COLUNA DO BERNARDO

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

EDITOR AMOSTRADO

Comentário sobre a postagem SÓ AQUI É QUE O LEITOR DIZ MESMO

Sab Cury:

Parabéns Luiz Berto.

Um dos últimos bastiões da Liberdade.

* * *

Nota do Editor:

Bastião da Liberdade.

Fiquei ancho que só a peste!!!

Dei destaque a este comentário por uma única razão:

Só pra me amostrar!

Desde quando era menino que Quiterinha já dizia que eu era muito inxirido e metido a besta.

Tava certíssima!

AUGUSTO NUNES

O “EXÉRCITO DO STEDILE” CAPITULOU SEM LUTA

Por tratar como caso de polícia o que era uma questão social, o presidente Washington Luis antecipou a chegada à senilidade precoce da República Velha, enterrada sem honras pela Revolução de 1930. Por tratarem como questão social o que é um caso de polícia, os presidentes Lula e Dilma Rousseff retardaram a chegada à maioridade da democracia brasileira.

Os líderes do incipiente movimento operário do século passado, que apresentavam reivindicações elementares, não mereciam cadeia. Mereciam de Washington Luis mais atenção. Os chefes de velharias ideológicas que se arrastam pelo século 21 berram exigências tão descabidas quanto a restauração da monarquia. Não mereciam a vida mansa que o PT lhes proporcionou. Mereciam cadeia. É o caso de João Pedro Stedile e seu minguante Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, o MST.

Se tivessem genuíno interesse pela vida de agricultor e alguma intimidade com as coisas do campo, os militantes do MST estariam lavrando a terra há muito tempo. Sempre preferiram carregar as lonas pretas das barracas pelos caminhos da destruição, que não pouparam residências, plantações e laboratórios. Se tentasse manusear uma foice, Stedile entraria para a História como o primeiro revolucionário a decepar a própria cabeça. Se resolvesse acompanhar o general com uma enxada, qualquer subordinado se arriscaria a amputar o pé.

Quando o impeachment de Dilma Rousseff começou a desenhar se, Lula resolveu falar grosso: “Se for preciso, eu chamo o exército do Stedile”, ameaçou. Sorte dele não ter chamado. Os soldados e oficiais que esbanjaram ousadia nos ataques a propriedades rurais indefesas desertaram depois da queda do governo do PT. Com o sumiço dos privilégios federais, que incluíam mesadas, verbas e cestas básicas (além da garantia de impunidade), o exército deu o fora antes que a lei começasse a ser cumprida.

Neste fim de semana, o comandante de picadeiro voltou a culpar o presidente Jair Bolsonaro pela capitulação. “Ainda existem 4 milhões de famílias do campo que gostariam de ter terra, mas não são loucas de virar bucha de canhão para a polícia, para esse Capitão insano que está por aí“, choramingou. Em 2019, as invasões foram cinco. Em 2020 houve uma. Neste ano, nenhuma.

Em 2007, primeiro ano do segundo mandato de Lula, chegou a 298 a soma dos atentados ao direito de propriedade. Em 2007, a sucessora Dilma Rousseff foi saudada por 200 invasões. As cifras começaram a baixar no governo Temer, quando os mandados de reintegração de posse deixaram de dormir nas gavetas dos tribunais ou nas mesas dos governadores amigos. Bolsonaro nem precisou agir com rigor: bastou o corte dos privilégios para avisar que a festa acabara. O general Stedile imediatamente decidiu que a melhor opção era a rendição sem luta.

DEU NO JORNAL

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

CLINT EASTWOOD – UM REPUBLICANO CONVICTO

Clint Eastwood, 90 anos, no set de filmagem de “A Mula”, no qual é diretor e ator

O ator e diretor americano Clint Eastwood, republicano de personalidade convicta, vai completar 91 anos no dia 31/maio/2021 em plena atividade.

Antes de se tornar famoso com o personagem “o misterioso homem sem nome”, criado pelo genial diretor italiano Sergio Leone para a Trilogia dos Dólares, a mais famosa tríade do spaghetti western da história do Oeste, trabalhou em pequenos papéis, fazendo pequenas aparições em filmes insignificantes, como Revenge of the Creature, Tarantula e Francis in the Navy.

Em 1958, ele conseguiu seu primeiro papel oficial no filme Ambush at Cimarron Pass, o qual considerou um filme muito peba. Em 1959, trabalhou com James Garner em um episódio da série Maverick (marca de carro da Ford) para a TV americana. A partir daí, Clint Eastwood dedicou-se somente a trabalhar na televisão com a série de western Rawhide, na qual interpretava o personagem Rowdy Yates que ele ironizava como “O idiota das planícies”).

Em 1965 Clint Eastwood foi convidado pelo diretor Sergio Leone para ser a estrela principal da Trilogia dos Dólares. Antes, o diretor Leone havia convidado o ator Charles Bronson para interpretar o personagem Loirinho, “o homem sem nome”, o qual declinou da participação, e a magna trilogia dos dólares alcançou sucesso internacional para desalento de Bronson.

Ironicamente, cinco anos depois, o diretor Sergio Leone viajou para os Estados Unidos para convencer Clint Eastwood a interpretar o personagem “harmônica” na maior epopéia westerniana da história do faroeste, ERA UMA VEZ NO OESTE, e este se recusou, tendo o diretor convidado Charles Bronson, que não perdeu a oportunidade dessa vez de interpretar um dos personagens mais instigante e enigmático do westerrn spaghetti.

Depois dessas incursões westernianas, Clint Eastwood tornou-se um dos nomes mais célebres do cinema norte-americano, ora como ator, ora como diretor, ora como produtor. Apesar da idade, ele segue na ativa como diretor e ator, fazendo longas como A Mula, O Caso Richard Jewell, Sniper Americano, Gran Torino, Menina de Ouro, Entre Meninos e Lobos, além de ser conhecido por ser o ator principal de clássicos como Três Homens em Conflito, Por um Punhado de Dólares, Por Uns Dólares a Mais, Os Imperdoáveis, entre muitos outros filmes clássicos.

Preste a estrear Cry Macho, seu futuro filme neo-western, filmado em plena pandemia, cujo drama dirigido e produzido por ele, que também é a estrela do filme. Baseado no romance homônimo de 1975 de N. Richard Nash, o roteiro foi escrito por Nash antes de sua morte em 2000 ao lado de Nick Schenk. O filme foi produzido pela Malpaso Productions de Eastwood e será lançado nos cinemas pela Warner Bros. Pictures, e digitalmente na HBO Max no mesmo dia, em algum momento de 2021.

Clint Eastwood é também notório membro do Partido Republicano, ao qual é filiado desde 1951. Ajudou na campanha de Richard Nixon à presidência de 1968 e se descreve como libertário. Votou em Arnold Schwarzenegger para governador da Califórnia em 2003 e 2006 e tem como um dos seus ícones americanos o 40º presidente Ronald Reagan que, como presidente, aplicou políticas que refletiam em sua crença pessoal de liberdade individual, fez mudanças no mercado interno, promoveu uma expansão militar e contribuiu para o fim da Guerra Fria. Denominada de a “Revolução Reagan”, sua presidência revigorou a moral norte-americana, revigorou a economia e reduziu a dependência pelo governo.

Clint Eastwood só deu um vacilou na carreira de ator: ter recusado o papel do personagem “Harmônica” em Era Uma Vez No Oeste. No mais, ele continua produtivo, criativo e mostrando ao mundo que bandido não pode ter vez numa sociedade de pessoas honestas, honradas, conforme vídeo abaixo:

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO TWITTER

RODRIGO CONSTANTINO

O MOTOQUEIRO FANTASMA

Depois de algo inusitado, que foi a direita tomar as ruas para festejar o Dia do Trabalho em homenagem ao Presidente Bolsonaro, num feriado historicamente dominado por sindicatos esquerdistas que exploram o trabalhador, foi a vez de motociclistas lotarem as ruas de Brasília em apoio ao presidente, que participou do evento. Era moto pra caramba, diga-se de passagem.

O presidente comentou: “Que desistam todos os que querem ver o povo distante de mim, ou que esperam me ver distante do povo. Estou e estarei com ele até o fim. Boa noite a todos!” A mídia preferiu ignorar mais essa demonstração pública de apoio ao governo, preferindo ou fingir que nada aconteceu, ou focar na “aglomeração” causada por Bolsonaro.

Aliás, ficamos assim ao julgar pela cobertura midiática dos últimos acontecimentos importantes: um presidente que não usa máscara e causa aglomerações é um “genocida”, enquanto traficante que mete chumbo em policial é “vítima da sociedade”. O abismo entre elite cosmopolita “progressista” e povo nunca foi tão grande.

Aliás, o esforço em politizar a morte do humorista Paulo Gustavo foi tão abjeto quanto essa tentativa de aliviar a barra para traficantes mortos, só por verem nisso uma chance de criticar Bolsonaro. O presidente já se manifestou: “Ao tratar como vítimas traficantes que roubam, matam e destroem familías, a mídia e a esquerda os iguala ao cidadão comum, honesto, que respeita as leis e o próximo. É uma grave ofensa ao povo que há muito é refém da criminalidade. Parabéns à Polícia Civil do Rio de Janeiro!”

Tão abjeta quanto essa tentativa de transformar bandidos em vítimas só para tentar atacar o presidente foi a escandalosa politização da morte do humorista Paulo Gustavo. Uma emissora que faz oposição diária e sensacionalista ao presidente foi entrevistar a mãe do humorista achando que conseguiria usar seu caixão como palco político, mas ela não colaborou muito e disse: “CORRUPÇÃO MATA, ROUBAR NA PANDEMIA É ASSASSINATO”. Parece que não era bem a manchete que a mídia queria, já que finge nem existir o “covidão”, para só responsabilizar o presidente pelas mortes.

Pegando carona no tema do “covidão”, a CPI circense continua sendo levada a sério por nossos jornalistas, que já até esqueceram quem é Renan Calheiros. O presidente do troço, um lulista de carteirinha, reclamou da participação do atual ministro da Saúde, o Dr. Queiroga, e quer convoca-lo novamente. O homem acabou de assumir a pasta, mas os senadores lulistas consideraram suas respostas “evasivas”. Poxa, o que custa o ministro falar mal do chefe?!

Enfim, é diante desse espetáculo tosco e macabro que o povo indignado resolve se manifestar. Se milhões de “robôs” já tinham lotado as ruas das principais cidades do país no sábado passado, neste domingo milhares de “motociclistas fantasmas” fizeram um baita estrondo na capital do país. O que não vemos mesmo é apoiador do corrupto Lula pelas ruas, apesar de sua incrível popularidade medida pelos institutos de pesquisas – talvez em pesquisas realizadas nos presídios ou nas redações de jornais.

O verdadeiro motoqueiro fantasma é aquele que sai gritando aos quatro ventos todo seu apoio por Lula – ou Doria, vale notar. Esse é realmente invisível. Onde está? Por onde anda? Ninguém viu!

Enquanto isso, o prefeito do Rio foi visto em bar sem máscara, e admitiu: “errei e me desculpo”. O mundo está ficando insuportável. E para quem se curva diante da patrulha, então, nem se fala. Como deve ser cansativa a vida de um hipócrita! Mas o prefeito usou a senha para receber o “perdão” e ser poupado pelos chacais da imprensa: “Não me inibirei em continuar estabelecendo as medidas necessárias para enfrentar essa doença. Os negacionistas de plantão que não se animem com meu erro”. Que canseira…

Por falar em chacais da imprensa… há as hienas adolescentes também, pelo visto. Eis a “reportagem” publicada sobre sonhos estranhos com o presidente:

Um trecho revela a idade mental da autora:

Quem é que sonha com Power Rangers?! Essa gente é bem estranha mesmo. No fundo acho que rola um tesão reprimido pelo “mito”. Uma colunista da Folha, que gosta de dar dicas de como pegar os “boys lixo” quando não está cuspindo duzentos adjetivos reservados para definir os maiores monstros da humanidade em cima de Bolsonaro, certamente sofre de paixão não correspondida. Freud explica.

Mas voltando às manifestações, outra pauta importante tem sido a exigência de um voto auditável. “Nunca houve fraude na urna eletrônica”, disse Joel Pinheiro ao condenar o voto auditável, tirando essa informação…. de sua cabeça, já que o voto não é auditável hoje. Por que essa turma teme tanto um voto que possa ser auditado? Por que desejam manter um sistema de caixa preta, que depende basicamente da confiança no TSE ou no Barroso, o mesmo que deseja empurrar a história enquanto faz lives com o imitador de focas?

Sabemos a resposta: sem voto auditável, aumentam as chances de certo corrupto repleto de companheiros supremos levar no grito. E isso mesmo tendo o apoio apenas do tal motoqueiro fantasma, que ninguém sabe por onde anda…

PENINHA - DICA MUSICAL