CONSTÂNCIA UCHÔA - "IN" CONSTÂNCIAS

FORO ÍNTIMO

Abane a cabeça, levante os olhos ao teto, aperte os beiços, sopre de raiva, benza-se.

No entanto, não hesite em confessar tudo a que o amor nos condena.

Apenas a confissão, perdão pelo recurso, concederá penitência e absolvição.

Há penas…

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FRANCISCO ITAERÇO - MEUS RISCOS E RABISCOS

TUDO QUE EU PENSO

Quando os meus olhos
Solitários eles enxergam
A claridade dos templos
Veem a extensão dos Céus
No meu infantil sossego
Aí sim, eu penso em Deus

Quando o meu sorriso
De esperança ele é cheio
Quando abro os meus lábios
E acalento a minha dor
Quando feliz eu me creio
Eu logo penso no amor

Quando o que é mais belo
E o singular me encanta
Quando eu sinto o prazer
O prazer de estar aqui
Quando a luz da esperança
Vem a mim imagem santa
Juro amor, eu penso em ti.

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J.R. GUZZO

É ESQUISITO

Tem cabimento o governador João Doria, oficialmente a autoridade pública número 1 do Estado de São Paulo, sair batendo boca com um prefeito municipal, em pleno decorrer de uma entrevista coletiva à imprensa? Mais: está certo o governador ofender publicamente a sua vítima, que além de ter sido eleita ainda outro dia para o cargo, é mulher e negra? O fato é que foi exatamente isso que Doria fez: chamou a prefeita de Bauru, Suéllem Rossim, que não pensa da mesma maneira que ele sobre a covid, de “vassala” do presidente Jair Bolsonaro. O delito de Suéllem, que propõe uma quarentena menos radical em sua cidade, foi ter tido uma audiência com o chefe da nação, durante uma visita a Brasília. Que mal há nisso? Ao que se saiba, é perfeitamente legal para qualquer prefeito brasileiro falar com o presidente do seu próprio país. Não precisa ser insultado por fazer o que tanta gente faz, todos os dias.

Bauru, com os seus quase 400.000 habitantes, suas tradições e a glória de ter visto Pelé nascer para o futebol, é sem dúvida uma cidade notável – a começar por seus filhos ilustres, como o imortal inventor do sanduíche “bauru”, o jornalista Reali Jr. e o primeiro (e único) astronauta brasileiro, o atual ministro da Ciência e Tecnologia, além de muito mais gente boa. Mas, mesmo com tudo isso, Bauru continua sendo apenas um entre os 645 municípios de São Paulo; não há razão, assim, para mobilizar tão intensamente as atenções do governador do Estado, nem de levantar tanta ira de sua parte. É esquisito; não se espera que um governador de Estado, sobretudo do Estado mais importante do País, ande por aí procurando briga com um prefeito de cidade do interior, não é mesmo?

O grande problema, pelo que deu para entender, está no fato, lembrado em público por muita gente, que São Paulo tem mais mortos pela covid do que o Brasil como um todo, se forem levadas em conta as mortes a cada grupo de 1 milhão de habitantes. O Brasil, no momento em que Doria brigou com Suéllem, tinha 1.025 mortos por milhão; São Paulo estava com 1.185. Fica, então, uma pergunta de ordem prática: se o desempenho do governo federal tem sido uma calamidade tão absoluta ao longo da epidemia, como sustenta há meses o governador, por que os números de São Paulo, que ele diz ter uma gestão de altíssima competência no combate à covid, são piores que os do Brasil?

Esses números da covid, desde o começo, têm sido uma dor de cabeça permanente, para quem faz os cálculos e para quem lê; até hoje não existe um consenso sobre eles. O fato de haver mais mortes per capita, neste ou naquele país, também não quer dizer que a culpa seja dos seus governos. Afinal, a Inglaterra, a Itália e a França têm mais mortos por milhão de habitantes que o Brasil, e ninguém está dizendo que os governos de qualquer um deles esteja matando gente. De mais a mais, os números, segundo o critério usado, mudam a cada cinco minutos; também variam conforme quem faz os cálculos, quem publica as listas e qual o partido político dos calculadores. Não há razão, portanto, para achar que a doença leva em consideração o que as autoridades civis, militares e eclesiásticas acham a seu respeito, nem como contabilizam as suas mortes.

O estado de São Paulo, o mais rico do País, com mais leitos de UTI, mais hospitais, mais médicos, mais oxigênio, mais equipamento técnico de primeira linha, mais recursos e mais tudo, já teve acima de 50.000 mortos por causa da covid; os números paulistas, proporcionalmente, estão piorando os números do Brasil. Não dá para dizer que o responsável é o governador. Também não adianta nada brigar com a prefeita de Bauru.

CHARGE DO SPONHOLZ

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

VALTER M. NOGUEIRA – BARRETOS-SP

A professora cretina disse que Bolsonaro persegue pedófilos.

Ela não falou tudo. 

A militante de cátedra esqueceu de dizer que, além de pedófilos, Bolsonaro persegue também ladrões, bandidos, assaltantes, estupradores, corruptos, traficantes, assassinos e tudo quanto é indivíduo imprestável e inútil.

E ele ainda goza na cara de babacas e idiotas.

Engulam!!!!

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ARAEL COSTA – JOÃO PESSOA-PB

Berto,

Conforme os preceitos canônicos de nossa Irmandade, estou passando a confirmação de cumprimento de minha obrigação eclesial.

Reverentemente, 

R. Estimado Arael, leitor pioneiro e fiel desta gazeta escrota, sua doação já está na conta do Complexo Midiático Besta Fubana.

Gratíssimo pela generosidade, meu caro amigo.

Aproveito a oportunidade para agradecer também aos leitores Antonio R, Marcos Bernardi e Maria Elvira, que fizeram suas doações esta semana.

Vocês fubânicos são a força que mantém esta gazeta escrota nos ares!

Chupicleide está aqui de dentes arreganhados, feliz e faceira, certa de que vai receber integralmente o salário deste mês de fevereiro.

Abraços e um excelente domingo!!!!