DEU NO JORNAL

PERIGOSA DENÚNCIA DO ESTADÃO

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Absurdo!!!

Depois de comer sem máscara e escovar os dentes sem máscara, agora vai nadar sem máscara.

Só falta ir cagar no banheiro sem usar máscara.

Que presidentezinho irresponsável que só a porra.

É de lascar!

O STF tem que tomar uma providência urgente.

Prova fotográfica da irresponsabilidade de Bolsonaro: nadando sem máscara

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DORINHA – JOÃO PESSOA-PB

Vejam só,

Bolsonaro nada com banhistas.

Dória manda polícia jogar bomba em banhistas.

Quem a imprensa trata como ditador?

Bolsonaro.

Vão tomar no olho da goiaba, seus idiotas felas da puta!!!

R. Cara leitora, se você está mandando tomar no olho da goiaba as redações da Rede Globo, da Folha de S.Paulo e de toda a mídia mortuária, conte com a solidariedade do jumento Polodoro.

Ele disse que está à disposição pra concretizar a sua praga e arrebentar tudo quanto é prega do olho da goiaba desses caras.

De quebra, Polodoro disse que ainda bota no furico dos fubânicos que estão postando, aqui nesta gazeta escrota, lindas palavras em defesa do xibungo Doria, atualmente escondido nos Zistados Zunidos.

Aqueles fubânicos que ficam chamando nós outros, os machos com discernimento, de vergonha na cara e boa saúde mental, de “homofóbicos” (argh!!!)

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COMENTÁRIOS SELECIONADOS

LEITOR GAÚCHO PEDE BIS

Comentário sobre a postagem CONSTÂNCIA UCHÔA – CAICÓ-RN

Jaime:

Basta ter-se um mínimo de sensibilidade para que o tropel das emoções, arrebentando as porteiras, explodam no peito.

Aqui no sul, poetas assim, os denominamos “pajadores”.

Admirado, vejo que o nordeste os tem também.

Emocionante!

Quero mais!

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PERCIVAL PUGGINA

CIRANDA EM TORNO DOS COFRES PÚBLICOS

O moço na TV era um de muitos, no mundo acadêmico e nos meios de comunicação, que fazem análise marxista até sobre chinelo velho. Em toda oportunidade se referem aos artefatos e serviços de proteção que usamos como se equivalessem às defesas com que os grandes traficantes se cercam em seus bunkers.

Descrevem uma realidade que domina a paisagem urbana das cidades brasileiras, como sendo coisa de gente preconceituosa, paranoica e indiferente à miséria alheia. Dizem-nos assim: “Vocês se isolam do mundo, cultivam preconceitos, matriculam os filhos em escolas particulares também protegidas por grades e agentes de segurança”. No entanto, bem sabemos todos quanto esses cuidados são indispensáveis num país onde o crime espreita em cada esquina, porta de garagem, restaurante ou agência bancária.

A espiral ascendente da bandidagem não para de se ampliar desde que a análise marxista substituiu a lei pela tolerância ideológica às suas práticas. Ao mesmo tempo, o Estado passava a gastar mais e mais consigo mesmo do que com suas funções essenciais. A violência aumenta pelo simples fato de que há criminosos em excesso circulando livremente em nossas ruas e estradas. E o sujeito da telinha, embora não tenha referido isso, certamente afirmaria, se lhe ocorresse, que “prender não resolve”. Claro que só prender não resolve, mas, ainda assim, resolve mais do que a impunidade, resolve mais do que o “não dá nada”.

Outro dia escreveu-me um leitor queixando-se dos golpistas que telefonam pedindo dinheiro através do Whatsapp (truquezinho idiota que virou uma praga). Respondi a ele que isso só acontecia porque quando viesse a ocorrer a improvável prisão de um tipo desses, não faltaria quem mandasse soltá-lo com méritos de bom cidadão por se dedicar a um golpe de tão baixa lesividade.

Sujeitos como o de nariz torcido na telinha da tevê querem provar, com ares solenes e doutas perspectivas, que somos os réus dos crimes que contra nós praticam; que somos uma espécie de celerados sociais, atemorizados com as consequências dos males que advêm de nossa resistência às suas fracassadas utopias, às suas estrelas e bandeiras vermelhas. Proclamam que existem pobres porque existem ricos.

Rematadas tolices! Todo o posto de trabalho vem da riqueza gerada pelo setor privado. Todo! Inclusive o emprego público, remunerado pelos tributos incidentes onde haja produção. O Estado é um gastador da riqueza gerada por quem produz. O que mais esperam os desempregados nos países em crise devido à pandemia é que suas economias nacionais comecem a vender, as empresas privadas a produzir e a reempregar, e a sociedade volte a consumir. Há alegria nos mercados quando os indicadores apontam sinais positivos no mundo dos negócios.

O que os adoradores do Estado, que sonham com voltar ao poder e dançar ciranda em torno dos cofres públicos, não contam para você, leitor, é que a verdadeira concentração de renda, nociva e ativa, empobrecedora, que paralisa a atividade econômica como picada de cascavel derruba a vítima, é o Estado que se apropria de quase 40% do PIB nacional. Aí está a causa da pobreza do pobre: o Estado, esse concentrador de renda nas próprias mãos. O Estado, que, mesmo quando não se deixa roubar, sustenta obrigatoriamente incontáveis cortes, gastos secretos, luxos inauditos e extravagantes comitivas. Como não poderia deixar de ser, esse Estado entrega aos pobres do país, em péssimas condições, a Educação, a Saúde e o Saneamento que, se bons fossem, lhes permitiriam sair da miséria e cuidar bem de si mesmos.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

BOAVENTURA BONFIM – FORTALEZA-CE

Caro Berto,

Para acalorar a memória, envio-lhe dois vídeos em que “intelectuais” de todos os matizes, arvorando-se em arautos da verdade absoluta, proclamam este veredito:

Bolsonaro jamais será eleito, ele nunca será presidente!

Vale a pena recordar!

Vejamos:


COMENTÁRIOS SELECIONADOS

BESTA É QUEM NÃO LÊ A BESTA

Comentário sobre a postagem L’ARMATA BERTOLEONE (O INCRÍVEL EXÉRCITO DE BERTOLEONE)

Nelson Dias de Azevedo:

Em texto recente (Linha de Conduta), publicado aqui no mundo fubâncico, o excepcional JRGuzzo exemplifica o motivo do Jornal da Besta (besta é quem não acessa o JBF) Fubânica possuir tantos leitores fieis.

Escreveu ele:

“O começo, o meio e o fim dessa história toda se resume numa noção bastante simples: um órgão de imprensa não vive nem morre em função do que publica ou deixa de publicar, e sim em função da confiança que os leitores têm ou não têm nele. (…) ou o público confia ou vai embora sem dizer nada, e em geral não volta nunca mais”.

Ótimo ano para o editor-chefe e a todos os colunistas iluminados que dão expediente nesta gazeta maravilhosa.

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