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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MAURI – SÃO PAULO-SP

A vitória de Biden e o pouso na Lua

Quando a jornalista da Globonews deu um pulo de alegria quando saiu o resultado da Pensilvânia. A sua alegria ao falar “ficou azul Viramos” me lembrou de Ivor Catt.

O engenheiro aeroespacial Ivor Catt trabalhou para a NASA no projeto Apolo por 10 anos. Ele e a mulher estavam em casa assistindo a chegada da Apolo 9 na Lua. No momento que Neil Armstrong pisou na lua o Ivor falou para a sua mulher:

– ESTAMOS DESEMPREGADOS.

Realmente semanas depois não só ele como dezenas de milhares de engenheiros, técnicos foram demitidos porque o principal motivo do trabalho era levar o homem à Lua.

Milhares de empresas fecharam e os seus empregados foram despedidos. Isto tudo o Ivor contou no seu livro: “O PRINCIPIO DE CATT – COMO SE AGARRAR NO EMPREGO ENQUANTO OS OUTROS VÃO SOBRANDO”.

O mesmo vai acontecer com os jornalistas e blogueiros que durante 4 anos só falaram mal do Trump, agora com a vitória do Biden todos vão perder o seu emprego.

Quero ver as Grandes Midas manter as suas cobras criadas que destilavam veneno em cima de tudo o que Trump fazia ou falava.

De quem irão falar mal agora? Se não tem mais inimigos então os jornais e TV irão dispensar as equipes que foram montadas só para criticar o governo.

Como o novo governo irá manter a maioria das políticas do Trump, pois não dá para mudar a economia de um país com um PIB de 19 trilhões de dólares de um dia para outro. Mantido as mesmas políticas a mídia não poderá falar o que falavam do Trump e principalmente serem contras. Sendo assim os jornais e TVs vão ter que contratar outros jornalistas, analistas políticos, economistas e colunista mais alinhados e menos críticos.

Não adianta você colocar uma fantasia de pombo da paz num cobra que ela continua picando, ou troca todo mundo ou quebra sendo contra o governo que ajudou a eleger.

A vitória do Biden foi o pouso na lua para a imprensa, os políticos vão dizer chegamos aqui agora não vamos mais precisar de vocês. Esta vitória vai secar também os rios de dinheiro que jorravam nos blog da zisquerdas, eles também irão acabar.

Sugiro que todos os jornalistas e blogueiros leiam o livro do Ivor Catt para se preparem para a próxima eleição, porque nesta eleição vocês conseguiram chegar à Lua. Aproveitem a vista.

DEU NO JORNAL

POLODORO ESTÁ NO AGUARDO

A mídia corporativa, blogs e sites sujos, mais oposição aberta, consentida e disfarçada, apressaram-se a cumprimentar Joe Biden, espinafrar Donald Trump e criticar Bolsonaro por não reconhecer o “resultado” anunciado pelas redes alinhadas de TV e pelos grandes jornais dos EUA, todos comprometidos com os democratas.

Isto vale também para governadores apressados, como são os casos de João Doria e Eduardo Leite.

Eduardo Leite chegou ao ponto de desenhar o que o americano deve fazer, como prestigiar a diversidade.

São perfeitos idiotas latinoamericanos.

Hoje, todos descobriram que seus ícones globais, China e Rússia, também esperam pelos resultados oficiais para parabenizar o vencedor.

E nem se flagram pelo vexame que protagonizam.

* * *

O nosso estimado jumento Polodoro tem acompanhado tudo que se publica na mídia banânica sobre as eleições dos Zistados Zunidos.

Ele está de olho tanto na mídia banânica quanto na área de comentários aqui do JBF.

Polodoro está ansioso pra cruzar com os jornalisteiros zisquerdóides que compõem as redações da chamada grande imprensa deste nosso país surrealista.

Ele já está com a pajaraca toda lambuzada com uma vaselina fabricada especialmente para ser usada em furicos de escrivinhadores desmiolados.

Polodoro está pastando tranquilamente, enquanto aguarda o encontro com jornalisteiros e militantes vermêios banânicos que estão torcendo pela vitória de um candidato presidencial dos Zistados Zunidos.

É isso mesmo que vocês leram: zisquerdóides banânicos torcendo por um galêgo daquele país imperialista e capitalista.

Tem de tudo mesmo  nesse nosso país macunaímico.

Vôte!!!

Polodoro de pajaraca devidamente vaselinada e pronta pra entrar em ação

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J.R. GUZZO

BANANA REPUBLIC

“A única diferença entre mim e um louco”, disse num de seus melhores momentos o pintor Salvador Dali, “é que eu não sou louco”. Detalhes assim fazem toda a diferença, não é mesmo? Ainda bem, porque essas espantosas eleições norte-americanas em que todo mundo vota, até por telepatia, mas o resultado não sai nunca, nos levam de volta ao mundo surrealista de Dali. Os Estados Unidos, com toda certeza, não estão loucos, pois nenhum país com o seu currículo de realizações fica louco de um governo para outro. Mas estão fazendo o máximo possível para parecer que são.

Imaginem se isso tivesse acontecendo no Brasil – o que as classes intelectuais, a imprensa e as celebridades americanas, além do Facebook, que em matéria de democracia se consideram no mesmo nível de perfeição da Santíssima Trindade, iriam falar de nós? O Brasil, como eles dizem a cada cinco minutos, põe fogo sem parar na floresta amazônica, comete genocídio contra os índios, persegue minorias e está acabando com as baleias – sem falar no derretimento da calota polar e no governo fascista etc. Se, além de todos esses delitos, ainda houvesse por aqui uma eleição presidencial como essa que andam fazendo por lá, iriam rebaixar o Brasil da condição de país irrecuperável para alguma categoria logo abaixo, onde a única solução é socar uma bomba de hidrogênio em cima.

Qualquer sistema de apuração de eleições, naturalmente, está sujeito à fraude, por mais moderno que seja – embora, curiosamente, a gente nunca ouça falar em confusão na Inglaterra, no Japão ou na Nova Zelândia. Alguém sabe de fraude eleitoral na Alemanha, ou no Canadá? Mas deixe-se essa discussão para outra hora; o que importa, no caso atual, é a alarmante situação pela qual as eleições nos Estados Unidos – o país número 1 do mundo, com seu PIB de 20 trilhões de dólares e tantos outros etceteras – estão sendo abertamente comparadas com as de uma republiqueta de bananas da América Central ou de algum fim de mundo da África.

Queriam o quê? O presidente dos Estados Unidos da América, ninguém menos que ele, Donald Trump em pessoa, diz que “as eleições estão sendo roubadas”. Centenas de advogados, dos dois lados, entram com ações judiciais, uns contra os outros – o governo dizendo que a oposição fraudou os resultados, a oposição dizendo que o governo perdeu e quer virar a mesa. A apuração levou mais de quatro dias até que se soubesse quem ganhou – prodígio que não seria aceito nem no Congo Belga. A eleição é uma obra em aberto, na qual se pode votar antes do dia da eleição, no dia seguinte, depois de encerrado o horário de votação, pelo correio, por e-mail. A apuração dos votos é feita no ritmo, no sistema, com as leis e pelos funcionários de cada um dos 50 Estados americanos.

Trump diz que os votos “não-presenciais” – pois é, até em eleição existe agora esse negócio – que vão chegando pouco a pouco e cuja contagem não tem hora para acabar, vão todos para o inimigo Joseph Biden. Os inimigos do presidente dizem que ele quer dar um golpe de Estado. Em suma: deu ruim, como se diz. Talvez a ex-presidente Dilma Rousseff, de quem tanto se ri por causa de seus surtos de esquisitice, não estivesse sendo assim tão exótica quando disse que ninguém ganhou e ninguém perdeu a eleição, pois quem ganhou não perdeu e quem perdeu não ganhou, de modo que todo mundo perdeu e ganhou.

Parece o Brasil dos anos 50, ou de antes, quando se votava a mão, com caneta Bic, e a apuração só começava ao meio-dia do dia seguinte, para se acertarem as coisas durante a noite – inclusive com o roubo físico das urnas. Um dia eles ainda chegam lá.

CHARGE DO SPONHOLZ

GUILHERME FIUZA

O NATAL CENSURADO DE BORAT

Os norte-americanos da Califórnia não vão poder cantar na ceia de Natal, por causa da covid. Isso não é uma piada de mau gosto. É uma decisão do tiranete local – para variar, um “democrata”. Se esses fascistas saíssem de uma vez dos seus armários e assumissem toda a sua gana ditatorial, rasgando a fantasia progressista e humanitária, o mundo se tornaria instantaneamente um lugar melhor – porque muito menos trouxas cairiam no truque.

Mas eles não farão isso, pela simples razão de que a dissimulação, para eles, é tudo. Como seria para essas múmias envernizadas de Hollywood apoiar abertamente ditadores assumidos? Não funciona, né? Como é que o Borat ia fazer gracinha contra o fascismo imaginário sendo um apoiador do fascismo real? Não tem como. A realidade é uma entidade proibida para esses samaritanos de butique. O fingimento é o seu seguro de vida, a sua pedra filosofal.

Os californianos serão vigiados no Natal e no Dia de Ação de Graças também em relação ao número máximo de pessoas em casa. E ao tempo máximo de permanência juntos – duas horas. Se você não desistiu de vez do bom senso e da razão já entendeu que isso não tem nada a ver com pandemia. Onde estão os laudos? Quem atestou cientificamente que em até duas horas o contágio não se dará – e depois disso será inevitável? Quem é o engenheiro dessas medidas impressionantes? Borat?

Ou você fundamenta rigorosamente na ciência medidas extremas como essas, ou você assume a sua tirania. O governador da Califórnia, Gavin Newsom, não se assume como ditador porque é um fraco. Assim como Emmanuel Macron com seu toque de recolher na França e diversos outros governantes ao redor do mundo: precisam de uma falsa ética para dominar de forma despótica. Quem vai mostrar que esses reis estão nus?

Já passou da hora. Não é possível continuar levando a sério tiranetes com maquiagem politicamente correta, como o prefeito de São Paulo. Um transformismo nesse nível chega a ser uma ofensa aos transformistas. Por que não partem para cima da população de cara lavada e chicote na mão? Porque são covardes. Precisam do disfarce amigável. Se fosse vivo, Mario Covas já teria posto o netinho de castigo – sem os brinquedos caros que ele adora, como a coleção de caixões e a máquina de soldar comércio.

O novo brinquedo de Bruno Covas é sinal de trânsito com símbolo panfletário. Não tendo mais nada para fazer e nenhum coleguinha para brincar, o neto pirracento de Mario Covas resolveu trocar a luz de “pare/siga” por um punho cerrado. Ele viu o Super-Homem voando e teve vontade de ser herói também, como é normal em toda criança. Aquele punho cerrado é a figurinha do Black Lives Matter – um bando de almas penadas que finge se importar com “vidas negras” para sair quebrando tudo. Deve ser falta de videogame.

Como seria a maior cidade do país atravessando a pandemia na mão de um Boulos? Não precisa imaginar, você já viu. Bruno Covas é um Boulos com caneta na mão. Têm os mesmos amiguinhos, os mesmos brinquedos, a mesma fantasia revolucionária de todo burguês mimado (os antifas da Vila Madalena) e a mesma vontade de mandar nos outros sem contraditório. Uma criança assim é capaz de trancar uma cidade para brincar de herói – e, se você perguntar onde estão as instruções do brinquedo, ainda te joga na cara um panfleto do Butantã.

Não tem problema. Você pode travar automóveis aglomerando transporte público em nome do “fica em casa” que o panfleto “científico” do Butantã atesta que assim você salvou milhares de vidas. Jogo de tabuleiro é bom porque quem governa é a imaginação. Aí vem o padrinho do garoto com uma seringa na mão dizendo que vai espetar todo mundo – para o bem de todos. Sem instrução, sem garantias, sem comprovação de eficácia, sem demonstração da necessidade universal. Se alguém tiver dúvidas sobre a taxa de letalidade, é só consultar a coleção de caixões do Bruninho.

E aí está você, refém desse videogame macabro de Dorias esganados, Boulos atucanados, Gavins maníacos, Macrons napoleônicos de hospício e grande elenco de devotos enrustidos da moderna ditadura chinesa. Se você esperar mais um pouco para abrir a porta do cativeiro pode descobrir que ela foi soldada pelos reis da empatia.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ENALDO GUIMARÃES DE SANTANA – ARACAJU-SE

Nobre Editor:

Você podia fazer um concurso para publicar as frases mais idiotas de Lula gravadas em vídeo.

Existem vários no youtube.

Vai ser um sucesso.

Não esqueça antes de desinfetar o ambiente do jornal.

O cu de Lula deve ter inveja de tanta merda que sai da boca dele!!!

ROQUE NUNES – AI, QUE PREGUIÇA!

MARILUCE

Chamava-se Mariluce e desde pequena fora uma criança feia….muito feia….As más línguas diziam que ela não chorava….miava… mas, deixa isso para lá! Isso são fofocas dos tempos de antigamente que a molecada contava e as fofoqueiras do bairro tratavam de “espaiá”.

Conheci Mariluce na escola… aliás, conheci não! Tomei um susto no primeiro dia do ano, quando a criançada abre o berreiro não querendo ficar em sala de aula, e a “tia”, com a paciência de um faquir tenta colocar a garotada em sala. Aliás, alguém já parou para pensar por que as professoras são chamadas de “tias”? Olha, se alguém souber me avisa, tá?. Santa Cacilda, pensei…. aquilo não era uma menina…. era uma praga rogada em cima de algum desafeto.

Mas, nada que o tempo e a convivência não aplaquem… aliás, essa conversa fiada de inclusão, de tolerância, de politicamente correto é tudo peido…. daquela nossa época de antanho, quando se amarrava cachorro com linguiça, a convivência fazia as pessoas se acostumarem uns com outros. E, até mesmo esse tal de bullying, no nosso tempo chamávamos de “mulação”, todo mundo se divertia e ninguém ficava traumatizado. Trauma hoje é só para essa gente frouxa criada a pão com chá que por qualquer coisa corre para psicólogo. No meu tempo, psicólogo se chamava mertiolate, e daqueles que ardiam…

Aliás, nesse tempo, nas cidades pequenas, meninos e meninas até seus doze, treze anos, tomavam banho nas cacimbas, nas nascentes e nos açudes e ninguém sem se apercebia que uns estavam de cuecas e outras de calcinha… não havia essa maldade nos olhos. Até mesmo em idade mais avançada tiquinho mais, jogar bola, pião, soltar pipa, meninos e meninas faziam juntos. Até mesmo Mariluce. E quando ela perdia em uma disputa, as longarinas do sujeito que a venceu de forma desonesta saiam com sérias avarias, necessitando mesmo de um lanterneiro, com urgência.

Bem, crescemos… e sempre estudando juntos…., na mesma série, na mesma turma lá se foi o Primeiro Grau – assim se chamava – ,o Segundo Grau… e a Mariluce na mesma toada que o resto da turma. Apesar da feiura se acentuar com o tempo, eu até gostava dela, pelo menos era uma companhia que, quando estava por perto, com certeza nossos pensamentos estavam na Jerusalém Celeste – ficou vesga, nariz adunco, monocelha, mancava de uma perna e não era chegada a banho…. A turma não via a hora em que ela seria eleita deputada pelo PT, ou então, ser nomeada chefe de alguma repartição pública, pois a dita cuja tinha espírito de sargento de cavalaria reformado.

E do segundo grau fomos para o cursinho, daí para o vestibular – e, por azar do destino, fomos ensalados no mesmo prédio. Até parecia que, Dice, querendo me dar um passa-moleque resolveu fazer daquele cracajá de pente minha nêmesis, mas, por incrível que pareça eu gostava da companhia dele. Era amiga mesmo. Até a gozação da molecada era divertido para ela. Talvez por isso, nunca nenhum apelido conseguiu ficar atarrachado nos chifres dela – chifres de maneira metafórica, pois nem o “boi zebu” queria algo com ela.

A coisa séria aconteceu foi na faculdade. No primeiro dia de aula. Ela passou bem colocada no vestibular para fazer pedagogia e eu fui estudar Direito. Aliás, fazer pedagogia era uma desculpa, o negócio dela era se alistar mesmo na Infantaria do Exército brasileiro, mas na condução de obus. Pois bem, na faculdade, recepção aos calouros, o famigerado trote, a turma inscrita no sindicato da gozação, ao ver Mariluce lascou…. de primeira, certeira e para sempre: “Espanta Caralho”.

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