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PRESO ASSASSINO DO PM: PSOL, DIREITO DOS MANOS E ONGS ZISQUERDÓIDES VÃO PROTESTAR E LUTAR PELA SOLTURA DELE

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Alguns comentários feitos na postagem do Twitter:

Preso tá o Policial que ele matou friamente.

Não era pra prender… Prende e a gente ainda paga a conta dele na cadeia.

” Pai Gilmar vai soltar ” …. Duvidam ?

Esse criminoso deveria pedir desculpas, pessoalmente, ao Cabo Cardoso.

Já deve ter uns 25 “adevogados” do Peçol e de ongs pra defender esse assassino.

Espero que se suicide na cadeia

Agora, direitos humanos para esse verme, não é? Já deve ter três advogados de alto custo para defendê-lo. Qualquer dificuldade é só entrar com hc no STF.

O que vai acontecer com ele agora? Prisão, com direito a visita íntima e saidinha de natal? E as vítimas, como ficam? E a sociedade, o que acha disso tudo? E o STF que impede a polícia de agir nas favelas por causa da pandemia. Até quando vamos aguentar isso tudo?

Gilmar Laxante Mendes já está com o HC preparado.

Amanhã estará solto: ele é preto vítima da sociedade.

E se bobear, ainda dizem que ele tava se defendendo.

Infelizmente vai ficar vivo, e comendo por nossa conta

Prenderam??? Era pra ter sido levado frio

Não deviam trazer andando…

Nem vou escrever meus pensamentos! Minha conta seria derrubada!

O vagabundo que assassinou o cabo Cardoso foi preso, agora vamos custear sua comida, abrigo e visitas íntimas até que ele possa sair no próximo feriadão e ceifar mais uma vida brasileira.

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DEU NO JORNAL

A CANHOTA JORNALISTEIRA NÃO TEM MESMO VERGONHA NO FUCINHO

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“Eleição na Venezuela”???

Puta que pariu.

Essa grande mídia zisquerdóide de Banânia não se cansa de cagar um tolôte após o outro.

Os redatores da Faia e seus congêneres são tão babacas e sem qualquer visão quanto a militância canhota deste país.

É pra gente se mijar-se de tanto se-rir-se.

J.R. GUZZO

O NAUFRÁGIO

Diante da comédia de circo montada em torno da “reeleição” do senador Davi Alcolumbre e do deputado Rodrigo Maia para os cargos que ocupam como presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, vale a pena sair um pouco da neura cultivada pelo noticiário político e pelas mesas-redondas na televisão e fazer algumas perguntas bem fáceis de responder. A primeira é: “Existe uma única pessoa, no Brasil e no mundo, que esteja pedindo a reeleição de qualquer dos dois – salvo eles próprios, suas famílias e seus amigos?” A resposta – não, não há ninguém pedindo nada – já resolve 90% da questão, não é mesmo? Se toda essa novela de terceira categoria se resume a atender aos interesses pessoais dos envolvidos, não faz o menor nexo violar abertamente a Constituição, em parceria com o STF, só para deixar contentes o senador e o deputado.

As outras perguntas possíveis são igualmente elementares. O que a população brasileira teria a ganhar na prática com a permanência, até o momento ilegal, de Alcolumbre e de Maia nos seus empregos atuais? Nada, outra vez. Qual a grande emergência nacional que poderia recomendar uma mudança na Constituição para legalizar os desejos desses dois cidadãos? Nenhuma. Enfim: qual seria o motivo de interesse público, mesmo teórico, para justificar essa “reeleição”? Nenhum. Conclusão: a história toda deveria ser encaminhada para o arquivo morto, e não sair mais de lá. Só que não: os presidentes atuais do Senado e Câmara continuam sendo tratados pela mídia, pelo mundo político e pelas elites como dois imensos estadistas empenhados no melhor desfecho de uma grave questão nacional. Não há questão nacional nenhuma. Há apenas uma tentativa de atender a interesses individuais.

Nenhum dos dois, pelo que está escrito na lei, tem o direito de continuar no cargo. Alcolumbre, pelo menos, teve a sinceridade de admitir que está interessado no que é melhor para ele. Maia tem feito de conta que é apenas um patriota à espera de decisões superiores; tudo o que deseja é “cumprir a lei”, na condição de defensor número um do “estado de direito” que atribui a si mesmo. Assim sendo, o presidente do Senado pediu que o STF tomasse essa extraordinária decisão que frequentou as manchetes nos últimos dias: declarar que um artigo da Constituição é inconstitucional. O artigo em causa proíbe a reeleição dos presidentes das duas Casas do Congresso, nas condições em que estão os mandatos de ambos.

Mesmo deixando de lado a questão central – a absoluta falta de sentido da reeleição -, deveria estar claro, de qualquer forma, que uma mudança na Constituição só poderia ser feita por emenda constitucional, e só os 513 deputados federais e 81 senadores têm o direito de aprovar emendas constitucionais. Mas não é desse jeito que as coisas funcionam no Brasil de hoje. O Poder Legislativo aceita, com perfeita passividade, a sua submissão ao Poder Judiciário; em consequência, faz o que o STF manda.

Os atuais presidentes do Senado e da Câmara, quando se esquece a conversa fiada, estão em busca de uma coisa só: a manutenção dos poderes, dos privilégios e da vida de sultão à custa de dinheiro público que a Constituição Cidadã lhes garante – vantagens turbinadas pelas constantes “releituras” da lei que os membros do Congresso vivem fazendo em seu próprio favor. O STF, naturalmente, não vai decretar a reeleição dos dois – ou pelo menos não se sugeriu essa saída até agora. Mas é um atestado do naufrágio do Congresso brasileiro que seus comandantes peçam que a lei seja violada – e entreguem o futuro do Poder Legislativo a onze cidadãos que nunca tiveram um voto na vida.

DEU NO JORNAL

A FAIA E A JORNALISTEIRA TOMARAM NO FURICO

O jornal Folha de S.Paulo e a repórter Patrícia Campos Mello foram condenados em 1ª instância a pagar uma indenização de R$ 100 mil para Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, pela publicação de reportagem que liga o empresário a disparos em massa de mensagens contrárias ao PT nas eleições de 2018.

A sentença foi assinada pelo juiz Gilberto Gomes de Oliveira Júnior, da Vara Cível da Comarca de Brusque, no interior de Santa Catarina.

O juiz determinou ainda que a Folha de S.Paulo pague as despesas e honorários que Hang teve com seus advogados durante o processo.

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Ufa!

Ainda bem que esta gazeta escrota nunca falou mal do Hang e jamais disse que ele fazia disparos em massa contra o PT.

Escapamos de ser processados.

Na verdade, eu já mandei foi uma mensagem pro empresário catarinense, conhecido como “Véio da Havan”, colocando o JBF inteiramente à disposição dele.

Tudo de graça, sem qualquer taxa ou cobrança.

Mas, evidentemente, se ele quiser colaborador, aceitamos de bom grado qualquer pixuleco, por menor que seja.

E se o pixuleco for assim na base de pelo menos um salário mínimo por mês, aí ele pode dispor de todos os espaços deste jornaleco imundo.

Chupicleide digitou uma mensagem mandando um beijo na careca dele e dizendo que as Lojas Havan são as melhores do Brasil e as que vendem mais barato.

Sujeitinha inxirida que só a peste é essa nossa secretária de redação.

“Arranja um patrocínio pra nóis, careca do meu coração, lindão gostoso!!!”

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DEU NO JORNAL

NOTÍCIA DE GRANDE RELEVÂNCIA NA GRANDE MÍDIA

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Esse Bozó não se cansa de fazer merda o dia todo e aprontar rolos a cada momento.

Só pra ser notícia na grande mídia.

Tudo planejado pela assessoria de marketing da presidência.

Mas agora agora danou-se tudo mesmo!!!

Como é que um sujeito comete a imprudência de comer cachorro-quente sem máscara no fucinho????

Tinha comer de máscara.

Acabei de enviar para o Palácio do Planalto uma sugestão.

Que Bozó passe a usar máscara fabricada na China feito esta que está na foto:

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

PERCIVAL PUGGINA

PLURALISMO UNIVERSITÁRIO? CONTA OUTRA

Recebo muitas mensagens eletrônicas de estudantes e de professores que reclamam da carga político-ideológica despejadas sobre eles nas universidades e cursos de ensino superior que frequentam. Já pensei em juntá-las e fazer um livro, mas a coletânea exigiria identificar os autores desses relatos e isso, mesmo quando passados vários anos, pode acarretar problemas. Sabe-se lá quais males o futuro reserva, não é mesmo?

Por outro lado, nunca na minha vida recebi informação de assédio em sala de aula perpetrado por professores de direita, aos quais, com tão profundo conhecimento e intimidade, se referem nossos esquerdistas da ponte aérea Rio – Miami. Isso me ensina duas coisas: a esquerda nativa tem bom gosto e a direita no Brasil é apenas uma forma de vida interior.

Desde os anos 90 escrevo sobre a tomada de assalto da Educação em todos os níveis. Nunca alguém reclamou de uma aula “fascista” que desnudasse as ações no Brasil, desde os anos 30, do Komintern e de seu Serviço de Ligações Internacionais. Nunca recebi comentário, fosse comemorativo, fosse recriminatório, sobre qualquer professor que houvesse referido as ações dos aparelhos comunistas na América Ibérica como parte de suas estratégias no continente. Nunca! É como se, por indolência destes e insignificância do Brasil, em plena Guerra Fria, nosso país tivesse sido chutado para o lado pelos soviéticos como uma casca de barata morta.

Em sentido oposto, porém, é um Deus nos acuda. Ocultação de fatos e autores, bem como a laboriosa construção de versões, se unem à sempre presente ideia de que a esquerda, malgrado seu alentadíssimo histórico de genocídios, malfeitos e fracassos, detém direitos exclusivos sobre as boas intenções. Quando tombam cortinas de ferro, muros e máscaras, de modo orquestrado respondem tais mestres que “aquilo” nunca foi o comunismo. Ou seja, nada é mais diferente do comunismo da sala de aula no Brasil do que o comunismo real.

Esse fabuloso espaço de influência que rege a educação brasileira, que a derruba qualitativamente e a faz perder posição nos rankings internacionais está de tal modo dominado que aqui no Rio Grande do Sul registrou-se um fato surpreendente. Em plena campanha eleitoral para a prefeitura da capital do Estado, cinco ex-reitores da UFRGS assinaram e divulgaram um manifesto de apoio à candidata do PCdoB. Ela seria “a esperança de uma cidade mais solidária, participativa e inovadora”. Não foi necessário buscar, para dar vulto a esse documento, reitores de gestões intercaladas. Não. Os signatários são cinco ex-reitores cujos mandatos cobrem todo o período de 1992 a 2020.

Meu periscópio não capta evidência maior da total falta de pluralismo ou de que o alegado pluralismo garantido pela autonomia universitária é um eterno 1º de abril contado aos cidadãos pagadores de contas.

DEU NO JORNAL

SÓ ESCAPA O DATA BESTA

Levantamento Paraná Pesquisas revela que a maioria aprova a gestão do presidente Jair Bolsonaro,

50,2% aprovam a administração, contra 45,3% que desaprovam.

A pesquisa também prevê vitória do presidente, em 2022, em todos os cenários, incluindo o segundo turno.

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Pesquisa confiável na praça só existe uma: aquela que é feita pelo Instituto Data Besta.

E o Data Besta já apurou que Bozó vai perder feio em 2022.

E tem mais: vai ser derrotado pelo grande estadista João Doria, que não tem falado doria alguma nos últimos dias. Só faz pronunciamentos sérios e respeitáveis.

Me cobrem em breve futuro: Bozó vai perder em 2022.

E, pra fechar a postagem, a seguir estão os números fajutos apurados pelo Paraná Pesquisas.

Não acreditem: é tudo falso e não retrata a realidade.

Cenário 1:
Bolsonaro – 47%; Lula – 33,4%; não sabe – 4,3%; nenhum – 15,4%.

Cenário 2:
Bolsonaro – 44,9%; Moro – 34,7%; não sabe – 4,5%; nenhum – 16%.

Cenário 3:
Bolsonaro – 48,5%; Ciro Gomes – 31%; não sabe – 4,5%; nenhum – 16,1%.

Cenário 4:
Bolsonaro – 51,1%; Doria – 23,8%; não sabe – 4,9%; nenhum – 20,2%.

Cenário 5:
Bolsonaro – 58,6%; Luciano Huck – 29,7%; não sabe – 4,6%; nenhum – 17,1%.

GUILHERME FIUZA

MENTIR E TRANCAR É SÓ COMEÇAR

– Tem que fechar tudo.

– Tudo o quê?

– Tudo que eu mandar.

– Ah, bom. Já ia perguntar qual era o critério.

– Não entendeu o critério?

– Sim! Agora está claríssimo. É pra fechar o que você mandar.

– Isso. As pessoas fazem confusão à toa.

– Com transparência tudo se resolve.

– Aquele diretor da OMS na Europa que disse pra evitar lockdown devia estar bêbado.

– Eu parei de ouvir palpite. Sigo a ciência e ponto-final.

– Assim é mais seguro. E você pega ciência onde?

– Depende. Se eu estiver com pressa, no jornal da manhã. Se o dia estiver mais tranquilo, no jornal da noite.

– E a produção científica tem estado boa?

– Maravilhosa. Nunca falha. Todas as manchetes confirmam inteiramente os meus fechamentos. Se eu quisesse eu poderia tirar férias e adiar a vida para 2022.

– Você disse manchetes?

– É, manchete. Verdade. Ciência. Não sabe o que é isso?

– Ah, tá. Lógico. Não sei por que pensei em manchete de vôlei.

– De vôlei?

– Sim, aquela defesa quando a bola vem baixa também é manchete.

– Mas não é ciência. Tem que saber separar as coisas.

– Fundamental, são vidas humanas em jogo. Por falar em bola, boa ideia essa das férias até 2022, hein?

– É, mas não vou fazer isso não. O que eu ia ficar fazendo até lá?

– Tem umas praias bonitas por aí.

– Praia perdeu a graça. O bom é fechar praia.

– Parque também.

– E praça. Você não tem ideia como é divertido mandar um monte de homem armado arrastar uma mulher andando sozinha ao ar livre.

– Imagino.

– Não imagina, não. É muito mais excitante do que você pensa.

– Por quê?

– Porque eu mando descer a porrada na mulher e o humanista sou eu! Ahahaha

– Claro! Você está salvando vidas, né?

– Exato. Posso mandar algemar, derrubar, estapear e jogar no camburão que os humanistas do Zoom vão me aplaudir e destacar a minha empatia.

– Não sei quem inventou essa nova ética, mas é gênio.

– Gênio sou eu. Esse aí é um deus.

– Você vai continuar trancando tudo até chegar a vacina?

– Vou. Quer dizer, abro um pouquinho, fecho de novo e vou levando.

– Te preocupam os ônibus cheios?

– Que ônibus?

– Ônibus é aquele veículo grandão que tem roleta e faz barulho.

– Ah, tá. Lembrei. Não me preocupa nada.

– Por quê?

– O barulho que dá problema é o das manchetes. Se tá silêncio nessa área é porque tá tudo bem.

– Ciência, né?

– Ciência.

– Até porque, se você começar a proibir aglomeração em ônibus, vai faltar povo pra abastecer a quarentena vip, né?

– Aí você captou tudo. Vidas doces importam.

– Isso é um movimento político?

– Não, social.

– Sensibilidade social é tudo.

– Agora me dá licença que eu tenho uma festa.

– Ninguém é de ferro. Baile de máscara?

– Não. Baile sem máscara. Máscara só pra entrevista e comunicados soturnos. Tem uma hora que é preciso um pouco de alegria.

– Você merece, depois de salvar tantas vidas.

– Obrigado. O sacrifício vale a pena.

– E quando chegar a vacina? Será o fim?

– De jeito nenhum. A gente vacina, abre, anuncia a nova onda, fecha de novo, vacina de novo, abre um pouquinho, diz que ainda não imunizou legal, fecha, bate, prende, esfola, vacina… Ainda temos muita vida pra salvar, pode ficar tranquilo.

– Que bom. Boa festa. Divirta-se.

– Obrigado. Vou tentar. Mas diversão mesmo pra mim é trancar os outros.

– Quem sabe você não consegue prender alguém no banheiro?

– Ótima ideia! Agora me animei.

– Vai com tudo. Empatia!

– Empatia pra você também.