, uma mistura, uma carne, saladas, suco e pão. Não adiantou porque queriam comida vegetariana, aleguei que podiam comer arroz, feijão e saladas. Me disseram que o feijão tinha carne e etc.. Aí mudou o pedido queriam opção vegana. Expliquei que era muito caro (comida vegana é cara, para quem pode pagar a excentricidade) e que não poderia justificar aquilo com dinheiro público (na época não podia, hoje não sei. Basta uma Rede ou PSOL da vida pedir no STF e, de repente, teremos de servir Comida Vegana em RU).

Então eles, a meia-dúzia, resolveram protestar. Deu uma confusão do cão. Entraram no RU e viraram as bandejas dos alunos que estavam comendo, fechou a briga. A líder do protesto veio toda inchada reclamar que levou uma bandejada nos cornos.

Chamei os demais alunos e um dos meninos me disse: “Professor, vamos se dar o respeito, eu tava comendo ali, eu preciso comer, sou pobre e ele meteu a mão no meu prato, aí não” (sic).

Avisei que teria de fazer uma sindicância sobre o ocorrido e, que eles deveriam fazer uma reunião dos usuários do restaurante sobre o tipo de comida. Fizeram e, veio uma ata onde por unanimidade pediam que ser servisse o de sempre, comida brasileira de verdade, sem frescura (me disseram que a meia dúzia não compareceu à reunião por livre espontânea pressão). Eles queriam a comida média do brasileiro: arroz, feijão com bastante carne, uma carne, uma outra mistura, salada e pão e, que os vegetarianos poderiam comer da salada e se quisessem, segundo sugestão dos próprios alunos, poderiam pastar já que a grama na frente do restaurante era bem verdinha e cuidada.

Quanto a suposta agressão, fiz a sindicância, onde 5 ou 6 alunos alegaram que um aluno tinha batido na menina com a bandeja da comida; outros 5 ou 6 alegaram que ela numa crise pegou a bandeja e bateu na cabeça; e mais de 30 disseram que ela jogou a bandeja para cima e caiu na cabeça dela. Arquivamos.

Claro que passei o semestre ouvindo desta turba, mas faz parte!

Mas essa turma é assim mesmo, eles não desistem e, aí o Bradesco nos premia, no final de ano com essa Pérola do Churrasco vegano, animado por três barangas.

Parabéns! Continuem assim e teremos um banco a menos para nos …, desculpe, nos apresentar oportunidades de negócio.

Como eu disse, os idiotas estão por aí, se nós deixarmos eles vão tomar conta e mandar na gente.

Está na hora dos não imbecilizados reagirem ou todos seremos idiotas úteis. Desejo a todos um 2022 repleto de churrascos, com muita cerveja, uma saladinha de vez em quando, para acompanhar um queijinho da Canastra e um torresminho. E as bruxas que vão avuar noutra freguesia!

PERCIVAL PUGGINA

TROCAR AS FRALDAS DO TEMPO

É comum representar-se a virada da folhinha com o desenho de um bebê que chega para suceder o ancião que se retira. Sai o ano velho e entra o ano novo. O ano velho sai trôpego e fatigado; o novo chega enrolado em fraldas.

O tempo é convenção e relatividade. Meia hora na cadeira do dentista dura bem mais do que meia hora numa roda de amigos. Na infância, é uma eternidade o tempo decorrido entre natais. Minha mãe, porém, tão logo terminava um ano, começava a se preocupar com o Natal vindouro “porque, meu filho, logo, logo é Natal outra vez”.

A vida familiar e a vida social se fazem, entre outras coisas, do cotidiano encontro da maturidade com a juventude. Imagine-se um mundo onde só haja jovens; ou onde, pelo reverso, só existam anciãos. Imagine-se, por fim, a permanente perplexidade em que viveríamos se a virada da folhinha nos trouxesse, com efeito, um tempo novo, flamante, que nos enrolasse nas fraldas da incontinência urinária, com tudo para aprender.

Felizmente não é assim, nem deve ser visto assim. O importante, em cada recomeço, é ali estarmos com a experiência que o passado legou. Aprender da própria vida, aprender da história e, principalmente, aprender da eternidade.

Quem aprende da eternidade aprende para a eternidade. Aprende lições que o tempo não desgasta nem consome, lições que não são superadas, lições para a felicidade e para o bem. Por isso, para os cristãos, a maior e melhor novidade de cada ano será sempre a Boa Nova, que infatigavelmente põe em marcha a História da Salvação, cumprindo o plano de amor do Pai. Bem sei o quanto é contraditório com a cultura contemporânea o que estou afirmando. E reconheço o quanto as pessoas se deixam cativar pela mensagem do hedonismo “revolucionário”, supostamente coletivista e igualitário. Mas é preciso deixar claro que tal mensagem transforma o mundo num grande seio onde, a cada novo ano, se retoma a fase oral e se trocam as fraldas da imaturidade.

A quantos lerem estas linhas desejo um 2022 de afetos vividos, saudades curadas, aconchego familiar, realizações, vitórias, saúde e paz.

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