DEU NO JORNAL

PRA ALEGRAR A NOITE DESTA QUARTA-FEIRA

Por unanimidade, a 8ª Turma do TRF-4 negou o pedido da defesa do ex-presidente Lula, para que o depoimento dos delatores da Odebrecht, sobre o sítio de Atibaia, fosse anulado.

O julgamento telepresencial foi realizado nesta quarta-feira (22).

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Notícia boa que só a porra!!!

Veio na medida certa pra fechar o expediente desta quarta-feira.

Toda derrota de Lapa de Corrupto é uma grande vitória pra banda decente do nosso país.

Palmas para a 8ª Turma do TRF-4!!!!!!

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ALTAMIR PINHEIRO – GARANHUNS – PE.

SÓ ESTÁ FALTANDO O NORDESTE PARA SÉRGIO MORO SEGUIR FIRME E FORTE RUMO À PRESIDÊNCIA

Como se sabe, o PT não erradicou a pobreza nordestina ele apenas dividiu a miséria. Através de pura demagogia, Lula, Dilma et caterva engabelaram o mundiçal remelento do bolsa esmola de um povo inocente, miserável e pidão com base num suposto “bem estar social”, quando na verdade criou um círculo vicioso de dependência dos beneficiados. De graça, nordestino toma até injeção na testa, até porque, pobreza não se combate com distribuição de dinheiro, mas com educação fundamental e enterrando canos debaixo do chão com saneamento básico e incentivo ao trabalho e a geração de renda!!! Veja o exemplo das nações nórdicas: são altamente desenvolvidas, com políticas sociais amplas, gerais e irrestritas porém não utilizaram, no passado (quando ainda eram sociedades economicamente atrasadas) qualquer incentivo financeiro a ociosidade ou a vagabundagem de boa parte de um povo que adora viver de esmola, como é o caso do nordestino. Lá, eles Investiram maciçamente em educação, saneamento, saúde e ambiente econômico livre para propiciar o atual avanço econômico e social à sua população.

Todo o brasileiro do bem contagiou-se com a exemplar performance política do inabalável e gentlemen Sérgio Moro que a cada dia que passa consolida-se na oposição ao Bunda Suja Boca Porca Bolsonaro e ruma firme e forte para se eleger presidente do Brasil em 2022. Goste-se ou não dele, todos hão de reconhecer que essa figura ímpar tornou-se num símbolo do combate à corrupção quando juiz de Curitiba e foi o principal boca de caieira ou a viga mestra responsável pelo êxito da operação Lava Jato, que já dura preciosos seis anos e não só desbaratou a safadeza endêmica da corrupção como devolveu bilhões de recursos desviados das estatais tendo a Petrobrás como pano de fundo. Infelizmente, em dezembro de 2018, o cidadão que representa a ética e a moralidade no Brasil cometeu um grande equívoco ao trocar seu cargo de juiz para assumir o ministério da Justiça e Segurança Pública do governo Recruta Zero. Com o passar do tempo ficou latente e à mostra de todos o desconforto da relação entre o ministro e um troglodita Bunda Suja, o que, acertadamente, se refez ao pressentir que caiu no conto do vigário, quando culminou no seu pedido de demissão livrando-se de um mal maior que era viver arrodeado de imbecis descerebrados como Flávio, Eduardo, Carlos e Queiroz, se já não bastasse o Capitão Cloroquina…

Como diz o excelente jornalista pernambucano Edmar Lyra, “para Moro a política é um CAMINHO SEM VOLTA, a partir do momento em que ele tomou a decisão de servir ao país como auxiliar de Bolsonaro, entrou no ringue político e qualquer decisão teria conotação política ou eleitoral. Isso leva a crer que Sergio Moro continua sendo um player na sucessão do próprio Bolsonaro, que vislumbra um céu de brigadeiro no enfrentamento à esquerda, que não tem nome natural para 2022. A entrada de Moro no páreo toma de uma vez por todas a pauta de combate à corrupção do presidente e coloca seu ex-ministro na condição de mais competitivo antagonista na luta pela reeleição. Sergio Moro, que hoje detém índices relevantes no Sul e Sudeste, e em estratos sociais das classes A e B, precisará aproximar-se do Nordeste, discutindo pautas para a região e naturalmente nacionalizando e popularizando sua imagem. Com isso, ele tende a chegar muito forte para enfrentar o presidente Bolsonaro em 2022, dividindo a direita e dando alguma chance de sobrevida à esquerda.”. Portanto, não tem para onde correr, pois o jogo é jogado e o lambari é pescado. Como se vê, só está faltando mesmo o Nordeste para Sérgio Moro deslanchar e seguir firme e forte rumo à presidência e ao escancararem as urnas, o nosso inabalável e gentlemen Xerife Moro(sem ódio e sem medo), somente terá o trabalho de correr para o abraço.

DEU NO JORNAL

FECHANDO IGREJAS

O Partido Comunista Chinês tem ameaçado cortar os benefícios de moradores cristãos do país caso eles não abandonem a sua fé.

De acordo com denúncia feita pela revista eletrônica Bitter Winter, eles são obrigados a trocar cruzes e qualquer outro símbolo religioso por fotos dos presidentes Mao Tsé-Tung e Xi Jinping.

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Tô curioso pra saber a opinião dos cumpanheiros cumunistas brasileiros sobre este assunto. 

O PCdoB, e seus aliados zisquerdistas banânicos, bem que poderiam matar minha curiosidade. 

Talvez o devoto fubânico Ceguinho Teimoso, filiado ao PT e aliado dos foice-martelados, nos ajude.

Aguardemos.

JESUS DE RITINHA DE MIÚDO

O ENCONTRO DA ÁGUA

Eu tenho quarenta e nove anos de idade. Aos seis comecei a ter contato com o cinema.

Meu Tio Lolô era o porteiro do velho Cine São José, em Acary do Seridó Potiguar, interior de onde Natal está distante duzentos e dez quilômetros.

Nesses quarenta e três anos – de uma quase veneração pela arte de representar – já me vi emocionado ante tantas e tantas cenas que enumerá-las seria impossível.

Seja mesmo com atores desconhecidos no palco de um teatro amador, quiçá no tablado de um circo, na tela pequena das TV’s, ou na telona dos cinemas.

Ou, até, na declamação de uma poesia motivada na simples encenação de quem nasceu com o dom de decorar o belo.

Já chorei muito vendo atores se entregando no mais extraordinário exercício da transformação de um personagem, doando-se à cena com a fome e a sede pela busca da perfeição naquela chamada acima por mim de “a arte de representar”.

Eu poderia citar inúmeras.

Porém, em todas as oportunidades já me dadas de falar após o término da primeira parte da novela Velho Chico, quando cabe dizer uma cena me arrebatando pela capacidade do ator se separar da sua alma própria e assumir inteiramente a identidade do personagem, eu citei a fantástica cena na qual Belmiro dos Anjos encontra as águas do Rio São Francisco.

Que perfeição do ator em sua arte de representar!

A fotografia, o som da Oração de São Francisco tocando por trás do rosto do personagem e a interpretação ímpar do ator Chico Díaz.

Ali, naquela cena, por sua admirável vocação, digo, dele, do ator, por seu extraordinário talento e impecável representação, eu pude perceber todas as agonias do Sertão de todos nós.

Das nossas lutas e anseios, sonhos e esperanças, fé e gratidão.

Para mim, que nada tenho e nada sou, a cena que eu passei a chamar de “o encontro da água” é a mais perfeita interpretação que esses meus olhos sertanejos já puderam assistir até hoje, dentro de toda dramaturgia universal.

Daquela cena nasceram meus versos seguindo abaixo:

BOM CHICO, INESQUECÍVEL BELMIRO

Era um Chico e um Belmiro
Dois anjos num homem só
Um de verdade, outro não
Formando um belo rondó
Duas angústias unidas
Por duas almas, duas vidas
Dois homens que davam dó.

E na garganta um nó
Dois espasmos de emoção
Olhos de fé e esperança
Lábios tremendo, oração
Chico em Belmiro encarnado
Com as águas admirado
Dois em uma gratidão.

Era apenas um Sertão
Por eles vivenciado
Na saga do anjo Belmiro
Por Chico representado
Ante um rio de bonança
Renovando a esperança
De todo um povo cansado.

Da nação sertaneja por suas vivências.

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JACOB FORTES – BRASÍLIA-DF

A INTEMPERANÇA DAS SUAS EMINÊNCIAS

Sucintamente, para não repisar o que todos já sabem: Alexandre de Moraes manda prender jornalista; Gilmar Mendes adjetiva as forças armadas de homicidas; o desembargador Siqueira, num acesso de descompostura convulsiva e gritada, engalana de humilhação, dos pés à cabeça, um modesto servidor público enquanto este desincumbia-se do seu dever funcional. Essas rudezas, recorrentes, praticadas com tanta ênfase e intransigência, insta os brasileiros a crer que esses membros do judiciário se julgam pontífices máximos, intangíveis, como, aliás, fora Júlio César. (Este proclamou-se deus e fechou o senado).

Esses modos arrevesados, sobremaneira os que detraíram o humildado agente público municipal, não imprimem cunho ao Poder Judiciário, mas conspiram contra a grandeza e as cores desse poder.

Além do coronavírus, que deixa os brasileiros angustiados. Além da escassez de empregos, que impõe desesperança. Além da violência, que atemoriza, agora, rotineiramente, surge mais uma, que assusta e deprime os brasileiros: os excessos oratórios por parte de graduados do Poder Judiciário, ora menoscabando, ora injuriando trabalhadores ou instituições.

Será que existe alguém, abaixo do céu, aqui mesmo na terra, com poderes para fazer moderar essas intemperanças, sintonizando-as na frequência de um Brasil que anseia por sentimentos de civismo e de brasilidade?

COLUNA DO BERNARDO

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PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

MINHA SERRA – Patativa do Assaré

Quando o sol ao nascente se levanta,
Espalhando os seus raios sobre a terra,
Entre a mata gentil da minha Serra,
Em cada galho um passarinho canta.

Que bela festa! Que alegria tanta!
E que poesia o verde campo encerra!
O novilho gaiteia, a cabra berra,
Tudo saudando a natureza santa.

Ante o concerto desta orquestra infinda
Que o Deus dos pobres ao serrano brinda,
Acompanhada da suave aragem.

Beijando a choça do feliz caipira,
Sinto brotar da minha rude lira
O tosco verso do cantor selvagem.

Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré, Assaré-CE (1909-2002)

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