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RODRIGO CONSTANTINO

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JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE

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COLUNA DO BERNARDO

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BAITOLAGEM É TEMA JURÍDICO

* * *

Atenção gente: não é brincadeira.

A notícia é verdadeira.

Um juiz do Rio de Janeiro, por solicitação de uma associação de baitolas, deu este prazo pra CBF se explicar.

E depois dizem que a nossa justiça é lenta.

É nada: ela é muito eficiente e age de imediato.

É vapt-vupt.

Por oportuno, informo aos distintos leitores desta gazeta escrota que 24 é o grupo do viado no jogo do bicho.

Um animal cujo nome é grafado de forma chique e dicionarizada como “Veado”.

O grupo do viado é 24

E as dezenas são 93, 94, 95 e 96.

Ainda hoje eu vou ao Bar Largura, aqui perto de casa e de propriedade do meu amigo Wilson, figura folclórica do Recife, pra fazer uma fezinha no jogo do bicho.

Vou apostar no grupo, 24, numa centena, 493, e numa milhar, 1996. Vinte reais em cada aposta.

Lá no Largura tem uma banca de jogo do bicho, onde dá expediente a minha querida amiga Elizama.

Era de lá do Bar Largura que saía o Bloco da Besta Fubana na semana pré-carnavalesca.

Clique aqui e veja uma postagem de fevereiro no ano passado sobre este bloco.

E, já que falei no Largura, se alembrei-se-me de que foi lá, nos anos 90 do século passado, que aconteceu o grande Concílio da ICAS, a Igreja Católica Apostólica Sertaneja, que me elevou à condição de Papa.

Estavam presentes inúmeros amigos e cardeais, como Xico Bizerra, Jessier Quirino e João Veiga, entre vários e vários outros.

A sacra reunião contou com uma magnífica apresentação da grande amiga Irah Caldeira, uma das maiores artistas da atualidade aqui da Nação Nordestina.

O nome do bar, Largura, é uma ironia do Wilson, pois o espaço é tão apertadinho que não dá pra passar dois fregueses ao mesmo tempo no corredor de acesso.

Wilson e seu Bar Largura

ROQUE NUNES – AI, QUE PREGUIÇA!

REPÚBLICA DO LUMPESINATO III

Neste terceiro texto, com a mesma temática, quero debater com vocês como a república do lumpesinato atuou junto às forças produtivas do país, a fim de demolir qualquer tentativa de progresso pelo trabalho, esforço, ou mesmo pelo empreendedorismo. Todavia, a estratégia utilizada não teve apenas o desejo principal de destruição. O que os lúmpens que estavam aboletados no poder queriam, era destruição para os demais com lucros exorbitantes para eles.

Recentemente li em um panfleto que os lúmpens – leia-se socialistas e comunistas, dá na mesma -, pensam como Marx, governam como Lênin e vivem como Rockfeller. Algo bem verdadeiro, basta ver as fortunas que os lúmpens nacionais amealharam em décadas de um “dolce far niente”. Qualquer outro cidadão que tentassem viver como um de nossos lúmpens mais conhecidos, ou estaria na cadeia por vagabundagem, ou morando nas ruas. Mas, deixa isso para lá! Não é sobre isso que eu quero debater com vocês.

A primeira falsa assertiva, ou tese da república lúmpen, foi a de que chegara a vez “dos trabalhadores” assumirem o poder. Organizado o novo governo, não havia um único trabalhador ali, apenas gente que saiu de cargos em que estavam aboletados, em sindicatos, confederações, algum órgão estrangeiro que recepciona e dá “emprego” para esse tipo de gente, e por aí vai. Durante os dois mandatos de Lula e do mandato e meio da sua boneca de mamulengo, direcionou-se os recursos tomados da população para o financiamento de ditaduras amigas, empresários incompetentes que ficaram bilionários de um dia para outro, vendendo promessas, construindo obras inúteis e caras, e fazendo a maior transferência de renda, da história do planeta. Mas, essa transferência, foi da pobreza, para os já milionários.

Vejamos o caso do financiamento estudantil para que pobres pudessem cursar a universidade. Estima-se que se transferiu cerca de 60 bilhões de reais, via empréstimos subsidiados para escolas superiores privadas. Isso mesmo, universidades privadas foram as grandes beneficiárias dessa transferência de recursos, em um governo que diz defender a universidade pública, gratuita e de qualidade para todos. E outra, o governo lúmpen não colocou estudantes pobres nas universidades, mas sim no SPC e na SERASA.

Como assim?? Como assim!!?? Simples. A maioria dos alunos que estava cursando uma universidade privada com dinheiro do FIES, simplesmente não têm como pagar o financiamento. Mal entraram no mercado de trabalho e já estão com os nomes negativados nesses dois controladores de crédito. Tenho uma irmã que este ano colou grau em enfermagem no MT. Estudou com recursos do FIES, mas além do trabalho dela, pois é funcionária da saúde do MT há quase trinta anos, ainda vendeu bolinhos, salgados, docinhos para pagar o empréstimo. A família mesmo, muitas vezes nos juntávamos e mandávamos uns caraminguás para ela poder pagar o crédito. Graças a Deus conseguiu e não foi mais uma com restrições de crédito no país.

Mas essa é uma exceção no meio de tantas regras que é o estudante terminar o curso, não arranjar emprego e ter o nome negativado. Esse foi um dos maiores legados do PT ao país. Depois que o governo Michel Temer e o governo Bolsonaro começaram a botar ordem na casa, muitas universidades que viviam, basicamente do FIES foram “pro vinagre”. Aqui mesmo, na gloriosa Campo Grande, duas instituições de ensino superior fecharam as portas porque o dinheiro fácil do FIES desapareceu. A minha preocupação é o tipo de profissional que essas universidades formaram e hoje estão no mercado de trabalho.

Outro caso emblemático de como a república lumpesina investiu na destruição do país foram o Complexo Abreu e Lima e o subsídio aos chamados “campeões nacionais”. Abreu e Lima, uma suposta refinaria que seria construída em parceria com a Venezuela de Hugo Chavez custaria seis bilhões de reais. Já foram enterrados oitenta bilhões e ainda falta mais sessenta bilhões para ela ficar pronta. E a piada suprema é que ela iria refinar um tipo de petróleo que nem o Brasil, e nem a Venezuela produzem.

Abreu e Lima foi só uma amostra de como a república lúmpen investiu na destruição do Brasil, mas com lucros vultosos para si e para seus comparsas. Apesar da Venezuela, que deveria arcar com 50% dos custos da construção nunca ter botado um centavo nela, são notórios os indícios de corrupção e sobrepreço. Aliás, seria até interessante, e eu penso em fazer isso, em outro texto, mostrar como o Estado calcula os preços dos produtos de referência para fazer suas compras. Garanto que deixarei vocês de boca aberta, diante de tamanha safadeza.

Os outros “campeões nacionais” que vendiam peido como se fosse ouro deixaram seus donos bilionários, sem nunca ter produzido um parafuso sequer. Chegou-se a termos empresários figurando na casa de dezena de bilhões de dólares em patrimônio, mas como castelo de areia, deterioraram-se na primeira onda. A malandragem era simples, até mesmo boba, mas bastante eficaz. O BNDES – essa excrescência que deveria ser extinta -, tomava dinheiro na praça a juros reais de 7 a 10 por cento, emprestava aos ditos campeões nacionais com juros subsidiados a 2 por cento ao ano e a diferença da conta ficava para o sujeito que todos os dias pega ônibus para o serviço, pagar.

Com a eleição dos chamados “campeões nacionais”, que era apenas um modo de desviar dinheiro, a república do lumpesinato chegou ao estado da arte em como ficar rico sem ter que trabalhar, investir, ou mesmo empreender. Prova disso é o filho do lúmpen-mor deste país. De catador de merda de elefante em zoológico, transformou-se em empresário milionário do ramo de jogos eletrônicos, sem nunca produzir um único jogo para celular, ou mesmo um software que simulasse um jogo. Para os demais, crise de liquidez.

Afora as ditas “desonerações” que provocaram um rombo de quinhentos bilhões de reais nas contas públicas que terão que ser pagas por aqueles que trabalham, principalmente os mais pobres, pois sobre esses recai a maior tarifa de impostos e contribuições, sem perspectivas de alívio nos juros. Isso em um governo que criticava os “rentistas”, a ciranda financeira e a especulação monetária. Era tudo fachada. A intenção da república lúmpen era facilitar a espertalhões o acesso à chave do cofre, desde que eles levassem a sua parte. O resultado? Petrolão, Mensalão e outros “ões” que ainda não descobrimos.

De tudo isso, o que mais me admira é que ainda há gente que defende essa república, sonha com a volta deles ao poder, ainda que saibam que, se eles voltarem, vai ser para concluir o trabalho de destruição do país, como a Cristina Kirchner está fazendo na Argentina, pelas mãos de seu boneco de mamulengo. Como disse no texto anterior, espero que a lição tenha ficado e que a gente não queira um repeteco pelos próximos dez mil anos.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MAURÍCIO ASSUERO – RECIFE-PE

Caro Papa,

o Cabaré do Berto recebeu o médico Marcelo Almeida, que é tampa de crush lá em Brasília na área de Gineco-obstetrícia. Maurino se animou todo para participar achando que ele era proctologista e diante da decepção não apareceu. Escapou da dedada, mas perdeu o show abrilhantado com declamações em espanhol, porque o cabra tem essa mania de traduzir poemas para o espanhol.

Tivemos a participação de Adélia Costa (nossa estimada presidente da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN, Adônis Oliveira, Ângela Gurgel, Aristeu Teixeira, Edison Xavier, Emilly Alves, Flávia Arruda, Gonçalves Júnior, Hélio Fontes, Ivon Sacramento, Júlio Ribeiro, José Oliveira, , Josman Melo, Luiz Cezar Morejon,, Magnovaldo Santos, Neto Feitosa, Terezinha Araújo, Violante Pimentel e uma tuia de gente que passou rapidinho para cubar o movimento.

Flávia Arruda, com todo carisma que tem, contribuiu para nossa alegria trazendo poemas seus, fazendo dueto com Marcelo.

A conversa extrapolou o horário, mas foi interessante o papo no cabaré do Papa.

Abraços.

R. Como você disse, a conversa extrapolou o horário.

A reunião estava tão boa que prolongamos o expediente e ficamos conversando até altas horas.

O Doutor Marcelo foi ótimo. Um poeta arretado!

Você, como gerente desse cabaré, só tem trazido gente de talento pra fazer as palestras semanais.

Parabéns! 

COLUNA DO BERNARDO