DEU NO JORNAL

AO PÓ NÃO VOLTARÁS

Como anunciado por ela na semana passada, a deputada bolsonarista Carla Zambelli (PSL-SP) apresentou um projeto para exigir que congressistas façam exame toxicológico “de larga janela de detecção”, prevendo perda do mandato em caso de constatação do uso de droga ilícita.

“Não se pode admitir que os artesãos do ordenamento jurídico pátrio fomentem e se tornem escravos, marionetes e/ou partícipes do deveras abominável, reprovável, perigoso e destrutivo tráfico de drogas. Caso um colega a isso sucumba, urge que venha a ser prontamente expulso de seus trabalhos na Casa”, diz ela, na justificativa.

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As bancadas da maconha e do pó estão em polvorosa (êpa!)

Já saíram em campo pra derrubar o projeto da deputada estraga-prazeres.

Ou, melhor dizendo, da deputada estraga-baratos.

A editoria desta gazeta escrota fez um levantamento e constatou que o projeto da parlamentar não faz qualquer menção ao cheira-pó Aécio Neves.

Mas, em compensação, a parlamentar fala no nome do mineirinho malandro neste vídeo que vem a seguir.

Aécio Neves é aquele babaca chapado que apresentou um projeto estabelecendo a punição de cidadãos que se recusem a tomar a vachina contra o covid.

Vejam a seguir uma bolsonarista reacionária e antiquada (mais uma…) que trabalha contra os drogados e os seus fornecedores:

E, pra fechar a postagem, um vídeo com o meu estimado conterrâneo de Palmares, o destemido Sikêra Júnior, uma brava exceção na imprensa merdosa da atualidade.

Ele sapeca um tema que tem tudo a ver com o assunto que estamos tratando.

Vejam que linda e comovente música ele compôs:

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

DESAFIO “ENIGMA SCRAMBLEX” 17

O desafio chamado “ENIGMA SCRAMBLEX “ foi criado com o objetivo de melhorar o QI dos seus usuários.

É simples , atrativo, desafiante e seu maior benefício é divertir com educação. Enfatizo que a concentração utilizada na sua prática diária, vai nos distanciar da doença de Alzheimer.

Veja como é o enigma :

Uma palavra lhe é apresentada com as letras embaralhadas e o desafio consiste em descobrir qual é a palavra.

O desafio de hoje está abaixo e a resposta você conhecerá em mais alguns dias.

1 – Ã , G , O , R , E , Ç , A

2 – E , E , E , T , T , N , M , I

3 – V , A , A , N , I , E , D

4 – S , E , D , N , O , C , O , T

5 – L , T , O , O , O , O , R , C , P

E aqui estão as respostas para o último desafio, postado no dia 28 de outubro, quarta-feira passada, o de número 16:

1 – F , Ó , I , A , I , R , N – FINÓRIA

2 – J , E , C , O , R , A , G – GRACEJO

3 – T , E , S , C , O , P , I – PETISCO

4 – U , R , R , T , T , A , E – TRAUTEAR

5 – T , R , V , U , I , L , A – VIRTUAL

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CHARGE DO SPONHOLZ

J.R. GUZZO

O PRESIDENTE FRANCÊS BAIXA A CABEÇA DIANTE DE UM PERIGOSO INIMIGO INTERNO

Ficaram gravadas para sempre na história da França as poucas palavras do célebre “Apelo do 18 de Junho”, no qual o então general e depois presidente Charles de Gaulle convoca “Todos os Franceses”, em 1941, a se juntar a ele na luta contra as tropas da Alemanha nazista que haviam invadido o país – e obtido do governo francês uma infame capitulação, acompanhada logo depois da decisão de colaborar com o inimigo.

“Governantes de circunstância podem ter capitulado, cedendo ao pânico, esquecendo a honra e entregando o país à servidão”, escreveu De Gaulle. “Entretanto, nada está perdido”. A França, dizia o líder da Resistência, tinha perdido uma batalha, e não a guerra; se reagisse à agressão, iria ganhar no final. Ele estava com a razão, como se viu.

Se estivesse vivo hoje, bem que De Gaulle poderia repetir sua oração – mas, provavelmente, só a primeira frase. Talvez não dê mais para dizer que “nada está perdido”. Os governantes de ocasião estão aí, sua rendição ao pânico está aí, a entrega do país está aí. Já o “nada está perdido” parece um desfecho cada vez mais duvidoso.

Diante de um inimigo interno equivalente hoje ao que foi o invasor nazista ontem – o terrorismo, o ódio e as exigências de submissão feitas pelas organizações islâmicas extremistas – o governo do presidente Emmanuel Macron, como fizeram os seus antecessores, baixa a cabeça. Aceita a submissão, como exigem os terroristas que matam senhoras de idade dentro das igrejas católicas ou professores de ginásio à saída da escola.

Essa capitulação se manifesta através da atitude, adotada pelo governo e a elite francesa em geral, de recusar-se a combater o inimigo – como os colaboracionistas de 80 anos atrás se recusavam a combater o invasor alemão. Em vez disso, acham que têm de “dialogar”, “compreender”, “tolerar”. Consideram-se culpados pelos crimes cometidos pelos assassinos que se apresentam como “soldados do Islã”; eles seriam, na visão predominante nas altas esferas da França, vítimas das cruzadas do século XII, do “colonialismo” e sabe lá Deus de quantos outros delitos praticados em tempos remotos.

Em vez de expulsar os marginais do seu convívio, ou pelo menos impedir que continuem entrando no país, acham que devem pedir desculpas aos “povos islâmicos”. Agir assim, dizem os atuais “governantes de circunstância”, é respeitar “a democracia”. E agir em defesa da sua população, da liberdade religiosa, dos valores nacionais e do direito dos franceses a não serem assassinados? Isso é ser “fascista”.

O presidente Macron e os seus amigos são defensores apaixonados da Floresta Amazônica. Na hora de defender o povo francês da opressão, cedem ao pânico. Mandam a polícia reprimir quem está tomando uma cervejinha no bar depois das nove da noite. Já os homicidas que matam em nome da fé são considerados como uma “questão cultural”. A continuar assim a França acabará perdendo a batalha e a guerra.

DEU NO JORNAL

ELEIÇÃO SEM OMISSÃO

Alexandre Garcia

Faltam 11 dias para as eleições municipais. Ainda há tempo para repensar decisões. Ainda há tempo para decidir a quem você vai dar poder de chefiar a prefeitura de onde você vive e o poder de fazer leis municipais. Gente que vai decidir a limpeza da cidade, as condições das praças, das calçadas, das ruas que você frequenta. Gente que pode dar licença a uma boate ou um bar na vizinhança, um posto de gasolina na esquina. Gente que pode decidir se você dorme com barulho ou com silêncio; se haverá um transporte urbano conveniente para você ir ao trabalho, para seus filhos irem e voltarem da escola. Se o SUS vai funcionar bem se sua família precisar.

O município é o mais importante ente federativo na vida dos brasileiros. O prefeito é o governante mais próximo dos contribuintes; o vereador é o representante mais próximo dos seus representados. Por isso, a eleição do dia 15 é a mais significativa no nosso sistema democrático. Na maciça maioria dos municípios brasileiros, o cidadão pode falar com o prefeito e o vereador na rua, na praça, no canteiro de uma obra municipal. Falar, cobrar, fiscalizar, sugerir. Nas grandes cidades, há ouvidorias para esse contato, e há os bairros a que o vereador está ligado e representa. Tudo isso conduz a importância de você pensar e repensar no seu voto, nesses 12 próximos dias.

O TSE me fez embaixador da Justiça Eleitoral no movimento #EuVotoSemFake. Não sou ingênuo para acreditar que fake news – notícias falsas – vieram com as redes sociais. Elas existem desde sempre e não são exclusividade das redes sociais. Na condição de participante dessa campanha, tenho postado mensagens de alerta a quase 3 milhões de seguidores no twitter. Tenho avisado sobre o lobo em pele de cordeiro. Quem se aproveita do tamanho, peso e tradição para induzir o eleitor. Quem mistura fato com opinião, quem deforma o fato e cria um factóide. Não se deixe iludir. Vote por você, não deixe que pensem por você.

Na interatividade do twitter, tenho recebido queixas sobre a qualidade dos candidatos que os partidos oferecem. O eletricista Marcelo me disse que em 43 anos de vida, só votou para presidente em 2018, por falta de opção. Respondi a ele que nas outras eleições ele transferiu para outros o poder de escolha, ao se omitir. Muitos partidos se formaram com um único princípio: o de receber os fundos partidários e eleitorais. Escolhas de candidatos têm como critério a popularidade, mas não o preparo, o altruísmo, a honestidade, o histórico pela comunidade. Mesmo assim, a alternativa não é a omissão, mas o voto. Você tem 12 dias para essa decisão, ainda que possa ser difícil.

DEU NO JORNAL

UMA FÊMEA SÁBIA E SENSATA

Tem muita gente que está ouriçada com a ex-mulher do jogador Luiz Adriano, do Palmeiras, Ekaterina Dorozhko, que foi chamada de machista nas redes sociais, após dar uma posição sobre o papel do homem e da mulher no relacionamento.

Ela causou polêmica com seus seguidores no Instagram após tecer comentários nesta segunda-feira.

Ekaterina Dorozhko, modelo russa que fala bem português, debatia com seus seguidores, questões sobre a posição da mulher num relacionamento .

O que ela falou:

– Acho que o homem está no comando. A primeira e a última palavra são dele. Mulher é amor e aceitação, e por natureza devemos obedecer nossos homens. Um homem deve ser respeitado, não pode ser culpado, humilhado. O marido é o chefe da família. A mulher tem que ser sábia, feminina, fraca e corajosa. Mas em nenhum caso forte, pois há um homem para isso.

Ekaterina também afirmou achar perfeitamente normal que um homem a sustente. “Pois senão preferia trabalhar ou ser sustentada pelo pai”, acrescentou..

* * *

Como bem diz meu querido amigo Otacílio, o filósofo de Palmares, não foi por acaso que Deus criou a mulher a partir de uma costela do homem.

– Foi pra ela ficar socada debaixo do suvaco dele! – garante Otacílio.

Já outro conterrâneo meu, Esmeraldo Boca-de-Fossa, peruador sociológico e profundo estudioso do bicho de saia, garante que a mulher só tem direito de dizer três coisas pro homem dela:

– Sim sinhô, não sinhô e dá licença.

Otacílio e Esmeraldo vão ficar felizes com estas declarações da bela Ekaterina e irão apoiá-la sem qualquer restrição.

Eu também apoio integralmente o que disse a sábia jovem russa.

Uma mulher inteligente até pra escolher um namorado negão de boa estampa e, tudo indica, competente no seu ofício de macho.

 Ekaterina Dorozhko e Luiz Adriano

FALA, BÁRBARA!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

COLUNA DO BERNARDO