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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

DESAFIO “ENIGMA SCRAMBLEX” 15

O desafio chamado “ENIGMA SCRAMBLEX “ foi criado com o objetivo de melhorar o QI dos seus usuários.

É simples , atrativo, desafiante e seu maior benefício é divertir com educação. Enfatizo que a concentração utilizada na sua prática diária, vai nos distanciar da doença de Alzheimer.

Veja como é o enigma :

Uma palavra lhe é apresentada com as letras embaralhadas e o desafio consiste em descobrir qual é a palavra.

O desafio de hoje está abaixo e a resposta você conhecerá em mais alguns dias.

1 – O , O , I , Ç , T , P , S

2 – S , S , I , O , U , C , R , D

3 – B , R , A , A , N , T , E

4 – E , Ã , P , R , O , E , L

5 – O , C , H , A , D , R , L

 E aqui estão as respostas para o último desafio, postado no dia 14 de outubro, quarta-feira passada, o de número 14:

1 – R , E , T , S , A , L – LETRAS

2 – E , L , T , I , R , B , O – LIBERTO

3 – T , M , S , C , U , E , O – COSTUME

4 – A , A , I , C , R , P , L – PARCIAL

5 – G , Í , R , A , O , F – FÍGARO

DEU NO JORNAL

OS APOIADORES DA VACA PEIDONA

O ex-presidente da República e senador, Fernando Collor de Mello (Pros-AL), é alvo de operação da Polícia Federal deflagrada na manhã de hoje, 21.

Ele é suspeito de ter recebido propina para atuar junto ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) na liberação de licença para a construção do porto Pontal Paraná Importação e Exportação SA, no Estado do Paraná.

O esquema criminoso, segundo a PF, operou de 2014 a 2015.

Foi durante o governo lulopetista de Dilma Roussef, a quem o senador apoiava.

Foram identificados bens de luxo de Collor pagos com recursos obtidos a partir de vantagens indevidas recebidas de empresários com interesse na atuação do ex-presidente junto a órgãos federais durante o governo petista.

* * *

Essa notícia aí de cima diz que Collor apoiava Dilma.

Grande coisa.

Dilma – conhecida no meio político como Vaca Peidona -, teve apoios bem mais importantes que o do ladrão das Alagoas.

O fubânico Ceguinho Teimoso apoiou e apoia Dilma até hoje.

Ceguinho, como todo bom petista, obedeceu à ordem de Lula e votou em Dilma

Votou duas vezes!!!!

Tô mentindo não, gente: foram duas vezes mesmo.

Perguntem que ele vai confirmar.

“Sou muito grata ao apoio do Ceguinho Teimoso”

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ROQUE NUNES – CAMPO GRANDE-MS

22/10, amanhã, quinta-feira.

Às 19 e 30….

Renata Duarte e a “Úrtima do Purtugueis” no Cabaré do Berto.

R. É de lascar…

Esses cabras escrotos inventam essa zorra e batizam com o meu nome:

Cabaré do Berto.

Isto é uma ofensa aos cabarés de todo o mundo!!!

Pois é, gente: amanhã tem mais desmantelo.

Começa às sete e meia da noite.

Renata Duarte vai comandar o evento e fazer uma excelente palestra com o tema “Úrtima do Purtugueis”

E depois a conferencista vai aguentar o interrogatório desse bando de cabras safados.

Até amanhã!!!

AUGUSTO NUNES

LADEIRA ABAIXO

Evo Morales prova que, na Bolívia, o que está ruim sempre pode piorar

“Hoje recuperamos a democracia. Recuperamos a pátria. Recuperaremos a estabilidade e o progresso. Recuperaremos a paz. Devolveremos a liberdade e a dignidade ao povo boliviano”.

Evo Morales, o Lhama de Franja, ex-presidente da Bolívia, ao comentar no Twitter a vitória do candidato Luís Arce, confirmando que, no país vizinho, o que está ruim sempre pode piorar.

COLUNA DO BERNARDO

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JACOB FORTES – BRASÍLIA-DF

PÃO SOVADO FAZ MAL

Teodósio, camponês de mãos calosas, residia na localidade denominada Riacho Grande. Se notabilizara por ser detentor de um rancho de filhos sem par, fábrica própria. Isso não encerrava cumprimento de promessa aos santos, era a praxe no sertão das parideiras.

Certa feita Teodósio acometeu-se de febre sobrenatural, que lhe incendia o corpo, consorciada a delírios, calafrios e dores nas articulações, particularidades que delatavam a presença da temida e extravagante moléstia: a malária. A sulfa redentora estava longe, lá na povoação: rala, grandemente descalça, nove léguas a cavalo.

Às pressas, abriu-se um processo seletivo para identificar que membro da prole se faria emissário em busca de fármaco, de soberana virtude, contra a enfermidade de Teodósio. Eliminados os incapazes, as moçoilas em penugem de franga, os de braços alugados a outras roças e os que se haviam desertados para “Son Paulo”, sobrestou, aprovado, apenas um, oito anos; atendia pelo apelido de Ferrugem.

A vigília tomou conta daquela noite e quando a barra do dia se insinuava:

– Acorda Ferrugem, Acorda Ferrugem, lava a cara e toma uma xícara de café.

Era Luiza, de bilhete à mão, ultimando os preparativos da partida do emissário.

– Eu já selei o Rabo-de-Cuia. Vaia à povoação e entrega este bilhete ao Dr. Mormaço, na botica São Camilo. Com este broche vou apresilhar o bolso da tua camisa para evitar que percas o bilhete. Devidamente apetrechado, estribo regulado ao tamanho das pernas, Ferrugem partiu, pressuroso como exigia a circunstância, no cumprimento da missão, em companhia de dois amigos singulares: Deus e o pangaré, de doma, de estimação.

O pino do sol se avizinhava quando Ferrugem chegou ao seu destino. A custo apeou-se e entregou o bilhete ao reputado boticário. Com o auxílio de um pincenê, visivelmente embaciado, o Dr. procedeu à decifração do manuscrito de Luiza; prontamente aviou a medicação, que fora posta no alforje, este já devidamente preso ao arção da sela.

À azáfama, Ferrugem se pôs de regresso e quando a povoação praticamente havia ficado para trás pode ver, à direita, no derradeiro quiosque do arruamento, sobre um balcão acanhado, uma travessa, de pequizeiro, repleta de pães sovados, desses de lombo adocicado.

Àquela hora, ao calor do meio dia, sem dinheiro, o bucho colado ao espinhaço, sedento, Ferrugem dirigiu-se à vendeira, aliás, bem nutrida conforme denunciavam suas papadas pletóricas, e perguntou, cheio de pejo:

– Dona, a senhora me dá um pão?

– Você tem dinheiro, redarguiu a mulher com ar de pouco apreço.

– Eu não tenho dinheiro, respondeu Ferrugem engolindo a voz reprimida.

– Pois saiba que aqui não doamos pão, vendemos pão; pão de graça faz mal à saúde, disse a vendeira em tom de reprimenda, e sem incômodo de consciência.

A negação, imperativamente acidulada, fez Ferrugem sentir-se escorraçado, mais que isso, açoitado. Meneou a rédea do Rabo-de-Cuia e partiu, à ligeira, triplamente derrotado: pela fome, por uma sede, agora aplacada pelo susto, pelo desamparo. Mas isso era irrelevante se comparado ao quadro de Teodósio.

Cessadas as lágrimas vertidas, Ferrugem, ao som da canção do plac plac do cavalo, ia encurtando o caminho de casa e se refazendo do amargo sabor da malsucedida imprudência cometida; coisas pueris, típicas de bezerro em terra alheia. Sob o torpor de mágoas fundas, sequer percebera que já havia transposto o minideserto da Vaca-Morta, trecho deveras enfadonho. Ruminando o acontecido, dizia para si, em magoada e surda voz: não é o pão que faz mal, mas a fome.

Enquanto isso Luiza, sob a tortura da preocupação, mantinha-se ao terreiro, de olhos afundados na estrada.

Pronto, dissipou-se a inquietação de Luiza, ao longe repontava, visivelmente esfalfado, o Rabo-de-Cuia e seu condutor. Dando graças a Deus, os dois corações de Luiza que batiam (um por Teodósio, outro por Ferrugem) transfundiram-se num só.

Tempos depois Teodósio comprou para Ferrugem os tais pães de espinhaço doce que tanto desejou.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

NACINHA – CUIABÁ-MT

Amigos e amigas:

Este Bolsonaro me enganou completamente.

Votei nele pensando que era uma coisa e ele é outra.

Ele é bem melhor do que eu pensava!!!

Fui traída!!!!!