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EXISTE OU NÃO???

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“Ditadura Comunista”???

Num intendi essa do Constantino…

Segundo vive dizendo e repetindo o nosso estimado colunista Goiano, esse negócio de “comunismo” não existe.

É invenção dos desmiolados que ficam espalhando o medo na internet, inventando assombrações e criando lendas.

Como Constantino é uma cabra bem informado, tanto quanto Goiano, confesso que fiquei meio leso.

Afinal, existe ou não essa coisa chamada de “Ditadura Chinesa”?

Tô aqui completamente zonzo e abestalhado.

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOSÉ ALVES FERREIRA – SÃO PAULO-SP

Vida segue

Uma das boas coisas de se envelhecer é perder as paixões extremadas.

Bem, não que seja uma máxima extensiva a todos, mas atinge a maioria que sabe que como dizia uma expressão antiga “tudo é passageiro, menos o condutor e o cobrador” e melhor viver cada dia que nos resta que se perder em discussões inúteis sobre assuntos que pouco poderemos influir ou ter controle.

Confesso que escrever tornou-se minha válvula de escape; antes fazia e deixava guardado, agora tenho o privilégio de ser publicado no JBF, o que é “chique no úrtimo”.

A ideia é apenas expor pensamentos e, fazer terapia a custo zero, ou abusando da paciência do mediador / editor.

Vejo que aqui em SP nossos candidatos a prefeito seguem a linha “light” em debates, entrevistas etc., muito raramente se excedendo em ataques pessoais.

Isso é muito bom, avançamos muito no quesito respeito ao eleitor e público em geral.

Com pouca paciência – ou desiludido – vejo pouco esses confrontos e, fujo das propagandas eleitorais obrigatórias ou não, na medida do possível.

Assim, impossível não observar as ponderações de cada um.

O atual prefeito é de uma polidez impressionante – acredito que a infelicidade de ter uma doença grave, que até hoje combate o tenha tornado assim – colocando sua considerações em elevado grau de civilidade e educação.

Se atem às suas realizações e perspectivas do que pretende fazer, sem muitas firulas ou promessas fora da realidade, dentro de uma possibilidade relativa.

O adversário é uma incógnita; seu passado recente é de um líder em invasões de propriedade alheia, uma versão urbana do MST, o tal MTST.

Aceitem ou não seus eleitores, é a única experiência que possui, pois outras – professor, palestrante etc. – são nebulosas e, não devidamente comprovadas.

Impossível dissociar o presente ao passado, por mais benevolente que sejamos e, sem conhecer como sobreviveu sem uma renda normal até agora.

Faz um monte de promessas, com um pé no passado e uma tentativa de estar no presente.

Sua própria aparência mais “arrumado” causa uma impressão marqueteira, mas enfim….

O que fará caso assuma o comando? Mandatários com perfil ideológico ao seu, quando empossados “enfiaram o pé na jaca” e, temos exemplos em todos os níveis – municipal, estadual e federal.

Isso dá um pouco de receio, para dizer o mínimo.

Desastres administrativos são piores que o da natureza e, consertar é complicado…

Nas leituras e opiniões de comentaristas que respeitamos, percebemos que para eles nenhum dos dois serve para a prefeitura; lógico, a referência são os sérios, pois alguns a muito perderam credibilidade ou o juízo total.

O mundo ideal não existe, nunca existirá; resta o mundo real onde o cuidado é não perder o sentido que ele projeta, onde vivemos.

Domingo, a melhor das pesquisas se fará presente; se os computadores do TSE não voltarem a “lambança” do 1º turno teremos resultado rápido, trazendo o que conhecemos ou rumo ao desconhecido.

E a vida seguirá, com mais ou menos solavancos.

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COLUNA DO BERNARDO

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ROQUE NUNES – CAMPO GRANDE-MS

Meu Papa.

Os fonas, sumíticos, unhas-de-fome, canguinhas, avarentos, roedores de beira de sino, munhecas-de-samabaia, mãos-de-vaca, e também os baba-ovo, xeleleus, chaleiras, puxas-saco, aspones, de nossa amada igreja, mandaram e eu “ponhei’ cem merréis em sua conta para ajudar nas despesas com Chupicleide, Xolinha e Polodoro.

Está feito…

Não mando o recibo porque não sei mexer nessas coisas do capiroto cheio de tecnologia.

R. Não precisa de mandar recibo, meu caro: vosso generoso depósito já está na conta do Complexo Midiático Besta Fubana, que vive permanentemente no vermêio (êpa!!!).

O trio Chupicleide, Xolinha e Polodoro chorou, latiu e relinchou de felicidade.

Foram momentos comoventes e tocantes aqui na redação desta gazeta escrota.

Como prova de que estava profundamente sensibilizada, Xolinha arreganhou a tabaca de forma mais vigorosa que o normal.

Gratíssimo, meu caro colunista fubânico.

Que a sua generosidade sirva de exemplo pros miscos e pirangueiros que ainda resistem em enfiar a mão no bolso.

DEU NO JORNAL

NO RUBOR DA PELE

Alexandre Garcia

Um homem com histórico de violência discute com a funcionária do supermercado, e chega a segurança; ele dá um murro em um dos vigilantes e eles revidam. O homem morre. Tem pele diferente dos dois seguranças e é véspera do “Dia da Consciência Negra”. Pronto, está armada a narrativa de dois brancos mataram um negro. Há quem gostaria de poder transferir para o Brasil os protestos anti-raciais de um país diferente do nosso, os Estados Unidos. Seria como, em 6 de setembro de 2018, noticiassem: “Um negro dá facada em branco”, no episódio com fundamento político e não racial, da agressão de Adélio a Bolsonaro.

Com a vontade de espalhar racismo para dividir os brasileiros, esqueceram a frequente violência em supermercados, praticada por seguranças despreparados para agir em crise. No caso de Porto Alegre, o que tinham de fazer é imobilizar o agressor e encaminhá-lo à delegacia. No Carrefour, um paraplégico que abrira uma latinha de cerveja foi espancado no banheiro; um cliente com pele mais escura foi tratado como ladrão de carro quando ía entrar no seu automóvel. E o chefão do Carrefour ainda dá uma nota de desculpas alegando que a tragédia está além de sua compreensão, “como homem branco privilegiado que sou”. Agora sim, apartheid.

Racismo, sim, é separar as pessoas pela cor da pele. Cor da pele não é mérito. Nem demérito. Temos que nos prevenir daqueles que semeiam o ódio, por diferenças de renda, de cor da pele, de sexo, de preferências sexuais e políticas. Civilizados não aceitam isso. Há preconceitos, sim, em todos esses aspectos de diferenças, que não podem justificar atitudes. Todos são livres para gostar ou não gostar; só não podem agredir os outros por causa disso. Todos são livres para ter seus gostos, desde que também respeitem os direitos alheios. Para a violência, o remédio é a lei, não a violência no sentido contrário.

No episódio de Porto Alegre há evidente excesso dos seguranças e omissão dos circunstantes; em parte do noticiário que se seguiu há sinais de conclusões apressadas de pregação de racismo e nem ruborizamos com isso. Na escola de jornalismo que foi o Jornal do Brasil, por dez anos recebi lições de que nosso papel é retratar fatos e não modificá-los. Nossa credibilidade é avaliada todos os dias. Esperar as conclusões do inquérito é não se julgar acima dos fatos e da inteligência do público.