CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ENALDO GUIMARÃES DE SANTANA – ARACAJU-SE

Nobre Editor,

Bolsonaro está acabando com as grandes tradições nordestinas:

A fome, a seca e a miséria.

E no dia de hoje, 31 agosto de 2020, completamos um ano e oito meses sem um único escândalo de corrupção no governo federal.

Acabou-se a roubalheira de dinheiro público dos tempos do PT.

A canallha das esquerdas  está furiosa e babando de ódio contra o presidente.

E isto me dá uma alegria enorme!!!!

Kkkkkkkkkk

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SEVERINO FIDELIS DE MOURA – MACEIÓ-AL

Já havia visitado esse endereço.

Sempre apreciei o Jornal da Besta Fubana.

Tenho alguns livros do mestre Berto.

Sou também de Pernambuco e vizinho da cidade de Palmares.

Sou de Amaraji-PE.

R. Grato pela presença por aqui, meu caro leitor.

E grato também pela leitura da minha modesta obra.

Vou pegar bigu na sua mensagem e informar aos nossos leitores que todos os meus livros podem ser adquiridos via internet, com segurança e tranquilidade, na página da Editora Bagaço.

A sua acolhedora cidade de Amaraji é irmã da nossa Palmares, no caminho que vai pro Recife.

Apareça sempre e disponha deste espaço.

E vamos aos versos que você nos mandou:

Cachaça – Severino Fidelis

Aguardente é coisa boa,
Isso eu digo com louvor.
Pode até morrer cem padres,
Mas, fique o destilador.

Quando se fala em aguardente,
Muita gente diz asneira.
Eu por mim cultivo o gosto,
Da vitamina touceira.

Cego sem guia não anda,
cachorro da ponte não cai,
corno em casa não manda
e cachaça sem tira-gosto não vai.

Tomar cachava as vezes é bom
É como acreditar em mulher
A Cachaça sendo boa ou ruim
Ainda assim não vá na onda do Zé
Pois logo desmantela a você
E você vai perder de fato a Zezé

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MAS BAH, TCHÊ!!! QUE BARBARIDADE.

PERCIVAL PUGGINA

A POLÍTICA DOS LADRÕES

Bastou a lei favorecer a simplicidade dos processos licitatórios com vistas à aquisição de equipamentos e serviços, dentro das urgências impostas pela pandemia, para os ladrões saírem da caverna. E entrarem em operação nos suntuosos gabinetes do poder. Seis governadores de estado estão sendo investigados. Estima-se que fraudes, segundo matéria da Veja, se elevem a R$ 4 bilhões. O governador do Rio de Janeiro, ex-magistrado que ganhou fama por linha dura, foi afastado do cargo pelo STJ. A Polícia Federal e o Ministério Público já identificaram operações fraudulentas em 19 estados da federação!

Impressiona particularmente o histórico de corrupção no Rio de Janeiro. Seis governadores fluminenses se envolveram com esquemas corruptos que, de longa data, infestam o ambiente político local. Alguns conheceram por trás das grades o sistema penitenciário sobre o qual, um dia, exerceram competências de ofício. A Alerj e a Câmara de Vereadores do Rio são o que se sabe. Ali, rachadinha é tira-gosto, antes do banquete.

Diante disso, cabe a pergunta: de onde procede tanta fragilidade moral, incapaz de resistir à tentação do dinheiro farto e fácil da corrupção? De um lado, a punibilidade tornou-se hipótese remotíssima e a punição por esse específico crime faz gemer as entranhas do STF, sempre pronto a conviver com a morosidade dos meandros processuais e com a benevolência das execuções penais. De outro, como confessou abertamente Sérgio Cabral, condenado a 280 anos de prisão, “apego a poder e dinheiro é um vício”.

Como se forma esse vício? Como todo vício, ele implica uma confusão conceitual entre satisfação e felicidade, fazendo da vida um inferno entre prazeres ocasionais. É a história de todos os dependentes. Acontece que nossa sociedade deixou de lado verdades, princípios e valores para cair na lassidão moral e no cinismo dos quais a corrupção é apenas uma das mais visíveis consequências.

É bem característica destes nossos tempos a troca dos sólidos fundamentos de uma vida digna pela moeda vulgar do “politicamente correto”. Há mais espaço para a hipocrisia dos antifas do que para a instituição familiar, o respeito à vida, a religião e o amor a Deus.

Se os valores rejeitados são ditos tradicionais, como definir os “não tradicionais”? Será necessário espremer às últimas gotas o pensamento picareta e a novilíngua para nominá-los com um adjetivo decente. E mais, se os valores tradicionais forem tão desprezados quanto gostariam seus detratores, tornar-se-á necessário convocar Sócrates com sua lanterna para encontrar o bom cidadão, o bom político, a boa instituição. E até mesmo o dinheiro roubado.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

O MICRO EMPRESÁRIO, O TATUADOR E A “SUCURUCETA”

Microempresário, numa crise econômica de arrombar a tampa do caneco, sendo pressionado pela esposa, que exigia o dinheiro para a despesa familiar; pela amante, que exigia dinheiro para manter a ostentação; e pelo empregado, que exigia o dinheiro dos três meses de salários atrasados, procurou um tatuador para tatuar uma cédula de cem dólares na pica. E o tatuador disse que não podia fazer. Que ia doer muito. Que o microempresário não ia suportar a dor e patati patata!

Mas o microempresário insistiu. Dizendo ao tatuador que precisava se livrar da mulher, que só pensava em dinheiro. Da amante, que só pensava em sugá-lo. E do trabalhador, que só pensava em acioná-lo na Justiça do Trabalho por causa dos salários atrasados.

Pressionado, o tatuador alertou:

– Olhe, vai doer muito. O senhor não vai suportar a dor. Mas, mesmo assim, ainda que mal lhe pergunte, por que o senhor quer que se tatue uma cédula de cem dólares justo no… no… no… na… na… na bimba?

Aí o microempresário, já não suportando as pressões que vinham de todos os lados: da esposa, da amante e do empregado, desabafou:

– É que eu quero fuder com minha mulher, que só pensa em gastar. Fuder com minha amante que só pensa em ostentar e fuder com meu empregado, que só pensa em me fuder na justiça para receber os salários atrasados. Sacou por que eu prefiro a dor da tatuagem uma só vez na pica do que a pressão no meu testículo todos os dias?

– Bem, se forem esses os seus motivos – disse o tatuador – o senhor está mais do que certo… Comigo aconteceu o mesmo, só que eu me abestalhei e engoliram tudo: carro, casa, apartamento, aplicação em fundos, e hoje estou na merda, tudo por causa de uma “sucuruceta”!

A “sucuruceta” que engoliu tudo do tatuador

DEU NO JORNAL

UM URUBU TÍPICO DA SUPREMA VERGONHA PLANETÁRIA

Ao criticar o Supremo Tribunal Federal por proibir a polícia de combater o crime em favelas do Rio, o procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro desabafou nesta sexta (28), indignado.

Para ele, “é assustador como o STF está sempre disposto a atender demandas dos bandidos”, referindo-se, por exemplo, à proibição de uso de helicóptero pela polícia. Proibir helicóptero é antigo sonho dos bandidos, lembra.

O tiroteio de 27 horas entre facções pelo controle do Morro de São Carlos, no Rio, entre quarta e quinta, “devem ir para a conta do STF”, acusou.

Marcelo Rocha Monteiro denuncia a ilegalidade na decisão: “não há lei que impeça uso de helicóptero, por isso a decisão do STF é ilegal”, diz.

Helicóptero permite localizar e neutralizar criminosos mais rapidamente e encurta a duração de tiroteios, por isso bandidos temem o equipamento.

Para ele, isso é assunto de governo: “No Judiciário não há eleitos para definir política de segurança”.

E que no STF ninguém entende do tema.

“De quantas operações policiais o ministro Fachin participou?”, pergunta o procurador, desafiador, “o que eles sabem sobre isso?”

* * *

Esse tabacudo desse Fachin só vai participar de operação policial em breve futuro.

Participar do outro lado, quando a Polícia Federal chegar com mandado de prisão na porta dele.

Se é pra defender e proteger bandido, a Suprema Vergonha está na linha de frente.

Num é mesmo, Gilmar?

Semana passada, o militante zisquerdóide chamado Fachin disse que o Brasil está vivendo uma “recessão democrática”.

E disse mais: ele cagou pela boca que o TSE deveria ter autorizado a candidatura de bandidão Lula, o ex-presidiário que é proprietário da quadrilha com a sigla partidária de PT.

Fachin afirmou que a candidatura de Lula, barrada pelo TSE, teria “feito bem à democracia” e dado força ao império da Lei.

Isso dito por um “ministro” do “supremo”.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!

Esse desqualificado é um militante petralha nojento.

Sem um pingo de vergonha ou dignidade no fucinho.

Pra quem tiver coragem de ouvir o cagatório oral contido no vídeo abaixo, recomenda-se colocar o pinico ao lado do computador, pois a ânsia de vômito vai ser muito grande.

MAURÍCIO ASSUERO - PARE, OLHE E ESCUTE

ORGÃOS DE CONTROLE

No Brasil, de forma direta, temos a CGU – Controladoria Geral da União e o TCU – Tribunal de Contas da União como órgãos fiscalizadores dos gastos públicos enquanto os estados possuem seus tribunais de contas, sem contar as tais controladorias. O que esse pessoal faz para atrapalhar a vida de quem trabalha sério, de quem é honesto, não é brincadeira. Abrem uma SA – Solicitação de Auditória pelos motivos mais babacas possíveis. Lembro-me de um caso de um parecer de um auditor questionando o fato de um determinado curso da universidade ter mais formandos na pós graduação do que na graduação. Tivemos que dizer a ele que a pós começou uns 10 anos antes da graduação. Pura Babaquice.

O que me incomoda é que estes órgãos não viram o que aconteceu no mensalão e nem tampouco na Petrobras. Roubaram tubos de dinheiro e nem a CGU nem o TCU foram capazes de se posicionar. Se os casos chegaram ao conhecimento do público se deve ao trabalho da Polícia Federal. O pior é que, além de tudo isso, a Petrobras, por exemplo, é auditada e seus balanços publicados nos grandes jornais de circulação nacional, com as devidas notas explicativas e o parecer de auditores independentes.

Nos TCE’s existe uma patologia idêntica ao STF e a outros órgãos da justiça: os caras são indicados pelo chefe do executivo, ou seja, o governador indica para um cargo de conselheiro do TCE um cara que vai julgar as contas do governo. A consequência disso são contas aprovadas com ressalvas ridículas que não afetam um centímetro a vida do político. Ademais, tais conselheiros são, na maioria, políticos não eleitos e correligionários do governo. Qual a chance desse negócio ter isenção?

A burocracia do serviço público beira a imbecilidade. É inconcebível que numa época na qual a tecnologia é fator dominante que se demore dois, três ou quatro anos para se julgar as contas de um governo. O Siconv – Sistema de Convênios, por exemplo, tem todas as rubricas de qualquer projeto, então o relatório dos gastos é imediato. Daí os caras começam a analisar procedimentos de contratação, que é onde está o problema. Tomemos como exemplo o covidão: a Polícia Federal trabalhou duro para frear a sanha imoral dos gestores e eu, salvo engano, li que um processo contra a Prefeitura de Condado-PE, tinha sido arquivado pelo TCE. Apenas para refletir: a prefeitura gastou R$ 184 mil na compra de livros didáticos sobre a Covid-19, mas o material pode ser obtido gratuitamente do Ministério da Saúde.

Esse movimento em favor da impunidade é fruto de conselheiros ou ministros indicados. É a mesma coisa no STF. O trabalho nos últimos dias, de Lewandowski e Gilmar Mendes, foi na direção da anulação de sentenças de Moro, na exclusão da delação de Palocci, tudo voltado para anular a condenação de Lula, fato que deve acontecer com a volta de Dias Toffoli, que deixa a presidência do STF no dia 13.09, para a segunda turma do STF que é composta por esses dois citados, mais Fachin, Carmem Lúcia e Toffoli. Qualquer coisa que envolva a Lava-Jato será 3 x2 a favor dos corruptos. O afastamento de Celso de Mello, o juiz de merda, por exemplo, foi um prato cheio para favorecimento de processos contra corruptos visto que 2 x 2 beneficia o réu.

É lastimável, vergonhoso, indecente, a impunidade ser plantada por órgãos que deveriam combatê-la. Está mais do que claro que esse sistema de fiscalização é falho na sua essência e desgraçado no seu formato. É preciso mudanças na constituição para modificar a forma de escolhas de ministros do STF, do STJ e de similares. Enquanto o processo for dessa forma, estaremos sempre a mercê do governante, correndo o risco de aparelhamento como vimos no Brasil desde 2002. Tudo feito em nome da “igualdade” e da justiça. Frei Betto convenceu Lula a colocar Joaquim Barbosa porque era negro (com todas as vênias relativas ao seu currículo). Toffoli foi escolhido por ser advogado do PT, etc.

A mudança da lei vem do legislativo que não tem interesse algum em fazer isso. O pacote anticrime de Moro mostra o que foi feito no projeto. O foro privilegiado está com seu Rodrigo Maia, mas o interesse dele é a reeleição dele de Alcolumbre. Não estão interessados em pautar temas que contribuam para o país. É esse o cenário desse país imenso, capaz, completo de recursos naturais que poderia ser, senão a primeira, a segunda ou terceira economia do mundo.