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É SIMPLESMENTE ABSURDO CULPAR PRESIDENTE POR 100 MIL MORTES

Rodrigo Constantino

Muita gente já me perguntou se eu não desejava ingressar na política, e sempre rebati que quem me quer ver nessa profissão não é meu amigo. Não desprezo a política, pois precisamos dela. Mas via de regra o sujeito, quando se torna um político, acaba deixando o lado mais oportunista falar mais alto, vira um ator num jogo sujo de poder. Afinal, até um bom político precisa ser, antes, eleito.

O jogo é pesado e não é para amadores nem fracos de estômago. Mas deveria haver algum limite ético. Infelizmente, percebo que não há. O que estão fazendo com a pandemia, para colher dividendos eleitorais, é algo simplesmente abjeto, nefasto. Sambam em cima de cadáveres para tentar responsabilizar o presidente por cada uma das mais de cem mil mortes, o que não faz qualquer sentido.

Todos são livres para criticar o governo e o presidente, achar que mais poderia ter sido feito, atacar a postura de Bolsonaro e tudo mais. Daí a basicamente colocar nele a culpa pelas mortes vai uma longa distância, que separa os decentes dos indecentes oportunistas. E por falar em oportunistas…

São Paulo é o estado com mais óbitos, de longe. A turma precisa se decidir: ou o isolamento “científico” foi um sucesso, Doria merece aplausos e o presidente não pode ser responsabilizado pelo suposto fracasso do governo federal nas 100 mil mortes, ou ambos devem ser atacados. Sejam mais coerentes…

Sabemos, porém, que coerência não é o forte dessa patota. A cobertura do JN dedicou vários minutos a uma narrativa que pintava o presidente como pior do que o vírus chinês. Deu nojo, confesso. E pior: os que fazem de tudo para responsabilizar o presidente por cada morte são os mesmos que não dizem um ai contra o regime ditatorial chinês por “pragmatismo”.

O JN tratou o ex-ministro Mandetta como um “especialista de medicina”, mas ele é, na prática, um político ortopedista em eterna campanha, que transformou a pandemia em palanque e que pode ter contribuído para mais mortes ao mandar todos ficarem em casa até sintomas maiores. Não será eleito nem para síndico…

Quantas pessoas a mais morreram de forma desnecessária por conta das recomendações de “especialistas” como Mandetta de que todo mundo deveria ficar trancado em casa até apresentar sintomas mais fortes da doença? Quantas pessoas a mais morreram de forma desnecessária por conta das manifestações “democráticas” lideradas pela esquerda contra o governo, promovendo aglomerações sob o comando de torcidas organizadas e antifas, que a mídia defendeu?

Comentei hoje cedo no Jornal da Manhã sobre esse absurdo de tentar responsabilizar o presidente pelas mortes:

Mas o público está de olho. O oportunismo é tão escancarado, salta tanto aos olhos, que isso só vai ajudar a fortalecer Bolsonaro. Mesmo aqueles que fariam críticas legítimas ao presidente ficam na defensiva ao perceber um jogo tão podre de quem não dá a mínima para as perdas, pois só pensa em transforma-las em trunfo eleitoral. É asqueroso!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SAMUEL GROSS – ATIBAIA-SP

Papa Berto,

veja este vídeo com uma deputada da sua terra.

Porreta como você.

R. Êita porra!

Quer dizer que a deputada é porreta feito a porra desse editor da porra.

Fique ancho que só a porra com a porridão a mim concedida.

Quanto a este vídeo, caro leitor, ele já havia sido enviado pra cá pelo fubânico Luiz Carlos, que mora no Rio da Janeiro.

Nele a deputada estadual pernambucana Clarissa Tércio fala a mais pura verdade e desmascara a oposição funerária, aquela cambada zisquerdóide que luta contra a hidroxicloroquina e que torce pra que morra mais gente, a fim de botar a culpa no governo federal.

Valeu a pena o voto que dei pra esta jovem e brava conterrânea na última eleição.

Vou aproveitar e colocar logo após o vídeo uma mensagem que recebi do meu querido amigo João Veiga, grande médico pernambucano, grande figura humana, totalmente engajado na luta pra salvar vidas e peitar de frente os idiotas que condenam a hidroxicloroquina.

ANDERSON BRAGA HORTA - SONETO ANTIGO

ATAVISMO

Tens dentro da alma sanhas de panteras,
volúpias de satânicos absintos,
cintilações de atávicos instintos,
remanescentes de remotas eras.

E quando, às vezes, os clarões extintos
de pré-históricas tribos reverberas,
vejo em teus olhos loucas primaveras,
exóticos grotões e labirintos…

Selvática no amor e na vingança,
não sei bem se me queres ou me odeias
quando os meus olhos, insondável, fitas.

E assim, como te trago na lembrança,
pareces ter, fervendo-te nas veias,
o primitivo ardor dos trogloditas.

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A CENSURA ESTÁ DE VOLTA

Comentário sobre a postagem “DESINFORMAÇÃO”, A NOVA SENHA DA CENSURA

Marcos Mairton:

Berto,

a propósito desse novo tipo de censura, senti-a na pele neste fim de semana, ao tentar promover a divulgação de um vídeo meu no YouTube.

Tendo criado, há alguns meses, um samba em homenagem aos entregadores de refeições, resolvi patrocinar sua divulgação no YouTube, a fim de que chegasse a um número maior de pessoas, especialmente neste fim de semana, quando circulou um vídeo que mostrava um desses entregadores sendo tratado de maneira nada respeitosa, aparentemente por um cliente.

Acontece que o Google ADS não me deixou divulgar o vídeo por meio do seu sistema.

Enviou-me um e-mail dizendo que o meu vídeo tratava de “eventos sensiveis”.

Por isso, sua divulgação havia sido reprovada.

Estou até agora sem entender a razão pela qual um samba em homenagem aos entregadores de refeição fere a sensibilidade de alguém, a ponto de não ser admitido pra divulgação.

O samba já havia sido inclusive apresentado aqui no JBF, em maio passado, sem ferir a sensibilidade de ninguém (clique aqui para rever)

Mas, para o Google ADS, foi reprovado.

A PALAVRA DO EDITOR

UMA FEIRA ARRETADA

A magnífica feira que aparece na mesa da cozinha aqui de casa, nesta foto aí em cima, foi um presente que ganhei neste final de semana.

Na foto aparece carne de cabrito, manteiga de garrafa, carne de sol, queijo de manteiga, sarapatel, queijo de coalho, linguiça, bolo de rolo, doce de mamão, doce de goiaba.

Uma feira nordestinada de altíssima qualidade!

Um mimo que me foi oferecido por Pedro Malta, colunista desta gazeta escrota.

Gratíssimo por esta sua fidalga generosidade, meu caro amigo.

Pedro Malta mora no Rio de Janeiro e, por conta dessas facilidades da vida moderna, telefonou pra uma empresa daqui de Pernambuco e a entrega foi feita no edifício onde moro.

Estou falando da Kasa do Keijo, uma firma especializada neste ramo e localizada em Olinda, cidade vizinha do Recife, .

Aproveito a deixa pra fazer o comercial e a divulgação dessa excelente empresa, dirigida por gente competente

Vejam a lista de produtos que podem ser encontrados na Kasa do Keijo:

Carnes frescas e de sol, cabrito, cordeiro, leitão, queijo de coalho defumado com orégano, linguiças caseiras, matuta, bode, charque, frango com bacon, buchada já temperada, sarapatel de bode e de porco, tripinha de porco pré cozida, mel de engenho e de abelha puro (colhido na fazenda), massa e goma de tapioca (direto da casa de farinha), doces em calda caseiros (mamão, mamão e coco, goiaba, jaca, caju, banana e abacaxi), doce de leite, cocada de rapadura recheada com leite condensado, bolo caseiro de Mandioca, Macaxeira, Barra Branca, Engorda Marido, de rolo, castanhas, amendoins, frutas cristalizadas, passas, amêndoas etc.

A Kasa do Keijo está localizada no Mercado de Sítio Novo, Box 35, em Olinda – Av. Luis Correia de Brito.

Queijos, frios e produtos regionais, além de 80 itens de conveniência

Telefones 9-9729-8469 e 3104-4002

É só ligar e falar com Alexandre ou com Sonia.

Também é possível fazer consultas e compras por e-mail: amalta2@hotmail.com

A Kasa do Keijo opera com cartão e não cobra pela entrega.

Fubânicos de Olinda, do Recife e redondezas, fiquem à vontade pra fazer suas encomendas!!!!

Gratíssimo pelo magnífico presente, meu estimado amigo Pedro Malta!

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

BEM NO OLHO DO FURICO DO JORNALISTEIRO FUNERÁRIO

Comentário sobre a postagem MAGNOVALDO SANTOS – PALM COAST-ESTADOS UNIDOS

João Francisco:

Vou tornar a dizer; no futuro não muito distante vai ficar provado que se tivessem usado o coquetel de HCQ antes, muitas vidas teriam sido salvas.

Este estudo já existe e foi feito pela Universidade de Yale, EUA.

Na sexta-feira Alexandre Garcia na CNN descascou um Jornalista “isento”, um tal de Colombo que quis deixá-lo em saia justa dizendo que JB fez propagando da HCQ indevidamente.

Tomou uma invertida épica, vejam:

A PALAVRA DO EDITOR

Ô POVO PRA GOSTAR DO QUE NÃO PRESTA

Quando alguém acessa esta gazeta escrota, encontra aí do lado direito, logo abaixo do cabeçalho e no comecinho da fila, a informação de quantos leitores estão conectados naquele momento.

Olhem lá agora e vejam quantos dependentes estão neste instante satisfazendo seu vício horrendo.

O último recorde foi há quase um ano, em setembro de 2019, com 98 leitores conectados.

Sempre que este número bate um novo recorde, o sistema faz o registro.

Foi o que aconteceu na última quinta-feira, dia 6, às 10:59 da manhã.

E vejam que chic: tudo escrito na língua dos zamericanos.

Em ingrês!!!

Naquele dia e naquela hora, estavam conectados 220 viciados, sem outra coisa mais importante e decente pra fazer que não fosse ler as besteiras aqui publicadas.

Num é nada, num é nada e, no final, num é merda nenhuma mesmo.

Mas, em se tratando de um recanto safado feito este, um jornal artesanal e caseiro, que não recebe verbas públicas desviadas por políticos ladrões, é coisa que só a porra!

É gente que só a peste pra gostar do que não presta!!!

Como editor de um jornal que é da Besta, eu fico besta de ver como tem gente besta no mundo.

Vôte!!!

“É um jornal tão safado e indecente que até eu leio todos os dias”

PERCIVAL PUGGINA

A NAÇÃO PEDE RESPEITO

O Estadão deste sábado (08/08/2020) estampa editorial atribuindo ao presidente da República responsabilidade pessoal nas 100 mil mortes causadas pelo novo coronavírus. No esdrúxulo raciocínio do editorialista, não fosse Bolsonaro, o vírus, por si só, transitaria pelo Brasil sem produzir vítimas.

Diz o jornal, novo queridinho da esquerda brasileira:

“Por fim, construiu-se essa tragédia porque falta a muitos cidadãos um espírito de coletividade, o reconhecimento do passado formador comum e a comunhão de aspirações ao futuro. Com tristeza, viu-se que não raras vezes a fruição imediata de alguns se sobrepôs ao recolhimento exigido para o bem de todos. Aí está o resultado.”

Aí está também, num mau português, o sumário da lição de engenharia social proporcionado pelo coronavírus. A aula virtual, em sala global, é cotidianamente oferecida ao mundo, de modo especial ao Ocidente, pela mentalidade totalitária em suas mais recentes roupagens. Aí estão, igualmente, o desprezo à liberdade individual, ao trabalho humano e a politização do vírus. A propósito, é bom ter em mente que a politização de tudo, a radicalização e o clima de amplo antagonismo não são peculiaridades do tempo presente. Vista de frente, olho no olho, a verdade mostra que até 2018 a radicalização tinha um lado só. A vanguarda do atraso vencia por WO.

Fazer-nos andar na direção dessa engenharia social, exige inibir, coibir, exorcizar a liberdade individual. Disse-me alguém, certa feita: “Observa a atividade das abelhas em uma colmeia. Não há, ali, individualidades e egoísmos. Todas obedecem a uma ordem espontânea, ditada pela natureza. Por que os seres humanos não podem ser assim? Por que não sonharmos com um homem novo, nascido dessa compreensão?”. Exasperei-me: “O motivo é muito simples, meu caro. Acontece que, diferentemente do teu delírio coletivista, nós não somos abelhas! Convivem em nós a inteligência, a vontade e a liberdade. Não rebaixes nossa dignidade.

* * *

Desde a campanha eleitoral de 2018, plantou-se a ideia de que a vitória de Bolsonaro representaria um retorno dos militares ao poder, para estabelecer um governo fascista, homofóbico, racista, e sei lá mais o quê, com o intuito de extinguir a democracia no Brasil. Criada a ficção, mesmo em ausência de qualquer sintoma, tanto o Congresso quanto o STF passam o combater o fantasma criado, atacando o Poder Executivo com medidas de viés autoritário, manifesto antagonismo político e real esforço em coibir a liberdade de opinião.

Hoje, se há um golpe em curso, ele não se articula em favor do governo, mas contra o governo. Não é devido ao governo, ou ao governante, mas causado pela aversão à agenda conservadora e liberal que, dada por morta no Brasil, renasceu a partir de 2014, ameaçando décadas de meticuloso trabalho político, sociológico e psicológico de engenharia social.