RODRIGO CONSTANTINO

DEU NO JORNAL

PACIÊNCIA… VAI DEMORAR

Com a aposentadoria compulsória do ministro Marco Aurélio, ao completar 75 anos de idade nesta segunda-feira (12), o ministro Gilmar Mendes passa à condição de decano do Supremo Tribunal Federal.

Ele permanecerá nessa condição de ministro mais antigo da principal corte de Justiça do País até o dia 30 de dezembro de 2030, ao atingir a idade-limite quando terá, obrigatoriamente, de pendurar a toga.

* * *

Até dezembro de 2030???!!!…

Vôte!!!

É um tempo demorado que só.

Vai nos dar a sensação de ser interminável.

Meu Senhor do Bonfim, dai paciência pra mim.

“Mais do que no resto da grande mídia, adoro aparecer neste jornal.”

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MAURO PEREIRA – ITAPEVA-SP

O OLIMPO DE MARTA

Por mais que desarme meu espírito de qualquer vestígio de preconceito, seja ele político, ideológico ou até mesmo conceitual em relação ao Partido dos Trabalhadores, e por extensão à esquerda, mais cala em minha alma a certeza de que cada dia sobrevivido à mediocridade que devastou o Brasil contaminado pelo lulopetismo foi uma experiência dolorosa, às vezes até traumatizante.

Apesar de estar fora do poder a cerca de 30 meses, a dor se revela aguda quando somos atormentados pela lembrança de que quase uma década e meia foi desperdiçada pela ação nefasta de um governo fraco na ação, limitadíssimo na competência, lépido na mentira e portentoso na corrupção. O trauma, por sua vez, ainda se manifesta atroz ao vermos proliferar nos dias atuais a indigência pessoal de personalidades que num passado ainda recente eram reconhecidas como sólidas lideranças da política nacional. Dói na alma ver no que se transformou a imprensa. As Redações, solo venerado até recentemente, transformou-se em reles trincheira de militantes rebeldes com causa(derrubar o presidente Jair Bolsonaro a qualquer preço).

Naquele celeiro de nulidades que nos atormentou por um longo período, não escapou ninguém, nem autoridades do judiciário, nem deputados federais, menos ainda, senadores da República. Nem sequer ex-presidentes; nem os que passaram uma temporada engaiolados, nem os que não terminaram seus mandatos abreviados por impeachments.

Embora seu nome tenha sido mantido estrategicamente fora do mar de corrupção que marcou o governo petista – com o intuito escancarado de torná-la referência de honestidade nas hostes esquerdistas – a reeleição, da “presidenta” Dilma Roussef foi o prenúncio do declínio da hegemonia socialista. Eleita para governar para todos os brasileiros, rompeu com o compromisso assumido por ocasião de sua posse ao aceitar docilmente a condição de subalterna intérprete das vontades de Lula e militante partidária ativa nos processos eleitorais. Nesse aspecto, ela se mostrou tão eficiente quanto o seu criador. Desagravar o padrinho político também se tornou uma de suas especialidades.

Foi, porém, na composição do ministério e, na atuação dos ministros, que a coisa desandou de vez. Distribuídos estrategicamente pelos cerca de quarenta departamentos governamentais, tinha ministros de quase todos os partidos e de todos os matizes ideológicos. Em comum apenas a monumental incompetência, a vocação para o mal feito e o mesmo contrato de aluguel. O melhor deles tinha que trabalhar o dobro para produzir a metade.

Tinha aqueles, e aí despontava a maioria, que eram completamente desconhecidos dos brasileiros. Alguns, até mesmo da própria presidente, especulava-se. Espertos, viam no anonimato a brecha perfeita para se beneficiarem da remuneração gorda sem se comprometerem. Tinham, também, os não muito dados ao hábito de trabalhar. A esses gazeteiros incorrigíveis me quedo humildemente e os reverencio pela desídia inescrupulosa, pois, quanto mais distante do governo se mantiveram menor foi o risco para a sociedade. Desprovidos de personalidade, sentiam-se à vontade quando eram humilhados publicamente pela presidente, que simplesmente os ignorava e dispensava suas presenças até mesmo em negociações com o Congresso de temas inerentes às suas pastas.

Mas esse foi o segundo time capitaneado pela ex-presidente Dilma Rousseff. O supra-sumo do servilismo e da nulidade sempre esteve concentrado nos ministérios mais importantes, chefiados na sua imensa maioria por figurões do Partido dos Trabalhadores. Aqueles do chamado núcleo duro… de aguentar!

No comando da economia desfilou absoluto por vários anos o pior ministro da Fazenda que já se teve notícias. Vacilante na maioria das suas aparições, demonstrava não ter muita intimidade com os números e após suas explicações, costumeiramente evasivas e pouco convincentes, ficava a sensação de que era fervoroso devoto de São Judas Tadeu e Santo Expedito, os santos das causas impossíveis e das urgentes. Certa ocasião declarou que o Brasil havia experimentado um crescimento negativo, confirmando minhas suspeitas de que realmente o País avançara para trás.

No dos Esportes, despontou o mais conformado de todos os ministros. Oriundo do PCdoB, sempre foi considerado estranho no ninho e desde de 2003 foi sistematicamente assado, frito e cozido no óleo amigo da frigideira petista, tanto no governo como na Câmara dos Deputados. Jamais se ouviu um único lamento escapar de sua boca agradecida, nem o mais tênue protesto. O osso devia ser uma delícia, pois, nem sob tortura ele se dispôs a largá-lo. Santa alma.

Na Educação, nada menos do que um dos maiores expoentes da decadência petista. Do outrora combatente implacável dos políticos corruptos sobrou apenas a figura patética de um militante frustrado que a cada gesto deixava transparecer a dor que dilacerava o espírito de um ministro da Educação que havia se preparado a vida inteira para ser ministro da Fazenda.

Como os demais, a Saúde foi outro desastre. Faltou tudo Hospitais, remédios, vacinas, mutirões. Ministro! Só não faltavam dor, sofrimento, luto. Abandonado ao deus dará e à exploração de falsos profetas vorazes (por dinheiro), o brasileiro buscava na fé o lenitivo para a sua agonia de cada dia. Doente, a Saúde jazia moribunda.

Mas a esplanada famosa, que nas últimas três décadas concentrou (e ainda concentra) o maior número de inúteis por metro quadrado, encontrou sua redenção. E no melhor estilo Marta Suplicy.

No auge da euforia por ter sido nomeada ministra da Cultura em reconhecimento ao seu repentino apoio incondicional à candidatura de Fernando Haddad a prefeito de São Paulo nas eleições de 2012, madame Suplicy não se conteve e mandou às favas o bom senso e a auto estima. Agradecida, e sem o menor pudor, curvou-se a mais indecente manifestação de vassalagem e elevou Lula à condição de deus. A afronta se sobrepõe a qualquer laivo de comicidade.

A ilustrar a decoração interna da portinhola que dá acesso ao Olimpo que a doidivina erigiu ao seu deus Lula, destaca-se a placa reluzente avisando aos que se aventurarem a conhecer por dentro aquele universo em decomposição: “Ao sair, limpe os pés”.

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GUSTAVO GAYER

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UMA CHAPA CATANHÊNDICA

* * *

Será que entendi direito???

Bolsonaro ameaça dar golpe???

A jornalisteira da grande mídia oposicionista e zisquerdoide está sugerindo que, para neutralizar este golpe, Lula seja vice de Bolsonaro???

E, dessa forma, Lula passará a ser o “grande líder da união nacional e da pacificação“.

Foi isso mesmo que ela cagou na postagem, que chegou a ilustrar com as fotos dos dois???!!!

Ora, ora…

Pelas pesquisas da grande mídia, Lula está disparado na frente, com mais de 113% das intenções de voto.

Não tem sentido ele abrir mão de ser o cabeça-de-chapa.

Se espantei-se-me tanto que chega se engasguei-se-me com uma assuspiração.

Tive que tomar um copo d’água.

Me digam, caros leitores: foi isso mesmo que ela sugeriu???

Ou eu li errado???

DEU NO JORNAL

CUBANOS CONTRA A DITADURA COMUNISTA

Paulo Eneas

O povo cubano saiu às ruas de diversas cidades da ilha neste domingo (11/07) em protestos inéditos contra a ditadura comunista que controla o país há mais de meio século. Os protestos ocorrem em meio a uma crise geral do sistema de saúde pública, incapaz de atender as demandas de serviços médicos em meio à pandemia, que está totalmente fora de controle em Cuba.

Segundo informou Zoe Martinez, jovem cubana residente no Brasil, em vídeo (veja no final desta postagem) publicado também neste domingo, o sistema de saúde cubano, tão elogiado pela elite esquerdista ocidental que pode pagar por serviços de medicina privada, entrou em colapso na ilha durante a pandemia do vírus chinês: faltam medicamentos e insumos básicos para atendimento aos doentes.

Além disso, existe a denúncia de que a vacina cubana contra o coronavírus, cuja eficácia e segurança são desconhecidos pela comunidade científica internacional, estaria sendo exportada para o Irã e Venezuela, e sonegada aos cubanos.

Ainda segundo Zoe Martinez, já não há mais informações seguras sobre número de mortos devido à pandemia, que estariam aumentando diariamente. A este quadro dramático na saúde pública, soma-se o aumento da miséria, pois existe uma escassez de alimentos e boa parte dos cubanos está passando fome.

Mas além de protestar contra o colapso na saúde e a falta de alimentos, os cubanos estão saindo às ruas fundamentalmente contra a ditadura comunista e em defesa da liberdade. Em inúmeras cidades, as principais palavras de ordem dos manifestantes são “abaixo a ditadura” e “liberdade”.

Ditador cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez conclama guerra civil

Em uma reação de aparente desespero e de surpresa diante das manifestações que teriam atingido cerca de trinta cidades na noite de domingo, o ditador cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez conclamou os comunistas da ilha a “combaterem” os manifestantes, que estão em sua quase totalidade desarmados. Isto significou na prática um incitamento a uma guerra civil na ilha.

O chamamento do ditador Díaz Canel foi atendido pelas forças de segurança: vídeos nas redes sociais mostram a polícia cubana, que é uma guarda pretoriana controlada pelo Partido Comunista Cubano destinada a proteger a ditadura comunista, atirando para matar em manifestantes desarmados. As comunicações na ilha foram cortadas e ainda não se tem informações sobre número de feridos ou de possíveis mortos.

Um jornalista estrangeiro da Associated Press foi ferido e preso em meio aos protestos, e uma foto exibindo seus ferimentos circulou pelas redes. No meio da madrugada desta segunda-feira (12/07) o jornalista Allan dos Santos informou que o aplicativo WhatsApp também havia sido bloqueado na ilha. Vídeos também desta madrugada mostram a polícia cubana fazendo rondas e possivelmente prendendo manifestantes, que estão incomunicáveis.

O silêncio conivente e covarde da grande imprensa brasileira

A grande imprensa brasileira está mantendo um silêncio conivente e covarde enquanto um povo desarmado e faminto e doente decide corajosamente ir às ruas enfrentar uma ditadura comunista genocida e escravocrata. Uma ditadura que é e sempre foi defendida e glamourizada por dez entre cada dez jornalistas das redações e estúdios de rádio e televisão dos principais veículos da grande imprensa nacional.

As poucas notícias que circularam em notas marginais nos veículos da grande imprensa ao longo deste domingo procuravam minimizar os protestos, e ignoraram por completo a atitude criminosa do ditador Díaz Canel, que mandou sua polícia atirar em manifestantes desarmados e incitou os comunistas da ilha a partirem para a violência.

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FALTA MUITO TEMPO

Após as aposentadorias dos ministros Celso de Mello e Marco Aurélio, o próximo a pendurar a toga, no Supremo Tribunal Federal (STF), será o ministro Ricardo Lewandowski.

Ele cairá na expulsória, tanto quanto os dois colegas, no dia 11 de maio de 2023.

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Maio de 2023…

Tá longe que só a peste.

Ainda vamos aturar este militante lulo-petista por um bom tempo.

Só vai sair no início do segundo mandato de Bolsonaro.

Lu e Lé: uma parelha repugnante