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LADRÃO SAFADO COM MANDATO SENATORIAL: COISA DE BANÂNIA

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UM CANALHA TENTANDO ENCURRALAR UMA CIDADÃ EXEMPLAR

A PALAVRA DO EDITOR

PARA OS FELAS-DA-PUTA

Este vídeo é um oferecimento do Editor desta gazeta escrota para os canalhas, safados, cretinos, imbecis, estúpidos, lorpas, hipócritas, babacas, covardes que estão tentando massacrar a brava, indômita e sábia cientista Dra. Nise Yamaguchi naquele circo fétido chamado CPI da Covid, composto por uma súcia repulsiva.

AUGUSTO NUNES

BOULOS PIOROU NA PANDEMIA

O Guilherme Boulos pré-pandemia jurava que existe no país uma imensidão de trabalhadores sem teto. O Guilherme Boulos pós-pandemia resolveu que os brasileiros deveriam ficar em casa. Como pode ficar em casa quem não tem casa?, estranharam cabeças sensatas. O candidato do PSOL a qualquer coisa explicou que há várias maneiras de ser um sem-teto. Pagar alugueis escorchantes é uma delas. Outra é morar de favor na residência de um parente. Haja vigarice.

O Guilherme Boulous pré-pandemia vivia no meio de aglomerações – ora invadindo propriedades alheias, ora montando acampamentos nas calçadas das grandes cidades. O Guilherme Boulos pós-pandemia juntou-se aos loucos por um lockdown pelo menos até domingo passado, quando deu as caras na Avenida Paulista para berrar palavras de ordem contra Jair Bolsonaro. Até então, estimular aglomerações era, segundo Boulos, método privativo de um genocida disposto a tudo para expandir o massacre.

Convidado a justificar-se, Boulos ajeitou a máscara e garantiu que foram respeitadas as medidas de distanciamento social. Como todos protegeram o rosto e ficaram a exatamente um metro e meio uns dos outros, nem um único e escasso manifestante correu o risco de infectar-se. Mas continua achando que tais cautelas não bastam para manter abertos estabelecimentos comerciais. Mesmo com distanciamento social, bares e restaurantes são tão perigosos quanto motocicletas roncando a favor de Bolsonaro. Haja hipocrisia.

Aqui entre nós: Boulos já fez o suficiente para virar conselheiro especial de Renan Calheiros na CPI do Senado.

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UM SENADORZINHO BOSTA DE UMA REPUBLIQUETA BANÂNICA

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SERENATA – Cecília Meireles

Permita que eu feche os meus olhos,
Pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora,
E cantando pus-me a esperar-te.
Permita que agora emudeça:
Que me conforme em ser sozinha.
Há uma doce luz no silêncio,
E a dor é de origem divina.
Permita que eu volte o meu rosto
Para um céu maior que este mundo,
E aprenda a ser dócil no sonho
Como as estrelas no seu rumo.

Cecília Benevides de Carvalho Meireles, Rio Comprido-RJ, (1901-1964)

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VIOLAÇÃO DE DIRETRIZES INTERNETEIRAS

Viraliza (onde ainda é possível) um vídeo sobre a “isenção” do Instagram.

Uma mulher publica sem problemas o post “Bolsonaro genocida”.

Mas ao digitar “Lula genocida”, é barrada com a frase “pode estar violando nossas diretrizes”.

Diretrizes petistas, faltou dizer.

* * *

Lula não é genocida.

O fato de ter ele dito que “ainda bem que a natureza criou esse monstro chamado coronavirus”, não significa que ele deseje a morte de toda a humanidade.

Seus discursos são sempre lógicos, coerentes e bem fundamentados, como sabemos todos nós.

Lula fez apenas um raciocínio filósofíco vermêio-istrelado, escudado na equipe dilmaico-científica que lhe assessora.

Só isto.

COLUNA DO BERNARDO

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O NÚMERO FOI DETERMINANTE

O senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, se filiou nesta segunda-feira, 31 de maio, ao Partido Patriota.

Flávio deu a entender que seu pai, o Presidente Jair Bolsonaro, também vai se filiar ao mesmo partido.

Flavio Bolsonaro com Adilson Barroso, presidente do Patriota, no ato de filiação

* * *

A Editoria do JBF apurou, junto à assessoria do senador Flávio Bolsonaro, que o  Patriota foi escolhido a propósito.

Isto por conta do chamado “número eleitoral”.

Que no caso do Patriota é 51.

A estratégia é fazer com que até mesmo Lula vote em Bolsonaro ano que vem.