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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

DESAFIO “ENIGMA SCRAMBLEX” 2

O desafio chamado “ENIGMA SCRAMBLEX “ foi criado com o objetivo de melhorar o QI dos seus usuários.

É simples , atrativo, desafiante e seu maior benefício é divertir com educação.

Enfatizo que a concentração utilizada na sua prática diária, vai nos distanciar da doença de Alzheimer.

Veja como é o enigma :

Uma palavra lhe é apresentada com as letras embaralhadas e o desafio consiste em descobrir qual é a palavra.

Um exemplo:

A,C,I,I,L,O,P = POLÍCIA

O desafio de hoje está abaixo e a resposta você conhecerá em mais alguns dias.

1 – L , O , Í , D , N , E

2 – E , E , E , T , P , R , M , N

3 – C , S , A , B , R , U , L , E

4 – M , U , S , A , S , E , P

5 – A , D , O , T , L , R , E

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SANCHO PANÇA – SÃO BERNARDO DO CAMPO-SP

Notas Sanchianas – 3 août 2020 – himnaríki og helvíti – Publicizando as maravilhas e misérias humanas – de Sancho e louco todos possuem um pouco (ou não, sabe-se lá)… TOP10:

1 – Da saga:

Expliquem-me como se eu fosse asinino (muitos garantem que sou), e que até nem me meto em política: atacar o governo não é patriótico (ou muito inteligente), pois não!? Sancho segue em sua saga para provar que o governo Bolsonaro é o pior governo que o Brasil já teve…Há aqui qualquer coisa que me está a escapar. Senão, vejamos:

a) Na quarta semana de julho, o saldo comercial registrou superávit de US$ 1,84 bilhão. Esse saldo resulta de US$ 4,54 bilhões em exportações e US$ 2,7 bilhões em importações, entre os dias 20 e 26 de julho. Dentre os embarques destaque para açúcar e para a alta das vendas de milho, que voltaram para o padrão sazonal, enquanto houve uma acomodação das vendas de celulose e soja no período. Do lado das importações, há uma recuperação gradual, concentrada em fertilizantes, veículos e cereais.

b) A balança comercial acumulou superávits de US$ 6,43 bilhões nas quatro primeiras semanas de julho e de US$ 28,75 bilhões no acumulado do ano.

c) O Índice de Confiança da Indústria, divulgado pela FGV, subiu 12,2 pontos em julho, para 89,8 pontos. Esse avanço foi puxado pelos dois componentes, o de situação atual e o de expectativas. O nível de utilização da capacidade instalada (NUCI) do setor avançou de 66,6% para 72,3%, maior patamar desde março.

d) O presidente de todos os brasileiros vai propor ao Congresso um projeto-de-lei que autorize a implementação de presídios privados, todos com o compromisso de obrigar os presos a trabalhar e pagar com seus salários as despesas, o que garantirá melhores condições de “hospedagem”. Bandido bom é bandido…

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ARISTEU BEZERRA - CULTURA POPULAR

RESILIÊNCIA

A resiliência é um termo originado da Física e da Engenharia. Refere-se à propriedade de alguns materiais de acumular energia quando submetidos ao estressse e às forças externas, sem ocorrer ruptura. A psicologia pegou emprestada a palavra criando o termo resiliência psicológica para indicar como as pessoas respondem às frustrações diárias, em todos os níveis, bem como sua capacidade de recuperação emocional. E, expressando de maneira objetiva, afirma que a pessoa, quanto mais resiliente, mais fortemente estará preparada para lidar com as adversidades cotidianas.

Ao longo da vida, muitas pessoas passam por situações consideradas desvantajosas: perda de entes queridos, enfermidades, conflitos com pessoas da sua afetividade, desemprego e violência psicológica/física. Quando observamos os indivíduos, nos momentos difíceis, é possível perceber como as reações e formas de enfrentamento são distintas. Existem os que conseguem retomar o autodesenvolvimento a partir de novos aprendizados. E aqueles que não conseguem seguir adiante, sem arrastar as correntes que os mantêm presos aos fantasmas de um passado, que só traz dor e pesar.

A resiliência significa não esquecer completamente os fatos ruins acontecidos. Entretanto, tais fatos devem ser vivenciados como se tudo fosse apenas aprendizado, extraindo-se as coisas positivas dessas experiências. A superação é permitir-nos sentir raiva e tristeza ao lembrar dos fatos que causaram dor, aprendendo e vivendo sem deixar que os fantasmas do pretérito nos impeçam de crescer e seguir em frente.

Pessoas resilientes têm uma percepção de si mesmos de serem fortes, eles usam todos os meios possíveis para aprender a lidar com os problemas. Não se incomodam por não terem conseguido na primeira vez, eles consideram que toda tentativa é válida, pois a cada uma aprendemos um pouco mais. É possível se transformar em uma pessoa resiliente, mas para isso é necessário seguir alguns fatores: administração das emoções, controle dos impulsos, otimismo, análise do ambiente, empatia, autoeficácia e bom relacionamento social. Concluímos que a ferramenta necessária para atingir o objetivo de ser resiliente é investir no autoconhecimento.

Fonte: Este texto foi encontrado na internet com autoria desconhecida. As pessoas começaram a enviar para os e-mails dos amigos, então devido a importância do assunto resolvi publicar no JBF.

A PALAVRA DO EDITOR

O INSTITUTO DATA BESTA INFORMA

A Editoria desta gazeta escrota agradece a todos os leitores que cumpriram o dever cívico-fubânico e deram o seu pitaco na nossa última pesquisa.

Estes são os números finais apurados pelo Data-Besta, o mais confiável instituto de pesquisas desse nosso país pesquisento.

QUAL O SEU CANDIDATO A PRESIDENTE EM 2022?

Bolsonaro – 86%

Moro – 13%

Ciro – 1%

Haddad, Boulos, Marina – 0%

Aguardemos a próxima enquete.

Uma excelente semana para toda a comunidade fubânica!!!

ROQUE NUNES – AI, QUE PREGUIÇA!

ERRADO, MEU CARO RUI!

Rui Barbosa, no começo do século XX, se não me engano, disse que a “pior ditadura é a do judiciário, pois contra ela não há a que recorrer”. Eu, porém, com todo o meu respeito ao Águia de Haia, discordo dessa assertiva, ao mesmo tempo em que desabafo, também, pois prefiro ser preso a me fazer de mouco, diante das barbaridades que vemos na bananolândia.

As coisas vem se “assucedendo” assim, meio de cambulhada, e acabam por confirmar o meu texto anterior – o texto J’ accuse…, com base no libelo de Zola -, sobre o judiciário e a sociedade brasileira. E, como eles estão, na atualidade, em campos opostos, com sangue nos olhos e a peixeira entre os dentes, prontos a se engalfinharem, assim que uma das partes cruzar aquela linha que, na época de menino, quando a gente queria chamar alguém para a briga, riscava o chão e gritava: essa é a minha mãe, passe por cima dela se você for “homi”!!.

“Essoutrodia”, vimos um desembargador, isso mesmo, aquele agente do judiciário, cuja função está embutida no próprio título, que ganha tubos de contos de réis mensais, desacatar um agente público. E ainda, para confirmar o que eu disse, do supremo desprezo que essa gente tem do Zé povinho, falava com o agente público em francês. Ora, porque aquele anão moral iria falar em português com a “arraia miúda”? Por que aquele ser que habita, com certeza, outra dimensão escatológica, iria se submeter às leis que todos os demais cidadãos bananeiros se submetem? Muitas vezes, bufando de raiva, dada à safadeza dessas leis, mas se submete.

Aí, quando a imprensa – aquela que ainda mantém o seu orgulho de ser independente, e não confunde, cafajestemente, opinião com notícia, escarafuncha, aqui no glorioso Mato Grosso do Sul, o verbo escarafunchar significa, pesquisar, fuçar, analisar em seus mínimos detalhes -, busca a folha de serviço do dito cujo, descobre que ele já tem quarenta e cinco, deixe-me repetir, QUARENTA E CINCO processos disciplinares em quinze anos no Tribunal de Justiça. Em um exercício tolo, mas válido, sabem qual será a pena máxima para esse anão moral, se, e digo, SE, um dia ele vier a ser condenado? Aposentadoria compulsória com salário integral e todos os benefícios da lei que ele diariamente escoiceia. Só na bananolândia mesmo!.

Recentemente a outra polêmica que recebeu um ensurdecedor silêncio das ditas mídias progressistas foi criada pelo senhor José Antônio Dias Toffoli, que hoje preside o supremo tribunal federal – assim mesmo, tudo em minúsculo, para se adequar ao caráter de onze poltrões que ocupam aquele prédio. POLTRÕES, vocês leram certo. Disso o senhor Toffoli que, se na redação de um jornal existe um editor que controla a informação e diz o que vai, ou o que não vai ser publicado, os onze poltrões seriam os redatores da sociedade brasileira. MEU OVO ESQUERDO, senhor poltrão! Meu ovo esquerdo. Prove-me pela Constituição a existência de editor da sociedade.

Não é somente estarrecedor ouvir isso de uma pessoa que, pela lei, a função é ser guardião e intérprete da Constituição – e olha a Magna aí de novo -, e nessa constituição não há nem um adendo escrito a lápis que essa seja uma função de um ministro. Aliás, e digo isso aos onze poltrões: são ministros enquanto dentro do prédio, vestindo a toga e obedecendo a ritualística que o judiciário impõe. Fora dali, todos os onze são agraciados com o título de CIDADÃOS.

Mesmo dentro daquele prédio, assumindo o arrogante título de “ministros”, são, em última análise, empregados do povo, servos da sociedade. Portanto, em que parte do mundo há a lógica do empregado ditar ao patrão como este deve se comportar? Quando os onze poltrões – e, meu Deus, Triboulet, o famoso bufão da corte de Francisco I deve estar morto de vergonha, além de morto, literalmente, já que a função de bobo da corte e palhaço era uma das mais nobres e cobiçadas do “ancient regime” -, suas decisões só tem validade dentro do processo em que opinam, seus efeitos tem vínculo, ponto final, Ditar o que eu devo pensar, escrever, falar, ou mesmo debater? Meu ovo esquerdo. Prefiro ser preso a me submeter a essa humilhação de delinquentes jurídicos.

E aqui voltamos a Rui e sua famosa observação. Data máxima vênia Rui, discordo de você. Há sim, a quem recorrer. Na verdade, há três caminhos que podem ser trilhados para que a cangalha da ditadura do judiciário saia de nossa carcunda. Todos eles trazem um impacto que vai ser sentido por gerações, e esse impacto pode organizar a sociedade, ou mesmo levá-la a um estado de anarquia, mas com o tempo ela se ajusta.

O primeiro caminho é mais lento, mas é o mais simpático: é nós deixarmos de ver as câmaras de vereadores, as assembleias legislativas e o congresso nacional como valhacouto, e deixar de mandar para lá gente que não tem biografia, mas folha corrida. Digo isso porque tamanduá não vota, nem jabuti tem título de eleitor. Se nas casas legislativas e executivas tem bandido “pìu grasso”, é porque o próprio cidadão gosta de ser roubado e manda, em toda eleição, facínoras de grosso calibre para legislar sobre a vida dele. Aí já se viu. E também parar com essa história de, “ah, fulano tá na frente, então não vou perder meu voto e vou votar em quem está na frente”. Deixa de ser burro, Zé Povinho. “Seje homi”, pelo menos diante da urna e vote com a cabeça e não com a porção final do intestino grosso.

O segundo caminho é mais perigoso, porém, não menos legal. Perigoso porque se daria muito poder a pouca gente, e esse poder tende a corromper. Estou falando da convocação popular para que as Forças Armadas coloquem ordem no galinheiro. Veja, não estou falando em intervenção, porque isso não existe e é coisa de golpista. A convocação da sociedade é um ato soberano, já que, sendo o povo soberano, de acordo com a constituição, somente um ato soberano desse povo pode, através dessa convocação, chamar as Forças Armadas para que elas recoloquem as coisas em seus lugares, saiam e voltem aos seus afazeres constitucionais. Como disse, não gosto dessa solução.

E, o terceiro e último caminho é o mais glorioso, mas somente para os teimosos, os encardidos e os desesperados: a desobediência civil. Mas essa desobediência deve ter alvo certo e preciso. Aliás, partindo-se do direito natural, é obrigação de todo ser humano desobedecer a ato judicial quando este se mostra injusto, ilegal e imoral. No caso do nosso supremo, seus atos se enquadram com perfeição nessa categoria. São atos injustos, imorais e ilegais tomado por delinquentes jurídicos, poltrões que se arvoram e enchem a boca para falar que são os editores da sociedade. Sinto Muito Rui, mas meu ovo, senhor Poltrão Tóffoli, não é o senhor que vai me calar, enquanto os atos dessa corte assim se enquadram.

Veja Rui! há sim, a quem recorrer, basta termos aquela coragem cívica que um dia um sinhozinho magruço, já debilitado pelo câncer, com o reco-reco das costelas à mostra, levantou-se diante de uma sociedade calada e disse um sonoro não!. Saiu pelo país, mobilizando a sociedade, reacendendo aquela chama cívica que nos tirou da ditadura. O nome daquele sinhozinho? Teotônio Vilela.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

LINDOMAR – BRASÍLIA-DF

Bertão!

Grande Berto!

Papa Supremo dos Fubânicos Berto.

Peço os Fubânicos Certificadores das feiqnius a certificação deste vídeo!!!!

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

TRÊS HOMENS EM CONFLITO (3) – A MAGNA TRILOGIA DO DIRETOR SERGIO LEONE

Texto escrito em parceria com o especialista em filmes de faroeste D.Matt

Cena cinematográfica antológica do duelo final dos três personagens no cemitério

(Il BUONO, Il BRUTTO, Il CATTIVO)

Terceiro filme da Magna Trilogia dos Dólares: o Bom, o Mau e o Feio, ou Três Homens em Conflito, é uma inquestionável obra de arte do cinema western spaghetti! É um filme que mostrou ao mundo o quão talentoso era Sergio Leone. Apesar de suas quase três horas de duração o filme é inteligentemente ágil e impressionantemente hábil. Um clássico do estilo western spaghetti.

O longa-metragem completa a Trilogia dos Dólares agora com três protagonistas. O Bom, o Homem sem Nome; o Mau, Olhos de Anjo e o Feio, Tuco. Cada um apresentado no primeiro ato: O Bom, ainda trabalha como caçador de recompensas, o Feio é um bandido cruel e o Mau, um homem em busca de um tesouro perdido de 200.000 mil dólares no cemitério…

Clint Eastwood continua no seu personagem o Homem sem Nome, (com o codinome de Lourinho), personagem que ele incorpora com habilidade e mestria. O Lee Van Cleef soube criar um personagem carismático, numa interpretação magnífica. Um ótimo ator que qualquer diretor gostaria de tê-lo interpretando qualquer personagem coadjuvante ou principal.

Mas, o mais extraordinário é a atuação do ator Eli Wallach. Seu desempenho é magistral. Ele aparece em quase todas as cenas, com grande atuação interpretativa. Na verdade ele é o ator principal, pois tem o triplo das ‘falas” dos demais personagens e sua versatilidade supera o limite da interpretação.

Durante todo o filme o telespectador fica torcendo pela sua aparição, pois ele ” rouba” todas as cenas em que aparece, inclusive a sua atuação tem mais intensidade que a de todos os demais atores.

As cenas principais se intensificam do meio para o fim do filme, quando os personagens se envolvem com a guerra civil americana, com cenas de guerra violentas, campo de prisioneiros, sadismo de oficiais… Tudo apresentado e encaixado com genialidade pelo diretor Sergio Leone.

Mais uma vez o diretor faz uso constante da técnica de “closes” dos personagens, pois com esses “closes” é possível mostrar a reação dos personagens diante do perigo ou do inesperado.

Para saber usar esses “closes” com eficiência, o diretor precisa ser um mestre e também os atores, pois se o ator não souber reagir adequadamente a um “close” de alguns segundos e não souber demonstrar o que está sentindo, fica com cara de idiota. Mas nas mãos do diretor Sergio Leone tudo fica “clear”.

O filme é repleto de muita ação inesquecível e certamente agradou e agrada a todos aficionados do tema em qualquer época, que apreciam uma boa história westerniana. Não se deseja aqui contar a história do filme, apenas informar que o fato principal é que os três personagens principais acabam se envolvendo no resgate de um grande tesouro de ouro, roubado do exército e escondido numa cova em um cemitério…

O duelo final entre os três personagens no cemitério é uma cena antológica, memorável, que dura aproximadamente uns 10 minutos, sem qualquer diálogo. É filmado em uma pretensa arena circular no meio do cemitério, apenas pontuando a magnífica música do genial maestro Ennio Morricone.

Sobre esse filme, um crítico experiente declarou em um artigo: “Sem sombra de dúvida, o western mais ambicioso e influente já produzido. É uma aventura audaciosa que mudou para sempre o futuro do gênero.”

E saber que essa extraordinária, monumental, memorável obra de grande perfeição fílmica foi feita muito antes do genial diretor Sergio Leone criar mais outra obra-prima no gênero: “Era uma Vez no Oeste,” não há que se discutir até onde vai a capacidade criativa de um gênio.

Porém há muito mais substância e camadas em o Bom, o Mau e o Feio ou Três Homens em Conflito do que se possa pensar à primeira vista. Não se trata de um filme difícil em termos de conteúdo, mas talvez na interpretação de suas riquezas simbólicas, que podem ser escancaradas ou estarem nas estrelinhas.

Além disso, o espectador precisa ver o filme sem pressa de que ele alimente respostas ou verdadeiro sentido antes do final, pois aí é que está a sacada do diretor Sergio Leone. Ele nos guia por um caminho de busca e luta entre dois lados, cada um atormentado por um demônio e com um objetivo egoísta para cumprir. Ao chegar ao definitivo clímax, ele reverte o jogo e nos escancara o dilema da solidão, do sentido para a vida do homem em busca de dinheiro ou justiça. Nesse ponto final, há uma seta que nos faz retornar para o início da obra, onde a frase de abertura, enfim, alcança o seu real sentido: “Onde a vida já não tinha mais valor, a morte às vezes tinha o seu preço. Eis que surgiram os caçadores de recompensas“.

Sergio Leone foi o único cineasta da História do Western Spaghetti que teve uma terceira chance de causar uma primeira impressão.

14 curiosidades inéditas sobre o filme o Bom o Mau e o Feio, ou Três Homens em Conflito

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Clique aqui para assistir ao filme completo “Três Homens em Conflito”, que mesmo depois de meio século, segue sendo reverenciado por todos que apreciam filmes western de qualidade.