ALEXANDRE GARCIA

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COLUNA DO BERNARDO

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QUE SE LASQUE A IMPRENSA CADAVÉRICA

A imprensa mal humorada escalou repórteres para cobrir e criticar a reabertura de bares e restaurantes no Rio.

Esses veículos de imprensa não suportam ver pessoas felizes.

Querem todo mundo em casa, em depressão, assistindo noticiários em que o destaque é a contagem de mortos.

* * *

Quando vejo a imprensa cadavérica e ideológica forçando a barra e tentando botar o pânico na cabeça do povão, eu alivio a barriga na mesma hora.

Solto um peido bem gostoso e, em seguida, mando esses felas da puta tudinho tomar no olho do furico.

Vejam o vídeo do meu conterrâneo Sikêra Júnior na postagem aí embaixo.

Em Manaus tá tudo funcionando e a vida segue normal.

Como deveria já estar acontecendo em todo o resto do Brasil.

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PEDRO MALTA - REPENTES, MOTES E GLOSAS

UMA DECLAMAÇÃO E UM FOLHETO RARO E PRECIOSO

O poeta baiano Chapéu de Couro declamando um poema de sua autoria.

O tema é bem atual:

* * *

UMA PRECIOSIDADE

 

Cordel escrito pelo saudoso Patativa do Assaré. Foi em 1946, quando então ela tinha 37 anos de idade.

Patativa usou o pseudônimo de Alberto Cipaúba.

O CRIME DE CARIÚS

Eu sou um poeta nato,
Versejar é o meu ofício,
Gosto da sinceridade,
Versejo sem sacrifício,
Sou filho de Pernambuco,
Desta terra de Maurício.

Mas como nunca estudei
E moro na Soledade
Sem nunca dar os meus versos
À luz da publicidade
Ninguém conhece o meu nome
Dentro da sociedade.

Porém a história de um crime
Vou narrar, publicamente,
Passou-se em 42
Da nossa era presente
Na vila de Cariús
Ao Ceará pretendente.

Portanto peço licença
Aos leitores mais sensatos
Que quero contar a todos
Em meus versinhos exatos
Como se deu a morte
De Carlos Gomes de Matos.

Esse ilustre farmacêutico
Que hoje na glória está
Teve como berço o Crato,
Nasceu e criou-se lá,
Descendendo das melhores
Famílias do Ceará.

De Pedro Gomes de Matos
E a senhora Josefina
Nasceu esse bom senhor,
O qual teve a triste sina
De morrer barbaramente
Por uma fera assassina.

No rol da sociedade
Vivia alegre e ditoso
Branco, preto, rico e pobre,
O chamavam de bondoso,
Pois, além de competente
Era muito caridoso.

Dentro de sua farmácia
Trabalhava o dia inteiro,
O seu negócio gozava
De um conceito verdadeiro
Na praça do Ceará,
Recife e Rio de Janeiro.

Era casado; e a esposa,
Dona Emília Mussalem
O amava com o fervor
Que uma santa esposa tem
Porém o diabo não folga
Quando um casal vive bem.

Diz-nos um velho rifão:
Quem é bom não vive em paz,
Quando a fortuna nos chega
A miséria vem atrás,
E não há quem esteja livre
Dos laços de Satanás.

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GRANDE SUCESSO NO ANTAGONISTA

* * *

É muita gente curtindo.

E clicando no coraçãozinho do texto do Dr. Moro.

Gente demais, mesmo pra uma celebridade desse porte.

Chega se espantei-se-me.

O mais novo jornalisteiro da vibrante página O Antagonista está bombando.

A dezena 92 corresponde ao Urso no jogo do bicho.

O novo colunista tem um manada muito grande de ursinhos amestrados.