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PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SONETO DO PREGADOR PECADOR – Bocage

Bojudo fradalhão de larga venta,
Abismo imundo de tabaco esturro,
Doutor na asneira, na ciência burro,
Com barba hirsuta, que no peito assenta:

No púlpito um domingo se apresenta;
Pregas nas grades espantoso murro;
E acalmado do povo o grão sussurro
O dique das asneiras arrebenta.

Quatro putas mofavam de seus brados,
Não querendo que gritasse contra as modas
Um pecador dos mais desaforados:

“Não (diz uma) tu padre não me engodas:
Sempre, me há-de lembrar por meus pecados
A noite, em que me deste nove fodas”!

Manuel Maria Barbosa du Bocage, Setúbal, Portugal (1765-1805)

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

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Comentário sobre a postagem NOSSOS TIGRES BRANCOS

Pablo Lopes:

Será que existem jumentos brancos?

Se existirem, será que são tão raros quanto os tais tigres brancos?

Se o forem, quero parafrasear o professor Puggina e chamar o JBF de “jumento branco” da imprensa.

Acredito que este seja um título bem mais afeto à coragem, independência e escrotidão de nossa querida Besta.

* * *

Jumento branco JBF: corajoso, independente, escroto e rinchador

Um quadrúpede galêgo que é parceiro de Polodoro

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