CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

NONATO FREITAS – PORTO, PORTUGAL

O IMENSURÁVEL AMOR DE MÃE

Quando as tempestades fustigam a cabeça dos teus filhos, mãe, eu te vejo ainda mais guerreira, indômita, a carregar nos olhos de santa todo o fogo, toda a coragem, toda a argúcia da Águia. Em tua boca, mãe, vejo correr um manancial de leite e mel que adoça os lábios de teus filhos. Em tuas mãos cravejadas de amor, o cheiro de sândalo depura a alma e traz felicidade aos corações torturados dos teus rebentos.

Para iluminar as trevas dos caminhos por onde andam as criaturas geradas no teu ventre, a natureza plantou estrelas na palma dos teus pés. No baú de minhas reminescências guardo os pincéis com que a noite esparramava o negrume das asas da Cabiúna em teus cabelos. O tempo foi passando. E com ele, aos poucos, fui aprendendo a digerir os mistérios da fiandeira a tecer, em sua faina diária e incansável, o fio da vida, a sábia lição do linho nas cordas do teu cabelo.

As palavras se exaurem, os signos se esfacelam quando destravo o ferrolho das portas do teu coração e toco neste amor incomensurável que dentro dele estremece como fagulhas do Céu. Poucos falam a língua dos enigmas que se escondem nos subterrâneos do coração de uma mãe.

Quando o Onipotente resolveu inventar o tal do amor um anjo, que nem torto era, apareceu e fez a seguinte pergunta: grande mestre, em que lugar do Paraíso o Divino vai esconder dos maus olhados tamanha preciosidade? Deus pensou, pensou, e em seguida deu a resposta: Toda esta poderosa e fosforescente fonte de luz será trancafiada no fundo de um pequeno frasco cristalino. O recipiente ficará permanentemente protegido por uma legião de serafins, para que o anjo caído nunca se atreva a lográ-lo. E assim foi feito. E assim ficou escrito nas incendiadas pedras de jaspe. E Deus acrescentou: Fica decretado que esses fundamentos são cláusulas pétreas.

Conforme lavrado em ata e passado em cartório, o termo celestial jamais, em tempo algum, será anulado ou sobre ele se levantará qualquer suspeição. Este frasco de amor total, perene e insubstituível, tem nome. É conhecido universalmente como coração de mãe.

JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

A FALTA QUE A “NEGONA” ME FAZ NO “DIA DAS MÃES”

A “Negona” continua presente em mim

Hoje peço permissão aos leitores-seguidores para falar um pouco de mim, falando da parte que já se foi, mas continua presente no DNA. Incluindo as atitudes diárias e a falta de “frescuras”. Aquela parte que ia direto ao assunto, sem “arrodeios” e sem mimimis.

Vou falar da minha “Negona”!

* * *

I

Hoje, entre beijos, bênçãos, almoços e presentes, muitos comemoram o Dia das Mães – uma festa pagã que a maioria discorda quando já não tem mais o que comemorar. Aprendi na escola, antes de Paulo Freire, que isso tem o nome de “hipocrisia”.

Pois, na parte que me toca a lembrança, ainda está viva na memória, aquela figura de 1,79m tocando com força nos punhos da minha rede, ainda sem a claridade do dia. Depois, aprendi que o nome daquele momento era “madrugada”. Carinhosamente, chamado de “madrugadinha”, ou antes mesmo que o galo cantasse.

– José, acorde. Tá na hora de tomar o purgante!

E era um purgante mesmo, na pior acepção da palavra. Eram duas colheres de sopa do intragável óleo de rícino!

Zulive! Me causa arrepios ainda hoje, só em lembrar.

Tomava o purgante e a bacia colocada debaixo da rede para aparar o mijo durante a noite, já havia sido substituída pelo penico. Era só descer da rede e fazer o serviço. Poucas horas depois, o penico estava cheio de “macarrão vivo”!

Affffmaria! Zulive, de novo!

Mas, aquele solavanco no punho da rede, dado por aquelas mãos fortes, era mais um aviso divino entre tantos que filhos e filhas podem usufruir das mães. É a necessária limpeza do corpo dos vermes absorvidos pela liberdade de andar descalço no quintal.

Melhor ainda que o intragável óleo de rícino, é a lamparina acesa colocada no caminho de cada um – filho ou filha – para iluminar a melhor direção nas coisas da vida.

O nome da criatura que faz isso, que te deu óleo de rícino, que te iluminou o caminho e que te mandou “esfregar bem as orelhas” durante o banho, é “Mãe”!

No meu caso específico, tive a liberdade de chama-la de “Negona”, para ter sempre em resposta aquele sorriso largo, como se estivesse recebendo um buquê das mais lindas rosas e margaridas.

Que falta me faz, hoje, a minha “Negona”!

* * *

II

Elza pariu um casal de filhos. Uma fatalidade surgida no caminho ceifou a vida de ambos, quando cada um já havia posto no mundo três filhos. Ao todo, seis.

Elza viveu anos de saúde e Paz. Viveu como Deus lhe permitiu.

Hoje, domingo, 9 de maio, Elza não usufrui do prazer de ouvir a acariciante palavra “mãe”.

“Vó” – é a palavra que Elza escuta!

O mundo atual dos “politicamente corretos”

Quando compreendermos que o caminho nem sempre é o mesmo para todos, seremos dignos de viver e estaremos prontos para compreender que nenhum momento ou nada será diferente daquilo que o universo divino escreve e reserva.

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO JORNAL

ACONTECEU NUMA REPUBLIQUETA BANÂNICA

O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), compartilhou neste último sábado (8), nas redes sociais, vídeo no qual uma mulher, identificada como Dona Tereza, apoia a descriminalização da maconha.

Na legenda da publicação, o magistrado escreveu que o seguinte:

“O depoimento dessa senhora vale por alguns tratados jurídicos e sociológicos. Merece ser visto com atenção e respeito”.

* * *

Atesto e dou fé: não é mentira.

Este sujeito postou isto mesmo no Twitter, se referindo ao discurso de uma militante, uma ativista do morro.

Vejam aqui o “print“:

Ele é Ministro do órgão maior da justiça deste país, o Supremo Tribunal Federal.

Mais conhecido pela sigla de SPT.

Foi nomeado por Dilma Rousseff.

* * *

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ROMILDO C. MEDEIROS – ARAGUARI-MG

Meu nobre Editor:

O senhor já ouviu falar em “direito do bandido”?

Não?

Pois ele existe.

Pelo menos para a grande mídia brasileira.

Veja o que falou este jornalistazinho de merda da CNN.

Peço que publique o vídeo completo que está em anexo por favor.

Os leitores do nosso jornal vão gostar.

Bom dia.

DEU NO JORNAL

UMA CAMBADA DE CANALHAS REPUGNANTES

Diante de operação policial no Rio de Janeiro como elevada “letalidade”, o presidente se saiu com esta: “não se enfrenta bandidos com pétalas de rosas”.

A declaração não foi de Jair Bolsonaro.

Se fosse de Bolsonaro, já haveria manifestações indignadas de ministros do STF e de políticos e jornalistas de oposição.

A declaração, naquele ano de 2007, foi do então presidente Lula, após a confirmação de 19 bandidos mortos pela polícia carioca.

Ao contrário de agora, ficaram calados em 2007 os aspones de Direitos Humanos que usam a ONU para atacar a polícia do Rio.

Na ocasião, ONGs oportunistas e políticos idem, que hoje chamam os policiais de “monstruosos”, não ousaram criticar a declaração de Lula.

* * *

Mandar essa cambada de canalhas tomar no furico é um excelente exercício pro dia de hoje.

Vai levantar o nosso astral e iluminar mais ainda este domingo de sol.

Vão vocês tudinho tomar bem no meio do olho do toba, seus babacas!!!

De quebra, vamos aproveitar pra mandar um peido bem fedorento pra estes trastes.

Peida, meu velho!!!

DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

UMA RODA DE GLOSA EM HOMENAGEM ÀS MÃES

Mote desta colunista

Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Dalinha Catunda:

A mãe vira onça ferina
Pra defender sua cria,
E clama a virgem Maria,
Pela proteção divina.
Uma mãe que desatina,
Não briga pra defender,
Filho não merece ter!
É uma mãe desalmada:
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Araquém Vasconcelos:

Mãe ê uma instituição
Onde se projeta a vida
Quem tem sua mãe querida
Dê a ela atenção
Abra o seu coração
Procure reconhecer
Todo o seu bem querer
Não a despreze por nada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Bastinha Job:

Minha mãe se foi tão cedo,
Fiquei sem o seu carinho,
Sem ela, o meu caminho
Perdeu-se em seu enredo
De tudo eu tinha medo,
Consegui sobreviver
Sem abraço a me acolher
Que orfandade malvada:
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Jairo Vasconcelos:

Mãe é uma flor do jardim
Que nunca perde o perfume
Do filho sente ciúme
Mesmo ele sendo ruim
Mamãe é o amor sem fim
Não deixa o filho sofrer
No frio quer aquecer
Quando precisa ela agrada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Dulce Esteves:

Mãe é uma escudeira
Garantindo proteção
Seu peito traz armação
Pois, assim se faz guerreira
Tem armas e faz trincheira
Seu varão vem defender
Vai à luta por prazer
Não se sente ameaçada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Rivamoura Teixeira:

Amor de mãe não se mede
Por ser fora do limite
Por isto não se admite
Duvidar pois não procede
Pra defender intercede
Pense num amor de ser
Seu carinho é pra valer
Sua vida é consagrada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

F. de Assis Sousa:

O amor é incondicional
A ternura é sem limite
Ela jamais admite
Que ninguém o faça mal
Da forma mais natural
Seu instinto é defender
Não queira pagar pra ver
Qualquer uma indignada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Vânia Freitas:

O maior amor do mundo
É aquele que recebemos
De nossas mães e sabemos
Que este amor é tão fecundo
Se tornando mais profundo
Por nada em troca querer
Mãe é um ser que faz valer
O amor a sua cria amada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Fabiana Viera:

Tem mãe que os sonhos enterra
Gestante adolescente
Abandonada e doente
Pela justiça da Terra
Vive no meio da guerra
Procura sobreviver
Pra ver o filhinho vencer
É feroz onça pintada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Creusa Meira:

Há tanta dor pra sentir
Pranto para derramar
Mãe que vai pra não voltar
Mãe que vê filho partir
Filho sem mãe, sem porvir
Sem o colo pra aquecer
Filho na creche morrer
Chacina na madrugada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Paola Tôrres:

Para viver bem a vida
Carecemos de um teto
Pão, carinho, colo, afeto
Sopro na nossa ferida
Música na despedida
Amor que nos faz vencer
Caminhos pra percorrer
Mil abraços na chegada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Chacina, ódio e desgraça
Eu vi na televisão
Uma grande comoção
Tristeza que despedaça
Tiros na rua e na praça
Sangue humano a escorrer
Ver tanta gente morrer
Estendido na calçada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Rosário Pinto:

Nossa mãe vive na lida.
Não tem dia, não tem hora
E desde o romper da aurora
Ela segue na corrida:
Fazer o bolo e a comida.
E para o filho atender,
Trabalha para prover.
À noite chega cansada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Silvinha França:

Mesmo distante é presente
Nunca foge da batalha
Derruba qualquer muralha
Quando a dor do filho sente
Pois é dela a semente
Que Deus a fez conceber
Não se deixa emudecer
Até quando não é chamada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Joabnascimento:

Do seu ventre uma semente
Ressurgiu com muito amor
Superando todo dor
A mãe o abraça contente
Num cenário comovente
O seu olhar vem dizer
Você é meu bem querer
Para toda minha jornada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Pedro Sampaio:

Quando uma Mãe se consome
Pro Filho satisfazer
Ela deixa de comer
Mas do Filho mata fome
Tudo faz pelo seu nome
Também pra lhe socorrer
Não importa o padecer
Nem que seja massacrada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

Dalinha Catunda:

Uma mãe que é ciente
Que seu filho é maltratado
Morreu por não ser cuidado
Não posso chamar de gente
Não passa de uma serpente
É cobra! posso dizer,
Em vida vai padecer
Jamais será perdoada
Um filho é coisa sagrada
Mãe morre pra proteger

DEU NO TWITTER

VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO

HOMENAGEM ÀS MÃES

Por uma convenção delicada e poética, o segundo domingo de maio é consagrado às Mães. 

É por isso que hoje, dia 9 de maio de 2021, homenageio aqui todas as mães, na figura inesquecível de Dona Lia, minha saudosa e querida Mãe.

O “Dia das Mães” é um dia de alegria para uns, e de profunda saudade para outros. Mas, antes de tudo, é um dia de reflexão, agradecimento e louvor a Deus.

Trago no coração um cravo branco, que representa a saudade da minha Mãe, transformada em flor.

Aos olhos de minha alma, desfila, no dia das Mães, uma legião de abnegadas criaturas, dignas de respeito, admiração, e, às vezes, também de pena. São as Mães.

No meu pensamento, vão passando, uma por uma.

Homenageio as Mães, na verdadeira acepção da palavra:

Mães batalhadoras, que lutam desesperadamente pela felicidade dos filhos, e os defendem como verdadeiras leoas;

Mães, que ainda hoje tem gravado na retina, o primeiro sorriso que iluminou o rosto do seu filho, agora já adulto;

Mães que, neste momento, estão curvadas sobre o leito do filho enfermo, implorando a Deus que lhe salve a vida;

Mães jovens, quase meninas, vítimas do problema da prostituição infantil, que embalam no berço um ser pequenino, e sempre cantam com vontade de chorar;

Mães aflitas, que, chorando, esperam que seus filhos saiam da prisão, onde cumprem pena, por crimes que elas não acreditam que tenham cometido. A miséria os arrebatou de seus braços, jogou-os nas ruas, e os transformou em temidos marginais;

Mães que, prematuramente, perderam seus filhos, e tentam abafar a sua dor, com gemidos e lamentos. Sei que elas os veem em sonhos, e os acariciam num doce enlevo. Mas, quando despertam, tornam a mergulhar na dolorosa saudade;

Mães velhinhas, que passeiam, tropegamente, os seus últimos anos, ou seus últimos dias, pelos pátios silenciosos e tristes dos asilos. Os filhos as esqueceram e lhes deram uma morte antecipada.

Quando a mãe beija o filho, sua alma se ajoelha. Há no seu beijo a multiplicação da vida e o calor dos grandes ideais. Se o filho sofre, seu beijo tem o sabor de todas as consolações, pois a mãe absorve, integralmente, as suas dores.

Se o filho está feliz, seu beijo é de alegria; anima-o, nesse instante, com um turbilhão de esperanças. Somente seus lábios sabem dizer a verdade e proferir palavras que salvam e abençoam.

O coração dessas mães é um relicário precioso, onde está guardado o mais puro dos amores.

No dia das Mães, o olhar de todas elas se enche de luz e esperança. Há, em torno delas, um murmúrio constante, um sussurro de vozes amigas, que ecoam em seus corações.

E elas acreditam que seja a voz dos seus filhos, que, perto ou distante, repetem:

– A BENÇÃO, MINHA MÃE!

DEU NO JORNAL

ISSO OS CANALHAS NÃO DIVULGAM

A semana começa com uma ótima notícia: o governo federal já garantiu doses suficientes de vacinas contra a Covid para aplicar ao menos uma dose em todos os 77 milhões de brasileiros incluídos no grupo prioritário.

Isso foi possível graças à entrega de quase cinco milhões de doses pela Fiocruz e Instituto Butantan semana passada, elevando a 80 milhões o total de doses disponibilizadas ao Plano Nacional de Imunização.

Antes da nova entrega, o governo tinha disponibilidade de 75,6 milhões de doses, das quais 66,7 milhões já haviam sido entregues aos Estados.

O Brasil já aplicou ao menos uma dose em 35 milhões de pessoas e agora foca em pessoas de 18 a 59 anos com comorbidades e deficiência.

* * *

Esse é o tipo de notícia que não sai no Jornal Nacional de jeito nenhum.

A grande mídia funerária-oposicionista, tendo à frente a falida GloboLixo, fica caladinha diante destes números.

Ainda bem que tem a nanica mídia, liderada por esta gazeta escrota, pra divulgar este fato auspicioso.

Entre a segunda, 3, e a sexta, 7, o Brasil aplicou a média de 991.506 doses diariamente.

Quase um milhão por dia.

Um excelente domingo pra toda a comunidade fubânica!