CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

JASON ROBARDS, O MAGNÍFICO ATOR DO FILME A MORTE NÃO MANDA RECADO

Jason Robards que morreu no ano 2000 aos 78 anos de idade foi casado quatro vezes – uma delas com a atriz Lauren Bacall. A consagração pela Academia veio em dois anos consecutivos, 1976 e 1977, quando Robards conquistou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelas atuações em “Todos os Homens do Presidente” e “Julia”, respectivamente. Não esteve presente na cerimônia de entrega do seu segundo Oscar, na qual ganhou o prêmio de melhor ator coadjuvante. O ator Maximilian Schell recebeu a estatueta em seu nome.- É o único ator a ganhar o prêmio de coadjuvante no Oscar em dois anos consecutivos.- Em 1988 tornou-se o 11º ator a ganhar a chamada “tríplice coroa de atuação”, que inclui o Oscar (cinema), o Tony (teatro) e o Emmy (TV).

A terceira mulher de Jason Robards, a estonteante atriz Lauren Bacall, antes, teve vários encontros com o ator Humphrey Bogart nos estúdios de filmagem de Uma Aventura na Martinica, que na época era casado. Passaram a se relacionar dentro do set das filmagens; dentro de algumas semanas, eles começaram a se encontrar fora dos estúdios. Depois do divórcio de Bogart, casaram-se e tiveram filhos. O filme levou-a a um estrelato instantâneo. Sua participação foi mais tarde considerada uma das mais impactantes estreias na história do cinema. Então com 20 anos, Bacall ganhou manchetes nos jornais do mundo inteiro. Quando da visita ao National Press Club em Washington. em 10 de fevereiro de 1945, seu assessor de imprensa (Charlie Enfield, chefe de publicidade da Warner Brothers) pediu para ela se sentar no piano que estava sendo tocado pelo vice-presidente dos Estados Unidos, Harry Truman. As fotos do incidente causaram um escândalo.

Robards teve seis filhos de seus quatro casamentos, incluindo o ator Jason Robards III, como também o ator Sam Robards com sua terceira esposa, a atriz Lauren Bacall, com quem ele se casou em 1961. Eles se divorciaram em 1969, em parte por causa de seu alcoolismo. Em 1972, ele ficou gravemente ferido em um acidente de automóvel quando dirigia seu carro ao lado de uma montanha em uma sinuosa estrada da Califórnia, exigindo uma extensa cirurgia e reconstrução facial. O acidente pode ter sido relacionado à sua luta de longa data com o alcoolismo. Robards superou seu vício e passou a fazer campanha publicamente pela conscientização sobre o alcoolismo. Em sua filmografia consta os filmes faroestes A Hora da Pistola(1967), Era Uma Vez no Oeste(1968), A Morte Não Manda Recado(1970).

No bom filme A Morte Não Manda Recado dirigido pelo cineasta Sam Perckinpah, alguns críticos consideram o melhor filme de Peckinpah, o que é um exagero, como afirma o crítico de faroeste Darci Fonseca. E assim também não pensaram os executivos da Warner Bros. que relegaram este western a uma distribuição em cinemas de segunda categoria e com insignificante publicidade. Diante de seus melhores filmes, ambos faroestes – “Pistoleiros do Entardecer” e “Meu Ódio Será Sua Herança” – este “A Morte Não Manda Recado” é um filme menor e Peckinpah não tencionava repetir a grandeza de seu western anterior mesmo porque sabia que o material que tinha em mãos não tinha a mesma magnitude. Com A Morte Não Manda Recado, Sam Peckinpah fez aquilo que mais gostava de fazer, falar do fim do Oeste mítico. Pena que com um filme que não se tornou lendário como o Velho Oeste.

Jason Robards foi um ator completo. Ele sabia dominar como poucos, qualquer meio de atuação que estivesse presente. No filme Era Uma Vez No Oeste, interpretou um fantástico personagem, Cheyenne. Robards foi homenageado pelo presidente Bill Clinton na Casa Branca por sua contribuição à cultura norte-americana. Seu último papel no cinema, um ano antes de morrer, foi no papel de um paciente terminal de câncer, no intrigante e ótimo “Magnólia”, de 1999. Ele tem atuação precisa e sensível na pele de um pai arrependido pelos atos com seus próximos ao longo da vida, no filme ele faz o papel de pai de Tom Cruise. À época, já lutava contra um câncer de pulmão, causa de sua morte, um ano depois das filmagens.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOÃO ARAÚJO – MUNIQUE – ALEMANHA

Nobre Berto, Editor desta Gazeta da Gôta Serena,

Bom dia, boa tarde e boa noite com Poesia.

Às vezes o poeta, com o seu dom divino, consegue até mesmo “inverter o racismo”.

Veja aqui nesse vídeo como o poeta Rogaciano Leite conseguiu essa façanha.

E para os leitores que quiserem acessar o link de inscrição no meu canal é só clicar aqui

Obrigado, muita saúde, um forte abraço a todos e até a próxima declamação.

XICO COM X, BIZERRA COM I

HOSPITAL ESPERANÇA, APARTAMENTO 217

De que me vale o relógio no pulso, se ele não me informa se é dia ou noite. São 9 e 15, diz o apetrecho em meu braço, mas da manhã ou da noite? Não sei. Como também não sei se chove ou faz sol, calor ou frio do lado de fora daquele quarto escuro, cortinas fechadas, na solidão de um apartamento hospitalar. Só sei que as 4 horas que meu relógio marca são da tarde quando a enfermeira chega, pontualmente, para aplicar-me uma injeção subcutânea na barriga, para evitar eventual trombose. Às seis, descubro ser quase noite, quando adentra a responsável pela alimentação, trazendo a sopa, os pãezinhos, um bolo, café e leite para servirem de jantar. O iogurte sobrava todo santo dia e ainda hoje não suporto ver o danado na prateleira do supermercado. Nunca tinha experimentado solidão tão brutal, impedido de receber visitas (Covid é terrível até nisso), totalmente ausente do mundo exterior por 30 dias, sem rádio ou ‘notiça das terra civilizada’. Nunca liguei a TV. Sentia-me acuado, condenado, encarcerado em minha própria solidão. Por outro lado, nunca valorizei tanto a vida depois que tive alta e voltei para casa, curado. Resta-me agradecer a Deus por ter esse COVID bem longe de mim e, num futuro próximo, vê-lo como coisa do passado, não mais presente entre nós. Que os anjos me defendam, e aos que quero bem, da solidão do 217.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:

Dentre os inúmeros defeitos que tenho, não relaciono a ingratidão como tal. E seria um proceder ingrato não registrar o atendimento que recebi do corpo técnico – médicos, enfermeiros e técnicos do Hospital Esperança durante minha estada por lá. A todos, pelo interesse, carinho e competência, e ao pessoal do apoio (copa, hotelaria, limpeza), minha eterna gratidão e agradecimento sincero, por estar vivo e curado.

Toda a obra de Xico Bizerra, Livros e Discos, pode ser adquirida através de seu site Forroboxote, link BODEGA. Entrega para todo o Brasil.

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ARISTEU BEZERRA - CULTURA POPULAR

ALGUMAS DAS MELHORES FRASES DE MANOEL DE BARROS

“A mãe reparou que o menino gostava mais do vazio do que do cheio. Falava que os vazios são maiores e até infinitos.”

“Quando meus olhos estão sujos da civilização, cresce por dentro deles um desejo de árvores e aves.”

“Sou hoje um caçador de achadouros da infância. Sou meio dementado e enxada às costas caçar no meu quintal vestígios dos meninos que fomos.”

“No descomeço era o verbo. Só depois é que veio o delírio do verbo. O delírio do verbo estava no começo, lá onde a criança diz: Eu escuto a cor dos passarinhos.”

“Afundo um pouco o rio com meus sapatos. Desperto um som de raízes com isso. A altura do som é quase azul.”

“Sou mais a palavra ao ponto de entulho. Amo arrastar algumas no caco de vidro, envergá-las pro chão, corrompê-las, – até que padeçam de mim e me sujem de branco.”

“Você vai encher o dia com as suas peraltagens e algumas pessoas vão te amar por seus despropósitos.”

“Guarda num velho baú seus instrumentos de trabalho
1 abridor de amanhecer
1 prego que farfalha
1 encolhedor de rios
1 esticador de horizontes.”

“Povo, criança, bêbados, psicóticos e primitivos renovam as linguagens. Inventam as maneiras de falar, criam fora dos livros.”

“Quem anda no trilho é trem de ferro. Sou água que corre entre pedras – liberdade caça desse jeito.”

“Que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc. Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós.”

“Meditei sobre as borboletas. (…) Vi que elas podem pisar nas flores e nas pedras, sem magoar as próprias asas.”

“[É preciso] desinventar os objetos. O pente, por exemplo. É preciso dar ao pente funções de não pentear. Até que ele fique à disposição de uma begônia. Ou uma gravanha. Usar algumas palavras que ainda não tenham idioma.”

“Tudo aquilo que nos leva a coisa nenhuma e que você não pode vender no mercado como, por exemplo, o coração verde dos pássaros, serve como poesia.”

“Estou feliz e dediquei um tempo dessa esquizofrenia a escrever. Sei que alguns vão reprovar este texto e serei chamado, carinhosamente, de imbecil. Uma pena. Fico emocionado e choro. Sou fraco para elogios.”

“Sei que fazer o inconexo aclara as loucuras. Sou formado em desencontros. A sensatez me absurda. Os delírios verbais me terapeutam”…”

“Penso que têm nostalgia de mar estas garças pantaneiras. São viúvas de Xaraés? Alguma coisa em azul e profundidade lhes foi arrancada. Há uma sombra de dor em seus voos. Assim, quando vão de regresso aos seus ninhos, enchem de entardecer os campos e os homens.”

“Dou respeito às coisas desimportantes e aos seres desimportantes. Prezo insetos mais que aviões. Meu quintal é maior do que o mundo. Tenho em mim um atraso de nascença. Eu fui aparelhado para gostar de passarinhos. Tenho abundância de ser feliz por isso. Meu quintal é maior do que o mundo.”

“A maior riqueza do homem é a sua incompletude. Nesse ponto sou abastado. Palavras que me aceitem como sou – eu não aceito. Não aguento ser apenas um sujeito que abre portas, que puxa válvulas, que olha o relógio, que compra pão às 6 horas da tarde, que vai lá fora, que aponta lápis, que vê a uva etc. etc. Perdoai Mas eu preciso ser Outros. Eu penso renovar o homem usando borboletas.”

“Poderoso pra mim não é aquele que descobre OURO. Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias (do mundo e as nossas).”

“… E aquele que não morou nunca em seus próprios abismos nem andou em promiscuidade com seus fantasmas não foi marcado. Não será marcado. Nunca será exposto às fraquezas, ao desalento, ao amor, ao poema.”

Manoel Wenceslau Leite de Barros (1916-2014) foi um poeta brasileiro do século XX, pertencente, cronologicamente à geração 45, porém formalmente ao pós-Modernismo brasileiro, localizando-se mais próximo das vanguardas europeias do início de século, da Poesia Pau-Brasil e da Antropofagia de Oswaldo de Andrade. O poeta mato-grossense Manoel de Barros buscava conjugar em sua obra elementos regionais com aflições existenciais e um surrealismo bastante particular. Sua formação era cosmopolita. Graduado em Direito e familiarizado com a modernas poesia francesa, chegou a viver no Rio de Janeiro, mas acabou se recolhendo a uma fazenda no pantanal.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOSÉ ALVES FERREIRA – SÃO PAULO-SP

Sou leitor – há muito tempo – desse jornal, independente, irreverente e, muito informativo, no sentido de colocar posições, longe de puro “lambe botas”.

Perto dos 70 – o tempo passa para qualquer um – me preocupa deixar esse plano (se é que existe outro, pois ninguém voltou para confirmar) sem ver acabar as doidices que presenciei ou vi pelos meios que me foram possíveis, nos anos vividos.

Desculpe a liberdade de enviar um escrito sobre assunto que me causou interesse.

Leitor voraz desde os 8 anos, tenho habito de cometer versos de “pé quebrado” para botar para fora o que vai no íntimo e, creia, é mais simples e barato que análise ou conversa com padre, pastor, rabino etc.

Desculpe a liberdade e, VIDA LONGA PARA O JBF!

Inté!

Abraço!

* * *

DNA (Somos todos fantasmas ?)

DNA. O DNA (ácido desoxirribonucleico) é um ácido nucleico que apresenta todas as informações genéticas de um indivíduo. O DNA (ácido desoxirribonucleico) é um tipo de ácido nucleico que possui papel fundamental na hereditariedade, sendo considerado o portador da mensagem genética.

Somos todos fantasmas
A se acreditar no DNA
Somos todos juntados
De outros corpos, pensamentos
De tempos distantes, agrupados
Em nosso código genético

Como fingir o que éramos
E hoje não somos?
Se um simples teste resolve que éramos
Que estávamos, que pertencíamos
Que nada é contestável, absoluto
O que somos?

Somos fantasmas, carregamos dentro de nós
Todos os nosso antepassados, bons ou ruins
Em uma única gota de sangue ou, saliva etc.
Estão juntos a nós, presos ao presente
Como foram no passado

Então, como conviver com a vida ou morte?
Se amanhã seremos nada, apenas um código sequencial
Para determinar o obvio, o que somos
O que fomos e que seremos em outros

Apenas um pedaço de alguém que nos gerou
Ou geramos, complementos de corpos
Nada afasta a ideia de sermos meros fantasmas
Ou recipiente deles, meros continuístas
De antepassados, completando a obra magnífica
Do Criador;
Tentando melhorar quem foi
Aceitar quem somos!

FERNANDO ANTONIO GONÇALVES - DE UM SEMPRE NORDESTINADO

POR UM NOVO ENSINO SUPERIOR EM PERNAMBUCO

Parabenizando com euforia a UPE e a UNICAP pelo convênio firmado recentemente, indagaria a ambas se não teria chegada a hora de se estruturar, em Pernambuco, uma Secretaria de Ensino Superior, com um Conselho de Educação Superior, desafogando a atual Secretaria de Educação de Pernambuco e dinamizando IES públicas e privadas?

Outro dia li uma declaração de pesquisador do Reino Unido, Ronald Barnett, com a qual concordo integralmente: “A universidade pós-moderna está transformando a maneira como nós educadores e gestores teremos de lidar com os desafios que estão surgindo e repensar como nossas Instituições irão sobreviver em uma era de supercomplexidades.”

Em nosso estado, os dirigentes de ensino superior bem que poderiam distribuir nos primeiros dias de aula dos vestibulandos, o Mapa do Fracasso, de Paul Krugman, Nobel de Economia:

1. Pensar em curto prazo – Não projetar, nem raciocinar para além de cinco anos;

2. Ser obsessivo – Ter como objetivo ganhar sempre, sem considerar os seus limites;

3. Acreditar que existe sempre alguém mais tolo do que você – Desprezar o ditado que diz “Sempre haverá alguém, como você, suficientemente estúpido para só perceber o que está acontecendo quando for tarde demais”;

4. Acompanhar a manada – Não ouvir as vozes discordantes, que são até ridicularizadas e silenciadas;

5. Generalizar sem limites – Criar preconceitos e condenar ou louvar instituições e pessoas por critérios difusos e subjetivos, na maioria bestiais;

6. Seguir a tendência – Procurar ver o que está dando certo, copiando acriticamente e esperar que os resultados se repitam;

7. Jogar com o dinheiro dos outros – Progredir com o investimento alheio.

Em época de passividades mil que estamos vivenciando, urge um planejamento estratégico não vago nem fantasioso, tampouco carimbológico, não obstaculizando metas sementeiras, nem favorecendo a diluição demagógica dos objetivos estabelecidos.

Em toda universidade ou instituição de ensino superior do Estado de Pernambuco, pública ou particular, o como começar não deverá ser viabilizado de uma única maneira. Cada uma deverá preservar suas peculiaridades, que exigirão procedimentos específicos capazes de proporcionar um aproveitamento ideal entre talento e experiências já vivenciadas.

Na construção de horizontes universitários mais promissores para Pernambuco, todo cuidado é pouco com os medíocres. Necessitamos, através das múltiplas maneiras de debater e deliberar com objetividade, presencial ou onlinemente, as diretrizes alavancadoras para o nosso ensino superior:

1. Qual é a missão do ensino superior estadual?; 2. Como saber bem diferenciar erro de negligência?; 3. Que iniciativas poderão, a curto e médio prazos, serem implementadas diante das mudanças velozes que estão se processando?; 4. Como efetivar o planejamento estratégico com maturidade, sem as fobias advindas da idiótica dicotomia direita-esquerda? 5. Como ser dirigentes conscientes, sem bajulações e subserviências?; 6. Como assimilar o desconhecido, sempre se vendo como um eterno aprendiz, sabendo bem diferenciar aprender e apreender?; 7. Que razões mais substantivas exigem ações sem procrastinações?; 8. Como explicitar inquietações propositivas, nunca se comportando tal e qual aquele cego num quarto escuro procurando um gato preto que lá não mais se encontra?; 9. Como favorecer uma maior integração operacional – ensino x pesquisa x extensão x divulgação – entre todas as IES estaduais?; 10. Como combater a “cegueira do progresso”, expressão feliz do filósofo Adorno, evitando a transformação da vida universitária brasileira em espetáculo circense?

Não seria o caso de analisar melhor a Secretaria de Ensino Superior de São Paulo, uma iniciativa eminentemente catapultadora? Ou de se instituir uma Federação de Ensino Superior de Pernambuco – FESUPE -, sem vínculos oficiais, envolvendo iniciativas públicas e particulares, capaz de favorecer uma dinâmica integração Tecnologia x Ciências Sociais e Humanas x Área Médica x Ciências Exatas, para alavancar uma nova era iluminista para um estado que muito amamos?

Pensar um tiquinho mais nunca fez mal a ninguém.

PENINHA - DICA MUSICAL

AUGUSTO NUNES

GENOCÍDIO É ISSO AÍ

Ciro acusa Bolsonaro de fazer com o Brasil o que os Gomes estão fazendo com Sobral

“Mais de 100 dias sem ministro da Saúde, 116.964 brasileiros mortos e 3,6 milhões de infectados pelo coronavírus. A irresponsabilidade do Bolsonaro está transformando nosso país no epicentro da pandemia. Genocida!”.

Ciro Gomes, eterno candidato derrotado à Presidência da República, no Twitter, fingindo esquecer que, se “Bolsonaro está transformando nosso país no epicentro da pandemia”, os Gomes conseguiram transformar Sobral, reduto eleitoral da família, no epicentro do epicentro da pandemia, uma vez que a cidade cearense permanece com uma das piores taxas de letalidade e de contaminação do Brasil.