PERCIVAL PUGGINA

COLONIZADOS, EM PLENO SÉCULO XXI!

Ah, essas duras realidades sociais, políticas e econômicas! É dureza ser uma sociedade esmurrada pelos fatos como acontece no Brasil. Estevão Pinheiro, com seu humor ácido, construiu uma frase aplicável à nossa situação: “Depois de as coisas irem de mal a pior, começa o ciclo de novo”. Ponderemos objetivamente a situação.

Pergunto: nosso panorama social é desolador porque as pessoas não querem viver em melhores condições, ganhar mais, trabalhar mais, cuidarem melhor de si mesmas, dependerem menos do Estado? Socorre-nos, aqui, o humor do argentino Quino e sua personagem Susanita, nas tirinhas da Mafalda, quando diz algo mais ou menos assim: “Não sei o que passa na cabeça dos pobres. Como se não bastasse ganharem pouco, ainda consomem artigos de má qualidade”.

Susanita está errada, claro. Os pobres se dariam melhor na vida se a economia tivesse um crescimento mais acelerado, com maior geração de postos de trabalho. Segundo Ronald Reagan, esse é o melhor programa social do mundo.

Então, pergunto: a economia anda lentamente porque falta gente para trabalhar, por que falta aos empresários vontade de ganhar dinheiro, porque o mercado não quer comprar o que produzimos? Claro que não. A economia vai mal por causa da política, com sua sequela de males: instabilidade, décadas de gasto público constantemente superior às receitas inconstantes (imprudente criação de despesas permanentes). Vai mal porque a Constituição de 1989 pretendeu criar num país pobre, por força de lei, um Estado de bem estar social. Vai mal por causa do gigantismo do aparelho estatal. Vai mal por falta de sintonia entre os objetivos que mobilizam os poderes de Estado e os de seu soberano – o povo brasileiro,

O fato que me traz a este artigo é a súbita percepção de que o aparelho estatal como um todo, os poderes e a administração pública nos três níveis da Federação colonizaram o povo brasileiro. Subsistem do extrativismo que exercem sobre os recursos que a sociedade produz. Esse monstro tem vida própria e subordina a sociedade ao seu querer graças a um escancarado complô entre o Congresso Nacional eleito em 2018 e essa sequela do petismo em que se transformou o outrora digno e respeitável Supremo Tribunal Federal.

Então, na minha perspectiva, se a causa de nossos problemas tem nome e endereço conhecidos, é para ali que devem convergir as ações corretivas. Não faltam obstáculos a essa tarefa. Os grandes mecanismos influenciadores das opiniões e das condutas sociais são os que atuam no plano da cultura, dos meios de comunicação, da Igreja e das escolas em todos os níveis de ensino. E esses, como se sabe, estão aparelhados pelos “progressistas” inimigos do progresso, agentes de nosso atraso. Todos eles, cada um a seu modo, nos colonizaram.

De nada valerá qualquer ação que chegue ao endereço errado. Preservar o modelo institucional, a regra do jogo político, significa manter o colonialismo do Estado sobre os cidadãos e seus bens e… aguardar um novo ciclo para ir de mal a pior.

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

DOIS CAMINHOS… – J. G. de Araujo Jorge

Eu queria te dar minha emoção mais pura,
associar-te ao meu sonho e dividir contigo
migalha por migalha, o pouco de ventura
que pudesse colher no caminho onde sigo…

E esse estranho desejo em que se desfigura
a palavra de amor e pureza que eu digo,
– e queria te dar essa minha ternura
que às vezes, por trair-se ao teu olhar, maldigo…

Bem que eu quis te ofertar meu destino, meu sonho,
minha vida, e até mesmo esta efêmera glória
que desperdiço a cantar nos versos que componho…

Nada quiseste… E assim, os sonhos que viviam,
se ontem, puderam ser um começo de história,
hoje, são dois caminhos que se distanciam…

José Guilherme de Araújo Jorge, Tarauacá-AC (1914-1987)

XICO COM X, BIZERRA COM I

AFEPLACON

Minha Assessoria para Assuntos de Felicidade Plena e Alegrias Constantes – AFEPLACON, comandada por Bernardo Bezerra há quase 8 anos, e coadjuvada pelo jovem Vinícius, a partir de Junho de 2020, recebeu hoje, dia 29.04.21, 13 hora e 11 minutos, o reforço de seu mais novo integrante, o jovem LEONARDO, cujo curriculum registra suas qualidades naturais, entre as quais destacamos: 51,0 cm de saúde e 3,405 quilos de boniteza. Estagiou durante 9 meses no bucho de minha filha Mariana e recebeu monitoramento, influências e orientações de Clécio, seu pai, meu genro. Por aqui, eu e Dona Dulce, temos certeza que o novo integrante da XI-DUL-AMOR vai se adaptar muito bem às suas novas atividades, já sabendo que sua presença junto à nós é motivo de muito regozijo. Temos certeza que, por seu desempenho e pelas avaliações de mérito de nosso Estatuto de Carinhos e Afagos, rapidamente e de forma consistente, ele ascenderá aos mais altos escalões da organização do bem querer familiar em que ora ingressa. Seja bem-vindo, bem acolhido e bem-aceito, Léo. Obrigado por chegar.

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE

DEU NO TWITTER

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

Berto,

Com 76 páginas, de fácil leitura e recheado de fotografias, o livro Força Expedicionária Brasileira é mais um brinde que o JBF poderá oferecer aos incontáveis leitores dessa gazeta que não tem nada de escrota.

Seguramente, vai agradar bastante.

Para acessar e abrir o livro, basta clicar aqui .

DEU NO JORNAL

ARRUMADINHO VERMÊIO-ISTRELADO

O senador Humberto Costa é o representante do PT na CPI da Covid.

Ele foi enrolado na máfia das ambulâncias, que desviou R$ 2 bilhões da compra de remédios superfaturados.

Humberto Costa também foi delatado pelo ex-subsecretário de Saúde do Rio noutro esquema de desvios quando foi ministro da Saúde.

* * *

Coerência perfeita.

A quadrilha indicou um representante, Humcerto Bosta, à altura da tradição do bando mais corrupto da história pátria.

Com o aval do proprietário, o ex-presidiário Lula.

Arrumadinho impecável.

Humcerto Bosta: o “Drácula” na lista de propinas da Odebrecht

COLUNA DO BERNARDO

DEU NO JORNAL

EMPREGOS

Dados do Caged confirmaram que o Brasil gerou mais empregos formais nos primeiros três meses deste ano de 2021 que nos dois anos anteriores.

Foram 837 mil no primeiro trimestre.

Contra 644 mil em 2019 e 142 mil em 2020.

* * *

Aqui no JBF não teve desemprego algum.

Continua todo mundo empregado.

A começar por Chupicleide, secretária de redação, e o faxineiro Bosticler.

Graças à generosidade dos nossos leitores, os salários estão todos em dia, bem como a nossa despesa mensal com o hospedeiro Bartolomeu Silva.

Por oportuno, quero agradecer as doações feitas esta semana pelos leitores Paulo Marques e Boaventura Bonfim.

Vocês leitores são a força que mantém esta gazeta escrota nos ares.

Não vai faltar capim pra Polodoro, nem absorvente pra Chupicleide.

Os dois estão aqui relinchando de alegria!!!