COLUNA DO BERNARDO

DEU NO JORNAL

ÀS ORDENS

As declarações provocadoras e criminosas feitas pelo ministro Gilmar Mendes, acusando os militares pela prática de genocídio, provocam nova crise política envolvendo diretamente a Corte Suprema.

Desta vez, porém, a crise é política e militar.

O STF cutuca perto demais o jipe, o cabo e o soldado, que há bastante tempo encontram-se acantonados e à espera de ação.

E isto poderá custar caro para o STF.

A dura nota do ministro da Defesa e dos Comandantes da Marinha, da Aeronáutica e do Exército, anunciando que a PGR processará Gilmar, é demonstração cabal de que desta vez as coisas não sairão barato para o STF.

Desde sábado, os comandantes militares ensaiam a reação, que poderá desbordar a qualquer momento, já que boa parte dos comandos das tropas querem punir o ministro – de imediato.

Bastará um jipe, um cabo e um soldado para acabar com o único dos Poderes que continua mantendo incólume o entulho montado pelo lulopetismo e seus aliados do fisiologismo corrupto brasileiro.

* * *

Habituado a cagar oralmente, todo dia, toda hora, através daquela sua boca-de-buceta, dessa vez Gilmar ultrapassou todas as medidas do bom senso e se superou em sua arte de falar merda.

Coisa que a gente pensava que era impossível.

Mas ele conseguiu.

Bom, eu sou setentão e estou na reserva.

Mas já fui soldado e cabo e sei dirigir um jeep.

Se os comandantes militares precisarem de mim, declaro que estou às ordens.

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ARISTEU BEZERRA - CULTURA POPULAR

FRASES ANÔNIMAS BEM-HUMORADAS

“Quando eu entro numa briga, meu lema é: ou mato ou morro. Se der pra fugir pelo mato eu vou, se não der… vou pelo morro.”

“A covid-19 fez o que nenhuma mulher conseguiu fazer. Fechar os bares, acabar com o futebol na TV, e manter o marido em casa ajudando nos serviços.”

“Sempre quando estou triste eu canto, porque aí eu percebo que a minha voz é bem pior que meus problemas.”

“Tem gente que tem problemas, tem gente que cria problemas e tem gente que é o próprio problema.”

” Claustrofobia: medo de lugares fechados. Exemplo: quando eu estou indo para o bar e sinto medo dele estar fechado.”

“Existem por aí mentirosos tão bons, mas tão bons, que no fim conseguem convencer os outros de que as vítimas são eles.”

“O povo diz que quem tem boca vai à Roma, pois o fogão lá da minha casa tem seis bocas e nunca saiu da cozinha.”

“Os estrangeiros dizem que o povo brasileiro é sorridente. Mal sabem eles, que a gente ri muito, mas é de desespero.”

“Existem dias que estou tão analfabeto, que não sei como o Aurélio não sai do dicionário pra me bater.”

“Eu só queria saber se a ciência que os gestores públicos estão se guiando, é aquela que afirma que o ovo faz bem pra saúde, ou a que diz que faz mal?”

“Acho que a vacina do coronavírus já chegou na minha cidade, e eu não estou sabendo. Porque está todo mundo fazendo festas e saindo para passear.”

“Eu olho para os dois lados da rua, mesmo antes de atravessar uma rua de mão única. Isso representa a quantidade de fé que eu tenho na humanidade.”

“Tem quase 6 anos que inseriram o 9 na frente dos números de celular, e ainda fazemos aquela pausa dramática antes de falar o resto do número.”

“A partir dos 25 anos, não é mais necessário ativar o despertador. As preocupações da vida já te fazem acordar, automaticamente.”

“Quando nasci, não me lembro de ter assinado nenhum contrato dizendo que era obrigado a agradar alguém.”

“Uma sensação estranha de não querer estar mexendo na internet, mas continuar mexendo, porque é a única coisa que se pode fazer.”

“Tenho meu orgulho, mas sei pedir desculpas quando a culpa é minha. Acontece que ela nunca é minha, porque estou sempre certo.”

“Amizade moderna para mim, são duas pessoas com o psicológico emocional abalado, rindo da própria desgraça e trocando receitas de remédios controlados.”

“Amor não é aquilo que quando chega você torce para que nunca acabe. O nome disso é feriado.”

“Sabe aquela roupa branca que você usou no Réveillon para atrair paz e prosperidade em 2020? Pode tacar fogo nela.”

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

TIA DO ZAP – MANAUS-AM

Editorzão querido:

Recebi da minha amiga Lina Lambisgóia e fiquei estarrecidérrima.

Estes números são verdadeiros?

Me diga por favor.

R. Querida Tia, não posso tirar sua dúvida porque sou completamente ignorante neste assunto.

Num manjo PN dessas coisas de estatais ladroadas ou lucreiras.

Mas, temos aqui no JBF um especialista neste assunto que vai responder pra você.

O nosso estimado fubânico Explicador de Dados é doutor em números gunvernamentosos.

Ele nos dirá se os bilhões contidos nesta montagem são verdadeiros ou falsos.

Ou, como dizem os muderninhos, se isso aí em cima é feiquinius.

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

POR UM PUNHADO DE DÓLARES (1) – A MAGNA TRILOGIA DO DIRETOR SERGIO LEONE

Texto escrito com a colaboração do estudioso de filmes de faroeste D.Matt.

Clint Eastwood em cena magna de “Um Punhado de Dólares”

Nasce uma lenda: “Por um Punhado de Dólares”. (Per um Pugno di Dollari) – Itália – Espanha – Alemanha Ocidental – (1964). Um sangrento e cruel conto de fadas adulto.

Primeiro filme da Magna Trilogia dos Dólares ou Trilogia do Homem Sem Nome, estrelada por Clint Eastwood (o pistoleiro solitário), no papel principal, filmado na Itália, na Espanha e na Alemanha Ocidental. Dirigido pelo genial diretor italiano Sergio Leone.

Nesse primeiro filme da série, todos os atores, técnicos e diretores estão com os nomes americanizados. O diretor Sergio Leone consta como sendo Bob Robertson. A trilha sonora ficou a cargo do genial maestro Ennio Morricone, que usa a sensibilidade musical para marcar presença. Nos créditos do filme seu nome aparece como Leo Nichols. Cacoetes da época.

“Por um Punhado de Dólares” provoca uma forte impressão no telespectador. Dirigido com precisão, porém sem o rigoroso estalão empregado em Três Homens em Conflito (1966) ou Por Uns Dólares a Mais (1965), Por Um Punhado de Dólares é uma espécie de crônica impiedosa que nos deixa em estado de atenção durante toda sua projeção e termina por nos fazer sorrir com amargura para a tela. A história é simples, transportada quase que de maneira integral do filme “Yojimbo – O Guarda-Costas”, de Akira Kurosawa. No caso específico desse início da Trilogia dos Dólares, temos um pistoleiro solitário e sem nome (Clint Eastwood), que chega a uma pequena vila na fronteira dos Estados Unidos com o México, um lugar dominado por duas famílias de bandidos e contrabandistas, os Baxters e os Rojos.

Apesar de não constar na apresentação, o filme cujo roteiro dispensa comentário, foi escrito por várias mãos, como sendo Sergio Leone, Andrés Catena, Jamie Comas Gil, Fernando Di Leo, Duccio Tessari, Tonino Valerii, com versão inglesa de Mark Lowell e Clint Eastwood.

Isso não desmerece em nada o filme, pois o roteiro original e a cópia italiana são perfeitos, com muita ação e belamente interpretados. A versão italiana é colorida. Quanto à versão japonesa é em preto e branco. A versão japonesa é considerada um clássico. Mas o filme “Por um Punhado de Dólares” tem uma interpretação muito convincente do ator Clint Eastwood, que foi dirigido magistralmente pelo diretor Sergio Leone, que desde este seu primeiro filme como spagheti western, demonstra a que veio e nos dá uma aula de como dirigir um filme com segurança e genialidade, isso com pouco recurso.

A História tem muito suspense, a direção é soberba e os atores são todos de primeiríssima qualidade, muitos são celebridades do cinema italiano, que confiaram no talento do diretor Sergio Leone, aceitaram o papel secundário e realizaram um belíssimo trabalho interpretativo.

Necessário faz-se chamar a atenção dos leitores para uma característica muito usada pelo diretor Sergio Leone em todos os seus filmes, sendo que neste ele usa e abusa inteligentemente dos closes. São praticamente centenas de closes em todas as cenas. O diretor procura mostrar aos espectadores a reação dos personagens com closes longos e repetidos a exaustão e os personagens reagem belamente com essa técnica com belíssimos e expressivos closes em quase todas as cenas.

As cenas finais são antológicas, principalmente o duelo final, no qual o personagem (sem nome) interpretado pelo ator Clint Eastwood, usa um escudo de ferro embaixo do seu ponche. Cena esta já histórica e sabiamente aproveitada pelo diretor Robert Zemeckis no filme “De Volta Para o Futuro nº. 3” com um resultado de muita criatividade.

A Trilha sonora é tão importante neste filme, como se fora um personagem vivo e testemunha presente dos fatos. A música pontua, chama atenção para pequenas cenas, pequenos gestos e segue os atores nas cenas em que há alguma expectativa, de modo insistente como a advertir os personagens do que está por vir. A música é um personagem do filme, coisas do maestro Ennio Morricone que já declarou que antes de fazer a música ele precisa conhecer toda história do filme e mais importante: acompanhar as principais cenas da filmagem, como ele fez no clássico “Era Uma Vez no Oeste” o que resultou naquela magnífica obra-prima do western spaghetti.

“Por um Punhado de Dólares”, apesar do pouco recurso para realizá-lo, já nasceu clássico.

Trilha sonora de “Um Punhado de Dólares do genial Ennio Morricone

* * *

Clique aqui para assistir ao filme completo “Por um Punhado de Dólares”, primeiro da Magna Trilogia com um final antológico.

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A PALAVRA DO EDITOR

MORRE O HOMEM FICA A FAMA

Antes de adentra nesse mundo fantástico da musicalidade que eu não manjo absolutamente nada, apenas sou um curioso e intrometido, gostaria de oferecer o texto a seguir ao grande maestro do JBF que é o nosso querido colunista PENINHA. Este sim, sabe de tudo!!! Pois bem, no campo da maestria musical falar de Ennio Morricone é o mesmo que falar que o açúcar é doce. Todos nós sabemos que a mente humana é mero artifício da sua manifestação. Em se tratando de obra artística então isso se aprofunda ainda mais quando ouvimos uma música e ficamos a imaginar como pode um ser criar aquele mundo, aquela linguagem poética, aquela verdadeiríssima miniatura do universo que nos transporta para tão longe em um vasto horizonte do conhecimento musical que é a obra que resultou em toda essa maestria e perfeição desse regente mestre da harmonia que foi o aclamado maestro Morricone.

No último dia seis do mês de julho de Senhora Santana do ano de dois mil e vinte, o maestro italiano se encantou aos 91 anos de idade, em Roma. Em um obituário escrito pelo próprio onde ele se despede de amigos, familiares e da esposa, Maestra Maria, a quem deixou seu “ADEUS MAIS DOLOROSO”. Escreveu ele: Estou anunciando a minha morte a todos os meus amigos que sempre foram próximos de mim e também aqueles que não vejo há algum tempo. Eu os saúdo com grandioso carinho. É impossível nomeá-los todos. E completou com a pureza ou a argumentação singela dessa frase que é de arrepiar: “Só existe um motivo que me faz dizer adeus a todos vocês dessa forma, e é o fato de eu ter decidido que gostaria de ter um funeral privado: eu não queria incomodar”. Ao nos deixar, Morricone escreveu: Eu, Ennio Morricone, estou morto.

VIDA QUE SEGUE!!! Foi na “Bota” da Europa que alguns dos melhores artistas de todos os tempos emergiram, tais como os renascentistas Leonardo da Vinci, Michelangelo ou Rafael. Séculos decorridos, a tendência para a produção artística de grande valor prevaleceu e a Itália orgulha-se de um filho pródigo voltado para a música. Com um currículo repleto de bandas sonoras dos mais diversos filmes, Ennio Morricone é um colosso no que toca à associação do mundo da música com o do universo do cinema. Com o “TOQUE DE MIDAS” da composição, o europeu tem o condão de conceder o complemento necessário para que nenhum detalhe impregnado num filme passe despercebido. Como afirma o ótimo cinéfilo de Caruaru-PE, Joaílton, Ennio Morricone esgotou todos os adjetivos para qualificá-lo…

O escritor Lucas Brandão que escreve para a revista eletrônica Comunidade Cultura e Arte é taxativo em afirmar quando nos relata que o legado do maestro se estende por mais de 6 décadas e de 500 composições para filmes. Ennio Morricone é um satélite que orbita tanto no planeta da música como no do cinema, fazendo a conexão fantasiosa entre os mesmos. Com um legado quase impossível de ser descrito num finito número de parágrafos, importa reforçar o caráter fascinante e unificador das composições musicais que reforçam já a aura única que cada filme transporta. Se já não bastasse que, pelo seu enredo e personagens, nos maravilhasse, a varinha mágica de Morricone dá uma fragrância de musicalidade etérea à história transmitida.

Um fato curioso e diferenciado na vida do maestro ou uma interessante peculiaridade da sua carreira é a de que nunca abandonou a cidade que o viu nascer e morrer (Roma) para fazer as suas composições e nunca aprendeu a falar inglês, passando esta evidência despercebida com a sua versatilidade tanto como compositor para diversos tipos de trabalhos artísticos como nas funções de maestro e nas de diretor dos mesmos. Abdicando de viajar o máximo possível, o italiano é também conhecido pela originalidade das suas composições musicais, elaborando-as sempre do zero e abdicando de usar elementos predefinidos e já existentes. Atualmente, no mundo do cinema, destaca-se a reciclagem do norte-americano Quentin Tarantino de vários êxitos do compositor em filmes dirigidos pelo cineasta, como por exemplo, em 2013, Django Livre.

Em janeiro de 2018, na cidade São Paulo, aconteceu uma mostra no Centro Cultural Banco do Brasil, dedicada ao trabalho do maestro e compositor Ennio Morricone, provavelmente o maior de todos os compositores de trilhas sonoras para o cinema. “SONORA: ENNIO MORRICONE“ exibiu 22 filmes de gêneros e diretores diferentes, mas com algo em comum: a trilha marcante do maestro. Para todo o fã de cinema, é impossível medir a importância do SIGNORE MORRICONE para a história. Desde os spaghetti Westerns de Sergio Leone, até Os Oito Odiados, pelo qual finalmente recebeu um Oscar de trilha sonora, Morricone escreveu trilhas fantásticas. As preferidas, recentemente, são as de Os Intocáveis e a simplesmente perfeita de Cinema Paradiso – impossível não se emocionar com todas essas cenas….

A propósito do filme Era Uma Vez no Oeste que é um majestoso faroeste dirigido por Sergio Leone, muito da beleza visual desse filme deve-se ao maestro e compositor Ennio Morricone pois como é sabido, Leone pediu a Morricone que compusesse os temas musicais do filme, o que o compositor fez a partir da leitura do roteiro e de suas conversas com o diretor. Para as sequências e personagens principais, Morricone criou composições específicas e Leone executava essas peças durante as filmagens. Isso não só ajudou os atores, mas despertou nele, diretor, uma transcendente inspiração. Como diz o estudioso de faroeste Darci Fonseca: “Ennio Morricone já havia criado admiráveis e inovadoras trilhas sonoras para westerns spaghetti. Nenhuma delas, porém, atingiu a perfeição das peças musicais composta para “Era Uma Vez no Oeste”, especialmente o tema principal que tem o mesmo título do filme”.

Sob encomenda do cineasta SERGIO LEONE, Ennio Morricone escreveu as trilhas sonoras de quatro dos 10 principais filmes de Western Spaghetti: Por um Punhado de Dólares) (1964), Por Uns Dólares a Mais)(1965), Três Homens em Conflito (1966) e Era uma Vez no Oeste) (1968). Aliás, No filme Era Uma Vez no Oeste, a música conjugada com as imagens é uma das coisas mais bonitas que o cinema já proporcionou. Mas como nem só de um estilo vive a obra de um gênio, o maestro também assinou a trilha de obras de comédia, horror e drama. Os filmes Exterminação 2000 (1977), de Alberto De Martino; Áta-me! (1990), de Pedro Almodóvar e Reviravolta(1997), de Oliver Stone são alguns dos destaques da vida musical de Morricone fora do velho oeste. Pelo conjunto da obra, a indústria cultural assume que um gênio do calibre de Ennio Morricone surge uma vez a cada nunca mais.

A seguir, para os apreciadores da boa música, clique na imagem abaixo para ouvir por uma hora esta coleção de músicas originais comandada pelo maestro Ennio Morricone, todas fazem referência aos filmes Spaghetti Westerns.

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

ISSO NUM VALE NADA, GENTE

Comentário sobre a postagem SEXTA-FEIRA HORRÍVEL PARA OS ABUTRES

Artemísia:

O problema é que a imensa maioria dos brasileiros não opera na Bolsa.

Daí estão pouco se lixando para os 100000 pontos.

O que estão procurando é emprego estável, salários dignos e preços condizentes com sua renda.

E o que são 1000000 pontos para os que moram nas comunidades, que moram nas ruas, ou são ambulantes?

* * *

Índices e números da Ibovespa: tudo besteira e sem serventia alguma

XICO COM X, BIZERRA COM I

EU E MEU SAPATO

Estamos confinados, eu e o único par de sapatos que me restou depois da aposentadoria. Outros pares, a exemplo de gravatas também obsoletas, foram doados. Isolados socialmente de todo e qualquer chão, acho que eles estão morrendo de saudades do meu 42 ‘bico chato’. E é porque eu vivia a pisar-lhes, sem nunca lembrar de lhes oferecer uma engraxada, quando em vez. Sem meias eu os calçava, quase sempre. Mas eles adoravam meu chulé. Educados, não reclamavam quando, distraído, pisava no cocô de cachorro deixado na calçada pela madame do 901. Há quase 100 dias não nos vemos, não trocamos intimidades. Finda a pandemia, vamos ter que fazer terapia. Eu e eles. Talvez eles me perdoem por tê-los traído, quando os troquei por um par de chinelos velhos e confortáveis. E aí, com eles faço as pazes e saio caminhando por estradas luminosas e felizes para bem distante desta Pandemia maluca.

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