COLUNA DO BERNARDO

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARIA DE JESUS NEVES – SÃO PAULO-SP

Seu editor fubão:

Publique esse pelo amor de Deus!!!!

Pra deixar minha cunhada com raiva, estrilando, bufando.

Veja como o meu presidente foi recebido hoje no interior do meu Piaui querido.

Nosso nordeste está afiado, no ponto!!!!

Bolsonaro chegou até a montar num petista.

kkkkkkkkkkkkk

R. Cara leitora, vendo este vídeo que você nos mandou, me lembrei de um comentário feito aqui nesta gazeta escrota pelo nosso estimado colunista Goiano.

Foi no último dia 26, domingo passado, na coluna de Carlos Brickmann.

Veja só o que escreveu Goiano:

“Jair Messias Bolsonaro foi eleito com 57 milhões e 700 mil votos, mas hoje é uma sombra do que foi”.

Que sombra bagunceira que só a porra!!!

Uma sombra que monta em cavalo no interior nordestino é uma fenômeno digno de estudos.

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

O MONSTRO – Bocage

Esse disforme e rígido porraz
Do semblante me faz perder a cor:
E assombrado d´espanto, e de terror,
Dar mais de cinco passos para trás:

A espada do membrudo Ferrabrás
Decerto não metia mais horror:
Esse membro é capaz até de por
A amotinada Europa toda em paz.

Creio que nas fodais recreações
Não te hão de a rija máquina sofrer
Os mais corridos, sórdidos cações:

De Vênus não desfrutas o prazer;
Que esse monstro, que alojas nos calções,
E porra de mostrar, não de foder.

Manuel Maria Barbosa du Bocage, Setubal, Portugal (1765-1805)

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JACOB FORTES – BRASÍLIA-DF

A ESMOLA

Não faz muito, alinhavei algumas palavras e as batizei de A GAIOLA. Agora, a pena, teimosa, escorre novamente para devanear acerca da ESMOLA. Gaiola, esmola; o parônimo se dá por acidental coincidência.

Alojado na mente dos brasileiros está o entendimento de que o ato de esmolar é sentimento que encerra compassividade (compassividade?) e se materializa quando se doa a alguém, demarcado por necessidade, um auxílio material (material?). Sem desmerecer essa compreensão, é preciso pôr em relevo que o referido entendimento, meio que mutilado, carece de completude, merece benfeitoria.

Em primeiro lugar, a esmola, manifestação de uma vontade, por mais que pareça gesto compassivo, nem sempre traduz sincero sentimento de compaixão. Pode significar hipocrisia, portanto, embuste para mascarar vaidades particulares, inconfessáveis. Exemplificativamente: esmolar para obter popularidade, para exibir generosidade, para dissimular atos ignóbeis, ou para ficar bem com a consciência. Certos fariseus, travestidos de benfeitores, para dar peso e realismo às suas ações “caritativas”, chegam a esmolar a própria camisa. Em segundo lugar, a esmola não se adstringe, unicamente, a auxílios materiais, isto é, a benefícios palpáveis. Engloba também os impalpáveis: carinho, alegria, poesia; “…dê uma esmola de amor às vítimas da solidão…”.

Enquanto a esmola, de índole verdadeira, tem no amor, na misericórdia pelo sofrimento alheio, sua principal motivação, a esmola de índole falsa se pauta pela impostura.

Proximamente cogito retornar a essa temática social não para aludir sobre os que dão esmolas, mas para sumariar a fisionomia dos agentes que laboram no ofício da mendicidade. O fazem, ora por justa precisão, ora por malandrice, representados estes pelos vadios, cínicos, desavergonhados.

DEU NO JORNAL

GOIANO BRAGA HORTA - ARCO, TARCO E VERVA

DIVAGANDO DE OLAVO DE CARVALHO A ORTEGA Y GASSET

Olavo de Carvalho, o filósofo, professor, jornalista e sei lá mais quantos apitos apita, é, sem dúvida, um sujeito inteligente, eu já disse isto e repito.

Ouvi-o falar algumas vezes. É melhor escrevendo; e quando escreve apartando-se do mundo real, fático, e fica apenas no campo das ideias – daquelas que não comprometem a seriedade de uma certa estrutura do seu pensamento, seu brilhantismo intelectual se revela.

Quando entra a professorar na área dos fenômenos e da política, destrambelha-se.

Vou dar dois exemplos.

1) Quando aderiu ao terraplanismo:

Assim como outras “teorias da conspiração” (o terraplanismo envolve não apenas a idéia pura e simples de que a Terra não é um globo, mas acredita que essa “verdade”, ou seja, o fato de ela ser plana nos é ocultado por uma certa elite poderosa para que essa elite mantenha seu poder sobre nós), o terraplanismo dispõe de inúmeras “provas” em favor de seus argumentos.

Quem adere a essas provas é, em geral, uma pessoa ingênua, que aceita à primeira vista o que lhe é apresentado, sem aprofundar-se e, até, passa a desprezar as evidências.

2) Quando aderiu ao anticomunismo:

Não sei quando o fez, mas Olavo de Carvalho usa sua extraordinária capacidade intelectiva para ingressar no mundo da ideia boba (também, de certa forma, uma teoria da conspiração) de que estamos, nós, os brasileiros, permanentemente ameaçados pelos comunistas.

É uma cruzada que só serve à direita burra, para que ela permaneça no poder: Como ela não dispõe de filosofia, ideologia, ideário, programas, planos, projetos que possam servir para o progresso humano e social, a direita burra (mas, nesse particular, esperta) vive do expediente de atemorizar os crédulos, ingênuos e incautos, ameaçando: – Se vocês abandonarem Jair Messias Bolsonaro o comunismo toma conta.

É claro, poderíamos mencionar o outro perigo de que a direita burra se vale: a corrupção. Desde que o Mensalão e a Lava-Jato agiram, desde os governos de Lula e Dilma, até o governo do Temer, nada mais aconteceu em termos de combate à corrupção – este governo, quando assumiu, tudo já estava feito; e o que mais poderia ser feito (reclama Sérgio Moro) não foi realizado.

Assim, Olavo de Carvalho perde tempo com bobagens, ao invés de se dedicar a ensinar coisas valiosas aos seus pupilos e à sociedade.

Mas, dito isso, o que eu queria mesmo falar é da bobagem de algumas pessoas de quererem fugir aos rótulos, como os rótulos de esquerda e de direita, como se fosse possível distinguir na prateleira do supermercado a cachaça do uísque se não estiver escrito o que é cada um nas repectivas garrafas.

E uso essa verdade para garantir que não é possível deixar de ser uma coisa ou outra – até para asseverar que não existe “centro” em política, e para afirmar, enfim, que não há como escapar ao rótulo: ou és uma coisa ou outra, ou simplesmente és nada, e que terás de aceitar o teu rótulo para que sejas reconhecido entre os teus e os outros.

Pelos idos de 1937, Ortega y Gasset escreveu que “ser de esquerda é, como ser de direita, uma das infinitas maneiras que o homem pode escolher para ser um imbecil: ambas, em efeito, são formas da hemiplegia moral”, o que, se fazia sentido naquela data (o que acho difícil), hoje repercute como não mais que uma frase de efeito, pois quem não se coloca politicamente em uma ou outra posição escolhe alhear-se e alienar-se.

Pois – e isso é incrível – vou me valer de Olavo de Carvalho para alicerçar minha exposição.

Em recente entrevista ao programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, um dos entrevistadores, o Guilherme Fiúza, concluiu sua mais ou menos longa consulta fazendo a seguinte pergunta:

– É melhor falar de direita e esquerda, ou de liberdade, inteligência, honestidade etc?

Olavo de Carvalho, confrontando o referido filósofo espanhol, responde:

– Bom, eu uso esses termos, direita e esquerda, como expressão da autodefinição que o sujeito se dá: se ele diz que é de esquerda, então ele pertence a um grupo que também se autodefine assim; se ele diz que é de direita, ele também pertence a um grupo que se autodefine assim. Não precisamos definir direita e esquerda pelo conteúdo das suas respectivas ideologias ou propostas. Não. A coisa é mais simples: existe direita e esquerda, como existem grupos que atuam conjuntamente e têm interesses em comum.

E agora partiremos para o problema do relacionamento da matéria intelectual com o fenômeno chamado de realidade – após dizer isso Olavo de Carvalho continua:

– O que você disse está certo: a esquerda hoje é toda financiada pelas grandes fortunas internacionais.

E arremata:

– Por quê? Você acha que o George Soros ficou louco, os Rockfellers ficaram loucos, os Rotschilds ficaram loucos?…

E eu digo, ora, Olavo de Carvalho… enlouqueceste tu? Concluis que os capitalistas financiam àqueles que querem: ou destruí-los, caso falemos de uma esquerda comunista; ou controlá-los, caso nos refiramos a uma esquerda não comunista?!

Paro por aqui e nem vou falar da tentativa capciosa de tentarem, Olavo e Fiúza, passar a ideia de que direita significa liberdade, inteligência, honestidade e outros atributos elevados, enquanto a esquerda é o contrário de tudo isso.

Só me resta a exclamação:

– Ora, vão se catar.

CHARGE DO SPONHOLZ

JOSÉ PAULO CAVALCANTI - PENSO, LOGO INSISTO

CARTAS NA MESA

A história se repete mesmo. Razão para Maquiavel (O Príncipe), mais que Marx (18 Brumário), para quem seria sempre farsa. Prova é que esse ficar em casa, por conta da pandemia de agora, já aconteceu antes. O personagem, que comprova essa repetição, é Miguel Arraes. Tirando os da família, conheci poucas pessoas que o chamavam assim, de Miguel. Como Severino Farias, fazendeiro de algodão em Surubim, pai de Antônio Farias (marido de Geralda). Carlos Duarte, velho comunista que sobreviveu, na Ditadura, vendendo selos Olho-de-Boi da sua coleção. Waldir Chimenes, casado com uma prima de Arraes (dona Ivone). Miguelzinho Batista, gigante com pouco mais de metro e meio de altura, seu fiel ajudante de ordens. E Zadock Castelo Branco, um jornalista excêntrico que ainda tinha o desplante de dar tapinhas na sua barriga enquanto dizia “pessedista velho, com uma tinturazinha marxista”. Para o resto da humanidade foi, sempre, dr. Arraes. Ou Pai Arraia, na boca de seu povo. Gente simples que, naquele tempo, invocava sua proteção para tudo. E até chá caseiro fazia, com seus santinhos de eleição, para curar males variados – resfriados, saudades, barrigas d’água, dores nas juntas, remorsos.

Esse caso, que agora conto, começa em 1964. Quando dr. Arraes é cassado pela Redentora. Preso em Fernando de Noronha, liberta-se apenas em maio de 1965. Seu advogado, Sobral Pinto, sugere que melhor seria o exilio. E, em 17/06/1985, acaba em Argel, a Princesa da África Francesa. Por mãos do Presidente Ben Bella – um exótico ex-jogador de futebol que chegou a estatizar os salões de barbeiro do país. Dia seguinte à chegada, um golpe militar colocou, na chefia do governo, Houari Boumédiène – até então, seu Ministro da Defesa. Mas nada mudou, para Arraes. A casa de dois pavimentos que ocupava, no Bd. Franklin Roosevelt, era parte dos domínios do Palais d’Eté. Vizinha de muro com o próprio Palácio do Governo. Havia um permanente clima de conspiração, entre os exilados brasileiros. Dr. Arraes, segundo se dizia, comandava um Movimento Popular de Libertação – que teria 200 mil homens em armas, no Brasil, prontos para entrar em ação. Sem prova disso, até hoje. Enquanto o Coronel Jefferson Cardim morreria esperando apoio, de Fidel, para invadir a Amazônia. Quando era grande a saudade, vestia farda e passeava, todo paramentado, pelo kasbah de Argel.

Mas o melhor, naquele tempo, era mesmo o bom e velho biriba de quase toda noite. No Bd. Telemly. Em duas mesas de apartamentos com salas contíguas. Num, moravam o Deputado Federal cassado Maurílio (e Ana Angélica) Ferreira Lima e o engenheiro Aécio (e Walkíria) Gomes de Matos. Hoje, na Revista Será?. No outro, o arquiteto Lopes (e dona Mimi). Portugueses, naturalizados brasileiros, que trabalhavam na construção da Universidade de Constantine. Às bordas do Saara argelino. Muita gente aparecia, por lá. Como o arquiteto Oscar Niemeyer, grande especialista no jogo. Tanto que implantou um sistema esquisito, de contagem de pontos, conhecido como “Regra Niemeyer”.

Noite de 04.11.69. Walkíria descarta um 3 de copas. Dr. Arraes era respeitado, na mesa, por ganhar mais que perder. Foi sempre assim, na vida. Próximo a jogar, põe a mão na carta. Mas o rádio interrompe seu gesto. Anunciando o assassinato, em São Paulo, de Carlos Marighella. Todos ficam paralisados. Dr. Arraes eleva seu olhar, até fixar um ponto impreciso da parede. E, com voz embargada com que (se supõe) são ditas as frases históricas, sentencia: “Devemos voltar à Pátria, para comandar a guerrilha revolucionária que vai redimir o povo brasileiro”. Silêncio sepulcral. E o jogo parado. Passados alguns segundos Maurílio, sem se preocupar com essas palavras, vira-se para ele e diz: “Acabou?, Arraes. Então joga!”. A vida então seguiu, naquele quase fim de mundo, em sua trilha perversa de ilusões perdidas e esperanças vãs. “E o universo/ Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança”, palavras de Pessoa (Álvaro de Campos, na Tabacaria). O povo brasileiro poderia esperar um pouquinho mais. Dr. Arraes pega o 3 de copas. Olha, sorrateiro, para os adversários. Ri baixinho. E diz “Bati”.

DEU NO JORNAL

REDUZINDO A POBREZA

Auxílio emergencial reduz extrema pobreza ao menor nível em 40 anos.

A distribuição do auxílio emergencial durante a pandemia do novo coronavírus reduziu a extrema pobreza no Brasil ao menor nível em 40 anos.

Essa é a conclusão de uma análise feita pelo pesquisador Daniel Duque, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

* * *

Esta chamada aí de cima está na revista Exame, numa matéria publicada anteontem, terça-feira.

A reportagem foi enviada pra cá por um leitor de Salvador, que pediu pra não ser identificado.

Pelo jeito, parece ser coisa pra deixar puta da vida a imprensa funerária pessimista.

Num entendo nada destas altas filosofofanças.

Vocês que são doutores no assunto que tirem suas conclusões.

Quem quiser ler a matéria completa, é só clicar aqui .

MAURÍCIO ASSUERO - PARE, OLHE E ESCUTE

DESPIORA BRASILEIRA

Há um livro chamado A Ordem do Progresso, organizado por Marcelo Paiva Abreu que faz um resumo da economia brasileira, precisamente cem anos de república, entre 1889 e 1989. Do meu ponto de vista é o melhor relato do Brasil nesse período porque mostra as tentativas de ajustar a economia, incluindo o processo de substituição das importações, o Plano de Metas de Kubitschek, a crise do petróleo, o milagre brasileiro, etc.

O Brasil, como todo, despiorou bastante ao longo do tempo. Em 1982 votamos para governador, veio o colégio eleitoral com Tancredo Neves derrotando Maluf e em 1989 elegemos o primeiro presidente após a chamada redemocratização. Votei e fiz campanha para Lula, mas não posso deixar de reconhecer que Collor despiorou a indústria brasileira com a liberação de importação. A indústria automobilística precisou evoluir tecnologicamente para competir com os carros importados que começaram a chegar no Brasil. Hoje, temos melhores itens de segurança com air bag, para brisa que se esfacela (o rosto de Lúcio Mauro foi decorrência dos cortes sofridos no acidente que vitimou Francisco Alves). Hoje, os carros são equipados com computador que sinalizam através de um código no painel o que está errado.

A saída de Collor colocou Itamar Franco no poder e ele despiorou a economia acabando com a inflação num plano bem arquitetado que no dia 01 desse mês completou 26 anos. O Plano Real elegeu FHC (putz, votei em Lula de novo) que despiorou a questão social criando programas como vale gás, bolsa escola, etc. e privatizando as teles (quem reclama da telefonia?) e a Vale do Rio Doce.

Depois de FHC veio Lula que despiorou, também a questão social reunindo os programas de FCH no Bolsa Família, criou universidades que permitiu acesso a gente pobre do interior estudar e ajuda inúmeras pessoas como os filhos, o sobrinho, Silvinho do PT, os três tesoureiros, Jacques Wagner, Geddel Vieira, uma porrada de partidos políticos e de políticos que despioraram bastante suas vidas.

Aí chegamos em 2011, com um novo governo e não houve despiora. O país caiu em recessão com o governo Dilma sendo o mais fraco de toda vida econômica do país, desde 1889. Com Dilma o país cresceu 0,1%, a dívida pública aumentou, o desemprego atingiu 13 milhões de pessoas. Ao longo do tempo, estourou a operação Lava Jato e o Brasil ficou sabendo que tinha sido roubado, de novo, porque sabia disso em 2004 com o tal do mensalão. O governo Temer manteve a zabumba tocando, mas veio uma reforma trabalhista que acabou com a presença dos sindicatos nos acordos. Isso foi uma boa despiora, porque os caras que nunca trabalham entenderam que precisam trabalhar. A CUT vendeu seu prédio (um minutinho, deixem-me parar de rir para continuar escrevendo).

Aí veio Paulo Guedes para acabar com essa despiora. Lascou tudo. Começou a lascar quando apresentou o programa econômico antes da eleição. A Bolsa subiu. Passou oo primeiro turno, a Bolsa continuou a subir, chegou o segundo turno e as pesquisas mostrando que Bolsonaro seria eleito e aí, tenha santa paciência seu Guedes, a Bolsa passou de 100 mil pontos. No dia 02 de janeiro de 2019, no discurso de posse, Guedes falou no tripé econômico: inflação, crescimento e fiscal. A bolsa chegou 105 mil pontos.

Em 2019, a esculhambação foi maior, senão vejamos:

1) Reforma da previdência. A ideia era economizar R$ 1 trilhão, mas com a câmara atuando ficou em R$ 800 milhões. Por mim, eu liquidava esse sistema falido e criava o sistema de capitalização. Se você depositar, mensalmente, R$ 500,00 durante 10 anos, a taxa de 1% ao mês, ao final do prazo terá R$ 116.169,84. Em 20 anos teria R$ 499.573,96 e em 35 anos, R$ 3.247.634,53.

2) Liberdade econômica foi uma MP transformada em lei que permite pequenos negócios atuarem sem burocracia

3) Redução da taxa de juros do cheque especial para 8% ao mês, no máximo, mas valores até R$ 500,00 pagam 0,25%. Qual o problema com o cheque especial? O Brasil tinha o volume de limite de crédito da ordem de R$ 320 bilhões, mas apenas R$ 28 bilhões eram utilizados. Dinheiro tem custo. Manter esse limite disponível implicava que em taxas de 17% ao mês. Pense num restaurante no final do ano com uma confraternização. As mesmas ficam esperando os convidados e outros não tem acesso por conta da reserva. Isso tem custo.

4) Em andamento os pagamentos instantâneos que vai fazer qualquer pagamento ser pago a qualquer hora dia, qualquer dia, e o dinheiro cair direto na conta do credor.

5) Isenção de tarifas de importação para remédios contra câncer, AIDS, equipamentos de saúde, informática, algo em torno de 1160 itens;

6) Redução do depósito compulsório de 33% para 31% injetando R$ 89 bilhões na economia

7) Ampliação dos registros de convênios no SICONV onde atualmente, aproximadamente, 95% dos contratos já estão no sistema, de modo que a transparência aumenta.

8) Portaria 282/2020, publicada ontem, facilitando a mobilidade de funcionários através de seleção interna ou cessão do órgão. Tira de onde há excesso e coloca onde tem falta. Não precisa contratar ninguém.

9) Redução da taxa de juros para 2,25% ao ano com impacto direto na dívida pública;

10) Redução da extrema pobreza de 4,3% para 3,2% com pagamento de 13º no Bolsa Família, pagamento de aposentadoria para quem nasceu com microcefaleia, utilização de crédito de exercícios passados para beneficiar pessoas dos programas sociais e auxílio emergencial.

Francamente, esse Paulo Guedes é uma porcaria. Vou encabeçar um movimento para caçar o título de melhor ministro da economia em 2019. Cara chato. O Brasil vinha num processo de despiora fora do comum e aí aparece esse chato estragando tudo.