CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

RODRIGO CONSTANTINO

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

O JBF TAMBÉM É CULTURA MUSICAL

Comentário sobre a postagem SELVA / EUROPA

Antônio Brandão de Macêdo:

Observações importante (porém desconhecidas de muitos) sobre o tango:

1a. O tango nasceu no Uruguai;

2a. Carlos Gardel nasceu na Espanha;

3a. Num concurso de tango, realizado na Argentina, o casal que ganhou a competição era do… Brasil.

* * *

Cena do filme “Perfume de Mulher”, com Al Pacino.

DEU NO TWITTER

DEU NO UOL, AQUELA PÁGINA DA FOLHA

* * *

Atenção entregadores, motoboys, mototaxistas e cidadãos que dependem da motocicleta pra se deslocar ou pra ganhar a vida:

Joguem fora essa engenho assassino e poluidor.

Pelo visto, os motoqueiros, de todos os tipos, são os genocidas da vez.

Antes de Bolsonaro, eram assim as matérias do UOL:

PERCIVAL PUGGINA

A CENSURA E O PODER DAS REDES SOCIAIS

Ministro Clarence Thomas, da Suprema Corte dos Estados Unidos

Ninguém nega, hoje, que as redes sociais descortinaram imenso território para que a liberdade de opinião possa ser exercida. Abriram a porta para que milhões de “fotógrafos” e “cinegrafistas”, com suas câmeras, seus flagrantes e seus registros chegassem até o mais longínquo ponto de acesso proporcionado por um provedor de internet.

Os efeitos foram imensos! Novos atores surgiram na política dos povos em função de sua habilidade de operar tais recursos, com a vantagem de fazê-lo a custo irrisório. A liberdade de expressão ganhou seu mais amplo sentido. Novas celebridades surgem a cada dia.

Os grandes veículos, as grandes redes de comunicação sentiram de imediato a perda de influência junto à opinião pública. O que antes, de modo patrulhado e mesquinho, era representado pelo pequeno espaço das seções “Fale conosco” ou “Opinião do leitor”, foi substituído por milhões de vozes. Democratizou-se o direito de dar vida e palavra ao pensamento, ainda que, não raro, em modo caótico.

Não demorou muito para que os donos dessas plataformas, as chamadas Big Techs, cedessem à tentação de patrulhar essas opiniões. Afinal, aquilo não lhes pertencia? Por que aceitar que fossem usadas como espaço público se aconteciam em plataformas privadas? E começou a censura! Aliás, a tentação era inevitável. Afinal, quem ganhava o debate político nas redes sociais era majoritariamente avesso à linha “progressista”, à Nova Ordem Mundial e à reengenharia humana e social por elas pretendida.

Ganha destaque, então, a opinião do ministro Clarence Thomas da Suprema Corte dos Estados Unidos num processo entre Trump e o Twitter em abril deste ano. A opinião do ministro está inserida no processo, mas as características dessa ação não dão a ela uma amplitude geral de aplicação. Em síntese, porém, proporcionou um alerta ao Congresso, denunciando estarem as plataformas “patrulhando o que é dito em seus sites”, e informando “não ser direta a aplicação das antigas doutrinas às novas plataformas digitais”.

Eis um desafio aos legisladores. Há um entrevero entre o princípio da liberdade de expressão, do direito de propriedade e da liberdade de mercado. Talvez seja essa uma das mais complicadas tarefas para parlamentares e tribunais nestes novos tempos. Não há dúvida de que juntando o poder de comunicação nas plataformas com o direito de censura às opiniões gera-se um poder monstruoso, capaz de produzir grande estrago antes de o mercado resolver a encrenca criando alternativas com poder equivalente. Ou, na analogia utilizada pelo juiz Clarence para caracterizar tal dificuldade: pode-se atravessar um rio a nado ou por uma ponte…

DEU NO JORNAL

JORNALISTAS DA GLOBO

Deu na página do Jornal Nacional:

“A partir desta quinta-feira (10), nos intervalos da programação, a Globo vai dividir com você alguns momentos da intimidade de nós, jornalistas. Algumas conversas que tivemos fora do ar, longe dos olhos e dos ouvidos do público que acompanha as notícias na Globo, no G1, na GloboNews, na CBN, nos jornais O Globo, Extra e Valor Econômico. Você vai ouvir mensagens de áudio de celular que nós trocamos com parentes nossos, com as nossas famílias.”

Leia matéria completa clicando aqui.

* * *

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

NACINHA – CUIABÁ-MT

Caro editor e amigos leitores,

Não foi por velocidade.

Bolsonaro foi multado por excesso de popularidade.

A motoceata foi um sucesso espetacular, registrado no Guinness como recorde mundial.

Mas a resposta da motoceata veio rápido.

Os petistas fizeram a burroata, conforme está na foto.

DEU NO JORNAL

MULTIDÃO EM MOTOCIATA

Alexandre Garcia

O grande acontecimento desse final de semana foi a motociata a favor do governo federal em São Paulo. Aliás, foi o maior acontecimento do mundo. Nunca se viu no planeta terra uma tal concentração de motos.

O discurso que o presidente fez ao final do passeio foi uma prestação de contas. Finalmente eu entendi porque o general Rego Barros não durou como porta-voz do governo, porque Bolsonaro não precisa de um.

Não é do feitio e nem do temperamento de Bolsonaro ter alguém falando por ele. O presidente quer um contato direto com a população. Ele faz isso todos os dias ao conversar com quem está na frente do Palácio do Alvorada.

Portanto, ele não precisa de um intermediário e um secretário de imprensa. Não adianta. Ele precisa conversar diretamente com o público dele, como foi na campanha eleitoral. Durante o discurso ele não citou a eleição, ele só prestou contas para quem o apoia.

A gente nunca viu um presidente fazendo esse tipo de prestação de contas, porque todos faziam à distância. Nós já tivemos presidentes distantes e de biblioteca e que só fazia contato por televisão. Mas Bolsonaro faz contato todos os dias, inclusive, via rede social. Bolsonaro é atualizado e contemporâneo.

Eu vi pessoas que ficaram furiosas por conta da quantidade de motos durante a manifestação. Teve gente que reclamou porque a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo gastou R$ 1,2 milhão para fazer o policiamento. Mas também arrecadou bastante em imposto já que o combustível tem ICMS, os hotéis, as pousadas, os restaurantes e as padarias têm taxa de ISS.

* * *

Ministro do Turismo quer “vender” o Brasil

O turismo está ajudando e participando desse momento de tentar reerguer o país. O Brasil tem vocação turística – assim como para agropecuária – pelas belezas naturais.

O turismo sustenta a Espanha, a França e o Egito. Nós temos um número pequeno de movimento turístico, mas o atual ministro está tentando mudar essa situação.

No final de semana, o ministro Gilson Machado mostrou que tem o dom da ubiquidade. Ele foi ao Rio de Janeiro visitar três grandes parques. Um deles foi no Porto Maravilha que tem uma roda gigante maravilhosa, o outro foi o AquaRio que tem um aquário incrível, e terminou a visita no Zoológico Bioparque.

No dia seguinte já estava no Mirante das Galhetas no Guarujá (SP), crente de que o turismo vai ser talvez o número dois nesse movimento de reerguer a economia brasileira.

DEU NO TWITTER

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA