DEU NO TWITTER

UM CAGATÓRIO ORAL DILMAICO ANTOLÓGICO

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Esse cagatório oral da Vaca Peidona foi no dia 28 de julho passado, quando o PT e a nata do que ainda resta das ditaduras latino-americanas celebravam os 30 anos de existência dessa excrescência chama Foro de São Paulo.

O Foro é uma aberração criada nos anos 90, por inspiração do então ditador cubano Fidel Castro e do ex-presidiário brasileiro Lula.

Neste encontro internético (que os muderninhos americanosos chamam de “live”…), estavam presentes os tiranetes Daniel Ortega, da Nicaragua, Nicolás Maduro, da Venezuela, e Miguel Díaz-Canel, de Cuba. 

Não custa nada lembrar: Dilma, esta que cagou pela boca o discurso que está no vídeo aí de cima, foi presid-Anta do Brasil.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Tenho uma vizinha aqui no edifício onde moro que votou nela.

Igualzinho ao nosso amigo fubânico lulo-dilmeiro Ceguinho Teimoso.

Votaram nela duas vezes.

Podes crer!!!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

COLUNA DO BERNARDO

DEU NO JORNAL

RECEITA DO PREFEITO DOTÔ: OZONIO NO FURICO DO POVO


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Este cidadão, Volnei Morastoni, prefeito da cidade de Itajaí, em Santa Catarina, virou celebridade depois da publicação deste vídeo aí de cima.

Tomou conta da internet, está em todas as redes, em todos os cantos.

Tornou-se notícia nacional e planetária.

Uma aplicação de ozônio, “via retal”, ou seja, no olho do toba, dois ou três minutinhos por dia.

Aplicação ligeira, rapidinha, de apenas dois minutos.

Com um “cateter fininho”, de modo que o bufante do munícipe não vai sentir nadinha, nadinha.

Pela receita do prefeito dotô, o cidadão irá tomar no rabo durante dez dias seguidos! Tomar ozônio, não custa nada ressaltar…

O leitor fubânico José Mauro, residente em Curitiba, me enviou uma foto mostrando o aparelho com o qual o burgomestre de Itajaí pretende injetar ozônio no fiofó dos contribuintes de sua terra.

Por uma questão de pudor, já que esta gazeta escrota é um lugar sério, um jornal puro e sem putarias, cortei a parte da baixo da foto, onde aparece o terminal da mangueira do extintor: uma pica com uma cabeça descomunal.

Vejam que armação da porra:

É só enfiar rabo a dentro e apertar o botão!!!

Depois que fui atrás da ficha desse prefeito, entendi perfeitamente esta terapia furical que ele está propondo.

O dotô prefeito atualmente é do MDB, mas começou sua brilhante carreira no PT.

Foi o fundador da quadrilha em sua cidade, no ano de 1980.

Ele foi filiado ao bando de Lula por 34 anos, e só saiu de lá em 2015.

Foi deputado estadual petralha por três mandatos e, em 2016, foi eleito prefeito de Itajaí já pelo seu novo bando, o PMDB.

Mas, como já sabemos, uma vez petista, para sempre petista.

É uma sina incurável.

Os vermêios-istrelados compõem uma raça de políticos que tem a tara de viver enfiando alguma coisa no boga do povão, seja um “cateter fininho” ou seja uma pajaraca bem grossa.

A PALAVRA DO EDITOR

RECORDAR É FICAR PUTO

Escutem a entrevista deste sujeito.

Ele fala de uma conversa que teve com o então presidente da república, o ex-presidiário Lula, atualmente condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

Prestem bem atenção nos assuntos que eles tratam.

Depois a gente volta:

Ouviram?

Trata-se de um vídeo gravado em um passado recente.

Um ministro do STF teve uma reveladora conversa com o então presidente da república.

Gilmar Boca-de-Tabaca dá detalhes do seu bate-papo com Lapa-de-Corrupto numa entrevista para uma emissora de televisão.

Um papo-papo sobre julgamentos, processos e outras pendências no cabaré do qual Boca-de-Tabaca é membro.

Se explicando, se justificando e quase pedindo desculpas pelos incômodos causados a Sua Insolência o Sinhô Prisidente.

Agora, imaginem se fosse nos dias de hoje:

Um togado em “conversa franca”, sendo cobrado e questionado pelo atual presidente.

Imaginaram?

Então me contem.

DEU NO JORNAL

NORMAL, NORMAL

O STF autorizou Lula a ter acesso a acordo de leniência da Odebrecht.

E assim os ministros vão aliviando a barra do Lula em doses homeopáticas.

Daqui a pouco anularão as condenações e permitirão até que ele seja candidato.

É o STF firme na campanha Lula 2022.

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Nada de espantoso.

Está tudo dentro da normalidade banânica.

O bando da suprema vergonha nacional já está trabalhando como cabo-eleitoral na campanha do ex-presidiário.

Os dois, protetores e protegido, vão tomar uma pajaraca de grosso calibre em 2022 que irá arrombar os furicos deles todos…

CARLOS BRICKMANN – CHUMBO GORDO

CALA A BOCA HÁ DE MORRER

Uma ministra do STF, Carmen Lucia, repetiu há não muito tempo uma frase popular: “Cala a boca já morreu”. Outro ministro do STF, Dias Toffoli, diz agora que é preciso editar as informações que a população recebe. Não há discussão possível: Carmen Lúcia tem razão. E a Constituição proíbe a censura – e não adianta fingir que censura não é censura. Censura é censura.

Não é questão de discutir se os censurados merecem ser censurados. Não é esse o problema. O problema é que opinião não é crime e expressá-la é parte essencial de nossos direitos. Concordar ou não com o que dizem os censurados faz parte do jogo: quem julgar que se excederam que os processe.

Ah, mas são antidemocráticos. Alguns, efetivamente, são. Mas ser contra a democracia não é proibido. Proibido é agir contra a democracia. Se algum deles estiver pondo em risco a democracia, que seja processado na forma da lei. Mas, cá entre nós, achar que uma jovem, que tirava a roupa para protestar, e um grupo, cuja principal crença é que o presidente da República é Messias e incapaz de errar, ameaçam a Constituição, é fazer pouco da democracia.

Um bom político baiano, Otávio Mangabeira, comparava a democracia a uma plantinha tenra, que exige cuidados. Estava certo. Só que cuidar não é sufocar. Cuidar da democracia exige tolerar o adversário, dispor-se ao diálogo, reconhecer seus direitos. Exige considerar os oponentes como adversários, não inimigos. Sufocar em nome do bem é o outro nome do mal.

Chegamos lá

Alguns exemplos? O STF já mandou censurar O Antagonista e Crusoé, o Grupo Tiradentes (rádio, TV, portal) de Manaus está proibido há um ano e meio de noticiar acusações da Lava Jato, e ordenou que Twitter e Facebook censurem notícias não só no Brasil, mas também no Exterior. Esquecem a história do general linha dura Albuquerque Lima. Quis ser presidente, foi vetado por não ter quatro estrelas. E a Censura agiu rápido para silenciá-lo.

Apocalypse now

Mais do que a jovem orgulhosa de um suposto treinamento na Ucrânia, mais do que blogueiros e jornalistas bolsonaristas, alguns fanatizados, as ações do Supremo contra eles ameaçam a democracia. Há quem ache que os ministros do Supremo que os investigam sabem de algo que exige uma ação rápida. OK, de que se trata? Ou vamos ficar no O Processo, de Kafka, em que o personagem é réu sem saber o motivo do processo? A “ala ideológica” do Governo, em seu delírio para livrar-se dos perigos vermelho e amarelo, já andou mais de uma vez no terreno da perseguição ideológica, acusando gente de quem não gosta de comunista, pedófilo, petista, traidor da Pátria e – terrível crime – até mesmo de gorda! O último episódio foi este em que o Ministério da Justiça preparou um dossiê ideológico de seus funcionários. Assim não dá: como no final do filme Apocalypse Now, é o horror, o horror.

Boas notícias 1

O Brasil teve superávit de US$ 8,06 bilhões em julho, o maior da História. As exportações foram lideradas por produtos agrícolas e carnes; um pouco mais da metade foi para a Ásia. Só a China importou 37,9% do total. Mesmo com o presidente e o chanceler falando mal da China sempre que puderam, o agronegócio ampliou as vendas em17,3%. De janeiro a julho, a exportação foi US$ 30,383 bilhões superior às importações. Claro que também houve queda das importações, por causa da recessão. Mas superávit sempre é bom.

Boas notícias 2

Numa só informação, duas boas notícias: o BNDES vendeu 2,5% do capital da Vale, contribuindo para a privatização total da empresa; e obteve no atacado o mesmo preço da venda no varejo, um excelente resultado. No total, pôs em seus cofres algo como R$ 8 bilhões.

Boas notícias 3

O Tribunal Superior Eleitoral aceitou proposta do Partido Novo e devolverá ao Tesouro a parcela do Fundo Partidário que caberia à legenda. O Novo é contra o uso de recursos públicos na campanha e anunciou que, na atual situação de crise sanitária, todo o dinheiro disponível deve destinar-se à saúde. E pede aos demais partidos que tomem a mesma iniciativa. Até agora nenhum outro partido demonstrou qualquer simpatia pela proposta.

Guerra universitária

Os estudantes de Medicina da Universidade Brasil, em Fernandópolis, SP, estão em guerra com a direção da escola. Motivo: a grade de disciplinas foi mudada retroativamente, obrigando os alunos a refazer períodos passados, e a pagar novamente por eles. A medida deve dobrar o faturamento da escola no semestre, mas estica o curso além do previsto e deixa os estudantes mais longe da formatura. A guerra já está no Judiciário: há alguns milhares de processos de estudantes contra a Universidade Brasil, por cobranças que consideram abusivas, por notas que não foram lançadas no sistema; há ainda processos de fornecedores que alegam não ter sido pagos.

DEU NO JORNAL

DENTRO DO ESPERADO

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu nesta terça-feira (4), que a delação do ex-ministro Antonio Palocci deve ser retirada de uma ação penal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Neste caso, o petista é acusado de receber vantagem indevida da Odebrecht na forma de um imóvel em São Paulo para utilização do Instituto Lula, um apartamento em São Bernardo do Campo para a moradia do ex-presidente e diversos pagamentos ilícitos feitos para ele e para o Partido dos Trabalhadores (PT).

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Decisão da Segunda Turma.

Do STF.

Segunda Turma que tem Lewandowski e Gilmar como dois dos seus componentes.

Decisão mandando jogar no lixo delação de um petralha que sabia de tudo, absolutamente tudo, sobre as ladroagens lulaicas.

Não há motivo para espanto: só para indignação e emputiferamento.

Tá tudo dentro da lógica e da coerência jurídica bananífera.

Segundo o especialista fubânico Ceguinho Teimoso, esta decisão da Segunda Turma está corretíssima.

CARLOS IVAN - ENQUANTO ISSO

MOMENTO CONTURBADO

O Brasil não tem sossego. Cheio de problemas, tenta dar uma ajeitada no meio da saraivada de desajustes, mas acaba levando novas cacetadas. É uma atrás da outra. Sem trégua. Mas, valente, raçudo, o país segue em frente, guiando-se pelo radar para não perder o prumo.

Por isso, acostumado com tantas desgraceiras, o brasileiro tem por hábito tirar um ronco, enquanto o pau rola solto por aí. Todavia, pensando que o pior passou, quando desperta o cidadão percebe que nada mudou no cenário nacional. Tudo permanece no mesmo pandemônio.

Agora, o cidadão anseia melhorias, trava contato com outra terrível situação. A Selic caiu de novo. Baixou para 2,25%. Atingiu o menor patamar da história que começou em 1996. É o oitavo corte em sequência e o quarto oficializado este ano

A medida do Copom surpreendeu até os gurus da economia que juravam de pés juntos que a tendência da taxa Selic era permanecer em 4,5% até o ano 2021.

Todavia, pode haver novos cortes, quem determina a condição é o cenário da economia, ainda dependente do andar da carruagem da pandemia.

Acreditavam os economistas infiltrados na administração de Corretoras que que o patamar da Selic estava consolidado. Portanto, até o ano de 2021, a Selic estaria imexível. Intocada.

Porém, não foi isso o que aconteceu. As autoridades monetárias rasgaram as previsões. Enroscaram as projeções. Cortaram a taxa mais uma vez, deixando os analistas perplexos, de boca aberta, diante da inesperada surpresa.

Parece até reprise do filme projetado pela primeira vez em 2016. De 14,25%, caiu para 6,5%. Porém em 2018 e 2019 deu uma paradinha, mantendo a taxa nesse patamar de 6,5%. Apesar do Banco Central ter feito mais 10 reuniões, sem fazer uma mudança, sequer.

Pela decisão de baixar a taxa para 2,25%, realmente, pouca gente esperava. Embora houvesse alguém viesse cogitando tal decisão no Banco Central. Já que existe espaço na economia para essa decisão. Com a medida, o câmbio oscilou.

A cotação do dólar aumenta tem aumentado ultimamente. O real tem se desvalorizado, o cenário externo estimula e o preço da carne, na época, tendia a se estabilizar.

A Selic é a taxa básica de juros. É a referência para manipular o crédito e os investimentos em renda fixa. Quando os juros voltarem a subir, com certeza anunciarão boas notícias.

A Selic sinaliza que a economia retomou o caminho do crescimento, o desemprego caiu e com renda maior, a sociedade aumentou o consumo. Sonho quase que geral na população brasileira. Mas, pelo menos no momento, diante das circunstancias, o sonho, a vontade do brasileiro não passa de devaneios.

Também os analistas creem que caso a taxa Selic volte a crescer, não deverá aumentar com força, com a mesma rispidez do passado que derrubou a economia nacional. Gerando inflação.

Nesse ponto, alguns detalhes estimulam os analistas a pensar diferente. No momento, os juros no mundo andam baixos, a economia brasileira apresenta sinais de eficiência e os bancos digitais estão focados em reduzir os juros para quem pretende investir ou melhorar o consumo.

Num ponto, os economistas concordam. Em virtude de a política econômica não despertar desconfiança de que navegue em maré alta, a economia e o emprego não apresentem, nem tão cedo, sinais de crescimento acelerado, senão acorda a pressão inflacionária.

De qualquer modo, o maior receio é o dólar ter ultrapassado a barreira de cautela, estipulada na casa de R$ 5,30. Comprometendo o risco de investimento no Brasil e assombrar o dragão da inflação.

De todo modo, o cidadão tem de ficar alerta, de olho no desenrolar de duas políticas econômicas. A política monetária e a cambial.

A política monetária, responsável pelo controle da quantidade da moeda, do crédito e das taxas de juros Selic) não pode afrouxar a vigilância, senão os juros dos financiamentos e dos cartões crédito ultrapassam as nuvens. Explodindo tudo. Este tipo de política, também conhecida como política monetária restritiva, tem o poder de desestimular o consumo e os investimentos.

Atualmente, o Brasil adota o tipo de política monetária expansionista. Com a taxa de juros baixa, a prioridade é estimular o consumo e o investimento. Com a intensão de atrair indústrias, favorecer negócios, estimular a construção civil, enfim, gerar emprego.

O que tem valorizado o dólar é a crise externa. A alta do dólar desencoraja o brasileiro a viajar para o estrangeiro. Encarecem as passagens aéreas, a hospedagem e, sobretudo as importações, em face do preço dos produtos internacionais ficar mais caro. Obrigando os empreendedores a comprar seus estoques no mercado interno.

Outra boa possibilidade é o incentivo ao turismo nacional. Com o Real desvalorizado, o Brasil pode ser escolhido como destino turístico pelos gringos por concluir ser vantagem visitar o país que oferece tudo mais barato em relação ao mundo. O problema é o coronavírus que mete medo e atrapalha as viagens.

A desvantagem da alta do dólar é elevar o preço do pão francês. Como o trigo é importado, automaticamente o preço do pãozinho francês também sobe. Encarece. Aí quem reclama e com razão é a dona de casa que nota o apertado dinheirinho brasileiro desaparecer pelo ralo.

PENINHA - DICA MUSICAL