A PALAVRA DO EDITOR

RECOMENDAÇÃO DO EDITOR

Como gestor dessa gazeta escrota, me cumpre apenas editar e postar os textos que os colunistas mandam pra cá.

Cada um é dono do seu espaço e tem inteira liberdade de manifestação.

Não me meto, não interfiro e tenho como norma não proteger ou favorecer qualquer um dos nossos colaboradores.

Todos são iguais perante a lei que regula este jornaleco.

É o que diz a Constituição Bestânica.

Mas, nesta tranquila terça-feira, vou abrir uma exceção.

Vou fazer propaganda do trabalho de um colunista em particular.

Recomendo a todos vocês, com muito entusiasmo, que não deixem de ler a coluna de hoje do nosso estimado confrade Goiano Braga Horta.

Está uma peça fantástica, maravilhosa.

Um primor de lucidez argumentativa e de fatos indesmentíveis.

É só ir descendo a tela que vocês chegarão lá.

Boa leitura!

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PODES CRER: ELA BOTOU ISSO MESMO NO TWITTER

* * *

Não se espantem.

Não fiquem indignados.

Relativamente ao Bolsonaro, na edição de hoje desta gazeta escrota tem desmantelos mais desmantelados ainda do que este que vocês acabaram de ler.

O fubânico lulo-zisquerdal-petralhóide Príncipe do Contorcionismo vai explicar direitinho o que Maria Rosabosteira cagou nessa postagem aí de cima.

Príncipe do Contorcionismo é melhor, muito melhor, do que Ceguinho Teimoso pra explicar o inexplicável.

Enquanto vocês aguardam a manifestação dele, o nosso jumento Polodoro aguarda cruzar, ainda hoje, com Maria Rosabosteira.

Rosabosteira é o retrato cagado e cuspido, a representação perfeita do bando do ex-presidiário.

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

ORGULHO – Virginia Vitorino

És orgulhoso e altivo, também eu…
Nem sei bem qual de nós o será mais…
As nossas duas forças são rivais:
Se é grande o teu poder, maior é o meu…

Tão alto anda esse orgulho!… Toca o céu.
Nem eu quebro, nem tu. Somos iguais.
Cremo-nos inimigos… Como tais,
Nenhum de nós ainda se rendeu…

Ontem, quando nos vimos, frente a frente,
Fingiste bem esse ar indiferente,
E eu, desdenhosa, ri sem descorar…

Mas, que lágrimas devo àquele riso,
E quanto, quanto esforço foi preciso,
Para, na tua frente, não chorar…

Virgínia Vitorino, Alcobaça, Portugal (1895-1967)

RODRIGO CONSTANTINO

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

BOAVENTURA BONFIM – FORTALEZA-CE

Caro Berto,

Vale a pena ser republicada esta charge anexa, que já foi publicada nessa Gazeta insolente.

Abraços,

R. Meu caro, as estrelas vermêio-istreladas sendo varridas pra fora do chão pátrio ainda não dizem tudo.

Não custa nada ressaltar que o bando criminoso que estas istrêlas representam veio a óbito por conta de falência múltipla dos órgãos.

Estou falando dos órgãos federais que foram à falência na administração do bando petêlho.

Vamos fechar a postagem com a tocante imagem de um velório desta entidade-símbolo da ladroagem.

Um velório que contou com a presença e as lágrimas do time de canalhas que também foi varrido do mapa pelos eleitores do país.

PERCIVAL PUGGINA

MENTES TERCEIRIZADAS

Era coisa bem sabida: fora das grandes cidades, a política nacional pouco ou nada afeta os pleitos municipais. Sim, isso costumava ser verdadeiro. Mas deixa de ser assim num cenário de guerra cultural aos valores da sociedade e se o ataque político à identidade nacional promove sua fragmentação em grupos antagônicos. Diante dessas condutas sinistras e malevolentes, as disputas ideológicas se agigantam e se agitam.

São fraturas abertas no tecido social, estimuladas pela mídia militante. Ela acolhe, com braços e pernas, as teses do globalismo que convergem nessa direção, sempre e sempre apresentadas como “progressistas”. Já são visíveis em todo o Ocidente os resultados desse suposto progressismo. O decorrente enfrentamento motiva e preenche boa parte das opiniões manifestadas nas redes sociais onde conservadores/liberais defrontam a engenharia social dos revolucionários. Esse debate, em ambiente caótico e espontâneo, é detestado por quem se habituou a falar sozinho, sem interlocução, influenciando multidões que, pouco a pouco, lhes foram terceirizando suas mentes. Quanto mais, melhor para os negócios.

Pois isso é exatamente o que me motiva e é disso que vamos tratar aqui. Baixada a poeira das eleições municipais, é certo afirmar que, à exemplo da eleição parlamentar de 2018, a balança da vitória pendeu para os partidos do Centrão. Nada surpreendente. São muitos partidos, bem contemplados com dinheiro fácil do fundo partidário e acabaram colhendo votos de eleitores cujas posições políticas são abrangidas num amplo leque ideológico. Não espantam, portanto, as derrotas de Boulos em São Paulo e de Manuela em Porto Alegre. O que surpreendeu foi a vitória de Edmilson Rodrigues (PSOL) em Belém, onde o galo, solitário, cantou sua “vitória contra o fascismo”. Treinadinho, o Edmilson.

“E os nossos? Quando elegeremos os nossos?” perguntam-me leitores. Eles se referem à possibilidade de serem conferidos mandatos a líderes conservadores e/ou liberais, comprometidos com valores e princípios vitimados pela guerra cultural em curso, tristemente ausentes da realidade sociopolítica e institucional do país. Essa é uma percepção recente, que devemos atribuir ao sucesso eleitoral de Bolsonaro em 2018.

Só que a vida não é assim. Não é assim que as coisas acontecem. Não se elegem políticos de outro padrão nos vários níveis da Federação apenas porque o presidente da República disse em sua campanha algumas coisas que conquistaram parcela expressiva da sociedade. Onde são trabalhadas essas ideias? Onde o partido político? Onde o movimento? Onde as organizações de base? Onde o preparo dos quadros partidários? Onde a captação de recursos? Onde o recrutamento de lideranças? Onde os líderes dispostos a concorrer sabendo que vão perder, uma, duas, três vezes, para firmar posição? Um bom candidato pode ser fruto do acaso; muitos bons candidatos, não. Criado em 2004, só agora o PSOL começa a obter resultados de um longo plantio.

Estamos afoitos se esperamos colher nas lavouras alheias ou, ainda que minimamente, num canteiro que não semeamos. Não é assim que se recuperam para o país tantas mentes terceirizadas à esquerda.

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SUPREMO LAMAÇAL

O Supremo Tribunal Federal julga nesta semana a ação que visa permitir reeleição de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre como presidentes de Câmara e Senado, respectivamente, e pode levar o ativismo judicial a um novo patamar, segundo juristas.

Para o especialista em direito constitucional Acácio Miranda da Silva Filho, a ação movida pelo PTB trata dos regimentos internos, que não podem desrespeitar o que prevê a Constituição. A menos que o STF invente o “ativismo constitucional”.

“Plantações” atribuídas a Rodrigo Maia em Brasília dão conta de que a maioria dos ministros se inclina a quebrar esse galho para a dupla.

Silva Filho explica que a Constituição, por si só, proíbe a reeleição na mesma legislatura.

Regimento interno não é maior que a Constituição.

O Art 57, parágrafo 4º determina explicitamente que é “vedada recondução para mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente”.

Adotando mais uma interpretação criativa, o STF viabilizaria a reeleição de Maia e Alcolumbre e inviabilizaria de vez o governo Bolsonaro.

* * *

É de lascar!!!!

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!!

Eu estava em dúvida se ilustraria esta postagem vomitando no meu pinico – com nojo dessa pocilga chamada STF (sem qualquer ofensa aos porcos…) -, ou se ilustraria dando uma banana pra essa gangue togada, cada dia mais afoita e cara-de-pau.

Aí tomei a decisão:

Vou ilustrar com as duas fotos.

Esses urubus merecem.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

AIRTON BELNUOVO – SÃO BERNARDO DO CAMPO-SP

Boa noite amigo

Caso ache que seja interessante publicar, segue o link de twitter do deputado paulista Douglas Garcia .

Abraços