CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

NACINHA – CUIABÁ-MT

Sr. Editor e distintos amigos,

O Deputado Daniel Silveira não colocou dinheiro na cueca e não praticou assassinato.

Não mandou matar sua esposa, não arrastou mala de dinheiro, não tem nome na lista da Odebrecht, não fez Caixa Dois, não lavou dinheiro e não tem bunker com R$ 51 milhões.

Mas apoia o presidente Bolsonaro.

Esse foi o “crime”

Elegemos o presidente Bolsonaro, mas quem governa e manda são os 11 sinistros.

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PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

MINHA CASA – Waldir Neves

Ela é um velho chalé de toques suburbanos.
Modesta, do portão à fachada singela,
nada existe invulgar, por fora ou dentro dela,
capaz de comover sicranos nem beltranos.

Mas é a mesma onde vi, já se vão tantos anos,
pela primeira vez abrir-se uma janela
aos raios matinais da ensolarada umbela,
sublime no esplendor dos halos soberanos.

No seu mesmo aconchego acolhedor de outrora,
intensamente eu vivo, em meu “aqui e agora”,
a paz familiar e as bênçãos da amizade.

Em saudade é comum que ela more na gente;
mas Deus me deu, estranha e afortunadamente,
a ventura maior de morar na Saudade…

DEU NO JORNAL

ELES MERECEM ESSA GRANDE HONRARIA ! ! !

Considerada uma das “líderes mundiais para o futuro” pela revista Time, juntamente com Guilherme Boulos, a cantora Anitta fez uma tatuagem no ânus.

E compartilhou o vídeo, gravado na sua mansão no Rio de Janeiro.

Um amigo dela aparece dançando no chão durante o processo.

* * *

A talentosa Anitta, encarnação do que há de melhor na arte brasileira, declarou que escolheu o furico pra tatuar porque não tinha mais espaço no resto do corpo.

Certamente, a tabaca também deve estar toda decorada, colorida e entupida.

Por conta dessa iniciativa, Anitta recebeu muitas críticas na internet.

Esses reacionários conservadores de direita são uns idiotas.

Implicam e criam caso com um belíssimo ato artístico desta magnitude.

Uma grande artista moderna, Anitta, e um militante esquerdista, Guilherme Boulos, batalhador pelas causas do povo, um Roobin Hood que invade propriedades dos ricos para dividir com os pobres, merecem a indicação feita pela revista Time.

A grande imprensa mundial está afinadíssima com a grande midia jornalisteira banânica.

Anitta e Boulos, dois magníficos símbolos do Brasil revolucionário e progressista

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COMENTÁRIOS SELECIONADOS

NÃO DUVIDEM: O PETISTA É UM DOTÔ COMPETENTÍSSIMO!

Comentário sobre a postagem O PRÓXIMO PASSO

Goiano:

Esse conversê de que Toffoli não passou em concurso para juiz é uma bobagem por várias razões, sendo uma delas que dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal somente dois são juízes concursados.

A outra é que, embora a avaliação de concursos não avalie a integralidade dos conhecimentos do candidato, Toffoli foi indicado ao STF 15 anos após as reprovações, sendo fato que exerceu importantes funções jurídicas entre uma coisa e outra, inclusive o cargo de Advogado Geral da União.

Também professor universitário de Direito, inclusive o Constitucional.

* * *

Fazer baixaria e difamação dizendo que um ministro da suprema corte foi reprovado duas vezes em concurso pra juiz de primeira instância é conversê de reacionário direitista.

Entre os importantíssimos itens citados pelo comentarista Goiano para embasar a impressionante formação jurídica de Sua Excelência, foi omitido o item mais importante:

Toffinho foi advogado de Lula e do PT durante 14 anos!!!

13 + 1

DEU NO JORNAL

MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

SOBRE ARMAS, MENTIRAS E IMBECIS

Certa vez um jornalista português disse “Nesse país, o bom não é ser ministro. É ter sido.” Nessa ex-colônia do lado de cá do Atlântico, vale o mesmo, e não apenas para ministros. Ter sido deputado, ou prefeito, ou professor de universidade, ou cantor famoso, ou campeão de futebol, ou participante do Big Brother vale como uma licença vitalícia para falar bobagem.

Li na imprensa uma declaração do ex-ministro Raul Jungmann, reclamando dos novos decretos do governo sobre a compra e posse de armas:

“Ao longo da história, o armamento da população serviu a interesses de ditaduras, golpes de Estado, massacre e eliminação de raças e etnias, separatismos, genocídios e de ovo da serpente do fascismo italiano e do nazismo alemão”

Gostaria de perguntar ao jornalista imbecil que publica sem questionar uma frase como essa quais exemplos ele conhece de ditaduras que armaram a população. Para o ex-ministro, não vale a pena perguntar, é claro. Ele sabe perfeitamente que está mentindo, tanto quanto tem a certeza da impunidade. Dizer que o fascismo italiano e o nazismo alemão promoveram o armamento da população é de uma desonestidade tão abjeta que qualquer jornalista deveria se sentir obrigado a desmentí-la. Mas nesse país jornalistas não contestam, apenas publicam qualquer coisa que um ex-ministro, ex-jogador de futebol ou ex-celebridade da revista Caras diga.

Algum tempo atrás, em um site americano sobre cinema, li um sujeito, aparentemente europeu, queixando-se que os filmes “made in USA” refletiam uma sociedade “obcecada por armas”. Em resposta, outro sujeito escreveu: “Sim, nós cidadãos dos EUA gostamos muito de armas. Acontece que no século 20 mais pessoas foram mortas por seus próprios governos do que em todas as guerras que aconteceram. E um povo só pode evitar tornar-se vítima do governo se possuir uma arma para se defender.”

Fiquei tão curioso com a afirmação que fui pesquisar os números. Sim, ele está certo. A Primeira Guerra Mundial matou vinte milhões, a Segunda matou mais setenta. Segundo alguns autores, a revolução comunista na China matou cinquenta milhões de pessoas, e a revolução russa, mais sessenta. E em termos proporcionais, nenhuma guerra na história chega perto do Khmer Vermelho no Camboja, que matou aproximadamente 40% da população do país – do seu próprio país.

Todos as “ditaduras”, “golpes”, “massacres” e “genocídios” de que o ex-ministro fala foram precedidos de desarmamento da população. Uma população armada e disposta a defender sua liberdade não será nunca vítima de opressão, por uma simples questão numérica: como um pretendente a tirano vai reunir um exército maior que a população do país?

Dizem que pouco antes do início da Segunda Guerra, um general alemão conversava com um militar suíço. “Quantos homens vocês têm?”, perguntou ele. “Quatrocentos mil”, foi a resposta. “E se vocês forem atacados por um exército de oitocentos mil soldados?”, provocou o alemão. “Cada um dos nossos soldados terá que atirar duas vezes”, respondeu o suíço. A Suíça não foi atacada durante a guerra, como já havia acontecido em muitas outras guerras. Não foi por sorte: os Suíços têm uma longa tradição de estarem sempre prontos a defender sua terra e a si mesmos. Aliás, em tempos antigos, as eleições eram realizadas nas praças, e só votava quem portasse uma espada. Quem não estivesse preparado e disposto a defender o país não tinha o direito de dar palpite.

Claro que por aqui essa discussão é imaterial. Nenhum brasileiro acha que o povo deve defender-se de governos tirânicos, muito pelo contrário. O povo daqui reclama quando acha que o governo não está sendo tirânico o suficiente, ou está concedendo liberdade demais. O brasileiro acredita que faz parte de um povo que é inerentemente imaturo e irresponsável, e que deve ser vigiado, guiado e controlado em tudo que faz. Nenhum brasileiro considera a hipótese de portar uma arma para defender-se da tirania, ao contrário: acha que a posse de uma arma é uma generosa concessão do governo, que só deve acontecer se o cidadão, mansamente, se submeter a todas as exigências, burocracias e cadastros.

O ex-ministro pode ficar tranquilo: o cidadão de bem vai comprar seu Taurus de calibre obsoleto, guardá-lo descarregado no fundo de uma gaveta trancada a chave, e continuar obedecendo às ordens do governo.

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FALA, BÁRBARA!