DEU NO TWITTER

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JESUS DE RITINHA DE MIÚDO – ACARI-RN

Amigos do JBF:

Vejam só esta notícia:

Leia a matéria completa clicando aqui.

Imagine esses jornalistas de esquerda – maioria no Brasil – morando na China, se teriam liberdade de falar tanta abobrinha contra um governo comunista que eles tanto almejam.

Ou se teriam coragem para divulgarem tantos fake news no mesmo governo.

Se por falar a verdade a jornalista foi presa, imagine se mentisse e caluniasse tanto quanto essa imprensa abjeta do nosso país.

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

ESCLARECIMENTO

Comentário sobre a postagem ALGUÉM SABE?

Marcos Mairton:

Amigos,

Apesar da aparente ironia contida na pergunta contida no tuíte ora em destaque, cabe o esclarecimento de que não é uma questão de diferenciar homicídio de feminicídio.

Por quê?

Porque o feminicídio é uma espécie de homicídio.

Tanto assim que ele é tipificado no art. 121 do Código Penal, tanto quanto o homicídio.

O que acontece é que os parlamentares entenderam que havia necessidade de punir de maneira específica o homicídio praticado “contra a mulher por razões da condição de sexo feminino”.

Aprovaram então uma lei que aumenta a pena do homicídio, quando este se carateriza como feminicídio. A então presidente da República sancionou a lei, e agora o feminicídio faz parte do Código Penal.

Aliás, o Código Penal prevê varias outras situações que são consideradas homicídio qualificado, aumentando a pena.

Nada demais, portanto, que a lei penal trate de maneira específica situações nas quais homens, especialmente maridos, ex-maridos, namorados e ex-namorados tiram a vida de mulheres com quem mantém ou mantiveram um relacionamento afetivo.

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

SONINHA – A GUERREIRA QUE NÃO CUIDOU DO CÂNCER

Soninha e este colunista em charge feita por W. Santos em 2006

Por sugestão do eminente jurista, Dr.º José Paulo Cavalcanti Filho, advogado no Recife, ”exemplo do pensamento cartesiano, do profundo conhecedor do Direito, do texto ao mesmo tempo de clareza e de profundidade, que brinca com as palavras na mesma intensidade com que cita um artigo da Constituição”, colunista do Jornal da Besta Fubana (JBF), do Jornal do Commercio e de O Globo, e autor de vários livros, entre eles: Aos Amigos Tudo (poesia), Informação e Poder; O Mel e o Fel; Somente a Verdade e a obra-prima: FERNANDO PESSOA – UMA QUASE AUTOBIOGRAFIA, criei coragem para contar uma história real e dolorosa que, passados mais de dez anos da realidade fatídica, até hoje me angústia, me deixa atônito, deprimido, provando que o melhor da vida é vivê-la intensamente, conforme sábias palavras do poeta Fernando Pessoa, que Soninha repetia sempre com otimismo quando viva, por isso mesmo encantou-se feliz, em paz consigo mesma, com suas convicções de que só o trabalho, a determinação, a perseverança, a honestidade, dignificam o homem.

“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.”

Em 2007, Soninha foi até a clínica de sua ginecologista particular fazer um check-up, principalmente na parte atinente ao câncer de mama. Depois que a médica a analisou, suspeitou de alguns nódulos pequenos nos seus mamilos, imediatamente a encaminhou para uma oncologista.

Chegando à oncologista indicada, Soninha foi submetida a uma ressonância, tendo a médica mastologista realizado uma biópsia com agulhas em um dos seios dela, mas nada de grave naquele momento fora detectado nos nódulos, segundo resultado da biopsia.

De posse do resultado da mamografia e da biopsia, Soninha retorna à sua ginecologista e esta, analisando o resultado do exame de mama e outros solicitados, como: ultrassom pélvico, papanicolau, rastreamento infeccioso, colposcopia, citologia e microflora vaginais e não vislumbrando nada grave nos exames, pediu que ela retornasse para casa e a intimou a voltar ao consultório médico no máximo em seis meses, impreterivelmente já que havia histórico de câncer mamário na família materna.

Trabalhadora compulsiva, workaholic, Soninha linda, inteligente, corpo escultural e duma beleza interna e externa ímpares, tendo de trabalhar mais de doze horas por dia, de domingo a domingo e feriado, para sobreviver, pagar impostos ao governo e viver com dignidade com o que sobrava, deixou passar in albis o retorno à clínica ginecológica de sua médica. Dois anos depois é que volta consultório da médica devido a uns incômodos nos seios.

Chegando à clínica de sua ginecologista com hiato de mais de dois anos, a médica espantou-se com o descaso de Soninha com a sua saúde. E passou a examiná-la e, para seu espanto, os tumores malignos haviam crescidos, multiplicados e, conforme o resultado da mamografia realizado naquele momento, o câncer já havia se enraizado, chegado à metástase! Daí começou o drama impiedoso, devastador, cruel, sofrimento sem fim para ela.

Depois do resultado do exame letal, iniciou-se o tratamento: quimioterapia, radioterapia, com seus resultados quimioterápicos devastadores que foram deixando Soninha frágil, magra, pálida, vulnerável a qualquer vírus e bactérias, e totalmente careca. Qualquer pessoa que a conhecesse antes e a visse depois do início da quimioterapia entrava em depressão com tamanho sofrimento sem fim e desfiguração total! Não há fingimento na dor!

Depois de um ano de agruras, dores e sofrimentos com idas e vindas ao Hospital do Câncer de Pernambuco, o quadro clínico de Soninha se agravou e ela teve de ser internada por ordem médica.

Com dois meses de internamento a metástase tornou-se irreversível e os médicos do hospital que cuidavam dela, percebendo que não havia mais chance para vencer o maldito, mandou chamar a família e anunciou o que ninguém gostaria de ouvir: ela só tem um mês de vida! Aproveitem o máximo para externar o amor que sentem por ela. E tudo foi feito na santa paz do afeto. “A Indesejada das gentes a qualquer momento pode chegar para levá-la!” – sentenciou o médico!

Antes de deixar esse mundo material e ir-se para o outro lado do desconhecido, Soninha chamou-me a mim, à família e às enfermeiras do hospital para externar uma preocupação: que todos ali se comprometessem a cuidar bem de sua filhinha de quatro anos, que não deixassem lhe faltar nada, que lhe fosse dado carinho, afeto, educação, formação, e bons modos de vida: honradez, respeito, trabalho e honestidade. Foi quando a freira e enfermeira-chefe do hospital, no gesto da mais pura grandeza, de amor, de afeto e do valor social à família, encostou-se ao ouvido dela, e num geste do mais puro amor profissional, lhe falou:

– Fique tranquila, minha filha! Descanse em paz! Sua filhinha terá o mesmo amor que você dispensava a ela, por todos que a amam!

Bastou a freira dizer isso, com a assistência de todos que estavam presentes, para ela se virar de lado com o semblante lindo, e a certeza de que sua filhinha ia ser tão bem cuidada como Anamaria, filha de Olívia com Eugênio Pontes, do antológico romance Olhai os Lírios do Campo, do romancista Érico Veríssimo, o qual Soninha já havia lido umas trinta vezes, e partiu desta sorrindo para o outro lado do desconhecido. Parou de sofrer!

Quando da retirada do corpo da cama e a preparação para pô-lo no esquife, dentro da simplicidade suplicada por ela dizendo em vida não querer ostentação à sua última viagem ao infinito, os profissionais do hospital encontraram por baixo do seu travesseiro o referido romance que ela tanto admirava, com a página aberta na carta de Olívia a Eugênio Pontes, com essa passagem grifada à caneta azul marca-texto:

“Quero que abra os olhos, Eugênio, que acorde enquanto é tempo. Peço-te que pegues a minha Bíblia que está na estante de livros, perto do rádio. Leias apenas o Sermão da Montanha. Não te será difícil achar, pois a página está marcada com uma tira de papel. Os homens deviam ler e meditar esse trecho, principalmente no ponto em que Jesus nos fala dos lírios do campo que não trabalham nem fiam e, no entanto, nem Salomão em toda sua glória jamais se vestiu como um deles.”

“Está claro que não devemos tomar as parábolas de Cristo ao pé da letra e ficar deitados à espera de que tudo nos caia do céu. É indispensável trabalhar, pois um mundo de criaturas passivas seria também triste e sem beleza. Precisamos, entretanto, dar um sentido humano às nossas construções. E, quando o amor ao dinheiro, ao sucesso nos estiver deixando cegos, saibamos fazer pausas para olhar os lírios do campo e as aves do céu.”

“Não penses que estou fazendo o elogio do puro espírito contemplativo e da renúncia, ou que ache que o povo devia viver narcotizado pela esperança da felicidade na “outra vida”? Há na terra um grande trabalho a realizar. É tarefa para seres fortes, para corações corajosos. Não podemos cruzar os braços enquanto os aproveitadores sem escrúpulos engendram os monopólios ambiciosos, as guerras e as intrigas cruéis. Temos de fazer-lhes frente. É indispensável que conquistemos este mundo, não com as armas do ódio e da violência e sim com as do amor e da persuasão. Considera a vida de Jesus. Ele foi antes de tudo um homem de ação e não um puro contemplativo…”

“De que serve ao homem construir tantos arranha-céus se não há mais almas humanas para viver neles?…

DEU NO JORNAL

ATUALMENTE SÓ SE MORRE DE UMA ÚNICA CAUSA EM BANÂNIA

* * *

Esta é apenas uma das muitas manchetes excretadas diariamente pela mídia funerária banânica.

Foi publicada na página G1, da Globolixo.

Aliás, no noticiário local da Globolixo, aqui em Pernambuco, é reservado um espaço diário para as estatísticas de morte por Covid.

Não sei se aí nos estados de vocês acontece a mesma coisa.

São números mais suspeitos do que as pesquisas do Data Folha!

O sujeito morre engasgado com um titela de galinha, e é dado como morto por Covid.

As mortes por AVC, enfarto, caganeira, ataque cardíaco, AIDS, tuberculose, nó na tripa, engasgamento, gonorreia, gripe, surto de peido, câncer, cãibra no cu, sífilis, ataque de coceira, pneumonia, simplesmente sumiram do noticiário.

Isso sem contar o machicídio e o rogamento de pragas por parte das sogras.

Agora, vejam esta, meus caros leitores fubânicos:

A página oficial da SBC, a Sociedade Brasileira de Cardiologia, publica detalhadamente as estatísticas de mortes por doenças cardiovasculares no Brasil.

Por dia, por mês e por ano.

Só que isso não sai na mídia funerária de modo algum, já que as estatísticas de morte por conta do coração não têm qualquer viés político-ideológico e nem denigrem a imagem do governo federal.

E, por isso, não vale a pena serem divulgadas.

Caros leitores, cliquem na imagem abaixo e vejam os números de hoje, desta hora, deste minuto, fornecidos por uma sociedade séria, científica e respeitável.

Recomendo que respirem fundo, contenham o espanto e fiquem de olho na lenta e imediata atuação dos números.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

LEVI ALBERNAZ – ANÁPOLIS-GO

Amigos do JBF:

Vejam nesta foto dois grandes líderes de oposição ao governo Bolsonaro.

Duas bichas nojentas, dois viados asquerosos: Pedro Bial e Pablo Vittar.

Depois os idiotas esquerdopatas ficam dizendo que não entendem a razão da alta popularidade de Jair Bolsonaro entre o povão e as pessoas conservadoras, que defendem a família, a honra e os princípios cristãos.

Em 2022 a reeleição do Mito vai superar a quantidade de votos da eleição passada!!!

Abraços para todos.

DEU NO TWITTER

UM ESGOTO CAGATÍFERO CHAMADO MÍDIA BANÂNICA

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

DRÁCULA: O HOMEM, O LIVRO E OS FILMES

É na região montanhosa da Transilvânia, Romênia, que está localizado o chamado país dos vampiros. Um dos atrativos daquele recanto europeu é o Bran Castle, o castelo que inspirou a lenda do Vampiro Drácula, escrita pelo irlandês Bram Stoke no ano de 1897. Um dos personagens mais famosos da literatura e do cinema, o amedrontador Conde Drácula se apresenta com diferentes faces desde o surgimento do seu mito. Em uma visão geral, destacam-se 3 Dráculas: o REAL, voivoda (príncipe) da Valáquia; o LITERÁRIO, criado por Bram Stoker, misturando a história do príncipe com um conto vampirístico; e o mais popular de todos, o DRÁCULA DA CULTURA POP. Vlad Tepes é sem dúvida nenhuma a principal inspiração para a criação do nome Drácula.

As histórias de vampiros são apresentadas, das mais variadas formas, desde os primeiros séculos. Contadas de geração em geração e registradas em figuras e livros, esse mito acabou se fundindo com Vlad Tepes. O livro Drácula publicado no ano de 1897 é a obra mais célebre de Bram Stoker. Uma novela de ficção gótica, baseada em diversas lendas sobre vampiros e construída através de uma série de cartas, relatos em diários, jornais e registros de bordo, tendo como protagonista o “Conde Drácula”, o vampiro da Transilvânia, que bebe o sangue das pessoas. Na época, a obra foi considerada excessivamente violenta, mas se tornou um best-seller durante todo o século XX. Bram Stoker faleceu em Londres, Inglaterra, no dia 20 de abril de 1912 aos 65 anos de idade.

A novela “Drácula” de Bram Stoker serviu de inspiração para o cinema, dando lugar a vários filmes, entre eles, “Drácula” (1931) dirigido por Tod Browning e protagonizado por BÉLA LUGOSI, “O Conde Drácula” (1970) com direção de Jesus Franco, com CHRISTOPHER LEE no papel principal, “Drácula” (1979) com direção de John Badham, protagonizado por Frank Langella, com LAURENCE OLIVER e Kate Nelligan no elenco, e “Drácula de Bram Stoker (1992), dirigido pelo conhecido cineasta FRANCIS FORD COPPOLA, que dirigiu filmes antológicos como a saga do Poderoso Chefão com destaque para a dupla de atores: Marlon Brando e Al Pacino.

Em que pese à indiferença de alguns críticos do filme em razão dos efeitos especiais, por ter sido filmado em 1992 ou comentários aleatórios à parte, Drácula de Bram Stoker, relata a história do Conde Vlad, homem que lutava pelo cristianismo na Idade Média, e após uma avassaladora vitória numa batalha contra os Turcos, Conde Vlad que era conhecido pelo método de empalar(espetar ou cravar) seus inimigos, perfurando-os inteiramente com sua lança, é assolado por uma terrível desgraça, quando por vingança, os turcos enviam a sua esposa uma falsa mensagem informando-a que o guerreiro havia morrido em batalha, a jovem Elizabeta então, cai em desespero e suicida-se. Ao saber do ocorrido, Vlad renega a Deus, tornando-se por fim, o Drácula que conhecemos.

A pesquisadora do jornal eletrônico Colorindo Nuvens e especialista em VAMPIRISMO, nos relata que o moderno filme do cineasta Coppola, Drácula de Bram Stoker em seus primeiros minutos da fita, é com certeza os melhores de toda obra(por ter assistido ao filme pela “ônzima” vez, eu também concordo com a especialista em filmes de Drácula), a ambientação é bem legal associada ao clima de mistério e suspense que paira sobre a produção, porém esse clima logo se perde, revelando um filme sem muito ritmo. A trama possui cenas de alto teor sexual, passando de alucinações sexuais excessivamente abordadas com diversos personagens além de cenas que sugerem até mesmo a zoofilia. Agora, não se há de negar que, as atrizes Winona Ryder(Mina) e Sady Frost(Lucy) foram escolhidas a dedo. São duas gatas da baba descer!!!

Na verdade, do meio da projeção em diante a narrativa do filme acaba se tornando meio confusa, recheada de acontecimentos desnecessários que se prolongam por muito tempo, consumindo preciosos minutos da obra tornando- a sobretudo, um pouco cansativa. Quem já assistiu à fita, esperava mais, talvez algo mais aterrorizante, sinistro, envolvente, quem sabe o livro original possa transmitir o que a adaptação cinematográfica não foi capaz de fazer a contento. De um modo geral, DRÁCULA é um dos personagens mais fascinantes de toda filmografia da modalidade terror. Tão assustador quanto enigmático, pois causa e inspira medo, pânico e pavor.

A seguir assista ao filme DRÁCULA DE BRAM STOKER dos tempos modernos com imagens e dublagem impecáveis, donde arrematou 3 Oscar em 1993, que tem duração de duas horas e a direção impecável do gênio Francis Ford Coppola. Para quem é adepto do vampirismo (assim como esse pesquisador que vos fala), vale a pena assistir. Recomendo-o.

Clique aqui para acesar o vídeo.

DEU NO TWITTER

SAIDÃO BANÂNICO

Em São Paulo, um criminoso beneficiado pelo “saidão de Natal” foi preso dez horas depois de ganhar liberdade “para celebrações com a família”.

Ele foi flagrado roubando novamente.

E voltou à cadeia.

* * *

Atendendo a pedido da petista Maria do Rosário, ainda hoje Gilmar deve mandar soltá-lo novamente.

Aí ele pode continuar roubando sem ser atrapalho pela polícia fascista e reacionária.

Se a gente contar uma história dessas lá nos Zistados Zunidos, os galêgos vão se mijar-se de tanto se rir-se das leis banânicas.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Merece uma salva de peidos do véio Inaço o cabra que inventou essa história de “saidão” pra bandido.

Peida, véio!!!